História Bracci-Sforza - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bruno Rezende
Tags Bruninho, Capitã, Seleção Brasileira
Exibições 106
Palavras 520
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gente desculpa qualquer erro, to muito animada com a história. Obrigado pelos comentários e o incentivo

Capítulo 2 - Hoje vale a pena


Estamos na espera pela chamada do Brasil, ainda choramos, mas não igual a antes.
-BRASIL!
É agora, subimos ao pódio, e todos vibraram, havia muitos brasileiros em Londres, começa a tocar o hino, e a emoção esta a mil, meu coração batia muito acelerado.
Vejo Thomas Bach, o presidente do COI vindo em minha direção com a medalha de ouro que causaria inveja em todo mundo, ele coloca a medalha em meu pescoço e o comprimento. Saímos do ginásio ovacionada pelo público, tínhamos que passar pelo corredor da morte como a Fabi chama o lugar onde a imprensa fica.
-Estamos aqui com a capitã da seleção brasileira, Francesca como você descreve essa vitória do Brasil?
-Essas Olimpíadas foi um desafio e tanto e essa vitória so mostra que o vôlei é assim, é cheios de surpresas e altos e baixos, nos lutamos muitos e mesmo com a derrota para Coréia, agente não ia desistir e é isso. Esse título e pro Brasil
-Obrigado
Fui para o vestiário, umas choravam a falar com a família e outras rezavam, fui tomar um banho e quando volto vejo que recebi umas vinte milhões de mensagens me parabenizando, minha família, o Bruno e ate mesmo do Bernardinho. Ligo para minha mãe, que me atende tão emocionada, e eu igual, nem sei se eu vou conseguir dormir hoje.
"Hoje foi seu dia baixinha, estava maravilhosa e vai por mim que não estou dizendo isso por você ser minha. Sinto muito por não estar ai. Te amo muito"
Recebo essa mensagem fofa do capitão (Bruno), chamo ele assim desde sempre, sabe apelido de infância.
"Ai obrigado amor, e amanhã é o seu dia, então já sabe..."
Bloqueio meu celular e saio para comemorar com as meninas, mais sinto alguém tocar meu ombro
-Não tive a chance de te parabenizar e agradecer ainda querida - sorriu para Ze que é extremamente importante para mim
-Sabe que sou eu que tenho que agradecer por tudo, por ter acreditado em mim, por me mostrar que eu posso ir longe se eu continuar persistente
Nisso Ze sorriu e eu retribui, fomos embora e comemoramos indo a uma balada em Northampton, voltei pro alojamento morta, Jaque estava de fogo, pra ser sincera eu também. Como a noite foi boa, ja imagina meu estado essa manhã.
-Bom dia! -diz Jaque abrindo as janelas e deixando o sol entrar no quarto e me causando mais dor de cabeça
-Como você não ta de porre? Eu que bebi menos que você, to querendo me matar
-Porre nenhum vai estragar minha felicidade. Se prepara que hoje tem mais
-Ai socorro -disse um tanto dramática enquanto Jaque ria
Levanto, me arrumo e vou tomar café, no refeitório pego o de sempre, uma tapioquinha para alegrar o dia
-Porque você sempre come o mesmo?
-Porque é tapioca -digo rindo
O tempo passa e as meninas e eu começamos a nos arrumar, afinal é a final Olímpica dos mozões, tem que estar plena, soltei meu cabelo por um milagre, não gosto de usar maquiagem, mais hoje vou usar, nada demais, lápis de olho, rímel e delineador e pronto.
 


Notas Finais


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