História Books, coffee and rain - Imagine Namjoon - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais, Rap Monster
Tags Bts, Imagine, Imagine Namjoon, Kim Namjoon, One-shot, Rap Monster, Você
Exibições 162
Palavras 2.781
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olha eu de novo com mais uma One Shot!
Fiz bem fofa com nosso querido Namjoon, não tem como não amar esse menino <3
Da vontade de apertar de tão amorzinho que ele é >.<

Aproveitem e boa leitura!

PS: Sorry por qualquer errinho despercebido.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Books, coffee and rain - Imagine Namjoon - Capítulo 1 - Capítulo Único

Encontrava-me confortavelmente sentada apoiando meu rosto em uma das mãos com o cotovelo sobre a mesa, enquanto tamborilava os dedos da outra. Distraia-me lendo um livro qualquer que havia encontrado na biblioteca, o ambiente claro em que se faziam presentes os pequenos ruídos de pessoas caminhando, os cliques dos computadores, o cheiro dos livros, deixando tudo mais pacificador e sereno, o que estava me causando sonolência. Meus olhos já começavam a pesar minutos atrás, e a qualquer momento eu poderia entrar em um cochilo profundo.

As letras nas folhas do livro faziam-se perder em borrões, eu não sabia mais em que parágrafo estava, ou linha, ou palavra. Minha boca se abria lentamente e meu rosto escorregava pela palma da mão que o escorava. Minha cabeça lentamente deslizava para baixo, e sem sequer raciocinar, fui tomada pelo sono. Uma mão agarrou meu ombro inesperadamente, me assustando e  fazendo-me sentir perdida com o súbito despertar.

– (S/n)? Tudo bem? – Jisoo ria da situação, sentando-se na cadeira vaga ao meu lado.

– Ah, sim... – Ajeitei-me, esfregando os olhos – Você me assustou.

– Desculpe, não era minha intensão. – Sorriu docemente.

– Então, o que faz aqui?

– Vim te avisar que não vou poder ir no sebo hoje com você.

– Ah, tudo bem...

– É que surgiu um imprevisto, mas não quero que fique magoada.

– Não... – Sorri confortando-a – Eu preferia não ir sozinha, mas não tem problema.

 

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Seria minha primeira vez indo sozinha ao lugar, Jisoo havia me apresentado o sebo semanas atrás e vez ou outra eu a acompanhei até pegar gosto pelo mesmo. Era localizado perto do centro, em uma velha casa onde um casal de velhinhos coreanos vivia e cuidava. Tinha uma grande variedade de livros, mas como não sou muito familiarizada com o coreano, sempre ia para a parte da literatura estrangeira.

O dia tedioso ainda ponderava sobre mim, e eu esperava que isso mudasse quando chegasse a meu destino. Caminhava pela rua com meus fones de ouvido e meu guarda-chuva por conta da leve garoa. Dias cinzas como hoje me deixavam inspirada e com anseio de ler algo, acompanhada de um bom café.

Dobrava a esquina no quarteirão do estabelecimento e estranhamente havia uma nuvem de fumaça alastrando-se pela rua, parecia um incêndio ou algo do tipo, mas não era possível enxergar sua fonte. Meu coração apertou-se ao pensar que poderia ser aquele lugarzinho harmonioso, mas conforme me aproximei da entrada, o alívio percorreu meu corpo. Adentrei na antiga construção tossindo por conta da fumaça, e com uma leve ardência nos olhos. Sra. Han estava atrás do balcão e olhou-me surpresa.

– Olá minha querida. Esta tudo bem?

– Sim, sim. – Tossi algumas vezes – Apenas me sinto um pouco sufocada. O que aconteceu? – Tirei meu casaco, pendurando-o na entrada junto de meu guarda-chuva.

– Parece que uma casa muito antiga estava pra ser demolida, e alguém por maldade tacou-lhe fogo.

– Nossa... – Comentei aproximando-me dela.

– Onde está sua amiga?

– Ah, ela não pode vir hoje – Depositei minha bolsa sobre o balcão – Tinha algum compromisso importante.

– Certo... – Sorriu docemente, enquanto ajeitava alguns papéis.

– Onde está o Sr. Han?

– Sabe, estou preocupada com ele...

– Porque?

– Saiu para comprar umas ervas para o chá e macarrão para o jantar, mas ainda não voltou.

– Ele deve estar bem, apenas esperando que a fumaça passe. Talvez a chuva ajude.

– Estar no meio desse nevoeiro não o deixara nada bem.

– Fique tranquila, eu aposto que-

Fui cortada pelo som da porta sendo aberta bruscamente. Viramos as duas assustadas e lá estavam Sr. Han com um braço envolta do pescoço do rapaz que sempre estava no sebo, ele o ajudava a entrar, tapando o rosto com as mãos.

– MEU DEUS! – Exclamou a Senhora, indo em direção a eles. A acompanhei. – Traga ele para cá, Namjoon.

O garoto levou Sr. Han, enquanto eu observei o lado de fora, era pura fumaça e não enxergava-se nada na rua. Voltei-me para onde estavam, e o idoso já recebia cuidados.

– Ele está bem? – Perguntei.

– Não – O garoto comentou meio ofegante, pondo as mãos na cintura – Ele respirou bastante fumaça.

– Não é melhor leva-lo ao médico?

– Nosso vizinho é médico, posso chama-lo – Senhora Han comentou, enquanto servia água a seu marido, que respirava com dificuldade.

– Seria bom, vou chama-lo. – O rapaz caminhou indo em direção a saída.

– Querida, poderia me ajudar a leva-lo para o quarto?

– Sim, claro.

– Eu estou bem querida, não se preocupe – Sr. Han balbuciou em uma voz fraca.

– Não está não, anda. Vamos para o quarto. Dongjae o atenderá melhor lá.

Ela o levantou, e eu passei um de seus braços pelo pescoço. Andava devagar e fraco, fazendo-me sentir mal pelo doce senhorzinho. O sentamos na cama, ajeitando travesseiros em suas costas. Sra. Han me pediu para buscar água e eu me aprontei, pensei que não se lembrava de meu nome por ter sido citada poucas vezes ali, mas tinha uma boa memória. Voltei com a jarra e o copo, e logo depois Namjoon chegou com o suposto médico.

Todo simpático começou com as análises e eu fiquei meio sem jeito, deixando o lugar e me dirigindo para a parte do sebo. O quarto estava cheio demais e eu nem era nada especial, nenhuma parente para presenciar a situação. Comecei a caminhar por entre algumas estantes, observando alguns clássicos que me chamaram atenção. No alto encontravam-se as obras de Agatha Christie, uma de minhas autoras favoritas, estiquei-me para pegar um exemplar, mas minha altura não permitia. Uma mão apareceu e pegou o livro que desejava, o estendendo para mim.

– Sua amiga não veio hoje? – Namjoon sorria tênue.

– Ela tinha compromisso – Comentei enquanto pegava o livro de sua mão e analisava a capa – E eu resolvi vir sozinha mesmo.

– Hum... – Rolou os olhos pela prateleira – Gosta de Agatha Christie?

– Bastante.

– Não me lembro de ter lido algo.

– É interessante se você gosta de suspense.

– Suspense... – Murmurou dando alguns passos em direção a uma outra estante, e o acompanhei. – Eu gosto de suspense, mas prefiro algo mais real.

– Eu prefiro a ficção.

– Ficção?

– Sim.

– Que tipo de ficção?

– Eu gosto de dinossauros. – O rapaz gargalhou – Não ria. Jurassic Park é incrível.

– O filme é mesmo. Bem real.

– Tanto o filme quanto o livro me agradam...

– Gosta de questionamentos sobre o mundo? Realização interior e autoconhecimento?

– Parece interessante.

– Leia Demian, é ficção.

– Eu já li Demian.

– Sério? E o que achou?

– Extraordinário. Realmente me fez pensar muito, até me identifiquei com o jovem Sinclair. É incrível como em qualquer das situações pode-se encontrar um mínimo de semelhança entre você e ele.

– É mesmo... – Parou a minha frente ainda sorrindo, ele tinha covinhas que deixavam seu rosto extremamente fofo.

– Namjoon! – A Senhora Han o chamou e fomos ver do que precisava – Você poderia cuidar de tudo por aqui? Dongjae vai para seu plantão e vai levar meu marido com ele para fazer uns exames, preciso acompanha-lo.

– Sem problemas.

– Muito obrigada!

Eles saíram levando o pobre senhor adoentado, eu estava mesmo torcendo para que ficasse bem, era tão dócil e gentil conosco como um avô que zela por seus netos. Agora estávamos só eu e o rapaz no estabelecimento, não se enxergava nada na rua e a chuva começara a cair. Fui até uma das poltronas velhas que tinham ali e joguei-me na mesma, já estava me sentindo como na biblioteca, cansada e sonolenta. Namjoon se aproximou e entregou-me um livro, olhei a capa e era uma versão coreana de Demian.

– Eu não sou muito boa com o coreano...

– É bom praticar com algo que já conhece.

– Hum... Vamos ver...

– Não custa nada tentar.

Abri o livro e me perdi nos simbolozinhos confusos, não era nada fácil, eu demorava minutos para tentar desvendar uma frase e me confundia mais do que esclarecia as coisas. Pra ajudar, Demian também era um livro meio difícil, se já foi complicado lê-lo em meu idioma imagina em coreano. O som da água caindo sobre o telhado fazia-me fechar os olhos lentamente, eu estava pegando no sono e não demorou muito para iniciar meu cochilo tão cobiçado do dia.

 

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Despertei meio grogue com o corpo quente, havia um casaco sobre mim com um cheiro muito agradável de colônia masculina que logo deu lugar a um delicioso aroma de café. Olhei em volta e Namjoon estava sentado em uma mesa rústica concentrado em um livro grosso com muitas páginas, inerte na leitura. Na superfície do móvel haviam dois cafés expressos, um pela metade e o outro lacrado e pronto para ser ingerido. Levantei-me e fui até o garoto sentando-me a sua frente, ele sorriu exibindo suas covinhas e me entregou o café.

– O livro tava tão chato assim pra você dormir? – Ele riu.

– Não... Eu já disse que é extraordinário, só que em coreano não rola. E a chuva teve parte nisso também, estava cansada.

– É eu percebi... – Riu nasalado e o acompanhei, observei a janela e lá fora já estava escuro.

– Eles estão demorando.

– Espero que não tenha acontecido nada.

– Bom, acho que devia ligar.

– Para quem? Sr. e Sra. Han não tem celular... – Sorriu de lado.

– Hum, é mesmo... Que tal ligar para o médico?

Namjoon conseguiu o número de Dongjae e logo o ligou, o mesmo disse que o senhorzinho estava bem mas teria que passar a noite no hospital em observação e fazendo inalações. Senhora Han conversou com o rapaz e pediu para que cuidasse da casa durante o tempo que ficasse fora, e de boa vontade aceitou ajudar. Ele pareceu meio apreensivo depois da ligação, inquieto e impaciente.

– Ele vai ficar bem... – Tentei confortá-lo.

– É... Eu espero. – Ele bufou rodando os olhos pelo local, depois voltou-se a mim – Sabe, eu os conheço a muito tempo.

– Percebi. – Sorri e ele fez o mesmo.

– São como avós pra mim. Quase pais...

– Fique tranquilo, amanhã estarão os dois aqui te enchendo de chá e bolinhos, livros e amor.

– Você é bem otimista – Riu nasalado.

– Se eu não for, quem vai ser? E afinal, a dona otimista tem que ir embora agora, já está bem tarde e eu passei do meu horário. – Me levantava da mesa olhando para meu relógio de pulso.

– Vai me deixar aqui sozinho?

– Aamm... – Hesitei sem saber o que dizer. Tentava raciocinar correndo os olhos de um lado para o outro, ele estava me pedindo para ficar e passar a noite com ele, ali?

– (S/n)? – Chamou me tirando de meus devaneios.

– Hum, eu...

Um estalo forte de trovão ecoou me fazendo saltar em um susto horrendo, a velha casa pareceu estremecer e todas as luzes se apagaram, acabando por deixar-nos no escuro. Meu coração estava disparado e me apoiava com os braços sobre a mesa, tremia e respirava com dificuldade, aquilo havia me atingido de tal maneira que até eu mesma me assustei com o estado em que me encontrava.

– Você está bem? – Namjoon perguntou preocupado.

– Aham... – Arfei sentando-me novamente na cadeira – Que merda foi isso?... Oh, me desculpe...

– Não, tudo bem. Eu provavelmente teria uma reação assim, e provavelmente usaria palavras bem piores.

– Não se assustou?

– Claro que sim. Mas não tanto quanto você – Riu ele.

– Ah, meu coração... – Levei a mão ao peito e o rapaz riu novamente.

– Anda, agora toma seu café.

– Obrigada. Você saiu pra comprar isso só pra mim?

– Não, eu também queria e trouxe pra nós dois. Sempre via você com um café e achei que gostaria de um.

– Obrigada. Eu amo café. – Enquanto provava da bebida quente outro estrondo ecoou me fazendo saltar novamente só que mais contida, fazendo-nos rir.

– Ta vendo? Isso é um sinal pra você não me deixar sozinho.

– De qualquer jeito eu não vou sair daqui, está chovendo e não quero ser atingida por um raio.

– Viu? Eu te avisei.

– Está feliz porque conseguiu o que queria?

– Não.

– Não? – Franzi o cenho confusa.

– Ainda não consegui te conhecer direito.

– Ah... Como você é bobo. – Desviei o olhar sem graça.

– Agora eu sou bobo por me interessar? – Se debruçou sobre os braços apoiados na mesa, ele havia acendido uma vela que iluminava de forma amarelada seu rosto, o deixando ainda mais bonito.

– O que quer saber?

E foi assim que começou nossa noite, Namjoon fez muitas perguntas sobre onde eu morava, o que estudava, que livros gostava, minhas comidas favoritas, quais eram minhas séries de tv, essas coisas que acabavam por mostrar o que ele gostava também. Depois inventou de explorar todas as estantes do sebo, já que tínhamos tempo de sobra e o ambiente iluminado a luz de velas deixava tudo mais misterioso e sombrio, um clima perfeito, admito. Achamos vários exemplares super antigos e muito interessantes sendo verdadeiras relíquias, tinha de tudo ali, desde livros infantis até mais exóticos e eróticos, que fingi não ver o mesmo bisbilhotando entre eles, rapazes...

Por fim com algumas leituras selecionadas sentamos em um dos sofás e começamos a ler bem concentrados, a chuva nos acompanhava junto do chá de ervas que preparamos com alguns utensílios da Sra. Han, ela não iria se importar. Meus olhos começaram a pesar novamente mas não queria dormir, o livro de curiosidades marinhas que lia estava totalmente interessante e era de fácil compreensão mesmo em coreano. Levei meu chá aos lábios e me virei para observar Namjoon, ele estava na mesma página faziam vários minutos e nunca a passava, eu estranhei e voltei minha atenção ao livro que tinha em mãos, era em... Espanhol?

– Namjoon, o que você ta lendo?

– Hum? – Ergueu seu olhar para mim meio perdido.

– Namjoon, seu livro é em espanhol...

– Ah, é que... Eu estava só foleando, acho a língua interessante.

– Aham... Conte-me mais. – Joguei meu livro sobre a mesa e virei-me para o garoto que hesitou – Anda.

– O que quer que eu diga? – Ele parecia confuso e apenas ri de sua expressão.

– Nada... – Balancei a cabeça negativamente sorrindo boba e beberiquei de meu chá novamente. Eu sabia que estava me observando, e achei extremamente fofo da parte dele.

– Uhh – Murmurou olhando seu celular – Já é bem tarde, está com sono?

– Não muito, o café me despertou um pouco...

– Eu também... – Namjoon espreguiçou-se o máximo possível, esticando os braços bem no alto e logo depois relaxou. Me encarou, parecendo contemplar o jeito que bebia de meu chá, franzi o cenho e ele sorriu – Obrigada por ficar, eu ia me sentir bem solitário sem você aqui.

– Eu já disse que foi por causa da chuva.

– Mas, e se não estivesse chovendo?

– Infelizmente estaria sozinho... – Sorri em gozação e o rapaz me acompanhou desviando o olhar.

– (S/n)... – Murmurou e voltamos ao contato visual, se encontrava inexpressivo.

– Sim?

O som da chuva caindo calma sobre o telhado tomou conta do local, as velas com sua pouca iluminação oscilavam com a corrente de ar fazendo as sombras do rosto do rapaz incertas. Meus olhos foram para seus lábios, fartos e rosados, que agora eram umedecidos por sua língua. Sentou-se mais próximo de mim com o olhar em minha boca, enquanto apertava nervosa minha caneca de chá entre os dedos. Seu rosto estava próximo o suficiente para sentir sua respiração  misturar-se com a minha.

– Nam-Namjoon...

– Não fale...

Uma de suas mãos subiu para meu rosto e senti seus lábios quentes contra os meus, um arrepio percorreu meu corpo deixando-me calorosa. Sua língua adentrou sem rodeios em minha boca tranquila porém ansiosa para sentir-me, ele tinha o gosto do chá de ervas e acredito que no meu caso não era diferente. Movimentava-se cordialmente me fazendo sentir nas nuvens, trazendo todo o calor de nossos corpos ao contato. O cheiro de sua colônia misturado ao dos livros me trazia uma sensação prazerosa, onde eu desejava nunca mais sair daquele momento. Separou-se de mim pouco ofegante e logo me sentir corar, o calor de minha boca foi totalmente e involuntariamente para minhas bochechas fazendo-as queimar. Namjoon riu nasalado me levando a abaixar o rosto envergonhada.

– Gosto de chá... – Murmurou afagando minha bochecha.

– Digo o mesmo – Ainda tinha minha cabeça baixa.

– Não quero que fique envergonhada.

– Acho que é um pouco difícil depois do que aconteceu.

– Qual é (S/n), eu te conheço a semanas, não há motivo pra isso.

– Como não? E além do mais você só veio conversar direito comigo hoje...

– Porque antes não tive oportunidade. – Sorriu tênue me contagiando.

– Eu sou tímida...

– Ah, nesse caso eu posso dar um jeito nisso rapidinho pra você. Só me diga um sim e não haverá mais um pingo de timidez entre nós.

– Ah Namjoon... – Escondi o rosto em uma das mãos e o garoto me assustou me puxando para seu colo. Selou nossos lábios novamente me fazendo rir com a situação.

– Eu disse que estava interessado. – Mordeu o lábio inferior arqueando a sobrancelha sugestivamente. Acho que mesmo com as forças da natureza para ajudarem, era difícil negar algo a ele e suas lindas covinhas.


Notas Finais


Pretendo trazer uma próxima do Tae bem fluffy assim, aguardem!

xoxo


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