História Boss 'n' Slave - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Bickslow, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Mavis Vermilion, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Sting Eucliffe, Zeref
Tags Drama, Lucy Hearthfilia, Nalu, Natsu, Romance
Exibições 106
Palavras 3.098
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Kkkkkkkkk
Contínua o calor...
Espero que gostem!

Capítulo 11 - 11 Ordem


Fanfic / Fanfiction Boss 'n' Slave - Capítulo 11 - 11 Ordem

Luce.

Ela conseguiu fazer-me voltar a terra. Eu queria destruir tudo no caminho, visto que, nos últimos anos, tudo de mal que o poderia ter-me destruído, já aconteceu. A minha vida realmente era uma merda! Mas, mesmo assim, eu ainda queria preservar Luce. E quando vi os braços daquele friorento no corpo dela, meu sangue aqueceu! Algo gritou na minha mente para que eu os separasse... Se eu não o fizesse, eu perderia o controle!

Assim ela arrastou-me para aquele quarto e eu, obedecendo que nem um servo fiel, o seu cheiro deixou-me ainda mais confuso. E estava espalhado por todo o quarto. Chamei-a para ficar ao meu lado, na tentativa de que eu me pudesse controlar se ela estivesse por perto. Mas não pude! Ataquei-a, e com resposta... Ela esbofeteou-me - quem é o merda que disse que homem não chora - agora estou aqui, deliciando o seu pescoço e as suas pernas, enquanto ela alisa as minhas costas.

- Desculpa... - supliquei, quando ela disse que eu a havia machucado. Eu estava realmente excitado e queria tanto senti-la.

- Eu gosto, mas controla um pouco, ok?

- Aye, sir! - aceitei veemente, voltando a deita-la e a esfregar-me nela, sem soltar o seu pescoço. Com um movimento, senti-o pulsar dolorido  - Luce... Posso? - pedi, esfregando nela, mas com uma vaga certeza de que eu seria negado.

- Com certeza! - afirmou, e senti o meu coração parar e o ar fugir-me. Ela aceitou! Quando o sangue voltou a correr-me pela face, senti o meu membro em brasa, quis tanto entrar nela e fazê-la sentir que comigo, ela poderia ser a mulher mais feliz desse mundo. Coloquei-me de joelhos, mas raspando o meu amigo nela, fazendo com que ela gemesse gostoso. Aquilo só me fez ficar ainda mais ansioso!

Queria tirar toda a roupa, e raspar-me nela mas, desta vez, carne com carne. Ela abriu as pernas, com um olhar sonolento e o rosto corado, acabando por tirar a saia da minha vista e fazendo-me contemplar aquela carne molhada e rosada. Eu via perfeitamente onde eu iria entrar, e era mais pequeno do que eu podia imaginar, algo que era mau sinal... Imaginei-me também, sendo apertado por aquele buraco e rosnei impaciente, tentando tirar o casaco. Quando livrei-me de tudo o que cobria o meu tronco, ela já tinha os seios a mostra - agradeci aos céus porque o seu sutiã abria à frente, aquilo era a visão do inferno... Meu membro doeu mais. Antes que eu pudesse meter a cara entre eles, ela levou a mão a barra da minha calça e tirou o cinto, abaixando-a com a minha roupa interior, e agarrou meu membro. Foi escorregando, até que deitou-se barriga, eu tive que abaixar-me assim que ela o puxou para baixo. Sentei nas minhas pernas dobradas e ela continuava de olhos pregados ali.

Senti-me orgulhoso quando ela corou, arregalando os olhos.

- Que tal? - perguntei, depois que ela puxou a pele para baixo, com as plamas frias, encarando a minha glande. Foi impossível não gemer.

- É soberbo! - soprou, fechando os olhos e metendo o topo na boca. Ela estava tão vermelha...

Apertei os olhos, tentando conter a minha voz, mas foi inútil. Urrei, quando senti sua língua trabalhar no ponto mais sensível, e segurei-me nos seus cabelos controlando o meu interior. Ela não conseguia meter mais do que uns simples cinco centímetros na sua boca, mas era o suficente para que eu perdesse o controlo sobre minhas orbes, que rolavam sem noção. Ela tirou tudo, e lambeu, desde as minhas bolas até a glande, voltando a engoli-lo. A boca dela era pequena para toda a minha grossura, por isso ela usava uma mão para massagear o restante e a outra suportanto-a, na minha anca...

- C-che-chega! - grunhi, puxando-o da sua boca. A muito tempo que eu não me alivio, mas eu não quero gozar agora - Muito cedo... - arfei, apertando a minha glande e tapando a minha uretra. O meu sangue bombava pra li e ele queimava.

- Eu não disse... - ela sorriu provocante, sem soltar as minhas ancas - Sou eu que dá as ordens aqui! - riu. Agarrei o seu crânio, não conseguindo impedi-la de sugar o meu saco. Gritei, não conseguindo segurar. Ela sugou um testículo, que encheu a sua boca,  e com uma mão acariciava o outro.

Ela gemia deliciosamente e me fazendo perder a noção de tudo.

Quando dei por mim, estava ainda segurando nela e com o meu sêmen espalhado por pelos meus abdominas. Meu falo ainda pulava, junto ao meu ventre. Ela lambeu angumas gotas que escorreram para as mais apreciadas bolas, e sorriu, acariciando o meu abdômen. Limpou-o com as mãozinhas e raspou as mesmas no lençol.

- Foi incrível... -  admiti e ela riu, ficando de joelhos e oferencendo um selinho aos meus lábios mordidos pelos meus caninos - Luce. - suspirei sentindo meu membro pular, indicando a minha vontade de arregaça-la.

- Já?! - admirou, encarando-o assustada, vendo o falo avermelhado e esculpido em veias - Estás mais grosso... - tremeu.

- Entro devagar!

Depois beijei os seus lábios rosados com vontade, deixando-a ainda mais corada. Eu sei que por vezes, magoou as mais sensíveis, mas com Luce, vou ser mais... Mais contido! Deixei a minha língua abraçar a dela, fazendo-as dançar e sentir o ritmo. Eu tinha de senti-la, eu não aguentaria mais do que um minuto... Acho que ela entendeu o meu último gemido, logo que mordi seu lábio. Foi caindo para trás até deitar e abrir as pernas novamente, sorrindo envergonhada e encarando-me, como se visse a minha alma.

- Itadakimasu! - agradeci, deitando-me nela e metendo a boca num daqueles mamilos rosados.  Gemeu bem gostoso, e esfregou a sua genitália no meu falo, contornando-o e melando-o todo. Ela continuou procurando o próprio prazer, e eu ajudava, preensando-a mais. Eu chupava ambos os seus mamilos, depois de espremer os seus seios e junta-los, para que eles ficassem lado a lado na minha boca, fazendo-a arquear as costas e conter alguns gemidos mais altos... Esfreguei-me freneticamente nela, fazendo-a paralizar e tremer. Amoleceu cansada abaixo de mim, arfando. Agora notei que ela puxava o meu cabelo, e ri.

- Não que eu me importe... - mudei de local, mordiscando a carne do seu ombro, para controlar a minha libido - Mas, devias colocar menos silicone! - apontei, vendo-a encarar-me raivosa. Aquilo só excitou-me mais!

- Não há silicone algum ai! - reclamou, apertando a sua mão sobre a minha, fazendo com que eu sentisse a integridade do seu seio. Fiquei impressionado! Tudo aquilo era real! Acho que nem todas são como a Lissana...

- Delicioso! - gemi, chupando com mais vigor e agarrando o meu membro para encontrar a entrada dela, fazendo com que Lissana fosse apenas um nome - Luce... Sabes que... - comecei preocupado com o que quer que fossemos fazer.

- Sim... - concordou, mordendo o meu pescoço, logo que falei no seu ouvido. Tive que soltar as minhas almofadas de carne, e tatear a sua bunda, espremida na cama - Há muito que não o faço.

Senti-me aquecer e as suas coxas apertaram a minha cintura, logo que a glande adernou. Ela gemeu, acho que foi de dor, mas elevou a bacia para que eu entrasse mais. Grunhi alto, sentindo o aperto da sua carne! Afundei mais e fui barrado, ou seja, não poderia ir mais fundo dali pra frente... Forcei a sua bacia para cima, para estocar com mais controle e calma. Estava bom! A solidão que eu sentia evaporou, apenas sentia o carinho da sua vagina. Eu estava mesmo lixado! Apaixonado por ela e por seu sexo...

Realmente ela era a mulher da minha vida!

Pequenos choques e espasmos envenenavam-nos, fazendo-me grunhir em êxtase e sentindo a sua carne abraçar-me e apertar o meu falo, e ela gemia contida. Gemia no meu ouvido, só para que eu pudesse ouvir o cantico do meu trabalho.

- B-bom servo~... - suspirou, lambendo o meu pescoço. Tão bom...

Continuei até que as suas unhas, mesmo que curtas, traçaram a pele das minhas costas, fazendo uma descarga elétrica concentrar-se no meu baixo ventre. Despertei e vi que ela mordia os lábios, com a cabeça afundada na almofada. Senti o meu ego inflar e... Outra coisa também! Sai de dentro dela e ouvia-a resmungar!

- Por favor, Luce... - comecei, ficando de joelhos - Fica de barriga?

- Vá, fode gostoso! - ela voltou-se na cama, depois de dizer isso, e empinou o seu traseiro redondo - Fode, vai! - ela estava em transe.

Entrei com tudo e ela gritou, mordendo a almofada.

Falava coisas sem sentido e eu a sentia apertar-me. Aumentei a velocidade, deitando-me nela e alcançando seus lábios. Tive de aguentar o meu peso nos meus cotovelos, eu eu ia desmaiar nela.

- Eu não posso sujar-te assim, Luce... - falei, rapidamente.

- Goza o mais fundo que puderes! - gemeu, com a voz aguda - Goza, Natsu!

Era uma ordem!

Eu já começava a perder a noção de tudo. Tomei seus beiços enquanto os meus grunhidos ficavam mais roucos. Depois de estocar um par de vezes, comecei a ter espasmos ainda mais forte, e Luce balançou as ancas, procurando o próprio prazer! Ela fez com que eu gritasse extasiado, sentindo a sua carne sugar a minha, logo que derramei tudo dentro dela. Gemiamos ainda, sentindo a corrente passar por nossa pele.

Cai ao seu lado, com uma satisfação descomunal a preencher o meu peito!

Esse era o sexo que perdi pela vida toda... Fazer amor! É como dizem, quando fazemos sexo com que amamos! Se eu pudesse fazer tudo de novo...Eu 

Ela aproximou-se e deitou-se no meu peito, envolvendo uma das minhas pernas com as suas. Beijei a sua testa e deixei que ela pusesse a cabeça no meu braço. Não sei quando e nem como dormimos!

Havia dito, novamente, "Eu te amo"! 

 

 

Logo quando acordei, entrei na casa-de-banho e fiz a minha limpeza matinal. Luce já não estava ali... E minha roupas estavam muito sujas para serem usadas novamente. Lembrei-me que trouxera apenas a mala com as camisas e a roupa inteiror, mas seria melhor do que nada. Não me importando com o mundo, porque a única coisa que eu queria era ver Luce outra vez, vesti uma T-shirt e os meus boxers negros. Eram apertados o suficente para fazer Luce recordar de ontem. Corri para as escadas, ouvindo o riso de Gray...

Tirei a parte de cima da minha vestimenta, querendo mostra-los como fiquei marcado pelas dentadas e pelas unhas da minha gatinha loira. Adernei a cozinha, bastante luxuosa e cálida, vendo Gageel fechar a cara e Gray explodir em risos. Luce estava com a cara esparramada nos seus braços e parecia impaciente!

- Alguém dormiu muito bem! - riu, Gray, dando umas palmadinhas no meu ombro logo que passou por mim - Mas, da próxima... - conteu uma risada - Avisem, ok? Coelhos...

- Maldito Iceberg! - reclamei, tomando a cadeira alta do lado de Luce, vendo-a levantar a cabeça e encarar-me, corada - Bom dia, Luce!

- Bo-bom dia. - sorriu, desviando para encarar uma talher. Ela parecia nervosa e, vendo o estado do moreno coberto de pinos metálicos, dá para saber o porquê! A minha loira temia o choque das emoções entre eu e Gageel, da minha parte não digo nada... Estou satisfeito como estou. Observei-a melhor, ignorando o olhar perfurante do meu amigo, ainda acho que o somos, e vi que ela usava o meu cachecol!

- O que é que escondes com ele? - ri, pegando uma das pontas e brincando com ele na sua orelha. Ela riu, e pegou-a de volta. O moreno rosnou.

- Tinha somente frio. - tirou-o, colocando o tecido nos meus ombros. Aquilo fez com que Gageel visse o meu trabalho incrível de ontem a noite! Queria que ela mostrasse essas marcas para que todos pudessem ver que ela tem um homem, mas imaginar os olhos daqueles tarados no seu pescoço, faz-me borbulhar - Era do teu pai, Igneel. - afirmou.

- Claro. - sorri, e voltei a embrulha-la no tecido - Tu podes usa-lo!

Ela corou.

- Nojento! - brandou Gageel, empurrando a sua cadeira e levantando.

- Invejoso. - sussurei. Mas sabendo do nosso treino, ele ouvira. Tão  depressa como eu me levantei, premeditando o perigo, assim ele pegou-me pela gola da camisa.

- Salamander! - rangeu os dentes - Não me provoques!

- Ou então... ? - brinquei, sentido as minhas costas baterem no mármore da bancada - Então? O que fazes? Vais disistir?

- Dela? - indagou, sorrindo rancoroso - Nunca!

- Eu gosto de uma boa competição. - disse, sentindo a minha fúria acordar e determinar Gageel como alvo - Já agora... - sorri, esticando a gola da minha camisa - Ela esta no seu período fértil!

- Seu demônio! - seus olhos quimaram em raiva - Como pudeste? Como sabias?

- Eu sei tudo dela... - e era verdade. Sabia o seu período, as suas vontades, as suas reações e gostos. Só não sabia se ela gostava de mim o suficiente para ignorar o moreno - Até sei que tenho quase 100% de chances nesta corrida! - menti.

- Mentiroso! - apontou. Fomos bem treinados.

Rodou os calcanhares e saiu pra sala. Lembrei-me da loira e voltei, não a vendo por ali. Preocupado com o que ela poderia estar a pensar, corri para a porta de saída, a mesma que dava para o quintal. Entrei aqui tantas vezes quando era mais jovem, que ainda me lembro de cada recanto desta mansão. Ela estava sentada na grama, despachei-me e fui lá ter.

- Luce... - chamei, sentindo o meu coração espremer ao vê-la chorar.

- Eu não quero que brigues com Gageel... - pediu, limpando a água dos seus olhos. Alcancei-a e abracei a sua cintura, beijando a sua bochecha - Nós ainda não temos nada.

- Não é por falta de vontade! - ri, beijando a outra bochecha.

- Tu não me podes amar tanto assim. - duvidou, ficando tensa - E se eu escolher outro?

- Mas, eu amo-te muito para te ver nos braços de outro, preferia morrer...

- Cala-te! - suspirou, acariciando o meu rosto - Se te matares, em algum dia, eu vou odiar-te para sempre.

- O que queres que eu faça então? - indaguei, sentido os seus dedos abandonarem-me.

- Que vivas e sejas feliz... - falou e interrompeu-me, antes que eu falasse - Até ontem estavas com a tua noiva... Faz isso se me perderes. Porque isso é possível! 

- Não vou suportar... - levantei-me antes que ela fosse embora e peguei o seu pulso, puxando o seu corpo trêmulo para os meus braços - ...perder-te outra vez!

- És um bom homem, Na-sama! - chamou-me dessa forma diferente, e senti um arrepiu passar pela minha espinha - Gostaste? - gargalhou, abraçando-me de volta. Assim ela sentiu o motivo do meu tremor - E um tarado...

- Só por ti... - ri - Não sabes quantas vez brochei com a Lissana, desde o nosso beijo. Pensei que tivesse algum problema... Até fui ao urologista!

Ela soltou-me e sorriu, mexendo os meus cabelos.

- Já tinhas feito algo diferente no teu cabelo? - perguntou, fazendo um biquinho que eu lambi e depois beijei.

- Já! - respondi, vendo-a corar muito - Relaxei e cortei, uma franja. - disse, ficando satisfeito por deixa-la assim - Porquê?

- Há uma foto do Gageel mais jovem, comendo um popsickle. - começou, andando para longe dos meus braços - E tem um jovem de olhos puxados, muito corado, que me pareceu um gay a primeira vista, mas disseram que ele era um tremendo galinha! Mas, até que ele era fofinho!

Riu, deparecendo às pressas pela porta da cozinha.

Fiquei imaginando como eu ia procurar esse rapaz e espreme-lo. Luce achou que ele fosse fofo, mas nunca me havia dito isso. Antes que eu grite o seu nome, lembro-me que eu passei toda a minha adolescência ao lado do gigante de pinos. E o único amigo que ele teve, fui eu! Era de mim que ela falava...

Lembrei-me daquela época em que ele não tinha tatuagens e nem cicatrizes. E nem pensava em piercings. Ele era descolado e zen, despreocupado. Eu não era diferente, mas nunca fui galinha... Essa parte ela inventou para me provocar.

Ri, imaginando com eu ia retribuir.

 

Acho que é a nossa única foto juntos.

A foto do dia em que ele nomeou-me Salamander!

Não devíamos acabar com a nossa amizade desse jeito. Luce queria alertar-me disso... A nossa amizade já é uma irmandade! Tenho de me desculpar!

Entrei depressa, e corri para a escadaria, vendo Gageel e Luce desaparecer pela porta do antigo escritório de Jude. Quiz chama-los pelo meu ciúme mas também queria deixar que conversassem, pela minha amizade. Sentei-me na escada, sentindo um outro sentar-se ao meu lado.

- Bom, pelo menos podes ouvi-los. - apontou, inexpressivo - O real motivo de eu estar aqui, é para selecionar as pessoas da confiança de Lucy.

- O que fazes nessa lista? - indaguei, rindo sem vontade.

- Queres dizer que eu não sou de confiança? - retorquiu, levantando abruptamente. 

- Qualquer homem que dorme com a mulher de outro, que ele mesmo chama de "melhor amigo", não merece a confiança de ninguém. - rebati, calmo. Levantando também, mas rumo ao meu quarto.

- Quê?! - perguntou confuso, sem sair do lugar.

- Lissana Strauss! - disse, voltando para vê-lo ficar mais pálido que o costume - Pois, até ontem, antes de vos ver gozar no meu sofá, eramos noivos. - expliquei, sorrindo sem forças - Mas fizeste-fizeste-me um favor, eu livrei-me daquela União sem sentido. - suspirei.

- Eu não sabia... - exasperou, mas não me contive e tornei a seguir o caminho do meu quarto. Eu não queria que este domingo fosse assim.

 

Tempos depois, senti um peso extra no meu corpo. Abro os olhos e vejo a cabeleira de Luce sobre meu peito. Ela beijou a minha mão, que pegiu depois e riu, levantando-se.

- Dormiste muito...

- Já há muito tempo que não me sinto tão leve e satisfeito. - expliquei, vendo-a sentar sobre meu baixo ventre e rebolar de leve.

- E ele? Já acordou? - brincou e voltei-me para ficar sobre ela.

- Nunca ensinaram-te que não se deve brincar com o fogo? - respondi, soltando o meu amigo do seu aperto e ela gemeu ao vê-lo - E tu?

- Pronta!


Notas Finais


Lissana vai trabalhar...
1. E chatea Natsu
2. Provoca a loira
3. Interroga Mira

Kissus de abacate


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