História Born to Die - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Dylan O'Brien, Holland Roden, Teen Wolf
Personagens Allison Argent, Chris Argent, Claudia Stilinski, Derek Hale, Isaac Lahey, Jackson Whittemore, Lydia Martin, Malia Tate, Scott McCall, Stiles Stilinski
Tags Agressão, Lydia Martin, Morte, Stiles Stilinski, Stydia, Submissão
Exibições 157
Palavras 1.931
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, amores!
Desculpem pela demora, eu estava sem tempo e criatividade. Espero que o capítulo esteja do agrado de vocês, pois gostei mais ou menos dele. Saibam que não estou sendo rápida, até agora, só são sensações e sentimentos, mas eles vão começar a se amar logo logo ksksksksk ah, e por mais que a Lydia apanhe e sofra com isso, ela também é doce e pode ser tagarela, mas espero que eu nao esteja escondendo o quw ela realmente é, e como sofre com isso.
Well, notas finais!

Capítulo 4 - Você não merece menos do que isso


Fanfic / Fanfiction Born to Die - Capítulo 4 - Você não merece menos do que isso

Beach of Beacon Hills

3:38pm

Stiles ainda tinha a grande dúvida se a ruiva queria estar ali com ele. Por um momento ligou, e por um momento se sentiu arrependido, uma leve sensação que não durou mais que alguns segundos, pois quando Lydia o encarou de volta ela sorria, um sorriso bonito, puro e de gratidão. Ela estava à, no mínimo, 20km longe de Roger e isso a deixava feliz. Quando o moreno estacionou o carro na rua e saiu dele, a garota despertou do seus pensamentos. Ela desceu do carro desorientada, seguindo Stiles. Andaram por longos minutos. Ele estava acostumado, completamente distraído, já Lydia sentia-se cansada e o fato do seus pés estarem lotado de areia já era irritante o suficiente. Quando parou para ver, ficou surpresa. Eles chegaram a algumas dunas e pedras onde a água azul transparente batia com força. Estava tudo calmo, naquela área não havia ninguém, completamente ninguém. Stiles tirou a camiseta e se sentou em uma das grandes pedras sentindo a água gelada tocar suas pernas, uma vez que as ondas pareciam um pouco agressivas. Lydia arregalou os olhos ao encarar o tronco nu do mais alto. Tinha   que admitir que ele tinha um físico ótimo, não perfeito, mas de ótimo gasto. Ele a olha e ao perceber o rubor em suas bochechas, sorri malicioso. Lydia se senta em uma das pedras de maneira totalmente acanhada, sentindo a água fria tocar seus pés e até as pernas pálidas.

— Então… — ela decide quebrar o silêncio que lhe era desconfortável. — Obrigada por…

— Reconheço quando alguém está triste, não foi nada pessoal. — diz seco. A animação da ruiva foi pelo ralo. — Eu não vou querer saber, caso pense em desabafar.

— O Stiles de duas hora atrás é o mesmo de agora?

— Sim, é. Eu te fiz uma generosidade, me diga, a Lydia de duas horas atrás é a mesma de agora?

A frase ficou no ar, pois a mesma se calou. Não conseguia parar de encará-lo, por mais que ele pudesse ser um maldito grosso. Estar naquela visão do paraíso, tanto da praia tanto dele, era uma sensação de paz pra ela.

— Quando quiser ir, é só dizer. — o garoto murmura, fazendo-a se sentir confusa.

— Foi um longo tempo de viagem pra nada?

— Estou acostumado.

— A gente pode conversar.

— Eu não gosto muito de falar, acho que percebeu isso. — ele rebate.

— Por favor, Stiles. — ela diz baixo, realmente não queria ficar em um silêncio chato com o garoto.

— Tá! — se rende, revirando os olhos e agora encarando atentamente os olhos verdes. — Sobre o quê?

— Conte-me sobre você.

— Minha vida é uma merda, ruivinha. Não está interessada.

— Sim, estou. Diga qualquer coisa.

— Hm… eu nasci em Ohio, em 1998, me mudei pra cá aos dez anos, você ja sabe onde moro… Ah, qual é, Lydia.

— Continue. — ela sorri o incentivando. Ele bufa, balançando a cabeça.

— Trabalho como assistente em uma academia de luta. Vai ter um campeonato no final do ano e eu irei lutar. Box é a minha paixão, eu realmente adoro. Ahm, o que mais? Bem, eu estou afastado dessa academia pois minhas notas caíram.

— Como assim?

— Eu sou viciado demais em treinar, acabei perdendo média em química, física e espanhol. — ele diz gesculando com os dedos, com o número três, mostrando a quantidade de matérias. — Agora, se eu não recuperar, Cláudia irá me tirar da academia.

— Quem? — interroga.

— Minha mãe barra pesada. Ela pode ser dócil, mas também é difícil.

— Bem, você está com sorte.

— Sorte teria eu se pudesse ter um relacionamento com esses seus… — deixa a frase no ar, encarando a comissão da frente da ruiva. Ela fica vermelha, batendo de leve em seu braço.

— Pare. — diz autoritária, ele levanta as mãos em rendição. — Minha mãe era latina, e eu ja sou naturalmente boa em física e química, posso te ajudar.

— Era?

— Ela morreu quando eu era criança. — diz dando de ombros, naquela altura, o assunto não lhe deixava tão triste.

— Sinto muito. — ele diz solidário. — Não quero.

— Por que?

— Não gosto que façam favores pra mim.

— Não pense como um favor. Pense que comigo terá uma melhor chance de passar de ano e participar do campeonato, e todo o resto. — ela diz, quase como súplica. — Por favor.

— Por que quer tanto me ajudar?

Ela pensou por um minuto. Queria ser generosa, fazer amigos, ser uma boa pessoa. Mas não era só isso. A vantagem que tiraria disso era grande, até porque, para estudo Roger a deixaria sair de casa e não estar no mesmo ambiente que ele era a melhor sensação do mundo. Não que ela era aproveitadora, nada disso. Apenas tiraria algo satisfatório de ajudá-lo, além de simplesmente ajudá-lo.

— Isso seria uma boa forma de sermos amigos, além de que eu gosto de ajudar.

— Amigos, hm?

— É… sim?

— Precisaremos estudar três dias na semana, por um mês. Até porque, as provas começarão em março.

— Fechado. — diz entusiasmada. — Das seis até…

— Quando você quiser. — corta sua fala, se aproximando e passando uma mecha de seu cabelo para atrás da orelha. — Passar o tempo com você é uma das melhores coisas que eu já experimentei fazer.

— Mesmo? — pergunta de forma inocente.

Naquele momento, os olhos verdes se concentravam nos olhos castanhos de Stiles. Suas pintinhas no rosto branco era tão… sexy! Seus lábios finos e o olhar mortal e obscuro a atraía a uma hipnose automática. Já ele, não conseguia entender como poderia existir alguém tão bonita como ela. Francamente, ela era a mulher mais linda que ele já viu. Os olhos grandes e de esmeralda, a boca carnuda e avermelhada, às sardinhas vermelhas nas suas bochechas e nariz, completamente adoráveis e quase inexistentes, pois eram poucas e claras. A inocência e ingenuidade que provinha dela era muito, muito atraente. Queria tanto beijar aqueles labios, então se aproximou ainda mais, cuidadosamente. Puxou seu rosto de forma delicada, sussurrando contra a sua boca.

— Mesmo.

Antes dos lábios se tocarem, Stiles quis fazer hora, roçando de leve, mas logo sorriu, se afastando da garota cujo os olhos estavam fechados. Ela os abriu, não recebendo o que tanto esperava.

— Seu primeiro beijo deve ser especial. Talvez em outra ocasião, ou até mesmo, com outra pessoa.

— Por-Por que não você? — perguntou baixinho, de forma suave e totalmente meiga. Ele arfou, fechando os olhos por segundos. Adorava garotas de até dois anos mais novas, pois eram inexperientes e ingênuas.

— Você é maravilhosa, Lydia. Não sabe o quão perfeita é.

— Se acha menos do que isso? — pergunta.

— Se me conhecesse, não iria gostar do que eu sou, ou posso ser. O seu tipo de cara têm que ser um príncipe de contos de fada, pois você não merece menos.

[...]

O carro estaciona na frente da casa branca. Stiles suspira, enquanto a garota tirava o cinto. Ela ficou no mínimo dois minutos no carro, de alguma forma, saberia que a boa sensação que sentia iria guela abaixo assim que entrasse em casa.

— Obrigada, Stiles.

— Não precisa…

— Sim, eu preciso. Eu saio chorando e volto sorrindo. — ri nervosa. — Te vejo amanhã?

— Amanhã?

— É, na escola.

— Ah, escola. Ok… — ela abriu a porta, pronta pra sair quando Stiles a segura pelo pulso. — Lydia, se teve algum momento hoje que eu fui fofo ou gentil, não se apega. Pelo visto, já sabe o quão grosseiro e cínico eu sou.

A garota sorri, balançando a cabeça. — Até mais, Stilinski.

— Até, Martin.

A garota deixa o carro, caminhando até a sua casa. Eram sete e meia da noite, se preparava para o seu pai xingar a garota, mas assim que abre a porta, dá de cara com uma pessoinha em cima da cadeira giratória, ao lado do balcão, enquanto tirava selfies com o seu telefone. Lydia sorri e corre até a morena, que quando se dá conta que sua prima estava no local, sorriu e a abraçou. Allison a apertava muito, já a ruiva retribuía com um abraço fraco e torto.

— Prima, prima! Que saudade.

— Também estou. — diz Lydia, se afastando do abraço.

— Minnesota tá melhor que a última… Lydia, isso é areia?

— Ahm…

— Você foi nessa praia de Beacon? Aquela aqui perto? É um nojo. E você foi com alguém?

— Precisamos muito atualizar sobre algumas coisas.

Diz acanhada. Allison bate palmas e pega a sacola com o pote de sorvete dentro, duas colheres e a puxa pro seu quarto. Elas começaram a falar sobre tudo, Lydia mais ouviu do que falou, apenas  gostava de ser uma boa ouvinte, gostava de falar quando era conveniente. Quando ela começou a dizer cada detalhe de seu dia, a morena ficou tão entusiasmada e gritou tanto que os vizinhos poderiam se assustar.

— Ele beija bem?

— O que? Nós… nós não…

— Como assim? Por essa fotos que eu achei no Instagram dele, o garoto é muito lindo. E esse seu amigo, Scott, ainda mais. — diz mostrando o telefone.

— Eles são do colégio.

— Eu sei, os vi de relance uma vez. Esse Scott faz educação física e história comigo, já o Stiles só educação física, mas nunca prestei atenção nele. — explica. — Não rolou nada? Nem um selinho?

— Por um momento eu senti os lábios dele roçando nos meus, mas ele disse que precisava ser especial e com alguém melhor que ele.

— Uau, cavaleiro.

— Longe de ser um. Ele olha pros meu seios e pra minha bunda todo minuto. — revira os olhos.

— E você gosta.  — Allison rebate, olhando-a maliciosa.

— Claro que não, está louca?

— Olha, Lydia, minha pimeira vez, tanto com o beijo tanto no sexo, foram com um cara quatro anos mais velho, e total encrenca. Ele era malicioso ao extremo, fazia piadas bobas e até ridículas, mas eu gostava, pois elas eram ditas apenas para mim, e a cada vez que ele me elogiava de um jeito fofo ou safado, eu ficava feliz, pois ele estava me desejando por ser boa para ele. Eu pedia um príncipe, uma pessoa certinha, que era gentil, calma, solidária, sensivel, o garoto clichê de contos de fada. — as duas riem em uníssono. — Mas não foi isso que me veio. O cavaleiro negro, o vilão, foi quem bateu a minha porta. Então, diga meu conselho: não espere um príncipe, pois ele não virá e não irá te fazer bem. A emoção vem do proibido, do ruim. Então não sinta vergonha em ainda ter tudo preservado, ou se gosta quando alguém te deseja, pois essa pessoa irá embaralhar sua vida e lhe deixar apaixonada, e esse sim é o sentido da vida.

[...]

“Terei provas e trabalhos esse mês, então eu queria saber se o senhor me autoriza a estudar até um pouco mais tarde hoje na escola, inclusive, todas as quartas, quintas e sextas. ”

Aperto em enviar, sentindo todos meu nervos entrarem em processo. Em cinco minutos, meu telefone apita.

“ Esteja em casa no máximo até às nove. Espero que esteja estudando, e perguntarei para Allison se você está realmente em estudo. ”

Sorrio em aberto, guardando o telefone e prendendo o cabelo em um rabo de cavalo. A educação física começaria em dez minutos, e eu precisaria estar na quadra. Fecho o armário do vestiário, e quando me viro, sou prensada no mesmo, com o braço de Stiles em minha volta, enquanto sua mão estava pousada em meu quadril. Ele passa a mão pra debaixo da camiseta branca, esfregando os dedos pela minha pele. Fecho os olhos arfando, quando o sinto passar a mão por cima do meu sutiã, e vagar a mão quente entre minha pele gélida.

— Você gosta? — ele sussurra contra a minha boca, sorrindo maldoso. O Stiles de ontem realmente não estava ali.

E eu gostei mais assim.


Notas Finais


Vra
Stiles bastante tarado. O que posso dizer é que o Stiles vai mudar sua cabeça inteira, mas de um jeito bom. Ele vão se salvar dos acontecimentos passados, dos atuais, enfim, das feridas.
Ah, sei que iria colocar a Malia e o Isaac newse capítulo, mas não deu pois ia ficar muito grande e poluído. No próximo irei colocar sim, e esperem uma aproximação muito grande entre os dois, até porque, a fic acabará no máximo no capítulo 15, e eu preciso acelerar as coisas.
Até o próximo capítulo, amigossss
Obs: não pude betar o capítulo, me desculpem. Farei isso numa melhor ocasião.


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