História Box of memories - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Sonyóndan, Bts, Jeon Jungkook, J-hope, Jimin, Jin, Jung Hoseok, Jung Kook, Kim Nam Joon, Kim Taehyung, Kin Seok Jin, Min Yoongi, Park Jimin, Rap Monster, Suga
Exibições 8
Palavras 946
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fluffy, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Este capitulo é uma volta no tempo, uma lembrança.
Espero que vcs curtam^

Capítulo 2 - Flashbackpt1


Conheci minha namorada a mais ou menos um ano quando fui visitar meus pais em Busan; Tinha saído de casa para dar uma volta em uma praça próxima a casa da minha família. A praça tinha cerejeiras em plena florada e nos canteiros pequenas flores coloridas. Naquela tarde estava acontecendo o festival da primavera, uma grande celebração do outro lado da cidade, então a praça estava vazia a não ser por uma pessoa em um dos bancos. Fiquei intrigado com o motivo de tal figura estar sozinha na praça e não no festival.

Aos poucos fui me aproximando e vi que era uma garota pequena, percebi isso pois seus pés não tocavam o chão; Seus longos cabelos castanhos encobriam o rosto mas foi possível ver no que ela estava concentrada: um incrível esboço da praça. Seus dedos ágeis capturaram todos os matizes das flores cor de rosa em contraste com o céu alaranjado do pôr-do-sol.

Fui hipnotizado pela beleza de seu trabalho. Sem desgrudar os olhos do trabalho fui me aproximando dela. Estava tão distraído que não notei um desnível no chão até ser tarde demais; Fui parar no chão. Praguejei baixo enquanto me sentava para avaliar meu estado; Percebi que estava com um pequeno corte sangrando na mão, mas o restante estava bem. Estava me preparando para levantar quando dei de cara com dois grandes olhos castanhos claro e uma voz preocupada indagando:

-Você está bem? – Ela perguntou. Pude ver uma pequena ruga se formar em sua testa.

-Sim, só estava distraído e tropecei. – Respondi meio envergonhado

Ela não mudou sua expressão de preocupação, que só piorou ao ver o corte em minha mão; Quando viu o ferimento imediatamente fui puxado para me sentar em um banco e a garota se pôs a tratar do machucado. Não passava de uma pequena escoriação mas a menina tratou a situação com grande seriedade e atenção.

Tendo terminado de limpar, ela fez um pequeno curativo e sorriu aparentando estar satisfeita com seu trabalho. Não pude deixar de notar como suas mão pequenas e delicadas eram habilidosas, pois realizaram seu trabalho com grande precisão.

Seus olhos se levantaram do curativo para meu rosto e ela afirmou que estava tudo bem e que em poucos dias a ferida iria sumir completamente. Agradeci pela atitude dela e perguntei se poderia fazer-lhe companhia, pois estávamos ambos sozinhos e, felizmente ela concordou com um aceno de cabeça voltando a se concentrar no desenho.

Ficamos alguns minutos em silencio, ela concentrada em seu desenho e eu em desvendar os mistérios que ela escondia. Sua pele era clara mas tinha um tom rosado como pêssegos maduros, os cabelos castanho escuros tinham cachinhos nas pontas; Sem perceber comecei a repara em seu rosto, dois olhos castanhos que pareciam tudo observar, os lábios pequenos eram rosados como pétalas e no centro da face, um nariz pequeno e fino salpicado com sardas claras. Como uma coreana tem sardas? eu me perguntei, mas aquilo me fascinou ainda mais.

De repente ela parou e virou o desenho para mim e perguntou “o que achou do meu trabalho?”; O desenho com lápis de cor era incrível, as várias camadas e misturas dos diferentes tons do grafite retratando as flores caindo na praça ao início do pôr-do-sol. Disse a ela que era um lindo trabalho e que ela tem muito talento. Um sorriso iluminou seu rosto mas ela manteve quieta.

Decidi que precisava saber mais sobre ela, então para quebrar o gelo, perguntei-lhe:

-por que está sozinha na praça e não no festival?

- você também estava sozinho aqui. - Disse virando-se para mim e rindo levemente- brincadeira, quis aproveitar que a praça estaria vazia para descansar e relembrar bons momentos agora que estou de volta.

-de volta a Busan? – pergunto

-de volta à Coreia, depois de dois anos na França com minha mãe. Já tem uma semana que voltei mas resolvi vir pra Busan descansar antes das aulas voltarem. – disse ela- e você, o que te traz aqui?

-Vim para visitar minha família- conto- Tenho trabalhado muito e quase não consigo falar com eles, apenas em datas especiais.

-Sei bem como é, eu encontro minha mãe a cada seis meses, ela não gosta muito de voltar pra cá pois lembra muito meu pai então eu vou vê-la. Mas não vale a pena sentir saudades da família quando você está no palco realizando seu sonho?

-Na verdade a emoção compensa a saudade- respondo. De repente percebo que, provavelmente ela sabe quem eu sou. Em nenhum momento me lembrei que agora sou uma figura conhecida e não apenas mais um rosto na multidão. – Você sabe quem eu sou?

-Acho que sim. Você é do Bts não é?

-Sim, sou Park Jimin- respondo vendo que ela parece indiferente à minha carreira- Agora parece que estou em desvantagem, você sabe meu nome mas eu não sei o seu.

- Lee Sun Hee, enchanté – Me respondei com uma expressão brincalhona. Vendo que eu não entendia piada ela explicou: - significa que estou encantada em conhece-lo.

Conversamos um bom tempo e Sun Hee me contou que conheceu o Bangtan durante uma apresentação em Paris e passou a nos acompanhar. Sua mãe é francesa (entendi então as sardas) e o pai coreano; Ela contou que a mãe se mudou para a Coréia quando casou mas, com a morte do marido, ela voltou para a França e a filha ficou para terminar os estudos.

Quando notei as horas já passava das 20h. Nunca havia ficado tão envolvido em uma conversa como naquele dia, o assunto surgia como se fossemos amigos de infância. A garota também viu as horas e disse que precisava ir, nos despedimos e ela se foi.


Notas Finais


Logo posto a parte 2.


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