História Bracci-Sforza - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bruno Rezende
Tags Bruninho, Capitã, Seleção Brasileira
Exibições 99
Palavras 1.161
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gente eu já disse que amo vcs? Obrigado pelo carinho, eu sei que essa capitulo demorou, mas sabe em algumas partes deu bloqueio, mas mesmo assim obrigado. Eu tento acompanhar os jogos do Sesi, Bruno e Serginho como sempre maravilhosos

Capítulo 4 - Trezes lances de escada para relaxar


1 ano atrás...

-Ai sei lá cara, eu não queria ir pra casa do meu pai -disse Bruno

-Porque não divide o apartamento comigo?

Bruno me olhou com uma cara estranha e meu irmão com um sorriso malicioso

-Dividir o apartamento com você?

-Olha eu vou tentar não me ofender com isso

-Não é isso Fran, é so que eu não sou uma pessoa muito organizada e tal

-Primeiro: Eu também não. Segundo: Eu morava com o Pietro então bagunça nenhuma me incomoda mais. Terceiro: A Lu foi pra Rússia e eu preciso rachar o aluguel com alguém e você precisa de um apartamento, então aceita

Bruno me olhou bem pensativo

-Tudo bem. Se você prometer não me seduzir. Sabe eu preciso focar no vôlei agora

-Haha, pode deixar. E o mesmo para você - digo rindo

Dois meses depois ele se muda, no apartamento tinha três quartos, um meu, outro da Luiza, agora do Bruno e o terceiro era nosso closet compartilhado.

-O apartamento é legal

-É sim

Ele coloca as coisas do quarto e pega uma sunga e abri a porta e fica me olhando por alguns segundos

-Você vem? -me perguntou

-Pra onde?

-Praia -diz todo sorridente
-Não

-Porque?

-Bruno eu odeio praia

-Ah meu primeiro dia de volta ao Rio depois de muito tempo, agente tem que ir

-Bruno não vai rolar. Vai você sozinho

-Fran, eu posso ser bem teimoso igual a você. Vamos, vamos,vamos,vamos -e ele fica repetindo igual uma criança, fazendo biquinho

-Mas que... Tudo bem, mas eu não vou entrar na água

-Vai pegar um biquíni, não pode ir de moletom pra praia

-Infelizmente -sussurro e ele ri

Pegamos o carro dele e ele dirige ate Copacabana, odeio praias por diversos motivos, um deles é a areia. Peguei um biquíni qualquer de bolinhas vermelhas e o fundo branco, chegamos lá e resolvi tirar o short e levar um pouco de sol enquanto Bruno dava um mergulho, sempre fui muito branca e nunca conseguir me bronzear nada. Do nada vejo Bruno todo molhado vindo em minha direção.

-Você tem que entrar na água

-Eu já disse que não vou entrar

Vejo Bruno me pegar pelo colo e me arrastar ate a água

-Qual é, se diverte, por mim. Isso é lindo, como não gosta -disse isso com os dedos no meu queixo

-Não gosto. E você não devia ter me  jogado na água. E se eu não soubesse nadar?

-Eu te salvava. Fazia respiração boca a boca se precisasse

Sai do mar, um pouco desconfortável e um pouco sem graça, sei lá, aquilo foi estranho, eu vi o Bruno de um jeito diferente. Vejo ele correndo atrás de mim, enquanto eu arrumava as coisas.

-Bruno eu tenho que ir. Daqui a pouco tenho treino com o seu pai

-Okay, vamos
Pegamos o carro, dirigimos de volta ate o prédio, entrámos no elevador, em um silêncio total. Ate que o elevador para.

-Ai não, qual é

-Calma Fran, daqui a pouco volta a funcionar, deve ter sido uma falta de energia e nada mais

Passaram 10 minutos e nada, então resolvo sentar, Bruno faz o mesmo. Estava muito calor, então resolvo tirar a blusa, ate esqueci que o Bruno estava lá.

-Qual foi a parte do não me seduza, você não entendeu?

-Estou te seduzido? Eu so tirei a blusa por causa do calor

-Eu seria burro se dissesse que não está

Reviro meus olhos rindo, e vejo o Bruno tirando a camisa, e vejo seu tanquinho definido

-Qual foi a parte do não me seduza, você não entendeu? -disse rindo

-Toda ela -ele se aproximou de mim, como se fosse me beijar

-Bruno

-O que?

-Você está com seu celular? -digo isso destruindo o clima entre nós

-Ta sem bateria

Suspiro triste, ja tinha passado quase duas horas que estávamos naquele elevador maldito e ainda tinha treino com o Bernardinho, o que me deixava mais aflita. Não era claustrofóbica, mas depois de hoje passaria a ser, olho para o lado e vejo Bruno dormindo, como pode estar tão calmo? Principalmente com a temperatura que devia estar uns 30 graus, ta 30 graus não, mas quase isso.

-Bruno acorda?

Mexo em Bruno e ele não acorda, então resolvo bater nele com mas força e ele ainda não acordava

-Ai Bruno, acorda vai, não faz isso comigo -digo desesperada

Não acredito que ele passou mal, do nada sinto uma mão em minha cintura e quando olho para trás vejo Bruno rindo. Não acredito que ele estava me zuando

-Bruno!

-Eu tava te zuando. Você acreditou?

-O que você acha. Não faz mas isso -digo dando um tapa nele

-Vem cá. Não precisa se preocupar, sou duro na queda -Bruno me fala enquanto coloca os braços em volta de mim

-Eu devia matar você Bruno. Eu odeio praia ai você me arrasta ate uma, agente fica preso no elevador por duas horas e eu ainda vou perder o treino do seu pai!

-Desculpa -diz ele, um pouco sério

A luz volta e o elevador volta a funcionar, meus olhos começam a brilhar, graças a Deus que isso acabou, não vou usar esse elevador nunca mais. Ainda estou brava com o Bruno, mas esses 13 lances de escadas podem ajudar a me acalmar, tenho que me arrumar rápido para o treino, ele já esta no final, mas mesmo assim não posso faltar. Me visto e desço mais 13 lances de escadas, pego o carro e vou em destino ao ginásio do Maracanãzinho. Entro e vejo que hoje o Bernardinho esta bem irritado, tenho muito medo dele, não nego, vejo olhares voltados para mim enquanto o Bernardinho caminha em minha direção.

-Quem é vivo sempre aparece. Porque o atraso Bracci?


-Olha, eu passei as duas últimas horas trancada em um elevador com o seu filho, então eu também não estou com bom humor e vou treinar

Digo isso com muito medo dele gritar comigo, mas ele não me disse nada, só mandou eu ir ao vestiário. Fico lá até as 16:00, as outras jogadoras ja tinham ido, mas para o Bernardinho não tem horário, ele libera quando quer. Volto para casa e quero muito a minha cama, mas me surpreendo quando vejo Bruno com uma garrafa de vinho.

-Bruno não to no clima

-Ah aceita isso como meu pedido de desculpa e um brinde para a minha mudança. É do seu país

-Na verdade esse vinho é Português, mas tudo bem, ta perdoado. Vinho é vinho

Ele me serve e agente começa e beber e a conversar, sabe lembrar do passado...

-Eu não gostava do Zé Droguinha

-Gostava sim. Não sei como, ele fedia a cerveja e cigarro

-Não se esqueça dos 3% de maconha

-Tinha gente que tinha até ciúmes?

-Quem por exemplo?

-Seres humanos

-Quero nomes

-O seu irmão e...

-E...?

-Eu -ele diz isso com uma certa proximidade, como se você me beijar, ate que a campainha toca

-Eu... Eu atendo -digo um tanto sem jeito


Notas Finais


Gente se gostaram comente, se tiverem duvidas também comentem, e que eu sou uma pessoa muito confusa


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