História Boy in the Trap - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Hoseok, J-suga, Menção Vhope, Sobi, Sugahope, Yoongi, Yoonseok
Visualizações 267
Palavras 3.014
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Queria antes de mais nada agradecer, por todo apoio e carinho que deram a essa história.
Ela chegou ao fim e espero que tenham apreciado ela tanto quanto eu. \o

Anchovinha moça. Espero que tenha gostado.

Capítulo 18 - Bônus - Eternamente na armadilha


Fanfic / Fanfiction Boy in the Trap - Capítulo 18 - Bônus - Eternamente na armadilha

Estar com ele era mais do que eu poderia querer. Era como estar completamente mergulhado na armadilha e não se arrepender de estar ali. Não ter nenhum receio de se sentir preso, cativo e completamente tomado pelas sensações que aquele enlace me trazia. Já que estar ao lado do Jung era mais do que eu um dia poderia ter sonhado. Era mais do que o que eu produzia em minha mente pequena. Que antes se via perturbada por todos aqueles fantasmas que eu deixei para trás. Que aos poucos eu pude ir superando um a um. Que hoje em dia me servem de lição, apenas lição.  

Ter a sensação pura e simples de estar sendo amado é o que mais me motiva a continuar como estou. Lutando! Aliás, nós estávamos. Porque eu sei que não era uma realização somente minha. Já que eu acreditava piamente que ele estava se enforcando tanto quanto eu. Ele estava travando as suas batalhas internamente, como parte ativa dessa nossa relação. Eu entendia que ele era como eu e nós formamos um só ser. Ele é a isca, é o garoto na armadilha e eu me rendi aos seu encantos. Ah...seus encantos. Tão presentes em mim.  

Como deixar de não querer seu corpo junto ao meu? O gosto daquela boca tão presente, assim como aquele olhar. Luxuria, amor, desejo, prazer. Quente...ele me deixava mais do que quente, ele me tomava inteiro em uma onda no qual eu nunca era capaz de escapar, uma onda de sensações tão intensas quanto as mais sublimes do oceano. Seu corpo era uma completa armadilha. Assim como seus toques que me deixavam louco, completamente louco. Tomado por um desejo que eu não conhecia. Não sabia de onde vinha. Ainda mais quando ele tocava com sua língua partes do meu corpo.  

Ele me deixava embriagado com o cheiro da sua pele, que temperava aquele momento. O tornando perfeito. Ele me deixava mais do que cativo. Eu era uma parte dele. Uma parte que só sabia gemer seu nome, que estava delirando novamente. Completamente entregue naquela cama de casal, que um dia eu dividi com aquela mulher.  

Sim...estávamos nos entregando de novo naquela noite. Sei que sou um homem, mas na frente dele e estando com ele eu me senti um menino. Não pela falta de experiencia que estava tendo, mas sim pela forma como estava levando tudo aquilo. Pela forma como estava gemendo seu nome de forma despudorosa.  

Pela forma como estava pedindo por mais e mais. Querendo aquele corpo se chocando com mais vontade contra o meu. Pelo jeito como o olhava por cima do ombro. Me sentindo um pouco sujo, vadio. Totalmente entregue, como se meu corpo não fosse algo que tivesse dono. Mas tinha. E era ele e somente ele. O dono de tudo em mim. O que me fazia chegar a um orgasmo incrivél, que me provava que podia me levar a um paraíso só nosso. Eu era um completo viciado agora. Rendido aos prazeres de tê-lo.  

 
 
 

 
 
 

- Mais Seokie, mais...ah. Isso mete, fundo. Assim...- eu nem ao menos acreditava nas palavras que estavam saindo da minha boca. Não quando estava de quatro daquela forma. Com metade do meu corpo deitada na cama enquanto a outra estava fora da mesma. Na realidade eu estava de joelho no tapete do nosso quarto, enquanto sentia suas mãos firmes segurarem meios fios assim, sem qualquer cuidado. Como eu estava me sentindo perdido com aquilo. Estava adorando e queria que ele fosse mais assim. Porque eu necessitava que fosse. Eu ansiava que fosse. Eu só conseguia pensar nas investidas. No corpo! 

Oh, que corpo. Indo e vindo de encontro ao meu. Misturando o nosso suor. Misturando as nossas essências, enquanto eu queria que ele se desmanchasse em mim. Me fazendo completamente dele. Transformando aquele momento em mais do que sexo. Porque era isso que era. Mais do que sexo, mais do que um instante de prazer e delírio. Era o nosso momento. Completamente nosso. E eu gemia, muito, alto. Para quem quisesse ouvir. Para quem quisesse saber que eu tinha por quem gemer e para quem gemer. Eu o tinha. Depois de anos de prisão dentro de mim mesmo, enfim a liberdade.  

Minha boca estava aberta tentando sugar para si o ar que estava sendo me negado. Eu estava mais do que ofegante, sentindo o cabelo grudar na minha testa. Os poucos fios que não estavam em suas mãos. Era gostoso, tão gostoso sentir ele saindo de mim com tudo e vindo com força. Acertando minha próstata como se fosse fácil acertar ali de primeira. Ele era maravilhoso.  

- Deita hyung, quero te foder olhando nos seus olhos. - ele me ordenou. Eu amava receber esses pequenos mandatos dele. Ele se sentia um pouco maduro com isso. Eu podia ver de longe. E por isso mesmo que eu não me incomodava. 

Rapidamente subi na cama, mesmo que as minhas pernas estivessem trêmulas e meu corpo dolorido e um pouco cansado. A idade chega para qualquer um. Aliás eu já estava perto dos meus trinta afinal. E ele ainda estava perto dos seus dezoito. Tsc...olha no que eu estou pensando agora? Idiota.  

 
 
 

Senti o peso do meu corpo pender todo na cama, assim como senti o seu vir com tudo para cima de mim. E ele me beijou. Quente, com vontade e desejo, mas sempre pincelando tudo com amor. Todo o amor que eu sabia que ele tinha por mim. Ainda mais quando nossas línguas pareciam conversar entre si. E o desejo que eu sentia sempre aumentava ainda mais quando ele fazia isso, como se tudo fosse um estimulo. E era. Ele sabia disso. Ele me completava de qualquer forma. Ele era único, ele é único. Ele é Jung HoSeok.  

Abri bem as minhas pernas e o acomodei ali. Ele ainda me beijava quando eu as entrelacei em sua cintura. Queria dar mais acesso a ele. Todo o que pudesse dar nesse mundo. Ele ainda me beijava quando começou a brincar com meu pênis teso. Bombeando o mesmo com cuidado e um pouco de sacanagem. Por saber que eu queria ser tocado com mais pressa. Mas ele não o fazia. Aquele garoto era fogo e eu amava me queimar nele.  

 
 
 

- Anda logo seu moleque. - eu mandei interrompendo o beijo e ele riu, aquela risada gostosa que eu amava ouvir. Que estava mais do que rendido a ela. Ele era perfeito assim mesmo ou eu estou sonhando? 

- Tudo bem Yoonnie. - sussurrou ao pé do meu ouvido, deixando ali um selar e uma lambida safada. Isso antes de meter com tudo em mim. Me deixando zonzo por um momento. Sempre era delicioso. Ele não sabia o quanto era bom ser invadido por ele. Talvez um dia ele soubesse, mas aquele não seria o momento em que eu iria ensinar. Era meu momento de prazer. Porque eu estava me preenchendo de prazer. 

Aquele menino me estocou de novo e de novo. E caminhamos assim noite a fora. Sentindo o corpo um do outro, nos beijando e nos provando. Fazendo daqueles orgasmos que vieram mais do que simples consequências do sexo. Mas sim uma prova de que o prazer só era completo quando era com ele e por causa dele.  

Naquela noite eu me desfiz manchando os lençóis e ele dentro de mim. Assim como gozei de novo na sua boca e ele na minha. Praticando amor entre lençóis, manchando com prazer aquela cama. Deixando nosso cheiro em toda parte e fazendo naquele momento parte de nós.  

 
 
 

[…] 

 
 
 

 
 
 

Nunca vi uma pessoa assinar aqueles papeis que para muitos não eram agradáveis, com tanta alegria quanto Kim YeSeul. Ela parecia radiante, como se estivesse se livrando de um peso. Que ao meu ver estava mesmo. Não me senti ofendido por estar livrando ela de uma pessoa como eu. Não dizendo isso por me achar uma pessoa ruim. Mas por ter mentido pra ela por tanto tempo, por todos esses anos. Por ter feito do nosso casamento uma farsa. Porque era isso que era. Um completa brincadeira de criança. Onde ela fingia que estava feliz e eu fingia que a amava.  

E nossa, como ela estava radiante naquele momento. Ela não estava assim nem no dia do nosso pequeno casamento. Na realidade quem estava feliz naquele dia eram meus pais e meus avós. Apenas. Porque eu não estava nem um pouco satisfeito, na realidade eu estava completamente fechado e me lembro que sorri como se fosse feliz. Como se aquele fosse o momento que eu queria para a minha vida. Mas não era. Não foi bem isso que eu quis. Na realidade eu estava casando não sei nem para que. Por mais que eu tenha dado diversas explicações.  

No final das contas todas elas pareciam mentira pra mim . Justificativas que eu criei. Mas que levavam ao mesmo fim. Me esconder. Eu estava me escondendo de tudo mesmo. E tentando urgentemente fugir daquele fantasma. Do peso da culpa. Mas não adiantou de nada no final das contas. Ele ainda estava tão presente. Tão compenetrado em mim. E eu me sentia ainda mais errado. Era assim mesmo e a quem eu queria enganar? Não enganava nem a mim mesmo. Não tinha mais o que fazer. Apenas aceitar. E tudo correu bem de uma forma que eu não esperava que corresse.  

 
 
 

- Me perdoe por tudo Yoongi. - ela disse com um sorriso aberto. Ela estava em paz. Eu sabia disso, seu sorriso e a forma como ela estava me olhando com ternura não mentiam. E eu também estava. Ela sabia disso. Não havia pena naquele olhar. Não mesmo. 

- Eu também tenho de pedir perdão por tudo. Eu não consegui superar o meu passado e nem sequer consegui entender e perdoar a mim mesmo. Mas hoje em dia confesso que isso está deixando de pesar como pesava e quem sabe eu não encontre a cura que eu preciso? - confessei. Era isso mesmo que eu estava sentindo. Ela sabia. Ela me lia tão bem quanto eu aos meus livros de medicina. 

- Espero que consiga mesmo, por mais que eu acredite que esteja caminhando para que isso aconteça, você é forte Yoon. Eu sei disso, sei muito bem. - ela suspirou. - Só não entendo porque meu filho quer ficar ao seu lado. - ela riu sem humor. Talvez aquilo a magoasse de alguma forma. Mas era uma decisão dele e não dela. Por mais que a mesma fosse a mãe do Jung. 

- Um dia quem sabe você o entenda, assim como um dia eu consiga compreender porque não terminou com aquela nossa farsa de uma vez. - comentei. Nesse momento eu não queria ficar por baixo e nem muito menos dar a entender alguma coisa. Não queria que ela desconfiasse do filho. Nem muito menos queria que ela pensasse algo sobre nós. Não era seguro contar nada ainda. Isso porque eu queria sim contar a ela. HoSeok mesmo disse que queria muito contar também. Não pretendíamos fugir disso pra sempre. Não tinha porque. Não tinha porque negar o que sentíamos. Mas tudo tinha de ser dito aos poucos. Com cuidado. Como se fosse uma coisa frágil, que na realidade era bem isso. 

-Tudo bem, não está mais aqui quem falou. - ela cruzou os braços. - Só peço que cuide dele. E que não faça com que ele me odeie; Mesmo que eu saiba que você nunca faria isso.  

- Era isso que eu ia dizer. Você sabe que eu nunca faria mesmo. Por um momento pensei que estivesse ficando louca. - ri sem humor e ela me acompanhou. 

- Me desculpe de novo. E eu tenho de ir agora. Tenho de resolver mais uns assuntos com o Jimin. E espero que você seja muito feliz Yoongi. E que possa deixar de mentir para si mesmo, assim como eu estou fazendo. Que nós dois possamos encontrar a felicidade verdadeira. Sem filtros e sem máscaras. 

- Eu acredito nisso Yeseul. E eu estou grato por me permitir enxergar isso de uma forma ou de outra. E por ser mãe de Jung HoSeok e por tê-lo colocado na minha vida. - nesse momento eu percebi que falei demais. Mas ela ficou sem entender. O que era bom pra mim. Sorri fechado e ela fechou a cara. Se ela fosse inteligente entenderia o que eu sussurrei entre as linhas da nossa conversa. Mas esperei e ela não entendeu.- Preciso ir mesmo. Cuide-se e seja feliz Kim. 

- Digo o mesmo Min. Seja bem feliz em seu novo caminhar. - assim trocamos um singelo aperto de mão e ela caminhou em direção a um carro, ao meu ver, desconhecido. Fiquei ali parado até ver o veiculo sumir avenida a fora. Respirei fundo, aquele novo ar e sorri. 

Peguei meu celular e disquei aquele número tão conhecido por mim. Que eu tinha até de cabeça. Sorri pequeno ao ouvir a voz dele. Não me demorei em contar um pouco do que aconteceu e informar que estava tudo bem. O Jung concordou e logo eu estaria ao lado dele. O buscando na escola para que fôssemos pra casa. A nossa casa. Seria mais um dia daqueles. Um dia feliz e completo. Um dia meu e dele. Sempre. Todos os dias. Enfrentando as dificuldades e construindo o que fosse. Mas sempre assim. Sempre juntos. Agora que nos encontramos, não tínhamos porque nos separar mais.  

Respirei fundo e caminhei até meu carro, liguei o som do mesmo e mergulhei em um mundo de pensamentos.  

 
 
 

 
 
 

[…] 

 
 
 

 
 
 

- Então hyung, o que acha de adotarem um cachorro, um gato e um papagaio? - Jungkook dizia com todo o humor do mundo, enquanto se enxia de comida. Ele e seu namorado Jimin, já que o mesmo não ficava para trás. Os dois estavam tão animados em poder participar desse nosso encontro duplo que nem ao menos estavam se contendo. Comiam como se não houvessem amanhã. Agora eu tinha de levar duas pessoas para fazer exame de sangue. O medo de eles ficarem diabéticos era enorme. Muito mesmo. Mas era engraçado o quanto e como comiam que eu me deixei levar pelo momento. Não queria e nem iria estragar tudo, não é? 

- Não mesmo. Eu não preciso de tudo isso. Quero apenas um cachorro mesmo. - Hoseok dizia animado enquanto pegava umas batatinhas. Era como se eu não tivesse voz ativa ali. O que era mais divertido ali, porque eu não tinha mesmo. Dava vontade de rir. 

- Ah, hyung! Para que pouco assim? Quando eu e Jimin nos casarmos vamos adotar o nosso mini zoológico. - o Jeon comentou enquanto o Park concordava. Já vi que os mais velhos ali não tinham vez. - Queremos até uma tartaruga sabe, pra chamar de Mimi. 

- Procure um nome melhor. - sugeri e eles riram. 

- Hyung está vivo nessa mesa. - Kook brincou e eu ri sem humor. Meu namorado riu de verdade e eu me perdi ouvindo aquele som gostoso. Só não dava um ar de bobo apaixonado porque enfim. Não tinha porque mostrar ainda mais. Eu já era louco por ele mesmo. Vinte e quatro horas por dia e ele sabia. 

- Mas ele está certo Yoongi hyung, - Jimin comentou. - Você está quieto demais. - eu tive de sorrir. O Park era uma pessoa muito boa e eu admitia isso. Ele era a pessoa certa para o meu ex cunhado e melhor amigo. 

- Estava pensando que tinha de levar todos os três para fazer alguns exames. Vão acabar ficando diabéticos. - todos riram de mim. O que foi muito bom. Eu me senti um pouco velho as vezes, mas estando com eles era como se fosse o mais novo ali. O alvo de todas as brincadeiras. O que era maravilhoso. Estar provando da felicidade. 

 
 
 

Passamos uma tarde agradável demais. Fomos a um parque, o que eu não fazia a nos. Comemos muita porcaria. E eu senti que estava engordando, já que havia parado de fumar a pedido do Seok. E também maneirei no café, só queria mesmo me afogar em Jung HoSeok. Ele era a única droga que me importava. O único veneno que eu amava injetar em mim.  

 
 
 

No final daquela tarde nos despedimos do casal JungKook e Jimin e caminhamos por um praia que não havia muito distante dali. Eu estava com meu carro afinal. Ficamos um tempo na areia. Sentados. Pensando. Foi muito bom. Delicioso aquele momento ao lado dele. Onde conversávamos um pouco. Nos beijávamos discretamente e colocávamos em pratica uma coisa nova. Nossa felicidade. Eu estava completo e me sentia pleno. E ele estava ali, me dando tudo isso. Não havia mais nada que eu pudesse querer. Só ele.  

 
 
 

Fomos para casa quando estava já de noite e quando chegamos em casa fizemos amor naquele sofá da sala, rindo feito idiota dos nossos desejos, como se fôssemos duas crianças mesmo. Ele estava muito animado e eu não ficava atrás. Depois disso assistimos filmes e series. Comemos mais porcarias e ele me contou sobre a escola e seus planos de vida. Assim como comentou dos dias em que combinou de estar com a mãe. O que eu achei necessário. Estávamos assim, sentindo algo novo. Felicidade. Era único e sublime e eu tragava aquilo para a minha alma a cada segundo. Era um sentimento que não podia ser posto em palavras. Apenas sentido.  

 
 
 

E a noite ia indo. E eu me sentia completo. Me sentia mais ainda realizado e pronto. Para enfrentar os obstáculos que estavam por vir. Eu o amei e o amo a cada segundo, assim como sei que ele me ama. Somos eternamente um do outro. Somos a presa e a isca. A caça e a armadilha. Estou preso nele e ele em mim. Não há nada melhor do que isso. Não mesmo. Sorri muito, como nunca. E pude ver o sorriso dele.  

 
 
 

E depois de um tempo eu pensei que era isso que ele queria no final das contas. Que eu fosse feliz. E eu estava sendo. Com o meu garoto na armadilha. A melhor armadilha.  

 
 
 

 


Notas Finais


MUITO OBRIGADA


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