História Born To Die - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Cameron Dallas, Fallen, Justin Bieber, Kaya Scodelario, Magcon, Nash Grier, Sussurro (Hush, Hush)
Personagens Cameron Dallas, Nash Grier, Personagens Originais
Tags Magcon
Exibições 35
Palavras 950
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Fluffy, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Demorei, mas cheguei...
Boa leitura amorinhas <3

Capítulo 9 - Hypothesis


Fanfic / Fanfiction Born To Die - Capítulo 9 - Hypothesis

Ele achou que a veria novamente e assim, passava as mãos pelos curtos cabelos castanhos, sentindo-se um trouxa ao pensar nela. Então, por um breve momento ele começou a sentir algumas perguntas rodando por sua cabeça. Quem era ela? De onde viera? Como desaparecera? O que havia acontecido? Propôs bolares algumas hipóteses, mas nenhuma parecia tão nitidamente aceitável.

Do outro lado, ele buscava alguma coisa para comer. Angustiado pela fome e enjoado por o que está acontecendo, ele fechou os olhos e respirou bem fundo. Aquilo era um vazio; um enorme vazio. Baseado em sempre se sentir só e desprovido de todas as coisas boas da vida. Ao abrir os olhos se deparou com a mais bela das criaturas já vista por ele. Considerou a hipótese de odia-la, mas, contudo não conseguiu.

E finalmente ela. A criatura a qual ambos procuravam e se perguntavam como ela aparecera. Era ridículo pensar no porque, já que ela está odiando ter um peso a mais nas costas e uma sentença a ser cumprida. Era aceitável para ela, pensar na hipótese de outro plano; de outra força, agindo sobre ambos. Será que era uma força boa?

-Quer algo para comer? – ele suavizou a voz para ela. – Temos bastante comida. – ela fechou a cara e balançou os ombros.

-Não sinto fome. – exclamou. – E não preparar-te-ei comida.– disse rude.

Um estranhamento pelo seu jeito de falar, lhe chamou atenção. Nunca tinha ouvido tais falas. Ele sorriu gozado e ela lhe encarou fixamente; de teus olhos azuis até o peito nu, somente vestido com uma calça marrom qualquer. Ela engoliu a saliva irritada e isso chamou a atenção dele para ela, principalmente, pelo seu corpo – somente coberto por uma grande blusa.

-Quero conversar. – ele disse a ela antes da mesma sair.

O coração da garota sabia que tais palavras eram sinceras. Com ele, seu corpo sentia uma conexão intensa e indecifrável. Ela se virou para encará-lo novamente, mas, por breves momentos, tentava evitar o contato visual, no qual era quase impossível.

-Pergunte-me. – ela soou fria; ele se estremeceu.

-Vamos fazer um jogo. – ele sorriu brincalhão. – Cinco perguntas cada, mas terá que responder com total sinceridade. – ela balançou a cabeça positivamente. – Não vou perguntar seu nome, porque sei que não irá falar.

-E como sabereis se estiver mentindo para ti? – ela o interrompeu.

-Confio em você. – isso a deixou surpresa. – Vamos começar: Quantos anos você tem?

-Dezesseis. – ela respondeu seca.

-Sua vez! Faça uma pergunta. – ele sorriu novamente.

Mal ele sabia, mas aquele sorriso acabou com toda a dureza interior dela; agora ela só se protegia com um casco – ou uma enorme carranca na sua face.

-Posso fazer-te a mesma pergunta? – ela encostou-se à parede branca atrás de si e cruzou os braços.

-Já respondo: Tenho dezoito. – por um momento ele pensou em uma pergunta um pouco estranha e sua boca foi mais rápida que sua mente. – Como você não morreu?

Ela se calou por completo. Sabia que tinha o assustado e que ele não esqueceria daquilo tão rápido. E sorriu ao dizer a seguinte frase.

-Boa noite. – e saiu do que era a cozinha da casa.

Naquela noite, ele não a incomodou, deixou a conversa por aquilo mesmo. E ela sentia que ele não fugiria dali tão rápido. Sabia que ele se sentia seguro ali e que confiava nela – não só para responder perguntas. E ficaram cada um em seu devido quarto.

Ao lado de fora, ele observava a casa. Dois andares. Janelas ovais e vidros escuros. Cor amarela descascada. Porta feita de madeira maciça. O interior deixava supérfluo o exterior da casa. E ele comparou com uma pessoa; Feia por fora, o que faz subestimar o que há por dentro. Cansado de hipóteses e comparações, ele entrou. A porta dava para uma sala principal, com lustres menores. Seguindo o corredor principal, encontrava-se a direita a sala de televisão e a esquerda um escritório – a frente se via o começo da cozinha. Havia uma escadaria para o andar de cima – no qual ele subiu. Outro corredor extenso, com cinco portas. Cada porta dava para um quarto com banheiro. A porta no final do corredor estava entreaberta e foi a que mais lhe chamou atenção. Simplesmente, ele entrou.

Com sua indelicadeza ao abrir a porta, a fez ranger alto e chamar a atenção da criatura presente ali.

Ela estava virada de costas para o espelho, apenas com uma peça de roupa intima; não teve vergonha de esconder os seios. Olhares perplexos trocados e um enorme êxtase de se encontrarem novamente. Ele se aproximou; ela não se moveu.

-Estava olhando as suas costas no espelho? – ele perguntou, mas não esperou resposta para continuar. – Posso dar uma olhada, se quiser!

Retirando os longos cabelos das costas e os segurando em um rabo, ela se virou para ele.

-Não enxergarás o que consigo ver. – ela lhe disse.

Mas ele enxergava uma longa tatuagem, fazendo o caminho de sua coluna. Não eram simples desenhos, nem uma simples tatuagem. As fases da lua estavam marcadas como cicatrizes, desde seu pescoço até o começo do quadril.

Ele sentiu vontade toca-las e assim fez, arrepiando com sua mão gelada, a pele quente dela. Tal toque fez o interior de ambos gritar; os prazeres da carne. Ela sentia, seu corpo era humano. Ele queria, ele era humano.

Uma batida os interrompeu do transe.

Os dois olharam.

Não era ninguém.

E novamente, eles se desconectaram.

Quando perceberam, nenhum dos dois estava mais presente ali.

Somente o delicioso arrepio o toque na pele dela.

E o êxtase sexual dele.

Ela não ficou irritada – muito menos feliz, mas sorriu boba ao se pegar pensando nele.

Ele se saciou sozinho desta vez, mas pensando nela, fazendo assim, seu desejo aumentar.


Notas Finais




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