História Brands - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias 2NE1, Bangtan Boys (BTS), Black Pink, Girls' Generation, Got7
Personagens BamBam, Cl, Jackson, JB, Jennie, J-hope, Jimin, Jin, Jisoo, JR, Jungkook, Lisa, Mark, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Suga, Taeyeon, V, Youngjae, Yugyeom
Tags Blackpink, Brands, Bts, Jennie, J-hope, Taeyeon
Exibições 19
Palavras 1.159
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Festa, Ficção, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá~
Me desculpem a demora, está realmente difícil escrever as minhas fanfics, estou com um bloqueio enorme!
Espero que gostem :3

Capítulo 3 - Doença


 

Depois daquilo me despedi dos garotos e fui para casa. Já era um pouco tarde. As ruas eram calmas, com pouco movimento sem tanta poluição sonora. Quanto mais eu andava, mais sentia o cheiro de jasmim alcançar minhas narinas. Era bom, mas doloroso. Muito doloroso. Taehyung havia me dado um perfume com a mesma fragrância.

- Que droga… - Murmurei enquanto segurava o choro.

Nesse momento eu desejava muito estar em qualquer lugar que me faça esquecer de tudo e todos, principalmente dele.

Abri a porta de casa, engolindo tudo. Meu choro, meus sentimentos, minha dor. E botei meu melhor sorriso no rosto. Nunca fui a melhor em fingir, mas se meus pais soubessem seria pior. Fechei a porta atrás de mim e ouvi uma voz feminina reconhecível dizer:

- Jennie? É você? Quanto tempo! Vem cá dar um abraço na sua vó.

Fui até a mesma e a abracei apertado. Fazia tanto tempo. Minha vó sempre foi mais compreensível e mais próxima a mim. Antes ela morava perto de nós, mas quando se aposentou com meu avô veio morar aqui. Ela dizia que a cidade grande nunca foi para ela.

- Você está tão bonita… Como sua omma.

- Obrigada vó. - sorri. - Quer alguma coisa? Posso fazer para você!

- Não, deixa disso. Não é porque estou doente que sou impossibilitada.

- Vó… Desculpa pela pergunta, mas… O que você tem?

- Sua omma não te contou?

- Não…

- Eu e seu avô temos Câncer, querida.

Senti meu coração ser despedaçado na mesma hora. Me engasguei com a própria saliva e recuei para trás.

- Você está bem, querida? - ela me olhava com os mesmos olhos doces de sempre.

- Vó… Você não vai morrer, né? - meus olhos já marejavam e minhas pernas estavam bambas.

- Não, querida. - ela deu uma pausa. - Eu e seu avó já descobrimos a doença a muitos anos, e estamos tratando desde lá. Está tudo indo bem, mas já estamos quase na fase final da quimioterapia, para acabar de uma fez por todas com isso! E a cada dia tem sido mais difícil, afinal, somos apenas nós nessa casa, por isso precisamos de ajuda.

- Você não está mentindo para mim, não é?

- Eu já menti para você alguma vez?

- Vocês descobriram no estágio inicial? - mudei de assunto enxugando as lágrimas.

- Sim.

- Então por que não fizeram a cirurgia logo? Sabe, para acabar com tudo de uma vez.

- Por conta da idade, querida. Poderia ser prejudicial por causa da idade. Por isso estamos fazendo a quimioterapia. É um processo mais demorado, mas eficaz.

- Tudo bem… - suspirei fundo. - É muita coisa para um dia só, mas tudo bem. Fico feliz por você e o meu avô estarem se tratando direito e quase vencendo isso, de verdade. Eu não aguentaria perder vocês.

- Não fique assim… - ela se aproximou e me deu um abraço, daqueles apertados que te fazer esquecer de tudo, mesmo que por alguns segundos. Ela ia falar, mas a cortei.

- Desculpe por ficar distante de vocês esses anos, desculpe por não ser uma boa neta, me desculpe. - disse a apertando mais.

- Você não precisa se desculpar, querida. - ela começou a fazer um cafuné em mim. - Você é a melhor neta do mundo, não há nada que eu mudaria.

Continuamos assim por alguns segundos até que ela disse:

- Chá?

´ - Não, não, não! Deixa que eu faço!

- Aish! Ok, faça de hortelã e pegue a torta de morango no forno.

Peguei tudo o que precisava e comecei a fazer o chá de hortelã enquanto conversava com a minha vó. O assunto havia se acalmado, eu já estava mais calma e relaxada, mas realmente me doía o coração saber que meus avós tinham essa doença. E que esse tempo todo eu não sabia de nada…

Quando acabei, nos servi com um pedaço de torta e uma xícara de chá de hortelã, e fomos sentar nos fundos da casa para comer.

- Eu lembro de quando você era pequena e corria esse quintal todo nas poucas vezes que vinha me visitar.

- Eu também. - ri e comi um pedaço da torta.

- Eu costumo vir muito para cá. Gosto da calmaria da noite e o cheiro de jasmin.

- Pensei que só eu havia sentido esse cheiro.

- Esse é um dos motivos do porque gosto daqui. Não conseguimos sentir isso na cidade grande.

- Verdade… - Me lembrei dos meus amigos e do Tae, o que fez meu coração apertar.

- O que foi, querida?

- Nada vó, nada mesmo.

- Tudo bem, mas a qualquer coisa pode falar comigo, querida. - ela sorri docemente e bebe seu chá.

Apenas assenti e continuamos a comer, em silêncio. Quando acabei desejei boa noite a ela e coloquei as coisas na pia, indo para o quarto de hóspedes, que seria aonde eu ficaria esse tempo. Como lá era uma simples suíte, tomei um banho e coloquei um pijama lá mesmo, escovei os dentes e fui até a cama mal forrada.

- É, minha omma não é a melhor do mundo, mas pelo menos ela tenta. - sorri fraco a ver a cama mal forrada e a arrumei.

Me virava de um lado para o outro mas não pegava no sono de jeito nenhum. Acabei me rendendo e peguei meu celular, verificando o sinal. Nada, nadinha. Suspirei e me sentei na cama. Eu estava entediada. Olhei a janela que havia no quarto, estava escuro, muito escuro. Fui até a mesma e fechei sua tranca, já que a mesma estava aberta quando voltava a cama algo batei na minha cabeça.

- Ai! - Gritei assustada e fui até o interruptor, ligando a luz rapidamente.

Era apenas uma cordinha. “Que idiota, me assustei com algo assim”, pensei. Logo olhei pra cima e vi que aquela cordinha estava ligada numa portinha que ligava possivelmente a um sótão. Puxei a cordinha, que liberou uma escada. Peguei meu celular e subi ali, ligando a lanterna do celular. Lá precisava de uma limpeza, estava bem empoeirado. Vi um interruptor e o liguei, lá era bonito, apesar da bagunça e poeira.

Vi uma estante com alguns livros, caixas lacradas, e mais algumas coisas como roupas velhas em cabides penduradas em um armário. De certo modo, era um lugar bom, que me transmitia paz. Peguei meu celular e vi apenas uma barrinha de sinal. Fiquei muito feliz e comecei a pular que nem louca. Fui nos meus contatos e cliquei no contato de Taehyung. Uma, duas, três chamadas e nada. Ele não poderia estar dormindo, ele sempre está acordado as duas da manhã. Tentei ligar mais algumas vezes com o coração na mão, mas nada.

Desci daquele lugar e voltei pra cama. Será que ele estava me ignorando? E porque estaria?

Realmente, obrigado pela dor de cabeça, Kim Taehyung.


Notas Finais


O que estão achando?
Interajam comigo! <3


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