História Boss - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias EXO, Girls' Generation, Miss A, Super Junior
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Heechul, Kai, Kris Wu, Lay, Lee Donghae, Lu Han, Sehun, Sooyoung, Suho, Suzy, Tao, Xiumin
Tags Ação, Bigbang, Drama, Escritório, Exo, Girls'generation, Hentai, Kaisoo, Kyungsoo, Lemon, Missa, Romance, Sexo, Shinee, Superjunior, Taohun, Yaoi, Yuri
Exibições 158
Palavras 2.329
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Crossover, Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Self Inserction, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AVISO
Esse é o capitulo da putaria siiim, escrevi bem detalhado pra todo mundo relaxar o cu e apagar esse fogo <3
Bjos

Capítulo 7 - Body


A mente de Kyungsoo estava em branco e não conseguia processar nada do que estava acontecendo. Não sabia se estava daquela forma por causa do álcool ou se Kai estava realmente ali. Piscou os olhos na tentativa de acordar para a realidade diante de si. Encarou com dificuldade o moreno a sua frente e sentiu o rosto arder em chamas.
Kai vestia uma camisa preta dos Ramones e que atraía atenção para o bíceps, uma calça preta e calçava um tênis branco. Àquela altura do campeonato, D.O havia concluído que o mais velho tinha dupla personalidade, pois sua vestimenta mudava drasticamente e a disparidade de estilos era assustadora.

– Sabe Kyungsoo – falou aproximando-se do menor – eu não sei por que fiz aquilo no outro dia, nem mesmo entendo o motivo de você me chamar tanta atenção. Eu juro que tentei afastar meus pensamentos, mas puta merda, você tem a boca mais atrativa que eu já vi.

Quando aquelas palavras foram proferidas, o jovem ficou com tanta vergonha que não sabia o que fazer. Desde quando tinha aquele poder sobre o outro? Não entendia o que um cara bonito e bem sucedido como Kai poderia enxergar num estagiário sem graça como ele.

– E-eu não entendo... O que tem demais em mim? – Falou desconfiado.

– O que tem? Sério? – Kai passou a mão entre os cabelos e riu incrédulo – Olhe para você, é quase impossível não querer te beijar.

D.O realmente não conseguia entender o que tinha de tão especial, mas aquilo era o suficiente para chamar a atenção do homem que estava interessado. Sorriu timidamente e tentou desviar o olhar quando se deparou com o moreno o encarando. Kai era intenso demais, misterioso e de difícil compreensão. Ambos não tinham o costume de falar e por isso era sempre um enigma decifrar o que estavam pensando, porém diferentemente do menor, Kai tinha segurança em se expressar através de suas ações.

Lentamente fora se aproximando do jovem que tremia e falou:

– Você é realmente lindo Kyungsoo, eu mal consigo controlar minhas mãos perto de você, eu quero lhe tocar ainda mais do que na sexta passada.

Em um movimento rápido, Kai prensou D.O contra a parede e segurou seus pulsos com força. Aproximou-se do menor e depositou um beijo em sua boca trêmula. Deu mais alguns beijinhos antes de começar a sugar seu lábio inferior para dentro e lamber ao redor da carne. Kyungsoo não fazia nada além de dar passagem para que o mais velho pudesse beijá-lo, queria sentir mais uma vez o seu sabor.
O beijo fazia Kyungsoo sentir-se em um mar agitado por causa de sua intensidade, as línguas dançavam em um ritmo rápido e que o estava deixando sem ar. Apertou os olhos com força na tentativa de imergir naquela sensação gostosa. Sentia correntes elétricas correndo pelo seu corpo inteiro e provocando uma inquietação no meio de suas pernas.

Kai o puxava com força contra si e apertava sua cintura como as outra vez. Sentia sua mão forte o envolver num abraço que parecia não ter fim. Passou os braços em volta do pescoço alheio e emaranhou seus dedos entre os fios do maior os puxando fraco.
As bocas se separavam e voltavam a se beijar e os dois já se encontravam sem fôlego, porém não abriam mão de continuarem o ato. As mãos quentes de Kai percorriam seu corpo pequeno com pressa, fazendo questão de apertar cada parte que tocava.  Kyungsoo podia sentir a cabeça dar voltas a cada toque que recebia, queria cada vez mais do outro, queria que ele o levasse para a cama e desfrutasse de seu prazer.

De um modo desajeitado, ambos começaram a se mover pelo apartamento guiados por Kyungsoo. Entre tropeços e pequenas risadas, chegaram até o quarto sem quebrar o beijo. Kai o deitou levemente na cama ficando por cima de si. Começou a distribuir beijos molhados pelo pescoço do menor e leves chupões. D.O segurava os gemidos tapando a boca com sua mão esquerda, tinha vergonha de fazer barulho.
Então o moreno começou a descer em direção ao seu abdômen ainda distribuindo pequenos beijos. Levantou a blusa do menor pressionou a língua quente em seu mamilo, fazendo o mesmo se remexer inquieto. Após algumas lambidas, passou para o outro mamilo e repetiu o processo com algumas sugadas.

Enquanto recebia prazer, timidamente encarou o moreno e percebeu que o mesmo o encarava de volta. Seu rosto era provocante e o olhar atento a cada expressão que D.O fazia, parecia estar aproveitando bastante a visão. Começou a descer ainda mais por sua barriga distribuindo ainda mais beijos sem quebrar o contato visual.
Ao alcançar o membro do mais novo, o moreno passou a língua por cima do tecido e arrancou um leve gemido do mesmo. Sorriu vitorioso, como se estivesse colecionando cada som que o outro emitia. Massageou o local algumas vezes e o sentiu pulsar de excitação.

– Você gosta disso, Kyungsoo? – Perguntou num tom provocativo.

– S-sim... – Sua voz falhava.

– E o que você quer que eu faça agora?

– N-não me faça falar algo tão vergonhoso...

– Vamos lá, o que você quer, hm? – Apertou com força o membro do menor para que ele o respondesse.

– Eu quero a sua boca aí, eu quero que você me chupe – Gritou envergonhado e cobriu o rosto.

– Não foi tão difícil assim – Sorriu vitorioso.

Não levou nem três segundos para que Kai arrancasse o pijama e cueca no chão, fazendo com que o membro de D.O ficasse totalmente exposto. O moreno o encarou como se fosse a coisa mais incrível que tivesse visto em toda sua vida, ainda que o pênis não fosse lá grande coisa. Na verdade, Kyungsoo tinha muita vergonha do seu tamanho, por isso só havia transado com duas pessoas em sua vida inteira.
Kai arrastou a língua por toda extensão até chegar à glande, arrancando-lhe um gemido alto e demorado. Não demorou muito para que abocanhasse o membro e começasse os movimentos.

D.O segurava os cabelos de Kai com força e já não se continha mais em gemer. Arqueava as costas e abria a boca o máximo que conseguia, parecia estar vendo estrelas. A boca quente e molhada do outro era como um paraíso que o agraciava com prazer. Mordeu forte o lábio quando o moreno lhe sugou com força e fez um barulho estalado com a língua.

Ele o beijava, lambia e chupava como se fosse a coisa mais deliciosa da terra. Não fazia ideia de que Kai era tão bom e o podia enlouquecer daquela forma. Seu corpo tremia por causa do prazer e já sentia o orgasmo se aproximando, sua respiração tornou-se mais pesada e estava cada vez mais difícil se controlar.

– K-kai... – Gemeu o nome do maior enquanto fechava os olhos com força.

Ao ouvir seu nome ser pronunciado daquela maneira, tratou de aumentar a intensidade dos movimentos. Usou a mão para masturbá-lo enquanto chupava a glande com rapidez. Queria poder levá-lo aos céus e saber como Kyungsoo reagia ao ter um orgasmo. Já estava cansando e o maxilar doía por causa do esforço, mas não iria pausar até ver o menor se desfazer em sua boca.
Quando sentiu que já não conseguia mais se controlar, Kyungsoo tentou avisar que estava perto.

– Tudo bem, goza pra mim – Respondeu.

Não demorou muito para que todo seu corpo se contorcesse em resposta àquelas palavras e atingisse o ápice. D.O soltou um longo gemido enquanto fazia a careta engraçada de sempre quando tinha um orgasmo. Apertou com força os fios do outro e contorceu os dedos dos pés, estava no paraíso.
Kai engoliu tudo sem deixar sobrar nada e respirou fundo, estava satisfeito com o resultado que havia obtido. Levantou-se e ficou por cima do rapaz que arfava pesadamente, sua rosto inteiro estava vermelho e pensou em quão bonitinho ele estava naquele momento.

O moreno então começou a tirar a própria roupa, tendo em vista que o outro estava mole demais para tal coisa. Quando bateu os olhos no corpo do mais velho, Kyungsoo só tinha em mente que o queria dentro de si o mais rápido possível. Kai era lindo demais, tão lindo que quase parecia de mentira, mas ele estava ali e era real.
Ao estar vestindo apenas sua cueca box preta, era possível notar o volume aparente abaixo do tecido. Como imaginava, Kai era muito maior que si. Levou a mão até o membro e o apertou como se estivesse convidando o outro a fazer o mesmo.

Kyungsoo timidamente colocou a mão no local e sentiu as veias pulsarem com seu toque.

– Kyungsoo, eu quero mais – Kai falou com a respiração cortada.

Entendeu exatamente o que ele queria dizer: Queria que ele o chupasse também. Já havia quanto tempo desde que tinha feito aquilo com alguém? Será que conseguiria satisfazer o outro?
Sem demora, ajoelhou-se diante do outro e timidamente tirou a cueca que vestia, fazendo com que seu membro rijo pulasse para fora. Kyungsoo o observou bem e ao perceber como era bonito, sua boca encheu de saliva instantaneamente, não pensou muito antes de abocanhá-lo.

O moreno soltou o ar preso em seus pulmões num suspiro longo, jogou a cabeça para trás e deixou o prazer dominá-lo. Levou uma das mãos até o cabelo de Kyungsoo e o segurou de leve, pois sabia que se perdesse o controle, iria obrigá-lo a engolir tudo de vez. O jovem mantinha um ritmo lento e controlado, sua língua molhada passeava em torno da glande alheia e então o sugava para dentro, arrancando suspiros do outro.
Estendeu a língua para fora e passeou por toda a extensão como se fosse a coisa mais deliciosa que já havia provado. E de fato era, era o sabor de Kai, o sabor de sua pele quente que entrava em contato com seu paladar.
De relance, conseguiu ver que o moreno fechava os olhos com força e mordia o lábio inferior. As maçãs começaram a ruborizar e ele arqueava as sobrancelhas. Talvez não faltasse muito para que atingisse o orgasmo. Animado com a ideia, Kyungsoo passou a acelerar os movimentos com a boca e recebeu como resposta pequenos espasmos vindos do maior, estava no caminho certo.

Repentinamente Kai o afastou e puxou-lhe para cima, interrompendo o oral que D.O estava tão empenhado. Olhou em seus olhos e o puxou para mais outro beijo sem se importar se teria gosto de pênis e pré-gozo. Passeou as mãos pelas costas do outro e deixou leves arranhões que ardiam em sua pele. O moreno sugava-lhe os lábios e então sua língua irrompia na boca do outro.
Era um daqueles beijos que Kyungsoo sabia que não aconteceria daquele jeito com mais ninguém, apenas com Kai.

O mais velho começou a lhe deitar na cama de bruços gentilmente sem interromper o beijo. Levou uma das mãos até o pênis do jovem e começou a acariciá-lo delicadamente, respeitando o seu tempo de recuperação por causa do orgasmo anterior. Após uns minutos naquele vai e vem, ofereceu o dedo para que Kyungsoo o lambesse e o mesmo o fez obediente. Quando estava suficientemente molhado, começou a introduzir em sua entrada.

De imediato o menor assustou-se e contraiu os músculos, olhou atento para Kai que o tranquilizou:

– Confie em mim.

Lentamente forçou passagem e D.O gemia desconfortável, já havia feito aquilo antes, porém havia muito tempo desde então. Quando o dedo inteirou entrou, começou a movimentar lentamente esperando seu corpo acostumar-se ao corpo estranho. Após isso, introduziu mais outro dedo no rapaz e repetiu o mesmo processo.

Parecia que se tinha passado uma eternidade quando Kai finalmente conseguiu entrar em Kyungsoo. O moreno gemeu e todo o quarto parecia estar tomado por um coral de anjos, sua voz grave tinha tomado uma forma erótica que poderia enlouquecer. Encarou o outro embaixo de si e sorriu, fazendo com que o outro pudesse jurar que tinha visto uma obra de arte. Seus dentes perfeitamente alinhados reluziam em um sorriso rasgado e satisfeito, lhe conferindo uma beleza mítica.
Kai era lindo e quando transava era ainda mais belo. A cena toda poderia ser perfeitamente representada em uma pintura erótica: a forma como Kyungsoo inclinava a cabeça para trás e soltava um gemido profundo, os lençóis bagunçados ao redor do casal, suas peles brilhando sob a luz fraca do abajur, o cabelo emaranhado do moreno que caía sobre seus olhos.

D.O poderia jurar que estava no céu a cada vez que sentia mais uma estocada dentro de si. Agarrou o maior como se estivesse tentando fundir os dois corpos e retorcia o rosto de prazer. O calor trocado entre os dois fazia com que o suor molhasse o tecido. Ambos estavam em sintonia enquanto trocavam beijos apressados e toques demorados. Entrelaçaram os dedos num aperto de mãos desajeitado, a palma do mais novo estava molhada por causa de sua distonia – estava ansioso demais.
Kai ergueu um pouco do tronco para apreciar Kyungsoo que gemia e se contorcia de prazer abaixo de si. Às vezes soltava um sorriso e logo em seguida mordia os lábios o deixando louco e ainda mais excitado.

Aumentou o ritmo das estocadas e a força delas, percebeu que conseguia arrancar gemidos ainda mais altos do menor quando o fazia. Os ossos de seu quadril começaram a se chocar com os do outro, mas pouco importava aquela dor no momento. Em certo ponto acertou em cheio a próstata do outro e o fez gritar seu nome sem pudor. “Kai!” e enlaçou os dedos em seus cabelos fortemente.
Sentiu o corpo esquentar e pequenos espasmos começarem a denunciar que estava muito perto de seu orgasmo.

Ao perceber que D.O já havia gozado e agora se tremia por causa disso, relaxou o corpo e se permitiu alcançar o ápice. Jogou a cabeça para trás e sentiu a onda de prazer banhar-lhe como um tsunami.

 

 

 



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