História Born In Blood - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Lemon, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu estou tão animada com essa fic como não ficava a tempos, queria ser uma máquina de escrever pra chegar exatamente onde quero chegar com ela, enquanto não alcançar essa fase, sinto que nem vou dormir direito. Enfim, espero que gostem deste capítulo, se eu conseguir postarei o próximo amanhã.

Capítulo 5 - Capítulo 04


Yuri moveu-se contra Otabek, deitado em cima dele, ele girou seus quadris sentindo a ereção empurrar-se contra a sua. Todo o seu corpo reagiu. Ele amava o jeito como Otabek sentia tudo tão intensamente quanto ele próprio. Amava ser beijado por ele e muito mais a sensação da mão dele ao redor da sua ereção.

Ele gemeu quando Otabek apertou os dedos.

"Shh." O rapaz sussurrou, o riso soando em sua voz. "Eles vão te ouvir."

"Desculpa, não consigo evitar."

Otabek beijou seus lábios, eram quentes e molhados. "Não se desculpe por isso. Me deixa feliz fazer você se sentir bem, só não quero que se meta em problemas."

 

Foram quase duas semanas desde o ataque no beco, Otabek garantiu que estava bem, mas Yuri ainda tinha medo de machucá-lo, a imagem da cabeça dele molhada de sangue ainda o assombrava. Otabek se irritava sobre isso, mas sentia o mesmo em relação a Yuri quando não ia até o fim com ele com medo de machucá-lo.

Ele deslizou-se para baixo e beijou a barriga nua de Yuri quando levantou sua blusa. "Quero tentar algo."

Não que ele se importasse que eles apenas beijassem ou tocassem um ao outro, nunca tivera isso com ninguém e ter com Otabek era simplesmente...

"Oh meu Deus. Merda!" Ele derreteu-se ao sentir a boca de Otabek nele.

"Shh..."Otabek riu, jogando um travesseiro na direção dele.

Yuri agarrou a mensagem, cobrindo o rosto com ele e abafando a voz com uma mordida enquanto sentia a boca  cobri-lo. Constrangimento o inundou quando apenas trinta segundos depois ele não se controlou e chegou ao limite, todo o seu corpo tremeu, sentia como se seus ossos tivessem sido arrancados deles.

Leve como uma pena.

"Isso... Eu nunca..." As palavras morreram na sua boca, não podia acreditar  no que Otabek tinha feito.

Otabek deslizou para cima outra vez, arrancando o travesseiro do rosto de Yuri para beijá-lo. "Esse é  o único tipo de situação em que gosto de vê-lo sem palavras."
 

Eles se deitaram, Otabek com os braços ao redor do corpo de Yuri, como faziam todas as noites e acariciou seu cabelo ate´que ambos estivessem imersos em sonhos.
 

Boom!

Otabek despertou em um salto, ficando-se de pé imediatamente então veio uma segunda vez...

Boom!

Yuri rolou sonolento e abriu os olhos.

"O que você..?" 

Otabek correu em sua direção, se apressando para cobrir a boca do garoto com a mão quando ouviu a maçaneta ser forçada.

"Pra sacada." Ele sussurrou contra o ouvido de Yuri.

Yuri hesitou mesmo quando também ouviu a porta ser forçada, Otabek já estava de pé puxando a arma do armário para os punhos.

Parecia um terremoto sacudindo seu interior, quebrando-o, despedaçando-o. Ele deveria saber. Deveria ter fodidamente percebido que era tudo bom demais para ser verdade. Ele não pertencia a este lugar. Ele teria que deixar Yuri.

Yuri pareceu se mover mas seus pés recusaram-se a sair do lugar.

"Por que diabos você..." As palavras de Otabek morreram nos seus lábios quando a porta foi empurrada, Yuri ainda estava lá.

Ele não pensou nem por um segundo antes de puxar o gatilho, seus dedos se moveram de forma voluntária na tentativa de proteger Yuri que ainda estava parado no mesmo lugar. No momento em que o objeto metálico atingiu bem no meio da testa do homem parado á sua frente, seu corpo imóvel bateu contra o chão.

Yuri estremeceu ao seu lado, não era Ivan, mas a expressão no rosto dele era a coisa mais dolorosa que Otabek já vira. Não queria... Não queria que o enxergasse como ele realmente era.

Ainda assim não tinha tempo para delongas, algo estava errado, alguém estava atacando os Plisetsky e isso incluía Yuri, Otabek agarrou sua mão e o puxou finalmente para a sacada.

"Você vai ficar aqui." Ordenou, envolvendo os dedos do garoto ao redor da arma, ao contrário do que Otabek imaginou, a mão de Yuri não vacilou em volta do objeto, estava firme e seus olhos cheios de força. "Vou descobrir o que está acontecendo."

"Me deixe..."

"Não!" Otabek sabia o que ele estava prestes a pedir e não podia permitir. Pressionou a testa contra a de Yuri e sentiu o que ele sentia, respirou sua respiração, quando tudo ao redor deles parecia desmoronar. "Aonde você quer ir?"

"Aonde você quer ir?" Yuri perguntou de volta.

Otabek fechou os olhos e mesmo quando Yuri se assustou com o barulho de tiros não muito longe, segurou a nuca dele e o manteve ali.

"Shh... Está tudo bem." Sussurrou ainda que o próprio estivesse com medo por eles. "Essa é a sua história, me diga você." Continuou. "Eu vou para onde quer que você queira."

"Canadá..." Yuri suspirou. "Eu sempre quis ir para a América. Não preciso de muito, talvez trabalhar em um café ou algo do tipo."

Outra pancada, Yuri estremeceu, mas Otabek o manteve ali.

"Não, esse é o seu sonho." Murmurou contra a pele dele. "Não vai trabalhar em lugar algum, você  possui essa merda toda. Tudo que quiser, tudo para o meu precioso menino."

Yuri concordou. "Sim, você está malditamente certo." 

Otabek riu, ele estava pegando sua mania de boca suja.

"Então podemos sair para caminhar e alimentar os pássaros, você me beija antes de sair para trabalhar e eu vou para o café enquanto conto os minutos para estar de volta nos seus braços. O que acha?"

Deus. Aquele não o seu sonho, mas desejava tão forte que mal podia suportar. "Parece perfeito."

Quando Otabek se afastou, Yuri ainda manteve-se agarrado a ele como se fosse a última vez a tocá-lo, tinha medo que fosse.

Ele voltou para o quarto e examinou o corpo do homem morto, nas ruas eles reconheciam seus rivais pelas tatuagens em seus corpos, o próprio Otabek tinha algumas delas que nunca o deixava esquecer quem era.

A asa de uma águia saindo pela gola da camiseta daquele homem lhe informou que ele fora enviado por alguém do sul.

Ele achava que os únicos que estavam disputando território era a parte baixa da Rússia, como a gangue a qual pertencia, não os reis de cada região, aqueles que possuíam todo poder nas mãos.

"O que houve?" Yuri perguntou saindo da sacada. "Você ficou em silêncio de repente."

"Fique onde está. Volto em um segundo"

Era loucura ir lá fora, mas se havia alguma ameaça real contra Yuri tinha de descobrir e se livrar dela.

Yuri voltou para onde estava no momento em que a porta se abriu novamente, dessa vez era Lina. Foi necessário apenas um segundo para Otabek analisar a situação: arma em punhos, sangue nas mãos, mas ela não parecia-se em nada com alguém que acabara de ter o seu lar atacado. 

"Você é culpada." Ele sussurrou, implorando para que Yuri não ouvisse. "Ivan..."

"Está morto." Ela apertou a arma entre os dedos. 

Otabek praticamente podia ouvir o coração de Yuri se partir. 

"É o que ele merece, ambos sabemos." Ela continuou. 

Otabek podia ouvir a mansão Plisetsky sendo invadida por sulistas, rendendo um a um os aliados de Ivan. 

"Vá embora, é livre para sair. Isso é assunto dos Plisetsky." Ela ordenou. "Não tem nada a ver com você. Me diga onde está o garoto." 

"Por que?" Ele questionou, esperando ganhar tempo e implorando que Yuri fosse esperto o suficiente para fugir. "Achei que se importava com ele, achei que o amava." 

"Eu o amo, o garoto pelo menos, me apeguei a ele." Lina não estava mentindo. "Mas não posso deixá-lo viver."

"Bom, então esse é um problema meu." 

"Ele matou o meu pai!" Lina atirou no momento em que Otabek se lançou contra ela, empurrando seu braço para cima, desviando o disparo. "Mas eu não espero que você entenda já que matou o seu próprio."

O estômago de Otabek se contorceu com a lembrança, ela não sabia. Ninguém sabia metade do que realmente acontecera. 

Com um movimento de pernas Lina o levou para o chão, sua cabeça ainda se recuperando do ataque de duas semanas antes girou quando se chocou contra o piso. 

"Eu te dei a chance de ir embora, não devia ter se metido nisso." Nem mesmo a arma apontada para ele naquele momento foi capaz de assustá-lo como a ideia de apagar antes de garantir que Yuri estivesse seguro. 

Sua mente girou, vendo a imagem de Lina embaçada, se esforçou para ficar de pé mas com um chute ela o acertou na cabeça e então tudo ficou preto.  
 

Otabek abriu os olhos e Yuri respirou aliviado, ele apagara por mais de quatro horas. Não fora fácil chegar até ali com ele desacordado, mas faria qualquer coisa, tudo de novo, se fosse preciso. 

Ele levantou bruscamente e fez uma careta quando sentiu o impacto na cabeça. 

"O que houve?" 

"Estamos bem agora." Yuri enconstou-se no banco do parque, olhando para longe, já estava amanhecendo. 

Otabek correu os dedos pela maçã do rosto de Yuri onde provavelmente estava roxo e ele gemeu de dor.

"O que você fez?" Sussurrou, a voz carregada de dor. "Yuri, o que diabos você fez?" 

"Disse que íamos cuidar um do outro. Como pode ser verdade se não faço minha parte?" O rosto de Yuri doía onde Lina o havia acertado com a arma. 

Foi uma luta intensa. 

"Não devia estar aqui, seu pai tinha muitos aliados poderosos. Vai voltar lá e pedir abrigo a um deles." Yuri não gostava de ouvir aquilo. "Olha onde estamos, no meio de um parque, sem ter onde dormir ou comer. Eu quero estar com você, mas não deveria ser dessa forma. O que tenho para lhe oferecer?" 

"A mulher que eu considerava a minha mãe levou o inimigo para tomar tudo que era do meu pai e o matou. Acha mesmo que tenho para onde ir? Acha que existe alguém em quem eu possa confiar?" Pela primeira vez na vida Yuri viu o que realmente era pertencer ao mundo de Ivan. "Vão entregar minha cabeça para quem oferecer mais." 

"Não estou te mandando embora, na verdade eu nem tenho um lugar de onde eu possa mandá-lo embora." Otabek suspirou. 

"Então você pode lidar com isso e eu não?" O loiro desafiou. 

"Não é que não pode, não deveria."

"Você prometeu. Prometeu que ia me proteger." Yuri odiava ter que manipulá-lo daquela forma. "Precisa estar comigo se quer cuidar de mim ou isso não vai funcionar." 

O coração de Yuri parecia que estava batendo pela primeira vez em muito tempo quando Otabek pressionou os lábios nos dele. 

"Foda-se, eu não sei... Não sei se estou fazendo a coisa certa por você." Ele pegou a mão de Yuri o ajudou a ficar de pé. "Vamos lá. Vamos dar o fora daqui." 

Otabek não dizia o que estava fazendo, mas Yuri sabia, não era um trabalho digno, ele estava fazendo o suficiente para mantê-los a salvo. 

Eles dormiam na rua, bom, pelo menos ele dormia, Otabek estava sempre acordado mantendo um olho nele. 

"Se alguém tentar algo você usa isso." Otabek disse lhe entregando a pequena faca que ele costumava esconder debaixo do seu travesseiro na casa dos Plisetsky. 

"O que? Para onde está indo?" Yuri desesperou-se. 

"Vou descobrir algo para tirar você disso." Ele garantiu, sendo sincero. "Está seguro aqui, ainda é dia, estarei de volta antes que anoiteça. Eu prometo." 

Ele continuou andando por todo o parque durante todo o dia como Otabek havia sugerido. 

"Se misture." Otabek dissera. "Finja que é um turista ou algo do tipo. Você é bonito e veste roupas caras." 

Posso fazer isso

Otabek estava com a pior parte daquela situação, Yuri não queria tornar as coisas mais difíceis para ele.

E assim ele fez, andou pelo parque sem destino, assustado, faminto, vez ou outra ele retornava para a árvore onde Otabek o havia deixado, já estava anoitecendo quando encontrou seu namorado lá. 

"Puta merda, Yuri, eu estava pirando como o inferno." Puxou-o para um abraço. 

"Você me disse para caminhar." Yuri sussurrou fechando os olhos quando sentiu o aperto dele. "Pare de se preocupar comigo como se eu fosse uma criança." 

Otabek riu, era a primeira vez que o vira rir desde que estavam ali. 

"Venha, consegui um lugar para ficarmos." 

O coração de Yuri disparou. "Um lugar real?" 

"Não fique muito animado, é um pedaço de merda e pequeno. Mas não posso mais fazer isso com você, vai ficar tudo bem, confie em mim." 

Yuri confiava, mais do que qualquer coisa, mas o futuro ainda o preocupava. 

"E o aluguel? Como vamos pagar?" Questionou, seguindo-o. 

"Já cuidei do primeiro mês, quando você estiver seguro lá vou sair e encontrar algum dinheiro." 

Yuri estremeceu, tinha medo de perguntar o que ele fizera para conseguir o dinheiro do aluguel.  

Seu mundo estava desabando de repente, perdera seu pai, sua casa, sua família.

Tudo que tinha agora era Otabek.

Isso era o que importava no momento.  

Nada do que Otabek fez para conseguir dinheiro era bom, era trabalho sujo com armas e drogas, mas fez o que era necessário para mantê-los a salvo e nunca voltava para casa com nenhuma dessas porcarias.

Meses se passaram e ele sentia-se culpado porque Yuri quase nunca saía, tinha medo que Lina o encontrasse, ele nunca falava do que acontecera naquela noite mas Otabek sabia que o tinha machucado. 

Ele sempre ficava animado quando encontrava algo que pudesse pagar na loja usada do outro lado da rua, até comprou um tabuleiro de xadrez para jogarem, era a única coisa que podiam jogar agora. 

As coisas eram difíceis e não havia um dia em que ele não odiava ter Yuri naquela vida, mas eles eram felizes também. Yuri ria muito e isso fazia Otabek rir consequentemente. Como não podia ser feliz com Yuri ao seu lado? 

Por volta das nove horas de um dos dias mais longos da vida de Otabek, ele destrancou a porta e entrou. A cama estava minuciosamente arrumada e o tabuleiro no meio dela, era o que eles faziam todas as noites, mas ele não viu Yuri. 

"Yura?" Ele chamou, sentindo o cheiro de café. 

"Aqui!" Yuri espiou pela porta da cozinha. "Veja isso!" 

Ele estava com esse enorme sorriso no rosto que fez todo o dia de Otabek valer a pena. 

Otabek o seguiu até a cozinha, mesmo cansado tentou se animar por Yuri. 

"É uma máquina de café expresso, consegui naquela loja usada, então estou fazendo um pouco para nós." 

Preocupava Otabek que ele saísse sozinho quando ainda podiam estar atrás dele, no entanto não podia prendê-lo em casa. 

"Cheira bem, mas basta um copo disso para me deixar acordado a noite toda."   

Yuri deu de ombros. "Estou fazendo então você tem que beber."  

Os olhos de Yuri o desafiaram, sua pele se aqueceu fazendo se esquecer de toda merda.

Era tão sortudo.

"Ok." Suspirou e antes de deixá-lo livre, puxou-o para perto e beijou-o. Nunca se cansava de beijá-lo. 

Yuri empurrou os dedos para cima e tomou o controle do beijo,  pressionando o corpo de Otabek contra o balcão quando invadiu sua boca com a língua. Otabek sentiu o gosto de café, informando que ele já havia tomado uma ou duas doses. 

Ele se afastou e deixou Yuri terminar a bebida quando saiu para tomar banho. Se trocou em um moletom e se sentaram na cama onde tomaram seus expressos e jogaram xadrez. 

Em momentos como esse ele quase podia pensar que tinha uma vida normal com o homem que amava. 

"Você está quieto." Yuri comentou. 

"Você está feliz?" Otabek despejou. "Eu sei que não é seu sonho e o apartamento é uma merda, o meu trabalho... Droga, essa foi uma pergunta idiota? Quando começo a pensar em tudo que você não tem..." 

"Eu tenho você." Yuri interrompeu. "As outras coisas não importam." 

Otabek riu, puxando a parte de trás do cabelo de Yuri para beijá-lo. "Você é muito fácil." 

Yuri arrastou-se pela cama e subiu no seu colo, montando nele. "Eu quero... Você sabe..." 

Seus olhos correram para longe, a virilha de Otabek apertou-se. Ele queria isso também. Desesperadamente. Mas Yuri merecia mais do que isso, mais do que um apartamento velho com drogados do lado de fora, não merecia ter um traficante dentro dele. 

Otabek apertou-o contra seu corpo. "Você nem consegue dizer as malditas palavras. Isso deve significar que não é a hora." 

Ele tentou se levantar mas Yuri manteve seu corpo firme quando segurou a nuca dele para beijá-lo. 

"Eu quero isso." Sussurrou, pressionando a testa contra a dele. "Quero que faça amor comigo." 


Notas Finais


ela é abusada ela. Espero que tenham gostado, tentarei postar amanhã ♥


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