História Boys Meet Evil (Jikook) - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Namjin, Taeny, Taetiseo, Vhope
Exibições 116
Palavras 2.730
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Sem nada pra fazer, decidi postar. Espero que gostem e não me matem ahausjbsusnau :c

Capítulo 2 - Capítulo II


Fanfic / Fanfiction Boys Meet Evil (Jikook) - Capítulo 2 - Capítulo II


O sinal tocou parecendo mais alto que o normal, avisando que o intervalo já havia acabado e estava na hora de voltar ao trabalho. Antes de sair da sala dos professores, peguei mais uma xícara de café expresso bem forte para poder despertar um pouco do meu sono, já que não consegui dormir direito à noite por causa do calor e pernilongos enchendo o saco toda hora zumbindo no ouvido, e pior ainda, me picando como se eu estivesse gostando. Minha garganta coçou louca para que eu alimentasse meu mais novo vício, a nicotina. Não faz bem à saúde, eu sei. Sou contraditório, também sei. Ensino aos meus alunos que não devem fumar em circunstância alguma, enquanto eu deixo um maço de cigarros dentro da minha pasta, me esperando ansiosamente. 

Jungkook odeia, mas parou de se importar com isso, agora me deixava fumar tranquilamente, porém longe dele. Não era todos os dias, e sim, quando eu estava estressado ou furioso com alguma coisa. Descobri que usufruindo dessas drogas – bebidas também– eu conseguia relaxar. Ultimamente a vida estava me dando motivos para usar constantemente. 

Entrei na classe em que os vinte alunos precisavam recuperar suas notas em espanhol, algumas meninas conversavam sobre alguma coisa feminina, percebi por causa dos esmaltes espalhados pela mesa, enquanto alguns garotos se reuniram em um montinho, como se fossem um bando leões em cima de comida, comentavam e riam exagerada. Pelos tipos de coisas que saíam de suas bocas, eles estavam vendo alguma coisa proibida para menores. 

Os alunos que notaram a minha presença, se ajeitaram em seus lugares, as garotas dos esmaltes guardaram rapidamente, apenas esperei que o grupinho de meninos fizessem o mesmo, mas continuaram. Coloquei minhas coisas na mesa, suspirei sem paciência, porém mantive a calma, pois eu não queria gritar e explodir como uma bomba igual a maioria dos outros professores. Pela minha cara, dava para perceber nitidamente que eu não estava com vontade de dar aulas, ainda mais durante as férias, mas... 

– Agora entendo o motivo de estarem aqui. – falei dando uma espiada por cima, eles se assustaram e correram para os seus lugares, menos um que já estava em sua carteira. 

– Professor... – ele gaguejou, escondendo alguma coisa de baixo da mesa. 

– Me dá. – Pedi estendendo a mão. Ele recusou. – Você tem duas opções, me entregar o que quer que seja ou vou na diretoria ligar para os seus pais. Você escolhe, Cho Kyuhyun.

O garoto ficou pálido, baixou à cabeça, estendeu às mãos e olhei para o que ele segurava. Fiquei com receio em pegar, mas não tive escolha, pois como um professor eu tinha que ser autoritário para ser respeitado. Com fúria, tomei a revista de suas mãos, dei uma rápida olhada na capa e a mulher nua me intimidou. 

– Pode ter de volta, se seus pais vierem buscar. – avisei-o, pisquei. Guardei a playboy dentro da pasta.

Abri a boca para falar sobre a matéria, fui interrompido. 

– Acho que o senhor se enganou. – Ele disse. – Não há homens nessa vista, só pra avisar. – Kyuhyun fazia tic tac com uma caneta, enquanto me encarava com ar de espertalhão. 

– Claro! E por acaso sua nota azul está? – Ergui uma sobrancelha, esperando uma resposta, embora eu não quisesse realmente uma. Kyuhyun mudou seu semblante, ficando completamente sem graça, pois ele sabia que a recuperação era para os alunos que não estavam com notas boas. Balancei a cabeça em negação e em seguida dei as costas para escrever algo no quadro negro. 

Ouvi alguns comentários sobre isso, mas Ignorei, era a melhor coisa que eu podia fazer no momento, porém eu não me arrependia de ter deixado bem claro, desde que comecei a trabalhar no colégio, que eu sou gay e também sou casado com um homem. No começo, todos estavam receosos comigo, mas conforme o tempo foi passando, mostrei que além de homossexual, eu era um excelente profissional. Deve ser por isso que ainda não fui demitido, já que o preconceito ainda prevalece dentro de algumas pessoas, principalmente dentro do direitor.

Alguns alunos interagiram na aula, respondia às perguntas em espanhol, outros tinham dificuldades por não gostarem do idioma e outros apenas se recusavam em tentar – e era eles que fodiam com a minha reputação. Pois, se o aluno não aprender a culpa é do professor por não ensinar direito. Eu fazia parte dos cinco melhores professores do colégio, todo o ano eu ganhava um mini troféu como recompensa, o que me deixava feliz, menos quando um professor novo de Espanhol não conseguia fazer seu papel e eu tinha que trabalhar dobrado no reforço escolar. Quando o sinal resolveu tocar, fiquei aliviado porquê estava na hora de ir embora, a garotada saiu igual filhotes de galinha, quase pisoteando uns nos outros e desesperados para sumirem dali.

– Professor... – o garoto da revista se aproximou. – Pode me devolver... er...

Não olhei para ele. Enquanto eu o escutava gaguejar, guardei minhas coisas na pasta e verifiquei a hora no meu celular. 

– Não entendeu o que eu disse? – o encarei. 

– Qual é, isso não pega nada. – Kyuhyun estendeu a mão. – Não leve tão a sério, prof.

– 'Cê sabe que é proibido esse tipo de coisa, por que trouxe? – cruzei os braços, esperando uma resposta satisfatória e ele não respondeu. – Peça ao seus pais virem buscar, não pega nada... – Falei com ironia.

Kyuhyun fechou a cara, parecendo um touro furioso e apertou com força a alça da mochila. Fiquei parado com ar de vitorioso, ainda esperando que me disesse alguma coisa. 

– Faça bom aproveito, Professor. – disse com ironia, sorrindo de canto. Entendi perfeitamente o que ele quis dizer com isso, me segurei para não partir pra cima dele e acabar fazendo algo que me condenaria a pena de morte. Eu sei que me avisaram que não seria fácil viver a vida sem ouvir piadinhas de mau gosto sobre o meu verdadeiro eu, porém escolhi enfrentar tudo e todos. Aliás, continuo enfrentando sem baixar a cabeça. 

Quase todos os dias eram a mesma coisa na hora de voltar para casa, o trânsito parecia nunca ter fim, até mesmo em epoca de férias. Pensei que não daria de cara com isso, mas logo lembrei que a maioria das pessoas que mora em Seul, não ia passar o verão dentro de casa, e sim na praia ou em qualquer lugar do país – e de carro. Me perguntei porquê não fizeram isso ontem, já que foi feriado, mas não, todos decidiram ir no mesmo dia! Liguei a rádio e deixei em uma estação que tocava músicas estrangeiras, principalmente inglês e algumas eram em espanhol. Cantarolei as que eu conhecia de cor, mesmo assim o engarrafamento continuava no mesmo lugar e vi que xingar ou me irritar com isso, não resolveria o meu problema. 

Foi então que algo brilhou em minha mente, olhei para o banco do carona e vi minha pasta de couro preto sorrir para mim. Lembrei de repente da tal revista, pensei mil vezes se eu deveria pegá-la ou não. "Faça bom aproveito, Professor." A voz de Kyuhyun ecoava em minha mente, cerrei o punho e bati a mão no volante. Aquele garoto adorava zombar de mim por causa da minha opção sexual e ele fazia isso sem medo, qualquer coisinha seu papai poderia resolver apenas estalando os dedo. Claro, seu pai é um dos homens mais poderosos da cidade, acho que até do pais. E eu não estava afim de fuder com a minha vida tão cedo, por isso eu tinha que aguentá-lo sem me queixar. Suspirei, mordi os lábios pensando nas palavras daquele pirralho e então, minha curiosidade falou mais alto, acabei pegando-a. Comecei a folhear, me deparando com cada fotógrafia, uma mais tensa que a outra, mesmo não estando acostumado a ver corpos femininos há muito anos, meu proprio corpo estremeceu de repente, meus pelos se arrepiaram enquanto meus olhos observava cada detalhe, como se fosse uma obra de Leonardo da Vinci. Sinceramente, não senti repulsa e nem nada que Jungkook sentiria se visse isso. Ele não sentia atração alguma por mulheres, ele sempre deixava isso claro, principalmente quando uma parte do corpo feminino aparecia em algum filme que estávamos assistindo, Jungkook reclamava, enquanto eu não acha nenhum problema em ver, afinal, não íamos fazer nada demais além de olhar.

Quanto tempo fazia que eu não parava para ver uma coisas?

Imaginei o que Jungkook diria se me visse folheando uma playboy, certamente me mataria com a revista. Levei um susto quando o carro atrás do meu buzinou, fechei-a com certo desespero na mesma hora e comecei a andar com o carro.

Cheguei em casa por volta das nove horas da noite. Um delicioso cheiro de comida invadiu em cheio minhas narinas e fazendo meu estômago roncar. Entrei pela porta da cozinha, mas o sorriso que brotou em meu rosto por ter chegado em casa finalmente, desapareceu quando dei de cara com a minha amada sogra. Dahyun me olhou rápidamente e deu um sorriso estranho, até me assustei. 

– Bem vindo de volta. – murmurou ela, lavando a louça. – Fiz Kimchi Soup, aproveita que enquanto está quente.

Por um momento pensei em correr para o fogão e matar minha fome, porém fiquei receoso, ela poderia ter colocado veneno, mas vi que minha desconfiança era tola quando Suzy apareceu na cozinha com um prato vazio nas mãos. 

– Chim Chim! – Gritou alegre. Fiquei contente pela sua reação, já que sua mãe havia me assustado, pelo menos uma Jeon ia com a minha cara. – Bem vindo de volta! Cadê Jungkook? 

Franzi o cenho. – Ele não chegou?

Ela negou.

– Vocês dois não voltam juntos pra casa? – Dahyun perguntou, erguendo a sobrancelha. 

– Não, raramente. Nossos horários de saída são diferentes. – A jeitei a bolsa em meu ombro. – Jungkook não ligou avisando se ficará de plantão? – Peguei meu celular para verificar se tinha alguma mensagem, mas não tinha nada. – Ele não mandou e nem ligou, isso significa que ele esta voltando. – Sorri.

– Ah, poderia ter passado no hospital. – Dahyun disse soltando fumaça pelas narinas. – Não custava.

– Não nos envolvemos no trabalho um do outro. – Deixei bem claro. 

 Dahyun me olhou desconfiada, porém não disse nada. Melhor ainda, eu não estava com vontade de mostrar meu lado negro na frente de Suzy, ela não merece ver a nossa guerra. Sai da cozinha, passei na sala e dei um beijo em Jackson, depois corri para o quarto. Joguei a bolsa na cama e entrei no banheiro, tomei um banho rápido, porém delicioso. Vesti uma roupa leve, camisa regata e uma bermuda. O calor parecia pior que o dia anterior, embora um ventinho fresco dentrava pela janela. 

Passei pela sala de estar, Dahyun estava na sala com o meu filho em seu colo, olhei maiss uma vez e não vi Suzy. Dei de cara com ela na cozinha, a garota estava sentada na cadeira com os braços sobre o balcão, ela me olhava com um sorriso meigo em seu rosto. 

– Desculpe, Chim. Eu ia te esperar para jantar contigo, mas você demorou e a fome apertou. 

– Oh, obrigado pela intenção. – Sorri. Peguei um prato e coloquei um pouco de Kimchi Soup, me sentei ao seu lado para jantar. – Eu também não sabia que ia demorar, o trânsito estava um infer... Desculpe.

Ela riu.

– Não sou mais uma criança, Chim. – Suzy ficou séria. – Acha que não sei palavrão? – então riu.

– Prefiro pensar que ainda é uma criança. – Brinquei, como um flash as imagens que vi na revista me veio à tona, me fazendo olhar para Suzy e lembrar que ela era uma mulher igual as modelos. Me engasguei com o Kimchi, comecei a tossir. 

– Por favor, não morra. – Disse dessesperada. – Chim Chim? 

– Estou bem. – Respondi, minha voz falhou. – Tudo bem. 

Suzy deu uns tapas nas minhas costas, em seguida deu un pulo, abriu a geladeira e pegou uma garrafa de água. Ela me entregou, mas antes que eu pudesse pegar, ela abriu.

Me recuperei rápidamente. Suzy voltou a se sentar ao meu lado, olhando-me como se eu fosse um filme que precisasse de tanta atenção, seus olhos escuros me deixou constrangido por causa dos meus pensamentos. 

– Você queria sem gelo? 

– Ah, não... tudo bem. – Falei pegando a garrafa e bebendo um gole. – Já estou melhor, desculpe...

– Mamãe exagera na pimenta... – Ela revirou os olhos e sorriu, quando ela sorria, seus olhos pareciam sorrirem juntos. Suzy jogou uma mecha de cabelo para trás do ombro, apoiou a mão sobre o queixo, em cima do balcão e ficou me fitando. Fiquei um pouco sem jeito ao comer e ela ficar olhando como se eu fosse uma pintura difícil de ser entendida. 

– Adoro pimienta. – Comecei a rir. Eu estava meio sem jeito, e não consigo ficar sério. 

Ela riu também, mesmo sem saber o real motivo. 

– Boa noite. – Jungkook disse, batendo a porta da cozinha ao entrar. – Já está jantando?

Suzy se afatou e correu para abraçar o irmão, que era bem mais alto do que ela, fazendo-a ficar na ponta dos pés ao agarrar o seu pescoço. Seu vestido deu uma subida, o que não foi tão legal, já que meus olhos estavam fixos nela. Jungkook abriu um sorriso enorme, bagunçou o cabelo dela e se aproximou de mim, deu-me um beijo, que era para ser um selinho, mas a eletricidade que percorria pelo meu corpo me fez pedir passagem para minha língua encontrar a sua, ele não negou.

Suzy pingarreou, nos fazendo separar.

– Aloha, ainda estou aqui. – Cantarolou ela, rindo em seguida.

Sorri, passando a mão na nuca, me sentindo um pouco constrangido por causa da sensação estranha que tive. Ela ainda estava ali, e eu lutava comigo mesmo para afastar os pensamentos parecia que ambos pudessem ler o que se passava na minha cabeça, todavia algo me chamou a atenção, um cheiro de perfume atrapalhou minha mente de trabalhar por breves instantes. 

– Perfume novo? – Perguntei, sentindo uma fragancia diferente, já que ele usa sempre o mesmo perfume. 

Jungkook franziu seu cenho como se não entendesse a minha pergunta, ergui a sobrancelha com desconfiança, apesar de não ter motivos para suspeitar de alguma coisa, mas sua demora me deixou com um pézinho atrás. Seu rosto relaxou, abriu-se um sorriso.

– Meu perfume acabou e passei de alguém no trabalho para não ficar com cheiro de sangue. – Respondeu com serenidade como se fosse natural usar perfumes dos outros. Dei de ombros continuando a comer, a propósito, já estava fria. – Vou tomar banho. 

Jungkook saiu da cozinha, pelo que ouvi, parou na sala e trocou umas palavrinhas com sua mãe, e o bebê. Novamente ficamos a "sós" nos entreolhando em silêncio, o clima ficou esquisito, ou pelo menos para mim, talvez fosse coisa da minha cabeça devido aos pensamentos que tive. Terminei o jantar que só percebi quando Suzy pegou o prato e se ofereceu para lavar, tentei impedir, mas quando meu braço roçou no seu, me afastei de repente.

– Jimin, o que foi? – Perguntou assustada.

– Nada. – Tentei manter a tranquilidade em seu rosto. Dei uma volta pela cozinha, peguei mais uma cerveja, pensei em beber, mas desisti. Me virei para o meu cantinho no armário, peguei uma garrafa de uísque que estava pela metade, enchi um copo e coloquei gelo.

Assim que o líquido molhou meus lábios, enchendo minha boca e descendo rasgando pela a monha garganta, senti uma explosão de felicidade junto com um pouco de prazer, relaxei totalmente como se estivesse recebendo massagem nos ombros.

– Você me assustou. – comentou soltando um riso. – Como foi seu dia?

– Cansativo. – Suspirei. Sentei-me no mesmo lugar que estava antes. – E bem estressante.

– Ser profesor é tão difícil? 

– Não, não é. – bebi mais um pouco. – É algo que eu gosto de fazer, sinto prazer imenso em dar aulas.

– Espero encontrar alguma coisa que eu goste, igual a você. – Suzy terminou de lavar a louça que eu tinha sujado, fiquei grato por isso.  

– Não tenha pressa. Tudo tem o seu tempo. – Pisquei, sorrindo. 

– Estou morto de fome! – Jungkook disse entrando na cozinha. – O que tem pra comer?

– Kimchi Soup. – Respondeu Suzy. – Está uma delícia! 

Concordei com a cabeça, levando o copo até os lábios, bebendo mais um gole de uísque. Suzy deu um prato vazio para o irmão, em um instante caminhou em direção da sala. 

– Como foi seu dia? – Perguntei, seguindo Suzy com os olhos, até ela desaparecer de vista. 

– Ah... Foi corrido. – suspirou, colocando Kimchi no prato. – Nada de novo. Que cheiro cheiro gostoso! Hum... E o seu?

– Estou tendo que lidar com os piores alunos do colégio. – Depositei o copo em cima do balcão. – Não há nada melhor. 



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