História Boy Next Door. - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, WINNER
Personagens D-Lite (Daesung), G-Dragon, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Seungri, Suga, T.O.P, Taeyang, V
Tags Bigbang, Bts, Colegial, Deayoshida, Jikook, Lemon, Namjin, Nyongtory, Taetae, Tdae, Yaoi, Yoonseok
Visualizações 245
Palavras 2.837
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Esporte, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Personagem novo nas paradas da vida!

Capítulo 18 - Lee Seungri.


Para alguns, a vida é apenas um jogo. Como um quebra-cabeça, você tem que montar peça por peça, assim você entenderá o significado do desenho. Apostam suas vidas, suas dívidas e suas famílias. Entram em confusões, desilusões e destroem emoções. Min Yoongi era mais um jovem que achava que ao por sua vida em risco, assim teria um sentido para sua existência. Impulsivo e destemido, como um cão louco, não havia nada a perder... O que o tornava mais perigoso. 

Alguns dias eram regados de drogas, outros de álcool. Havia os dias de sexo, os dias de apostas e os dias de adrenalina. Sempre se arriscando em brigas, corridas e o que mais aparecesse. Os hematomas dos acidentes e brigas não eram piores que as surras que levava dos seguranças de sua família. Seus "parentes" acreditavam que o espancamento é a melhor forma de se educar um jovem. As pessoas só não entendiam que toda a violência que ele praticava era sua forma de retribuir a violência que recebia. 

Depois de perder a mulher de sua vida e seu filho, não havia mais sentido viver. Apenas vivia seus dias buscando a morte de forma rápida, mas que não o fizesse parecer como um covarde que desistiu da vida, porém parecia que a morte não o queria e vivia fugindo de si. Em uma das brigas em que se meteu, conheceu Namjoon. 

 

Flashback. 

 

Yoongi riu, acelerando ainda mais o carro. O motor fervia, os pneus arrastavam na pista deixando marcas, os amigos gritavam de fora do carro, rindo e o incentivando a ir mais rápido. Todos conheciam o Sugar, todos temiam o Sugar, todos amavam o Sugar. 

O garoto adorava receber toda aquela atenção e admiração, depois de perder sua namorada, conheceu pessoas e essas pessoas o levaram a lugares, em um desses lugares encontrou algo que gostava. Suspirou, seu oponente havia ficado, pelo menos, uns quatro metros atrás de si. Assim que chegou na linha de chegada, puxou o freio de mão, acelerando o carro e virando o volante todo. As pessoas em volta gritavam e comemoravam a sua vitória, adoravam quando o rapaz fazia manobras arriscadas e extravagantes. 

— Esse é meu garoto! - Mino correu para perto de si, assim que saiu do carro, passando os braços por cima de seus ombros e trazendo-o para mais perto. Não era novidade que o loiro era muito ciumento, sempre deixando claro a quem Yoongi pertencia, ou deveria pertencer.  

O Min sorriu, afastando-se rapidamente do rapaz e indo em direção aos homens que haviam apostado consigo. As expressões decepcionadas e irritadas nos rostos deles era o melhor pagamento que ele podia receber. O garoto não fazia aquilo por dinheiro, já que não precisava disso, fazia por diversão. O valor das apostas no final tornava-se drinks e drogas para seus amigos que apostavam em si, ou prostitutas baratas. 

— Aqui está, moleque. - O homem alto e de olhos afiados estendeu o dinheiro para o loiro. — Não sabia que um garotinho como você era grande coisa. - Debochou do menor, que sorriu para si. Todos sabiam que o loiro odiava ser chamado de criança ou comparado à uma. 

— Sabe... Dessa vez não vou aceitar dinheiro como pagamento. - Yoongi sorriu desafiador, mostrando seus dentes brancos e alinhados para o homem mais velho que si. — Vou querer outra coisa... - Olhou sugestivo para a mulher que acompanhava o homem, vendo-a ajeitar o decote, exibindo ainda mais seus grandes e fartos seios. 

— Você só pode estar brincando comigo garoto! - O homem rosnou perante a atitude do garoto. — Minha mulher não. 

— Parece que ela está bem interessada em vir comigo. - Min apontou para a mulher que sorria para si, tentando se soltar do aperto de ferro do homem que estava acompanhando. — Ela deve estar cansada de foder com um velho. 

O garoto não sabia de onde veio, mas recuou para trás ao sentir um soco atingir a lateral do seu rosto. Sorriu, passando a mão pelo canto dos lábios e limpando o sangue que escorria. Sentiu quando um chute atingiu seu joelho, fazendo-o cair no chão. 

— Nunca mexa com alguém mais velho que você, moleque! - O homem gritou, puxando seus fios descoloridos e socando seu olho. Um outro homem chutou sua costela, fazendo-o gemer baixo de dor. 

Mino correu para onde a confusão se formava, abaixou-se ficando perto de Yoongi, sussurrou algo em seu ouvindo, enquanto o rapaz ainda sorria mesmo sentindo dor. 

— Meu amigo me aconselhou a me desculpar, mas ele sabe que eu sou muito mal educado. - O loiro respondeu, fitando os olhos do homem. Arrastou-se para mais perto dos pés do moreno, cuspindo o sangue em seus sapatos brancos. — Se precisar de dinheiro para a lavanderia é só me pedir, não nego ajuda aos necessitados. 

Após seu comentário, uma série de socos e chutes foi desferida no loiro que não aguentava mais levantar. Suas pernas e costelas doíam demais, sua boca sangrava e sua visão estava turva devido aos socos que recebeu no rosto. 

— Ei! Ninguém ensinou à vocês que não se deve espancar crianças inocentes? 

Todos os presentes surpreenderam-se ao ouvir a voz grossa. Viraram-se, encarando o estranho de cabelos verdes que surgiu entre as pessoas, se espremendo e desculpando. Assim que o rapaz chegou ao meio, perto do loiro caído no chão, sorriu para os homens a sua frente. 

 Você está infringindo a lei nº 8.069 já que ele é menor de idade. - Namjoon suspirou, abaixando-se e passando o braço do rapaz por seus ombros. — Claro, sem esquecer a lei 12.971/14 art 308. Participar de rachas, você pode pegar de seis meses a três anos de prisão, com direito a multa e apreensão de veículo. - O esverdeado ergueu-se com o corpo do rapaz apoiado em si. — Pelo que sei você atropelou e matou uma pessoa, somando mais uns dez anos de reclusão. Só ai já foi uns quatorze anos, lesão corporal, homicídio e omissão de socorro, corridas ilegais. Sem somatizar tráfico de drogas e prostituição, claro. 

— O que diabos você é garoto? 

— Eu? Sou amigo dele. - Namjoon deu de ombros. — Agora, nos deixe ir e não vamos envolver policiais. 

— Acha mesmo que eu tenho medo? Até onde sei você não tem provas. - O moreno sorriu de forma assustadora, caminhando em direção aos dois rapazes. — E ele também está envolvido em coisas ilegais. 

— Sabe, eu não queria contar... - Namjoon suspirou, dando-se por vencido. — Mas meu amigo, é herdeiro dos Min. - O garoto disse, fazendo os homens sorrirem sarcásticos. — Aqueles caras da máfia que controlam metade do país... Se eles souberem o que você fez com o herdeiro, meu amigo, terá sorte de não acordar amanhã. Na melhor das hipóteses você morre, na pior... Bom, você conhece as histórias né. 

Os homens afastaram-se rapidamente, caminhando para trás. O líder revirou os olhos, tentando manter sua postura, embora estivesse assustado. Todos conheciam as histórias das crueldades que aquela família fazia, desde desmembramento à torturas por vários dias. Algumas pessoas se matavam após o tratamento de choque que recebiam. O moreno virou-se para trás, chutando o para-choque do carro. Namjoon aproveitou a oportunidade, correndo para longe com o loiro nos ombros. 

O esverdeado se xingava por ser tão coração mole e não conseguir ver alguém sendo maltratado. Se ele não tivesse se metido na briga dos outros, não estaria fugindo de uma gangue pelos subúrbios de Seul. Conseguiu com muito custo livrar-se dos homens que corriam atrás de si, chegou ao seu esconderijo, um galpão abandonado, colocando o corpo desmaiado de Yoongi sob um colchão velho e sentando-se ao lado do rapaz. Suspirou cansado, enquanto encarava o rapaz desacordado. 

 

 

[...] 

 

 

Namjoon suspirou pensativo, havia tomado coragem de convidar o namorado para uma das reuniões do AA. Queria mostrar um pouco mais de seu mundo e entender o ponto de vista do namorado. As pessoas que passavam por si o cumprimentavam, deixando o rosado ao seu lado um pouco confuso. Assim que entraram, Namjoon encaminhou o namorado para um dos assentos, sentando-se ao lado dele. 

— Bom, meu nome é Namjoon. Kim Namjoon para quem ainda não me conhece. - O esverdeado sorriu de forma gentil, sentindo as mãos suadas de Seokjin apertar seus dedos. — Este ao meu lado é meu namorado, Seokjin. - As pessoas sorriram para o rosado de forma acolhedora. 

Havia alguns jovens sentados mais ao fundo, talvez um pouco envergonhados de estarem ali, outros se sentavam se mais à frente. Namjoon sorriu para eles, pedindo para que todos pegassem suas cadeiras e formassem um círculo. 

— Vocês já sabem meu nome, não é mesmo? - Namjoon perguntou, vendo as pessoas acenarem positivamente. — Me desculpem, memória de jovem é meio ruim. - O esverdeado arriscou uma brincadeira para descontrair a tensão. — Sei como vocês, novos no grupo, estão se sentindo. Quer dizer, todos aqui sabemos... Então, não fiquem envergonhados. Caso não estejam preparados agora, apenas ouçam, quando estiverem prontos... Estaremos aqui para ouvi-los. - O esverdeado sorriu, exibindo seus dentes brancos e enfileirados. 

Seokjin queria abraçar o namorado e dizer o quão orgulhoso estava. Porém, conteve sua euforia, contentando-se em apenas acariciar a mão do mais alto com seu polegar, transmitindo todo seu amor e carinho através daquele pequeno gesto que não passou despercebido. 

— Eu sei o que deve estar passando pela cabeça de vocês... - Namjoon suspirou, passando as mãos pelos fios esverdeados, não importava quantas vezes contasse, sempre seria difícil. — Gay, alcoólico e pobre, que vida! - O rapaz brincou arrancando alguns sorrisos. — Não vou mentir e dizer que com o tempo fica fácil se abrir, não fica! Só que... Encarem isso como algo necessário, algo que vai ajudá-los a seguir em frente. - O Kim mais novo sorriu para o namorado, recebendo um sorriso em troca. — Então vou contar pra vocês um pouco sobre mim e quem sentir-se confortável conta sobre si. 

Os presentes na reunião concordaram, atentos ao depoimento do rapaz, estavam admirados pela coragem e força de vontade que o garoto tinha, embora fosse jovem. Tinham inveja do apoio que ele recebia de seu namorado e em como ele não se envergonhava em se abrir. 

— Eu comecei a beber muito jovem, nem lembro direito a minha idade. Como muitos aqui, começou por intermédio de amigos em festas e depois se tornou como refúgio para problemas. - Namjoon respirou fundo, fechando os olhos por alguns segundos. — Meu pai tinha muitas dívidas de jogos e eu tinha que trabalhar para ajudar minha família. Eu não vou mentir, tinha inveja de meus amigos que tinham seus pais para pagar contas e comprar seus objetos de desejo. - O garoto sentiu os olhos piedosos em sua direção, sem dúvidas era a pior parte. — Meus amigos gostavam de beber, então eu bebia para me enturmar. No início estava tudo bem, só bebia de vez em quando... Depois foi aumentando a frequência de vezes, tinha dias que eu acordava procurando uma garrafa de vodca ou qualquer coisa alcoólica. - Sussurrou, sentindo as lágrimas finas escorrerem por seus olhos. Os dedos finos de Seokjin deslizaram por seu rosto, secando suas lágrimas com doçura. — Eu enchia a cara e pegava o carro, saía por ai me achando o dono do mundo. Um dia, eu estava tão bêbado que bati o carro... Na hora eu nem pensei direito em mim, só pensava nos meus amigos e nas pessoas do outro carro. - Namjoon sentiu mãos suaves fazendo carinho em suas costas, sorriu. — Eu bebia para esquecer que era pobre, bebia para esquecer os credores que sempre apareciam na minha porta, bebia para esquecer os hematomas nos corpos dos meus pais depois de serem espancados por agiotas, esquecer o olhar faminto dos meus irmãos e o desespero da minha mãe. Só então, após aquele acidente, eu percebi que beber não iria solucionar meus problemas, pelo contrário, eu estava me afundando cada vez mais. Já não conseguia estudar, nem trabalhar, gastava o pouco dinheiro que tinha em bebidas e festas. - Namjoon permitiu que suas lágrimas descessem todas de uma vez, sendo abraçado pelos braços grossos e firmes de Seokjin. — Me desculpe... Então, eu decidi buscar ajuda... Pelo meu bem, pelo bem das pessoas que eu quase matei, pelo bem das pessoas que poderiam se machucar caso eu continuasse conduzindo alcoolizado. - O esverdeado desvencilhou-se - por mais que não quisesse - do abraço do rosado, encarando os olhos marejados do mesmo. — Eu sei que assim como eu tenho alguém que me ama e apoia, vocês também terão. Se vocês não conseguem fazer por si mesmos, pensem na pessoa que mais amam... Isso vai os motivar. 

Namjoon foi aplaudido pelos outros membros do grupo de reunião, alguns o abraçaram dizendo para que ele não desistisse. Sentiu os braços firmes de o namorado abraçar sua cintura, envolvendo-o em um mundo paralelo. Apoiou a cabeça no ombro do rapaz, escondendo o rosto na curvatura do pescoço de Seokjin. Difícil, porém necessário. 

— Meu nome é Carlos*. - O rapaz de fios negros e olhos pequenos apresentou-se. — Meu primeiro porre foi aos 13 anos. Não me lembro de nada. Apaguei e acordei no outro dia, de banho tomado. - O rapaz começou seu depoimento, um pouco emocionado de vivenciar seu passado novamente. — Comprávamos vodca no supermercado, misturávamos com suco em pó, refrigerante. Bebíamos antes das festas ou na casa de alguém, sem os pais saberem. - Carlos sorriu. — Cheguei a Alcoólicos Anônimos em total fundo do poço, debilitado física e mentalmente, desempregado, sem dignidade, respeito, credibilidade moral e espiritual. - O homem suspirou, mantendo o olhar firme. — O alcoolismo afetou toda minha vida e também devido ao consumo de outras drogas com poder devastador, eu tinha perdido as esperanças de viver. Nas manhãs as ressacas eram terríveis, dolorosas e cheias de ressentimentos. Eu fazia juramentos por tudo que achava que talvez pudesse me ajudar, que naquele dia não beberia. Afetado pelo efeito das substâncias, sofri convulsões. - Carlos sentiu as lágrimas escorrerem, secando-as com as mangas da camisa de manga longa. — Devido as convulsões, eu voltei a beber... Achei que se continuasse a beber controladamente, não sofreria mais as convulsões. Só que para um alcoólico não existe quantidade moderada. - O homem ergueu a cabeça, recebendo olhares de conforto e carinho por parte das pessoas presentes. — Hoje, depois de anos de alcoolismo, completo dois anos sem colocar uma gota sequer de álcool na boca. Não vou dizer que é fácil, pois não é. Você vai a festas e tem pessoas bebendo, aniversários, reuniões familiares, sempre tem bebida. Contudo, agradeço as pessoas a minha volta que não desistiram de mim e sempre se esforçam para me ajudar. Tenho orgulho de dizer que eu sou um alcoólico sóbrio. 

Seokjin sorriu emocionado com o depoimento do homem e de todas as pessoas que vieram após ele. Foi ali que descobriu a importância da palavra, do toque, do carinho, do amor. A importância de se fazer presente na vida daquele alguém, ajudar e apoiar. O rosado estava preparado para o que viesse a seguir. E aquele dia, Namjoon ganhou mais que um namorado... Um amigo. 

 

 

[...] 

 

 

Yoongi caminhava pelos corredores com sua mochila surrada nas costas, estava desatento ao ambiente em volta. Wonderwall tocava, preenchendo seus ouvidos com pensamentos desconexos. Estava voltando do clube de atletismo depois de um treino cansativo, havia conhecido e treinado alguns novatos que estavam sob-responsabilidade de Taehyung. Seu corpo doía por completo, apenas alguns dias sem praticar e já se sentia como se um caminhão tivesse o atropelado. Suspirou, esbarrando em um rapaz alguns centímetros mais alto que si. 

— Me desculpe. - O moreno curvou-se educadamente, arrancando-lhe um sorriso. O homem parecia perdido, olhando para todos os lados sem parar. 

— Está... Perdido? - Yoongi arriscou, vendo a forma como o rapaz acenou a cabeça de forma rápida. — Onde você gostaria de ir? 

— Estou procurando meu namorado, ele é do segundo ano, Kwon Jiyong. - O moreno sorriu, encarando o de fios descoloridos. Uma coisa o homem tinha que admitir, ele era extremamente lindo. 

— Ah... Eu sou do terceiro ano. - Yoongi suspirou frustrado em não poder ajudar o rapaz. Olhou para os lados buscando alguma pessoa do segundo ano para pedir ajuda, encontrando a figura alegre de Taehyung. — Ele é do segundo, só um minuto. Tae! - Gritou o nome do rapaz, tentando chamar a atenção do rapaz que saltitava de fones de ouvido. 

Não quero advogado, quero regime fechado com você amor! - Taehyung caminhava pelos corredores cantarolando. — Nós somos bagunçados e reféns desse pecado... - A voz do rapaz morreu assim que encarou a figura incrédula de Yoongi e outro homem desconhecido para si. 

— Taehyung, você pode me ajudar um instante? - Yoongi sorriu para o amigo, puxando-o para mais perto. — Esse meu amigo aqui, quer saber onde é a sala do segundo ano. 

— Ah, algum aluno em específico? - Taehyung questionou gentilmente. Pegou seus fones guardando-os dentro de sua mochila. 

— O nome dele é Kwon Jiyong. Diga a ele que o namorado dele, Lee Seungri, o aguarda. - Seungri sorriu presunçoso, passando as mãos pelo terno preto que vestia.

 


Notas Finais


Lei nº 8.069 - Estatuto da Criança e do Adolescente, constitui-se que até doze anos, não completados, ainda se é criança, dos doze aos dezoito anos é considerado um adolescente.

Carlos* - Trechos de um depoimento online de um alcoólico, algumas partes foram alteradas.

Wonderwall - Oasis.

Seungri vai se chamar Seungri mesmo porque o Top já é identificado como Seunghyun.

Ei, capítulo curto né? Eu sei, me desculpem! No próximo tem Jikook e Yoonseok! Agora sabemos mais de como Yoongi conheceu o Namjoon. Então babys, eu ia adiantar algumas coisas e finalizar a fic em poucos dias, porém andei revisando, se eu fizer isso muita coisa vai ficar de fora. Não posso só unir os casais e felizes para sempre. Namjoon e seu alcoolismo, Jimin e a não aceitação de seu pai, Yoongi e seu passado, além é claro Taehyung e seu caso de amor que está virando um quadrilátero. Além dos novos personagens, Top, Jiyong, Seungri, Mino.
Estou focando um pouco mais na resolução dos problemas dos personagens, todos eles tem muita carga emocional. Namjoon já está se resolvendo aos poucos e aprendendo a confiar em Seokjin. Jimin já se aceita melhor, e Yoongi está começando a revelar seu passado. Não se preocupe que haverá bastante espaço para cenas fofas e amorosas entre os personagens! Espero que gostem do capítulo, beijos.

~ Creio que ainda hoje estarei lançando a nova Fanfic, My Two Lovers. #YoonTaeSeok. ~ Assim que lançado disponibilizarei o link em um capítulo especial que será apagado após 24 horas.

~ Edit: https://spiritfanfics.com/historia/my-two-lovers-9945831 (link da nova fanfic YoonTaeSeok)


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