História Branco e Cigarros - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jungkook, Personagens Originais
Tags Angst, Bangtan Boys, Bts, Deathfic, Drama, Jikook, Kookmin, Morte, Sofrência, The Leftlovers, Tragedia
Exibições 78
Palavras 3.829
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Perdoem qualquer erro, e me avisem pra eu corrigir okay?

Boa leitura!

Capítulo 10 - O Presente de Jeongguk





Jeongguk fica realmente autoritário quando se trata de arrumação. Ele já deu tarefas até para as meninas, se achando no direito de mandar e desmandar, ainda que todos estejam fazendo o que ele quer sem qualquer objeção. Porque, de qualquer forma, o Jeon tem um ótimo olhar para aquele tipo de coisa. As meninas não ligam muito quanto a obedecê-lo, mas Jimin faz as coisas meio à contragosto, porque Jeongguk é, afinal, seu aprendiz. E na concepção de Jimin, ele é quem deveria tomar as rédeas em qualquer situação.

Enfeitar a casa e montar a árvore de natal apenas no dia 24 parece tarde demais, porém não tiveram tempo para fazê-lo antes — e também, demorou para que encontrassem a árvore e os enfeites na garagem fora de uso; justamente porque não a usam é que nunca entraram ali, e sequer sabem se deveriam mesmo usar os enfeites. Mas as meninas adoraram a ideia de enfeitar a casa mesmo que tardiamente, e Jimin não se oporia, ainda mais quando o Jeon concordou com elas.

Jeongguk tem a ideia de distribuir tarefas anotadas a todos, ficando ele mesmo com a suposta principal.

Jessica fica responsável por montar as guirlandas com o material disponível, uma para cada porta, o que lhe custará praticamente a manhã toda. Yuri recebe a missão de fazer o almoço para todos. Jeongguk tem de montar e enfeitar a árvore.

Jimin fica com a tarefa mais difícil: pendurar as luzes do pisca-pisca do lado de fora da casa.

Uma das caixas encontradas na garagem continha diversos fios que, surpreendentemente, estavam enrolados corretamente — sem nenhum nó! — e todos funcionavam bem. Além do mais, dentro da caixa havia bem mais do que o suficiente para dar a volta na casa. Ele pega a escada e, antes de pendurar os fios, aproveita para, com a ajuda de uma pá, retirar o excesso de neve que há no telhado e na calha. É uma tarefa difícil é cansativa, ainda mais no frio.

Feito isso, o Park pendura os fios de luzes multicoloridas ao redor de toda a casa. Leva Jessica, Yuri e Jeongguk, interrompendo os três de suas respectivas tarefas naquela manhã de sábado. Faz com que eles esperem do lado de fora, de frente com a casa; depois, com a ajuda de uma extensão, liga as luzes na tomada. E espia os rostos das meninas e do Jeon.

Estão todos sorrindo meio abobalhados, olhando para cima, para as luzes que agora adornam a casa. Jeongguk faz a Jimin um sinal com o polegar levantado para cima, aprovando o serviço.

Jessica fez guirlandas lindas, que agora enfeitam toda a casa. Cada uma muito diferente da outra: a do quarto dos meninos possui soldadinhos pendurados; a da cozinha, cachos de uva e bengalas doces; a da porta da frente possui várias bolas coloridas, grandes e pequenas, guizos e diz welcome! em letras garrafais escritas à mão com cola glitter vermelha. Ela fez um bom trabalho.

Jimin e Jessica acabam por ajudar Jeongguk a enfeitar a árvore, e após terminar de fazer o almoço, Yuri está os observando de longe porque não quer interrompê-los. Jimin percebe-a com o canto do olho.

É um desses momentos que devem ser guardados para sempre na memória e no coração. Jessica pendura os enfeites nos meninos ao invés de pendurá-los na árvore e Jeongguk está rindo. Jimin pega um festão enorme, prateado, e vai até ela.

Yuri vai ajudar. Jessica corre na sala, porém Jeongguk e Yuri a capturam e Jimin põe nela o festão, enrolando o mesmo na cara da garota.

Estão rindo.

Estão felizes.



O almoço que Yuri fez estava delicioso, mesmo sendo apenas arroz branco e uma carne de panela simples. Pouco depois de terminarem de comer, a campainha toca e é Jimin quem vai atender.

Um caminhão está parado na frente de casa, todo branco e sem inscrito algum. Dois homens descarregam uma caixa de plástico grande e a deixam na neve quase aos pés do Park. Este franze o cenho e um dos homens vai até ele.

"É sua cesta de natal, enviada pelos Remanescentes. E também tem isso."

O desconhecido tira do bolso interno do paletó uma carta, endereçada a Jimin e Jeongguk; e quatro fichas, provavelmente para o dia seguinte.

"Feliz Natal." O homem diz quase que automaticamente, sabendo que Jimin não o responderá.

Jimin entra sozinho carregando a caixa com as fichas e a carta em cima da mesma. Jeongguk e as meninas já tiraram a mesa, então ele põe a caixa ali.

Sem trocar palavras, como sempre, cada um pega a ficha que contém seu nome do lado de fora, abrindo-a. A de Jimin contém informações sobre seu pai do lado de dentro, e diz que é a ficha do dia de Natal. A de Jeongguk, é sobre sua tia. As fichas de Jessica e Yuri provavelmente são semelhantes: sobre suas famílias também.

Essa será a coisa mais difícil que farão o ano todo, e um desânimo abate a cena.

Após isso, deixam as fichas de lado e resolvem unanimemente que devem abrir a caixa, todos estão curiosos para descobrir seu conteúdo. Jessica faz que vai abrir e os outros se reúnem ao redor dela, olhando por sobre seu ombro.

A garota finalmente abre a caixa, e eles suspiram em uníssono.

É realmente uma bela cesta de natal. Ali dentro, há de tudo para uma boa e rica ceia. Um peru pré-assado, frango defumado em fatias, uma caixa de uvas passas para fazer no arroz, champignon e ingredientes para um bom molho — tudo em embalagens das marcas mais caras. Há também sacos de amendoins, uma torta para assar, vários doces de diversos tipos, refrigerante e duas garrafas de champagne e uma de vinho tinto.

O bom humor de repente voltou ao grupo. Jimin, Jeongguk, Jessica e Yuri se entreolham.

O dia não tem como ficar melhor.



É Jimin, com a ajuda de Yuri, que prepara o peru. Jessica faz o arroz com passas e Jeongguk tenta tomar conta do molho de champignon sozinho, mas como é o residente que menos sabe cozinhar, todos os outros ficam indo de minuto em minuto para conferir seu molho na panela.

Começaram a fazer a ceia assim que escureceu, e quando tudo finalmente fica pronto, já é cerca de dez e meia. Eles arrumam a mesa de uma forma bonita e se sentam juntos.

A mesa posta é farta, tipos de alimento que só se come uma vez por ano. Entretanto, antes de começarem, Jimin fecha os olhos e pega na mão de Jeongguk, ao seu lado, e na de Jessica à sua frente, na mesa de seis lugares — os cantos estão sempre desocupados. Os outros entendem o recado, e logo todos estão de mãos unidas, os dedos entrelaçados ao redor da mesa.

A intenção é que cada um faça suas orações individuais em silêncio, mas o próprio Jimin não o faz. O Park acaba por se distrair e fica pensando no significado de toda essa comida.

É provável que seja sua última ceia?

O Jeon pigarreia ao seu lado e Jimin solta as mãos que segura, depois bate algumas palmas com uma expressão animada como quem diz vamos comer!

E então eles se esbaldam na comida boa.

A refeição é feita em silêncio, como de costume; porém, por mais que estejam acostumados, pelo menos dessa vez parece inadequado comer sem trocar palavra alguma.

As meninas não bebem e Jimin sequer abre o champagne. Ficam só no refrigerante, às vezes trocando sorrisos enquanto comem, porque está tudo muito bom e estão tão felizes.

Jimin tem certeza de que essa felicidade acabará em breve.

Muito em breve.



Muitas sobras vão para a geladeira e Jimin acaba ficando com toda a louça, já que as meninas vão para o andar de cima assim que acabam e Jeongguk vai para o banho. Jimin tenta não pensar em nada negativo. Apenas lembrar dos sorrisos trocados durante o dia, nos sentimentos bons no peito.

Quando o Jeon sai do banho, Jimin já acabou de lavar a louça e está sentado na cama, a mente vazia e encarando um ponto fixo no assoalho do quarto. Jeongguk cutuca o Park, e ele lentamente volta a si.

Jimin toma um banho longo, relaxante. Deixa que a água lhe escorra suavemente pelo corpo, pedindo para que o líquido leve também suas preocupações e seus medos, pelo menos por uma noite, para que possa dormir muito bem ao lado de Jeongguk.

Mas quando sai do banho, os cabelos úmidos grudados na testa e já vestido em roupas brancas, o coração quase lhe escapa pela boca.

Jeon Jeongguk é realmente uma caixinha de surpresas.

As luzes estão apagadas, mas ao redor da cabeceira da cama foram penduradas as luzes de natal que não piscam. São laranjas, pequenas e iluminam muito bem a cena que Jimin com certeza quer captar como se fosse numa fotografia, sem perder detalhe algum.

Jeongguk está deitado na cama o esperando sob os lençóis brancos. Usando nada mais que uma boxer, também branca. Sob a cômoda, repousa a garrafa de vinho que ganharam na cesta de natal e Jeongguk tem uma taça na mão, a qual beberica e encara, porque é mais fácil olhar para o vinho que olhar para Park Jimin, que o fita quase perplexo.

E o mais novo tem aquele sorriso tímido nos lábios como se só agora se desse conta da situação que ele mesmo criou. E mesmo assim, ainda não fosse capaz de acreditar totalmente na própria ousadia.

Mesmo porque, nem Jimin acredita.

Jimin anda até a cama, em passos calculados. Jeongguk cora no mesmo instante em que o mais velho senta na beirada da cama, os olhos indo e vindo no corpo muito bem esculpido do Jeon. Este aponta para a própria boca, um código muito bem conhecido entre os dois. Jimin lhe dá a permissão para falar e Jeongguk dá um belo gole na taça, colocando-a sobre a cômoda junto com a garrafa aberta.

"Ainda não é bem Natal, mas…", ele começa a frase olhando para baixo. Entretanto, inspira e levanta o olhar, fitando direto nos olhos de Jimin. "Eu queria te dar um presente."

"Está certo sobre isso, Jeongguk?" A voz de Jimin, ainda mais rouca que o normal quando fala após muito tempo em silêncio, causa um arrepio perceptível no maior, pois Jimin vê os pêlos do braço dele se eriçando no mesmo momento.

Jimin quer ouvir ele dizendo aquelas palavras. Porque, a partir do momento em que começarem, será praticamente impossível de parar.

"Nunca tive tanta certeza de algo em toda a minha vida, hyung."

A partir daí, o Park resolve não perder tempo. Ele finaliza o conteúdo da taça que Jeongguk havia abandonado e sobe na cama, o corpo sobre o do mais novo. Ouve sua respiração desritmada como se fosse a melhor das melodias, suave e bela como nenhum outro som nunca foi. Agora, não serão mais necessárias palavras — eles já não as usam muito, de qualquer forma.

O Jeon está com o rosto completamente corado sob si, mas prossegue firme em sua decisão. Ele está simplesmente lindo sob as luzes laranjas que dão um toque especial à cena como um todo — definitivamente, Jeongguk era muito bom organizando coisas.

Jimin faz contato visual direto, e não há medo algum nos olhinhos de azeviche lapidado de Jeongguk, apenas confiança e desejo. Por um momento, Jimin sente a pressão em si de que tudo tem que sair bem porque, afinal, é a primeira vez do garoto. Mas logo relaxa, pois sabe o que e como tem que fazer.

Aproxima os rostos e beija o garoto na bochecha, sentindo que Jeongguk prendeu a respiração. Arrasta os lábios com leveza pelo maxilar do Jeon, até chegar à boca — é quando o mais novo inicia o contato por pura impaciência. Jimin apoia os cotovelos nos travesseiros ao lado da cabeça de Jeongguk ao beijá-lo. O beijo com gosto de vinho tinto começa carinhoso, apenas alguns movimentos lentos por parte de ambos; no entanto à medida em que o contato se aprofunda, logo o Park já está brincando com a língua alheia como bem entende. Os corações batem juntos mais rápido do que em qualquer outro beijo já trocado, mesmo porque já sabem que, desta vez, vão até o fim.

Jimin se afasta da boca deliciosa do mais novo para descer os beijos por seu pescoço, Jeongguk dá um gemidinho baixo quando Jimin lhe deixa um chupão próximo à clavícula. Faz uma trilha com mais beijos, chupões e até mordiscadas leves pelo tórax relativamente definido do garoto, em alguns lugares com mais força — provavelmente Jeongguk ficará marcado, pela primeira vez na vida.

Jimin enfim chega à boxer alheia, e brinca com o elástico dela entre seus dentes primeiro, olhando fixamente para Jeongguk. O mais novo tem as bochechas vermelhas e seu olhar carrega uma volúpia nada característica dele, mas completamente apropriada para o momento. Jimin gosta da visão que tem e espera que o Jeon goste de vê-lo assim também.

Ele começa brincando com o membro do mais novo por baixo da boxer, para estimulá-lo. Em pouco tempo, Jeongguk está prendendo os gemidinhos, ainda com algum resquício de timidez; e seu pênis está completamente desperto por dentro da boxer, que agora se torna indesejada por apertá-lo e prendê-lo. Jimin puxa a boxer para baixo, retirando-a completamente com a ajuda do mais alto e jogando a peça em algum canto do quarto.

Para por um momento para analisar o corpo de Jeongguk totalmente nu sob si, as bochechas um pouco menos coradas e o membro ereto.

Jimin se abaixa e beija pouco embaixo do umbigo de Jeongguk, resolvendo que vai testar um pouco os limites alheios.

Morde de leve as coxas fartas que o Jeon tem, ora dando atenção para uma, ora para outra. Lambe sua virilha e distribuí vários chupões pela área, sem fazer contato visual com o mais novo, até que sente a mão direita alheia em sua nuca, tímida, incerta. Olha para cima, Jeongguk morde alguns dedos da outra mão em antecipação e o Park resolve parar de torturá-lo.

Segura firmemente na base do membro teso do Jeon, passando a língua por toda a extensão do mesmo, desde a base até a glande. Faz movimentos circulares com a língua na glande alheia antes de abocanhá-lo, fazendo com que o Jeon deixe escapar um gemido arrastado naquela voz doce e melodiosa. Jimin sente o próprio membro pulsar por ouvir Jeon Jeongguk, seu Jeongguk, gemer assim tão luxuriosamente — ele só espera que as garotas não os ouçam.

Jimin então começa a movimentar a mão, subindo e descendo pelo falo de Jeongguk, ao mesmo tempo em que alterna entre beijar e chupar sua glande.

Após alguns segundos nisso, Jimin simplesmente segura a cintura alheia com as duas mãos e põe o membro alheio até onde cabe em sua boca — apesar da idade e tudo o mais, Jeongguk é grande e Jimin o sente em sua garganta ao tentar pôr na boca mais no que consegue.

Mesmo assim continua presenteando o garoto com o oral que Jeongguk parece estar gostando muito, já que seus dedos agarram o lençol, puxando-o.

A outra mão do Jeon, que está na nuca do Park, começa a demonstrar que Jeongguk já está bem menos tímido ao tentar ditar o ritmo; e Jimin confirma isso ao olhar para cima e ver a expressão de pura malícia no rosto de seu garoto, que morde o lábio inferior, provavelmente descontando ali seus anseios.

Jimin já pode sentir o gosto do pré-gozo. Agora Jeongguk estoca em sua boca com um pouco menos de delicadeza, e Jimin permite que o mais novo o controle para ter prazer. Desliza úmido na cavidade do Park, de forma deliciosa — e Jimin se excita com a demonstração de todo o potencial pélvico de seu aprendiz. Entretanto, quando vê que o Jeon está perto demais de chegar em seu ápice, Jimin solta a mão alheia dos cabelos de sua nuca, assim como se afasta do membro alheio. Jeongguk faz um biquinho, como se esperasse que Jimin fosse deixá-lo se satisfazer tão facilmente. Tão rapidamente.

Não teria graça se acabasse ali.

O Park se apressa para tirar sua roupa rapidamente e jogá-la em alguma direção qualquer; ao tirar a boxer, seu membro salta já ereto e Jeongguk o encara fixamente.

Jimin sorri e volta a beijar Jeongguk, mordendo o biquinho que o garoto faz, tomando o controle de sua língua e de sua boca de forma dominadora e aproveitando para acariciar todo o corpo do maior com suas mãos, redescobrindo sua beleza, moldando-o ao seu prazer.

Coloca dois de seus dedos por entre o beijo, interrompendo o ósculo e fazendo questão que o Jeon os umedeça bastante, e é o que o garoto faz, obediente às ordens mudas de seu hyung e olhando para o mais velho com um brilho desejoso ao qual Jimin não está acostumado.

Jimin volta a beijá-lo ao mesmo tempo em que começa a prepará-lo para o próximo passo. Enfia um dedo na entrada de Jeongguk, sentindo que ele se contorce um pouco desconfortável com a situação. Faz movimentos de vai e vem e morde e chupa os lábios do menor em meio aos beijos, para distraí-lo do desconforto do segundo dedo.

Jeongguk não leva muito tempo para se acostumar, até que o mais velho percebe que ele já está movimentando o quadril, impulsionando a pélvis em direção aos dedos de Jimin e gemendo arrastado, um fio de saliva lhe escorre pelo queixo e ambos já estão suados. Especialmente, quando Jimin acerta sua próstata vezes seguidas e Jeongguk se mostra deveras interessado pela penetração, quando o Park percebe:

Ele está pronto. Jimin segura nos joelhos do maior, levantando suas pernas e também seu quadril. Jeongguk apoia uma das pernas no ombro de seu hyung porque uma das mãos do mais velho está ocupada guiando seu membro para a entrada do mais alto.

Jeon Jeongguk geme arrastado e bem alto ao sentir seu interior ser preenchido por Park Jimin.

Jimin espera por um tempo — o que é realmente difícil, pois sente as paredes internas do Jeon lhe comprimirem e é enorme a ânsia por se movimentar — até que o mais novo se acostume com o volume dentro de si. Ele olha para o Jeon, tão lindo com o rosto suado, os cabelos grudando na testa molhada e aquela expressão…

Quando o Jeon dá indícios de que quer movimento, o Park não perde tempo e o estoca lentamente. Jeongguk geme mais uma vez, arrastado, completamente erótico, impudico, de forma alguma Jimin imaginaria que som semelhante pudesse sair por entre aqueles lábios rosadinhos e aparentemente imaculados.

O estoca novamente, e mais uma vez, e outra. Jeongguk começa a se movimentar também, para frente e para trás, o ritmo combinando com o de Jimin.

O Park se retira do interior do Jeon e senta ao lado do mais novo, jogando alguns travesseiros para o chão e encostando na cabeceira da cama. Ele puxa Jeongguk para si e o maior entende o recado, subindo sobre Jimin ao que este o ajuda a sentar sobre seu membro.

Jeongguk já perdeu completamente a timidez a esta altura, e segura nos ombros de Jimin para se movimentar com mais facilidade. Rebola sobre o pênis de Jimin, e este toma a liberdade de resolver não segurar um gemido que se arrasta por sua garganta, segurando possessivamente nas nádegas do Jeon.

Jeongguk, com seu jeitinho iniciante e despreparado, levanta até Jimin sair quase que completamente de si, e senta novamente, sentindo o membro alheio lhe estocar profundamente.

Jeongguk começa a se sentar no membro do Park, ora quicando com força, ora rebolando lentamente, fazendo com que o mais velho perca completamente a sanidade — ele já arranhou a extensão das costas do Jeon e agora está com as unhas curtas praticamente fincadas na carne das nádegas alheias, às vezes massageando-as. O membro do Jeon acaba ficando entre os abdômens, naquela fricção gostosa. O Park marca tanto o pescoço do Jeon que logo, na luz alaranjada das luzes de natal, mal se vê pele alva.

Ambos gemem em sincronia, duas vozes agudas e doces em meio ao som de pele se chocando.

Os gemidos de Jeongguk vão se tornando mais finos e Jimin está cada vez mais próximo de seu limite, por mais que segure seu prazer. Ele então se retira do Jeon, jogando-o na cama de novo com delicadeza, mantendo-o de quatro apoios de costas para si e apreciando a visão daquele bumbum redondinho à sua disposição. Jeongguk sorri torto para Jimin, embora agora o constrangimento tenha voltado — não que esta fosse a intenção do mais velho, Jimin está apenas… empolgado.

Não que o Jeon vá reclamar, até porque confia que Jimin sabe o que faz.

 O Park entra nele novamente, o mais novo ofega à medida em que as estocadas tornam-se cada vez mais profundas e mais rápidas. Jimin passa a masturbá-lo também com uma mão enquanto, com a outra, segura firmemente na cintura do Jeon e este empina o bumbum ainda mais quando leva o rosto ao travesseiro. Na tentativa de conter um gemido que tem grandes chances de sair alto o suficiente para que as meninas os ouçam, Jeongguk acaba por morder a fronha branca com força.

Ambos chegam ao seu limite, Jeongguk abafa o gemido com a ajuda do travesseiro e Jimin grunhe baixo, até que gozam juntos — Jimin dentro de Jeongguk, e Jeongguk na mão de Jimin e nos lençóis — e caem na cama, ofegantes e exaustos. Jimin puxa o mais novo para seu peito, o envolvendo com os braços.

Jeongguk o encara com um sorriso bobo e completamente apaixonado, e Jimin provavelmente o está olhando do mesmo jeito.

"Eu te amo." O garoto diz, mais uma vez surpreendendo o Park, que gagueja para respondê-lo.

"T-também amo você."




Jeongguk já pegou no sono, ele ressona baixinho ao lado de Jimin que, apesar de exausto, não consegue pregar os olhos. Tudo porque tem uma sensação de que está se esquecendo de algo importante.

Tentou recapitular seu dia, para descobrir o que foi esquecido que tem tanta importância assim para lhe roubar o sono. Ele acordou, Jeongguk lhe acordou e arrastou-o até a garagem para mostrar os enfeites de natal, arrumaram tudo, almoçaram e…

A carta.

Jimin estava se esquecendo da maldita carta que largara sobre o balcão assim como as fichas de todo mundo, antes de abrirem a caixa.

Ele se levanta com cuidado para não fazer barulho; Jeongguk merece dormir bem depois de seu ótimo desempenho — Jimin sorri sozinho ao andar no escuro pelo corredor até a cozinha. Acende a luz e vai até o balcão, encontrando a carta em meio às fichas, por mais que não seja endereçada apenas à ele e que, provavelmente, devesse abri-la apenas com a presença do Jeon, sua curiosidade é mais forte e ele rompe o lacre do envelope.



Jeon Jeongguk e Park Jimin,

A representante do bloco C, Distrito 13, dos Remanescentes Culpados de Seul, Shin Younghwa, que vos fala; intima ambos a se apresentarem nesta segunda-feira (26 de dezembro) no centro correspondente ao seu bloco.

Como informado há alguns meses, vocês fazem parte de uma missão especial. Tal missão será revelada nesta segunda por minha pessoa; portanto, a presença de vocês dois é imprescindível.

Não ousem faltar.

Atenciosamente, Shin Younghwa.



Jimin não percebe que prendia a respiração até soltá-la quando chega ao final da carta.

Ele, definitivamente, teme que sua situação esteja realmente tão ruim quanto aparenta.








Notas Finais


Demorei? Demorei. Desculpem aaaaaaa sjdjdjdjdj. Meus problemas estão bem melhores, obrigada à todos que se preocuparam! Só a auto estima que tá meio ruim mas isso também melhora se @deus quiser

Esse lemon era pra ser no capítulo seguinte — seria um capítulo inteiro só pra esse lemon —, me desculpem por mudar de última hora porque agora a fic vai ter só treze capítulos rs

(Por falar no lemon, eu sofri muito escrevendo isso — precisei parar várias vezes pq n tava conseguindo vIVER
MEUS FILHOS FAZENDO COISA FEIA WJDJSJSJDJD COMO FICA MEU CORAÇÃO as autoras tb sofrem gente. Pensa q são só vocês isjdjsjd mAS ENFIM vai saber né. Então realmente espero que esteja bom e que os agrade.)

Me desculpem :x Mas por um lado isso é bom, estamos chegando na reta final e eu estou prestes a finalizar minha primeira fic que não é OS! \O/ (não sei se chamo de shortfic ou longfic pq parece pequena demais pra ser uma long mas também é maior que a maioria das shorts e ;0;)

Por último, como vocês ja devem saber, os próximos capítulos serão bem tensos. Então preparem o coração c:

Beijão. Amo vocês e obrigada por não desistirem de mim. <3 Até o próximo e não vou prometer datas pq agora tenho duas fics pra att — aliás já deram uma olhada na minha YoonSeok nova? É wonderland!au, juro q não vão se arrepender rs

Link pra quem quiser dar uma olhada na minha mais nova filha: https://spiritfanfics.com/historia/eu-sou-alice-7004093 vou atualizá-la em breve

Já falei demais... sjdjdjdjdj tchauzinho <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...