História Branca de Neve - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha
Visualizações 85
Palavras 1.368
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


então... ausuashahsuahu
se preparem para as emoçoes.
desculpem os erros e boa leitura...

Capítulo 19 - Capitulo 19


Capitulo 19

Kikiou – há um clima tenso nesse castelo hoje – estava sozinha com sua mãe, no salão de jantar. Ninguém mais apareceu para compartilhar com elas a refeição – eu gostaria de saber o que está acontecendo.

Tsubaki – nao devemos interferir nos assuntos do castelo, ate que voce esteja casada com Sesshoumaru – a filha bufou, estava entediada – ora Kikiou, isso não é coisa que uma princesa deva fazer.

Kikiou – é que eu estou cansada. Nunca foi esnobada, e Sesshoumar ousa fazer isso comigo.

Tsubaki – paciência... – a velha bruxa se levantou.

Kikiou – aonde a senhora vai?

Tsubaki – tenho um assunto para resolver.

Kikiou – vai me deixar sozinha? – mas não obteve uma resposta. Sua mãe já se retirava do recinto.

#-#

Já impaciente, Rin andava de um lado para o outro. Estava com medo de que Sesshoumaru não fosse mais aparecer. Der repente, olhou pela janela de seu quarto, na escuridão não se dava para ver nada, mas teve uma péssima sensação. Começou a ouvir uivos de lobos, que fez seu coração disparar. Ela tinha certeza que alguma coisa estava errada.

Rin – está ouvindo? – perguntou para a sua Irma.

Sango – o que? – olhando pela janela também.

Rin – lobos.

Sango – tem muitos lobos na floresta.

Rin – tem algo estranho – e do nada, flocos de neve começara a cair, como lagrimas em uma triste melodia. O vento cortava seus cabelos e a escuridão lhe chamava. Rin então resolveu sair.

Sango – Rin... onde voce vai? – se cobriu com um casaco e foi atrás da Irma – espera Rin... – mas a outra perseguia seu caminho sem dizer nada, como se estivesse procurando algo.

Os pés afundavam na fofa neve, os cabelos brancos pelos flocos que caiam. Rin não parava, pareciam que algo lhe guiava, em meio a escuridão. Ate encontrar Kohaku parado, ele estava de costa e segurava uma tocha, iluminando a noite.

Rin – Kohaku? – ele virou e a olhou, seus olhos estavam lagrimejados – o que... – ate que olhou mais a frente dele, no chão, um corpo ensanguentado. E ela logo reconheceu de quem se tratava – pai? – se jogou ao lado do corpo, chorando.

Sango – Rin... Kohaku... – e assim que viu o pai morto no chão, também caiu em choro – o que aconteceu? – mal podia acreditar.

Kohaku – parece que foi atacado por lobos – tentava se manter firma na frente das irmãs.

Rin – pai... – chorava compulsivamente. Não acreditava, não queria acreditar. Seu coração estava em ruínas. Chorando ao lado do corpo, do homem a quem acreditava ser seu pai.

Sango – fica calma Rin... – tentando consolar sua irmã.

E era preciso, o cair da neve se intensificava, o frio aumentou subitamente. Sango e Kohaku, mal conseguiam se manter em pé, tamanha tremedeira de seus ossos. Os lábios roxos, saindo fumaça da boca. Rin poderia causar um desastre.

Kohaku – temos que sair daqui... – preocupado com as irmãs – antes que a neve nós cubra.

Sango – vamos Rin.

Rin – não eu não quero... – não queria se afastar de seu pai.

#-#

Aquela pequena abertura, com grades grossas de ferro. E tudo que Sesshoumaru conseguia ver, era uma grande tempestade de neve vindo. E no fundo do seu coração, aquilo que é difícil de explicar, mas ele sentia, Rin precisava dele.

Sesshoumaru – Miroku... Miroku... – chamava o guarda – vem aqui.

Miroku – por que esse desespero, alteza.

Sesshoumaru – me solta, eu preciso sair daqui.

Miroku – isso eu não posso fazer. Ordens especificas do Rei.

Sesshoumaru – você não está entendendo... ela precisa de mim – o outro parou por um instante. olhou fixo para aquela pequena abertura, e se assustou.

Miroku – ai meu Deus... – correu dali.

Sesshoumaru – não, volta Miroku.

#-#

A grande tempestade ainda não havia chegado no principal vilarejo do reino. As pessoas ali continuavam sua rotina normal. A noite, os homens bebiam em um tarvena agitada, bebendo para se aquecerem.

Sentado sozinho em uma mesa em um canto escuro, estava Naraku, que parecia comemorar o bom resultado de seu plano.

Naquela hora, entrou pela porta da frente, uma figura misteriosa. Coberta por um grande capuz, que dificultada a identificação de seu rosto, caminhou em direção aquela mesa afasta. E se sentou na frente do homem.

Naraku – o que quer? – a pessoa em sua frente, então se revelou. Tirando o capuz.

Tsubaki – vim lhe dar os parabéns. Parece que seu plano deu certo.

Naraku – não graças a você. Tive que fazer tudo sozinho.

Tsubaki – eu não podia me arrisca. Mas é uma pena que o Rei é seja tão covarde. Se fosse outro, já tinha condenado Izayoi a morte.

Naraku – a rainha é muito bela, eu entendo ele. Mas vai ficar mais difícil para você.

Tsubaki – agora, que ele está magoado com o que aconteceu, vai se render aos meus encantos.

Naraku – eu não estou satisfeito. Sesshoumaru era para está morto, e não preso.

Tsubaki – eu conquistando o Rei, posso convencê-lo a mata-lo.

Naraku – então voce me dar a mão de sua filha em casamento.

Essa era a grande aliança dos dois. Tramando contra o reino e a família real. E der repente, tiveram que encerrar a conversa. O toque do grande sino soou, alertando a todos da cidade que uma tempestade se aproximava.

Apavorados, todos tentavam ir para a suas casas, em busca de abrigo. Muito foram pegos no meio do caminho, a neve caia forte, cortava os seus como canivete. Foi uma grande confusão.

#-#

Sango – Rin... você tem que se acalmar – tentava se aquecer de todas as formas possíveis, mas ainda sentia muito frio.

Rin – eu não consigo – parecia anestesiada. Ainda em choque, era a única que não sentia frio naquele momento.

Kohaku – temos que ficar unidos, agora somos só nos três.

Sango – você precisa tomar esse chá.

Rin – eu não quero... – e la fora, a tempestade, só piorava.

Sango – segura ela Kohaku... – tinha que fazê-lo tomar aquela chá de qualquer jeito.

Rin – não... – o irmao a segurou, e Sango colocou a força o liquido em sua boca, e no mesmo instante, a menina pegou no sono.

Kohaku – o que você deu para ela?

Sango – era preciso – não tinha mais o que fazer.

Kohaku – olha... – olhou pela janela – parece que a tempestade está passando.

#-#

Sesshoumaru – está passando... – o príncipe quase congelou, tamanho o frio que ficou naquela cela. Mas apesar de está debilitado, com os dedos dormentes e todos os seus ossos estarem doendo. Ele estava mais preocupado com sua amada – Rin... – sussurrou o nome dele ao meio da fumaça que saia de sua boca.

#-#

O sol ainda estava preste a nascer, mas o Rei já estava preparado para sair. Devidamente agasalhado, ele e sua comitiva já estava pronta.

Inuyasha – por que temos que sair tão cedo?

InuTaisho – precisamos conferir os estragos da tempestade desta noite.

Inuyasha – minha mãe está bem?

InuTaisho – não se preocupe com ela. sua mãe provavelmente foi a pessoa que passou a noite mais confortável – disse serio.

Inuyasha – onde está Sesshoumaru ? – estranhou o irmão não está ali. Era sempre ele que saia ao lado do pai.

InuTaisho – vamos logo.

Então partiram para o vilarejo. Um bom Rei sempre estava em busca do melhor para o seu povo. E InuTaisho estava preocupado com a tempestade, e precisa verificar para saber se tudo estava em ordem.

#-#

Os dois não tinham dormindo naquela noite, ainda estavam em choque com a morte do pai. Se olhavam, como se pedissem consolo um ao outro.

Kohaku – eu vou sair. Recolher o corpo do nosso pai, para que ele tenha um enterro decente.

Rin – eu quero ir com você – ela aparece.

Sango – Rin... – foi ate a Irma e abraçou – é melhor voce se deitar – estava preocupada que o emocional de Rin causasse um desastre na natureza.

Rin – eu estou bem... – olhou firme para a irma mais velha – não vai acontecer de novo.

Kohaku – fica Rin. Eu vou trazer o nosso pai.

Tentou sair da casa, mas na frente da porta tinha muita neve. O caminho estava barrado. Kohaku pegou uma pá e tentou se livrar da neve, para poder passar, mas acabou encontrando algo surpreendente debaixo da neve.

Kohaku – Meu Deus!

Sango – o que é isso – as duas se assustaram – é um corpo – congelado e sem vida, um corpo foi descoberto. Morte causada provavelmente pelo frio.

Rin – ah não... – seus olhos se encheram de lagrimas – é o pequeno Shippou.

Continua...


Notas Finais


é... as coisas estão dramaticas.
o que Sesshoumaru ira fazer para ajudar Rin.
e como ela ira se sentir.
bjs e ate.


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