História Boy in Luv (Imagine Jungkook) - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Personagens Originais
Tags Au!vampire, Bangtan Boys, Bts, Imagine, Jungkook, Jungkook Imagine
Exibições 270
Palavras 905
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Fantasia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


EITA PORRA
Não, não era para eu estar aqui postando nada numa história que já acabou, né??
Pois bem, eu tinha pensado em fazer um epílogo de agradecimento pelos 50 favoritos (sério, me deixou muito feliz tanta gente gostando desse imagine que foi feito a partir de um impulso??), e acabou que agora, nesse exato momento que estou postando, já tem 71 favoritos!!
Eu tô abismada, muito obrigada, gente <3
Espero que gostem desse epílogo, que narra como ficou a vida depois dos acontecimentos da trama principal~~
Boa leitura >3<

Capítulo 3 - :Epílogo:


Era bem cedo naquela manhã, e quando todos ainda dormiam ou deixavam seus lares para irem trabalhar embalados pelo sono, apenas dois indivíduos encontravam-se sentados no alto do telhado de uma pequena casa. Observavam o nascer do sol e, ao contrário da maioria, não tinham sono nenhum... pois não pregaram os olhos durante a noite. Nem na última noite nem nas últimas noites dos últimos cinco anos.

Jungkook e ___ olhavam cuidadosamente as pessoas que passavam, os carros que cruzavam as avenidas e o reflexo alaranjado do sol que nascia, emergindo das águas do mar; ter comprado uma casa quase à beira da praia tinha sido incrível por proporcionar momentos bonitos como aquele.

Jungkook segurava intensamente a mão da garota, que recostava a cabeça em seu ombro. Ambos protegiam-se dos raios do Astro-rei com um grande guarda-sol. ___ ainda assim, usava um enorme chapéu e um par de óculos escuros, que só tirava esporadicamente para olhar o rapaz a seu lado dentro dos olhos. Faziam cinco anos que haviam entendido que ficariam juntos, e faziam cinco anos que ___ não sabia mais o que era envelhecer. A mordida dolorida, porém carinhosa do, então, noivo prometido teve efeitos rápidos naquele fatídico dia. Além de ter podido se deliciar brevemente com o sangue doce da garota que finalmente tinha conseguido conquistar, comprometeu-se a cuidar dela para o resto da eternidade a partir daquele minuto. Ele sabia que o prazer voraz do seu lado fera não era maior do que o sentimento de pertencimento enorme que sentia em relação a ___.

Os primeiros dias foram difíceis, pois ___ estranhou não sentir mais o sono constante que tinha e que lhe rendera apelidos de “preguiçosa” a “urso polar” devido aos vários cochilos que tirava; fechar os olhos irritadiços pela claridade em excesso agora era apenas um ato biologicamente indispensável para ocultar as pupilas.  A fome se fora, e em troca, os caninos cresceram de forma a deixá-la desconfortável com as vezes que se mordia acidentalmente, desacostumada. E o gosto de sangue parecia com a mais pura iguaria do mundo.

O casal, apesar dos pesares, não queria fama de maldade. Era possível, sim, alimentar-se do sangue animal, assim não tinham necessidade de sujar as mãos com a culpa de um assassinato.

“Ei, olha aquele esquisitinho andando em fila com aquelas crianças perto da cabana de água de côco...”, ___ apontava, chacoalhando o braço cheio das pulseiras barulhentas que gostava de usar.

“Ah, sim... que engraçadinho, né?”, Jungkook fixara os olhos muito atentos ao garoto de cabelos loiros e sorriso largo.

“Eu sei que não atacamos humanos, mas... não seria interessante dar um sustinho nele?”

A proposta de ___ soava indecente pelas intenções, mas Jungkook não tinha mais pudores com a moral humana há uns bons anos. O sorriso que revelava as presas bastou de confirmação para que fossem atrás de diversão pós-morte.

Taehyung era apenas um pacato estudante a caminho da escola, quando se deparou com a figura bem vestida e sorridente de ___, que o observava de um ponto um pouco distante nas areias da praia. Curioso e interessado, foi até ela, como bom puxador de papo que era.

“Wah~ você não está com calor com tanta roupa? Chapéu, calças, luvas... você é alérgica a sol?!”, questionou em tom de brincadeira, soltando uma risada gostosa.

“Hm, quase isso.”, ___ decidiu entrar no joguinho, então dirigiu-se ao namorado, que se aproximava por trás do desavisado garoto. “Kookie, ele é uma graça. Dá vontade de abraçar. Por que não ficamos com ele? Assim não estaremos tão solitários pelos próximos anos...!”

Taehyung, rapidamente, virou-se e foi surpreendido pela proximidade que se encontrava o garoto a quem a moça falava. As narinas do mais novo inflaram com o aroma de vida e quentura que vinham do corpo do estudante.

“Que cheiro bom que você tem. Tão cheio de vida.”, Jungkook alargou o sorriso, deixando mostrar sutilmente somente as pontas discretas dos caninos.

“Oh, vocês... são namorados? Olha, eu não quero parecer mal educado ou sei lá... mas eu não participaria de uma relação poliamor, eu não sei se tenho vocação para isso!!”, Taehyung tinha ganas de apressar o passo e se afastar da dupla, mas seu plano nem chegou a ser posto em ação ao ser encurralado pelos dois.

“Quê?! Nada disso, Jungkookie é meu! Só queríamos... um amigo.”, ___ rondava com a ponta do nariz o pescoço descoberto pela gola da camisa do uniforme do garoto, que arrepiou-se com a sensação de estar sendo “cheirado”.

“Ah... ah, sim! Meu nome é Kim Taehyung... mas agora não tenho tempo para conversar, estou indo para a escola e...”

“E agora não vai mais.”

Jungkook terminou as palavras e segurou fortemente os braços do jovem à sua frente, derrubando-o na areia e prensando-o contra ela. “Quer fazer as honras e saber como é a sensação? Digo que é uma delícia.”

“Eu serei cuidadosa, não quero passar a impressão de ser uma sanguinária sem coração.”, ___havia se ajoelhado, e roçava os lábios na pele quente do pescoço do loiro. “Eu tenho um coração, por mais que não esteja batendo faz uns anos!”

Os olhos de Taehyung se arregalaram com as palavras, sem saber o que diziam aqueles dois e por quê. Mas não teve muito tempo para pensar, ou sequer... falar.

Em segundos, a pressão e a dor das carótidas perfuradas. Logo depois, a visão turva e falha. Horas depois, estava acordado novamente, sentindo-se estranhamente... morto.


Notas Finais


E assim, TaeTae acabou virando amiguinho imortal do casal e viveram felizes para sempre (literalmente) HEHE
Beijinhos <3


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