História Boys in Luv II: Wake Up and Love me - Capítulo 50


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Jinhope, Taejin, Yoonseok
Exibições 162
Palavras 2.605
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, FemmeSlash, Fluffy, Lemon, Lírica, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 50 - Merry Christmas


Fanfic / Fanfiction Boys in Luv II: Wake Up and Love me - Capítulo 50 - Merry Christmas

Jeon Jungkook

 Ele me beijou. 

Sentir seus lábios novamente nos meus depois de um ano, era tudo o que eu queria e desejava. Nossas línguas se entrelaçaram apaixonadamente mesclando o sabor de uísque com cerveja, não era lá muito bom, mas só em ser ele, meu corpo inteiro se alegrava.

– Jimin. – Gemi ao afastar, minha respiração estava acelerada e ele sorriu  

– Jungkook. – Disse ele, mordendo os lábios em seguida e olhando para mim.

Eu o desejava mais que tudo. Quantas noites passei em claro, imaginando seu corpo junto ao meu, enquanto outros homens tentavam ocupar o seu lugar, fazendo coisas que não se igualava ao Jimin. Mas agora ele estava comigo, diante de mim, centímetros longe dos meus lábios. Fechei os olhos sentindo seu polegar acariciar minha bochecha, cada vez que seus dedos dedilhavam até o meu pescoço, descendo lentamente pelo meu peito indo ao encontro do meu umbigo.

 Abri lentamente os meus olhos e encontrei os seus, me olhando com cautela e desejo. Do jeito que eu gostava. Toquei em sua mão, acariciando seu braço em direção ao seu bíceps – que estavam mais musculosos do que antes – adentrando na manga de sua camisa, sentindo sua pele quente na minha. Jimin sorriu.

Uma pessoa entrou no banheiro e esbarrou na gente. 

– Vamos sair daqui? – Disse ele, sem pensar direito, aceitei na hora. 

Jimin pegou em minha mão, o segui entre as pessoas que cantarolavam no bar, ele me levou para os fundos do estabelecimento e saímos por uma portinha. E em seguida entramos em outra, Jimin acendeu a luz e revelou-se uma casa pequena, porém bem arrumada. 

– Que linda! – Falei admirado.

– Não se empolga muito, não é minha. Hoseok.

Assenti. Sorrindo. 

– Quer beber ou comer alguma coisa? – Ele ofereceu, parado no meio da sala coçando a cabeça.

Sotei um riso, mas não respondi. Me aproximei vagarosamente dele.

– É, eu quero. – Respondi abraçando seu pescoço. – Mas eu quero você. 

Jimin soltou um riso. Agarrou com força os meus cabelos, puxou meu corpo para colar no seu e me beijou com desejo, e eu retribui da mesma forma. Sem receio algum, o empurrei em direção ao sofá, ele caiu sentado sobre o mesmo e eu sobre o seu colo. Desci meus lábios para o seu pescoço e ataquei com fervor fazendo Jimin soltar vários gemidos.

Não demorou muito para que me beijasse novamente, explorando cada canto e desesperado demasiado. 

Jimin afastou-se dos meus lábios para retirar minha camisa, rápidamente jogou-a longe e depois fiz a mesma coisa com a dele. Deslizei as mãos pelo seu peitoral até encontrar o botão de sua calça. Ele suspirou, jogando sua cabeça para trás. Rápidamente puxei suas calça sem paciência, na mesma hora, sua box foi parar em seus pés. Quando seu membro pulou para fora, não perdi tempo e abocanhei com desejo, cada canto sendo registrado com a minha língua. 

Jimin gemia alto, mas nada nos preocupava, pois as músicas que tocavam na cafetería impedia que qualquer pessoa nos ouvisse. Suas mãos agarram meus cabelos, ditando os movimentos. 

Não demorou muito para que ele explodisse em minha boca, não hesitei em cuspir seu mel, decidi engolir, caso fosse a última vez, algo dele ficaria em mim.

– Você é o melhor. – disse ele, me puxando para voltar a sentar em seu colo, mas antes disso, me desfiz das minhas roupas. – E o mais bonito também.

Minha bochecha queimou, mas Ignorei e avancei, sentando-me novamente. 

– Mata essa saudade que ainda bate aqui. – Sussurrei em seu ouvido.

Jimin, apertou minhas coxas com força, grudando nossos lábios enquanto isso. Eu fui ao delírio completamente, mesmo estando deitado no sofá de Hoseok, na verdade, eu só queria que Jimin me fodesse como nunca fez antes. E ele fez. Para incentivá-lo gemi e gritei das melhores formas possíveis, tocando o seu corpo sem esquecer nenhum lugar.

Posso dizer que foi a melhor transa da minha vida. Claro, eu ainda o amava e o que fizemos foi amor. Sim, amor. 

Quando finalmente saiu de dentro de mim, ele deitou ao meu lado e me abraçou, cantarolando uma música em meu ouvido.

Parecia um sonho, depois de tanto tempo. E se realmente fosse, eu desejava que nunca fosse acordado.

– Jimin. – Falei.

– Hum?

– Casa comigo? – Pedi, sentindo meu coração bater forte.

Ele ficou em silêncio, isso me assustou, então continuei.

 – Não precisamos fazer nenhuma festa, nem convidar ninguém, apenas você e eu, isso basta.

Para estar com você por toda a nossa vida, eu aceito. – Cantou em meu ouvido.

Abri um sorriso cheio de alegria e o beijei. 

– Prometo sempre te amar, meu garoto de cabelos ruivos. – ri ao lembrar da vez em que o vi na detenção. 

***

ALGUNS ANOS DEPOIS. 

  Levantei-me por volta das meio dia. Embora estivesse nevando do lado de fora, o aquecedor mantia nossa casa quentinha e deixando bem aconchegante. Por isso dormíamos com poucas roupas, dava uma sensação de liberdade também, além do mais, nossos corpos se conectavam quando dormiamos bem colados e sem peças para atrapalhar. Desci as escadas na ponta dos pés, sem fazer barulho, parei na entrada da cozinha e fiquei observando Jimin conversando com o nosso filho, que estava em seus braços. 

– Calma, rapazinho. – disse, balançando o mesmo.

Em seguida, Jimin retirou a mamadeira de dentro do microondas e soltou um grito, quando pingou leito na própria mão. 

– Aish. – Murmurou. – Por que é tão difícil assim? Uma hora esquenta demais e outra parece que acabei de pegar no freeze. 

O bebê fez uma careta e começou a chorar. 

– Não, por favor. Se chorar vai acordar o papai e não queremos estressar o Jungkook hoje. Não é? – Disse ele, mas Jackson continuou chorando, ignorando completamente. 

Me segurei para não rir da cara de desespero de Jimin. Ele pareceu bem perdido, fiquei com dó, mas preferi continuar observando e ver como se saia sem mim. Foi então que ele colou o pequeno Jack na cadeirinha, pegou outra mamadeira na geladeira e misturou os dois leites maternos, deixando a bebida morna. Logo pegou-o no colo e deu de mama. O garotinho bebia com gosto e seus olhinhos brilharam, iguais aos de Park Jimin. Aproximei vagarosamente de Jimin e o abracei por trás, apoiando meu queixo em seu ombro.

– Merry Christmas. – Sussurrei em seu ouvido e beijei sua bochecha. 

– Esse é o melhor de todos. – respondeu.

Observei Jackson tomar seu café da manhã, embora fosse hora do almoço. Nós três juntos em pleno dia de natal, era o melhor presente que eu havia ganhado, eu me sentia abençoado. 

A campainha tocou, me fazendo levar um susto. Corri para atender, achando estranho, pois não esperávamos ninguém. Ao abrir a porta, dei de cara com a minha mãe, ela estava sozinha, sem a Suzy e isso era estranho.

– Mãe? 

– Acabou de acordar, Jungkook? – Falou já me olhando feio. 

– Mais ou menos. – respondi dando passagem para que entrasse. Ela me deu um beijo na bochecha. – Ai que gostoso aqui dentro. Cadê o meu neto?

Sorri, apontei o dedo em direção a cozinha. Ela caminhou até lá, fui logo atrás. 

– Marry Christmas, sogra. – Jimin disse, sorriu.

Mamãe sorriu, se aproximou dele, mas olhando para o bebê em seu colo.

– Cadê o bebê da vovó? – Ela o pegou no colo e ficou brincando. – Tenho um presentinho para você.... aqui esta... 

Mamãe retirou de dentro da sacola um macacão que tinha escrito "Eu amo a vovó Dahyun", ela mostrava para o bebê como se ele entendesse e soubesse ler. Jackson riu, claro ela fez uma careta na hora. Achei engraçado o que ela mandou fazer pois insistia em ser a melhor em tudo para ganhar da Hyoyeon em sua competição imaginária. 

Jimin revirou os olhos. Encostou-se no balcão e ficou me fitando. Depois de alguns minutos se afastou caminhando em direção a saída da cozinha. 

– Kook, o estoque de leite acabou. – avisou ele, antes que pudesse ir para a sala, agarrei em seu braço. 

– Er... Então vai bsucar na casa da Sandara. 

– É a sua vez... 

– Mamãe está aqui... – falei entre dentes. 

– ah, é mesmo. Vou lá. – Jimin disse contente. – Só vou me trocar. – ele se aproximou e beijou meus lábios, mas não foi um simples selinho. Ele sempre fazia isso quando mamãe estava em casa, talvez fosse pra provocá-la.

Mordi os lábios quando se afastou.

– Mãe, está com fome? – Perguntei me aproximando do armário e procurando algo para fazer. – Cadê a Suzy? 

– Ela foi em um encontro as cegas – Respondeu sorrindo feito boba. 

– Quê? Como pôde fazer isso? Mãe! Ela é uma criança...

– Não seja bobo. Suzy não é mais uma criança. – Ela falou sério. – Não quero que ela fique encalhada igual a Tiffany, Aish. Tem quase trinta e fica se achando uma adolescente na TV.

Fiquei quieto preparando uma omelete com vários temperos enquanto escutava sua reclamação. Embora ninguém além de Jin, Jimin e eu soubiam que Tiffany não estava encalhada, ela namorava há uns três anos com sua colega de trabalho, Taeyeon. Claro que ficamos muito surpresos com a notícia, já que sempre vimos ela ao lado de homens e de NamJoon. Elas mantinham a relação em secredo por causa do trio TTS, que agora estava tão popular quanto o Exo. Eu me orgulhava dela, mesmo famosa, não deixou de ser humilde. Como um flash me lembrei que ela prometeu me apresentar o meu bias, Baekhyun. E até hoje estou esperando. 

Ficamos em silêncio por um tempo. Ela foi trocar a fralda de Jackson. Depois que terminei de cozinhar, nos sentamos à mesa para tomar o café da manhã, Jack brincava com a chupeta na cadeirinha.

– Onde a Sandara mora? – Mamãe perguntou. 

– três quadras daqui. – Respondi com desdém, saboreando minha comida.

– Não acha que Jimin está demorando? – Ela olhou para o relógio de pulso, isso me influenciou a olhar no que estava na parede da cozinha. 

– É. – concordei. – deve ser por causa da neve.

– Cuidado viu... 

– Ah, mãe... não seja negativa. Aliás confio em Jimin.

– Filho de peixe, peixinho é.... – ela fez um sinal para mim ficar de olho. Revirei os olhos. Mamãe sempre exagerava nos pensamentos e vivia implicando com Jimin, isso me deixava irritado as vezes. – Não fique esperto...

Revirei os olhos ignorando-a

Jimin chego logo após o café da manhã. Ele trazia uma bolsa cheia de leite materno para o nosso filho. Sandara é uma mulher que se disponibilizou para carregar em seu ventre uma criança de pais gays, a conheci no hospital quando salvei a vida de sua filha. Agora ela era nossa amiga também, de vez em quando nos auxiliava com a criança, mas evitava vê-lo para não ter ligação como "mãe". Por isso, sempre que o leite acabava íamos em sua casa buscar.

Jimin se trancou no quarto durante o resto da visita de mamãe, alegando que tinha provas para corrigir, não gostei de sua atitude, mas no natal o perdão era essencial. 

Mamãe não morava perto, mas estava na cidade por causa de Suzy que estava fazendo provas para conseguir entrar em uma faculdade. Elas sempre se hospedaram em casa durante suas visitas, mas dessa vez, mamãe não quis e não me disse o motivo. Depois que mamãe foi embora por causa de Suzy, coloquei Jackson para dormir e fui ver o que Jimin fazia. Ele estava deitado na cama ouvindo música clássica. 

Deitei-me ao seu lado.

– Que música chata – murmurei. 

– isso me acalma.

– Esta estressado com algo? – Ergui uma sobrancelha. 

– Não. – Riu. – logo se aproximou e me puxou para o seus braços. – Adoro ficar assim, sem nada pra fazer e abraçadinho com você...

Jimin beijou minha testa.

– Ah, eu também. Temos que aproveitar, daqui a pouco o Jack acorda. – Sorri.

– É mesmo... – concordou. Em seguida tocou em meu queixo e me beijou. 

Por um momento ficamos apenas nos beijando, sem pressa. Pouco a pouco nossas mãos foram ganhando rumo, explorando cada canto do corpo um do outro, até o telefone tocar e interromper tudo. Jimin atendeu. 

– Alô. Ah. Oi mãe. – Ele abriu um sorriso, revirei o olhos, porém continuei beijando seu pescoço. – Merry Christmas. Obrigado. Estamos todos bem. Ele está dormindo. Aham, sei. Pode deixar que darei um beijo nele. – ele ficou em silêncio, durante esse tempo tentou me interromper, mas não conseguiu. – Oi, tio. Merry Christmas. Claro, está aqui me atormentado, ta bom, perai....

Jimin me passou o telefone, Neguei e suspirei. Jimin me olhou sério igual uma mãe quando a criança não obedece em local público. Então peguei. 

– Oi. – Falei sem ânimo na voz. Ao ouvi sua voz me arrepiei todo, eu sentia sua falta, mas ele não precisava saber. – Pra você também, pai. Ta bom. Tenho que desligar, estou ocupado. Tchau.

E desliguei na hora que ele ia falar algo.

– Você não pode falar direito com o seu pai? – Jimin perguntou sério, colocando o telefone no gancho. 

– Eu não queria falar com ele.

– Ele é seu pai.

– Idai? – fechei a cara e cruzei os braços. 

– Poxa... é natal. Você não pode perdoar uma coisa de anos atrás? 

Neguei. Sem mais, me levantei e fui para a sala. Me sentei perto no chão em frente a lareira, desliguei o aquecedor e liguei a lareira, fiquei observando o fogo por um bom tempo. Eu não era igual ao Jimin, ele perdôo sua mãe, mas eu não consegui. Evitava ver o casal feliz, enquanto a felicidade do meu pai estava em alta, minha mãe parecia cada vez mais triste e eu tinha medo dela cair com depressão. Suzy era uma cabeça de vento e não ligava muito para isso, nas férias sempre ia para casa de papai e outras vezes ficava aqui em casa. Ela ainda continuava grudada com Jimin, embora nenhum dos dois fossem mais crianças, viviam assistindo filmes e séries sobre coisas fantasiosa, e também discutiam sobre livros de mil volumes, coisas insuportáveis. Seu jeito me estressava, ela não ligava para o que aconteceu e vivia bem.

– Vai virar churrasquinho se continuar tão próximo. – Comentou Jimin, sentando ao meu lado e me entregando uma xícara quente de chocolate. 

Peguei a mesma e bebi.

– Vou ficar bronzeado e dizer que passei o natal no Rio. – brinquei, sorri forçado. 

– É Natal, vamos esquecer tudo, pelo menos por agora? 

Concordei. 

Jimin se aproximou e me beijou. Deitei vagarosamente no chão e ele veio por cima de mim. Seus lábios carnudos atacaram meu pescoço e eu arfei, fechando os olhos e pedindo por mais. Fazia um tempinho que não faziamos isso, nossas carreiras e o bebê ocupava nosso tempo. Nossas roupas foram jogadas pela sala, nossos corpos estavam tão molhadas por causa do calor do corpo e a lareira esquentando que parecia que estávamos tomando banho. Enfiei as unhas nas costas de Jimin quando o senti dentro de mim, me rasgando com força, não reclamei, eu adorava e queria mais. Ele mordeu meu ombro na mesma hora, mas não doeu, o que eu estava sentindo naquele momento era uma sensação maravilhosa que poderia durar para sempre. 

Então, Jackson começou a chorar bem antes de chegarmos ao ápice. 

– Droga. – murmurei. 

– Ele espera.

– Não. Ficou doido? Anda, sai. – dei leves batidinhas em Jimin, que se irritou. Corri até o quarto para pegá-lo e quando vi. Ele parou. Dormiu novamente. – Ah, não... teve um pesadelinho... – comecei a rir.

Jimin apareceu preocupado. Logo contei o que houve e ele riu. Decidimos terminar o que começamos ali mesmo, sem fazer barulho, foi difícil, até Jimin tampar minha boca com sua mão. Depois que terminamos bateu aquele arrependimento de fazer isso com o meu filho. 

– Desculpe, Jack. – Sussurrei. – Não vamos mais fazer isso aqui...

– A culpa é sua , rapazinho. – Jimin disse. – Se não quiser isso, da próxima vez não atrapalhe. 

Dei um tapa no braço dele. Rimos baixinho, observando o pequeno Park-Jeon Jackson dormindo tranquilamente e durante o sonho, ele sorriu. Acabei deixando uma lágrima escapar, Jimin me abraçou forte na mesma hora. 

– Eu amo vocês. 

~ The End ~


Notas Finais


Bom, acabou, pelo menos o segundo. Espero que tenham gostado da fic. Fico muito feliz e agradecida por todos os leitores, os fantasmas e os não. Muito obrigadaaaaaa ♡
Desculpe pelos erros e pelas demoras. Hahahaha
Já me perguntaram se terá o 3, pode se dizer que sim. Vou postar ele em breve com o título "Boys Meet Evil". Será uma continuação que quem quiser ler e considerar continuação, tudo bem. E os que não quiserem também está tudo bem.
O terceiro terá personagens novos e algumas coisinhas diferentes, e claro, nosso amado JiKook, embora eu shippe mais Jihope hehehe...
Enfim, muito obrigada e aguardem que o 3 já escrevi alguns capítulos falta postar.
Beijo no kokoro e até. @Toeizyen (tt)


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