História Bored Games - Capítulo 2


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Poesias, Romance e Novela, Violência

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - PINKIE PROMISES


Fanfic / Fanfiction Bored Games - Capítulo 2 - PINKIE PROMISES

Acordo com a luz do sol em meu rosto inchado por conta do bom sono que tive, infelizmente não sonhei, agora vou ter que aturar as vozes que ouvi na noite anterior assombrarem minha mente.

Desço as escadas já pronta para começar o dia, meu pai estava sentado sob a mesa com um jornal em mãos e minha mãe terminava de fazer o café da manhã, meu irmão comia um sanduíche e eu apenas observei tudo enquanto molhava meus cookies no leite.

- Vocês já acabaram?- Pergunta mamãe para mim e meu irmão. Noto que há manchas roxas na sua pele de porcelana, pelo jeito minha mãe apanhou, agora só o que queria era saber de quem.

- Sim.- respondemos em coro.

- Então vão, boa aula e não façam besteiras.- Minha mãe põe um lanche para mim em minha bolsa.

- Boa aula meninos!- diz meu pai, olhei para ver a expressão dele que continuou com o rosto grudado naquele jornal estúpido, percebi seus punhos machucados. É, foi do papai que a mamãe apanhou, de novo.

Enquanto andamos em direção à porta, mamãe nos acompanhou. Ela observou pelo jardim da frente nós irmos embora e logo pegou um palito de cigarro e começou a fumar. Minha mãe só fuma e bebe quando está deprimida, acho que ela suspeita de algo.

Ando pela calçada e meu irmão já havia me abandonado nas ruas antes para o seu grupinho de amigos com olhos vermelhos, eles pareciam zumbis às vezes me assustavam. Enquanto caminhava ouvi uma campainha de bicicleta mas não virei pôs não achei que era comigo, quando ouço o tilintar pela segunda vez me viro, me deparei com um menino que cai em cima de mim junto a bicicleta. Por três segundos nós nos olhamos.

-Ei! Olha por onde anda!-Digo o empurrando de cima de mim e tento me levantar.

- Ah! Desculpe, mas eu avisei para você várias vezes, você estava destruída, eu acho.-ele sentou-se na calçada.

-Claro que não, você parecia um bêbado andando nessa bicicleta!- Ele ri. Fiquei de pé e espanei meu vestido vermelho.

- Vamos levante!- Pego nas mãos macias do garoto e o puxo.

- Ai ai! Pare!

- O que foi?- Solto a mão do garoto.

- Meu joelho.- Olhei para o mesmo e me deparo com a mesma situação que o meu estava, quer dizer, ainda está.

- Wow! Você cortou seu joelho, igual o meu! Olhe.-Mostro o band-aid em minha perna, ele sorri - Posso cuidar pra você, quer?- Ele concordou com a cabeça, então peguei um curativo de minha bolsa, me ajoelhei e coloquei em seu machucado com muito cuidado.

- Desde que eu me machuquei, sempre carrego um desses em minha bolsa, assim caso caia, eu tenho outro. Agora, acho que você deve fazer isso também.- Digo enquanto sinto os olhos do menino se fixarem em mim. logo, o ajudo a levantar.

- Obrigado! - Diz ele com um terno sorriso - É... Qual o seu nome?

- É Cry...- Pensei antes de falar meu nome, por vergonha, mas como ele foi o primeiro amigo que eu fiz, disse mesmo assim.- ... É Cry Baby.

- Ha ha ha !!! Sério mesmo?- ele pergunta, com vergonha abaixei minha cabeça.

- É um nome diferente, eu gosto.- Logo um sorriso inesperado surge em meu rosto.- O meu é Johnny. Prazer em conhecer-la Cry Baby! - Ele estende suas mãos.

- Então, quer dizer que somos amigos?- Perguntei.

- Bem, é assim que acontece não? Bom, eu estou indo para casa, mas agora de pé por quê... Bem você sabe. Então a gente se ver por aí.- Diz ele com um entusiasmo.

-Sim, tudo bem.

- Vamos se encontrar mais vezes tá?

- Que tal no parque, pode ser?

- Ok então! Você me promete?

- O quê?

- Você me promete que estará lá?

- sim.

- Vem cá então.- Ele faz um gesto com os dedos que eu nunca havia visto, o garoto só deixou o dedo mindinho estendido, então eu o olhei intrigada.

- Pra dar certo você deve fazer também!- Então o fiz. Logo, nossos mindinhos se entrelaçaram e senti meu peito pulsar. Ele fecha os olhos e diz - Nossa promessa está selada com esse simples gesto mas que significa uma grande coisa! Que seja feito.-Eu observei aquela pele pálida e lábios vermelhos dizer suas coisas, ele abriu os olhos- É isso. Nós dois somos testemunhas e não iremos esquecer tá bom?

- Hum, tá.

- Tchau my baby! Até logo- Diz ele acenando com uma mão enquanto a outra segurava a sua bicicleta. Meu peito começou a pulsar, eu nunca senti isso, o que será que estava acontecendo? Será que eu estou doente? O que está acontecendo, eu estou parada aqui que nem uma boba! Devo estar bêbada sem mesmo ter bebido.



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