História Brazilian Girl 2 (with Justin Bieber) - Capítulo 8


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Categorias Harry Styles, Justin Bieber, Khloé Kardashian, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Justin Bieber, Khloé Kardashian, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Bieber, Brazil, Braziliangirl, Danish, Drama, Harry, Harrystyles, Justin, Justinbieber, Kardashian, Khloé, Khloékardashian, Love, Malik, Nathali, Nathalidanish, Romance, Styles, Zayn, Zaynmalik
Visualizações 112
Palavras 1.190
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Saga
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Adivinha quem não pôde postar hoje às 14:40 por que estava sem internet? O pronome começa com "E" de "Eu".
Boa leitura ❤

Capítulo 8 - 8


Fanfic / Fanfiction Brazilian Girl 2 (with Justin Bieber) - Capítulo 8 - 8

Maria:

- Tudo bem - ele diz seco, mas também normal, como se aquilo não fizesse diferença.

Ele sobe, veste uma blusa de frio e desce novamente, fazendo um sinal para o seguir.

O acompanho até a garagem, ele com pressa, eu um tanto nervosa. Faz anos, muitos anos desde a última vez que fiquei à sós com Justin.

Ele passa entre suas coleções de carros, clássicos e importados, e entra num Porsche conversível cor preta. Ele faz um sinal para eu entrar e assim o faço.

Coloco o cinto e fico ali sem dizer nada.

A garagem se abre, ele sai, a fecha com um pequeno controle e acelera para fora do condomínio.

Então eu, achando que seria a coisa mais normal do mundo, ligo o som.

Ele desliga.

- Ei - falo.

- O carro é meu - ele finalmente diz algo.

- E daí?

- O carro é meu e eu quero silêncio.

- Como quiser.

Faço uma grande pausa, e olho para a janela no carro, antes de dizer:

- Sinto falta do Justin de antes.

Ele não diz nada, sai do condomínio e então fala bem baixo:

- Sinto falta de antes.

- Mas agora você tem uma família. Escolheu isso, não?

- Você acha que eu escolhi ser traído e conviver chamando de "filho" o que não saiu de mim?

- Eu não... sabia. Desculpa.

- Não é culpa sua.

Não me movo, não falo nada, não expresso nada. Ele liga o rádio, e nele começa a tocar:

- Amor verdadeiro / Amor que acalma / Que bate no peito / Preenche a falta.

Ele muda a música e começa outra:

- Você sabe que eu acredito, e como / Em algum lugar do sorriso dela, ela sabe / Tudo o que eu faço é pensar nela / Algo no estilo dela me mostra / Eu não quero deixá-la agora / Você sabe que eu acredito, e como.

Muda novamente e...

- Eu me lembro do dia em que você me disse que estava partindo / Eu me lembro da maquiagem escorrendo pelo seu rosto / E os sonhos que você deixou para trás, você não precisava deles / Como cada desejo que nós já fizemos / Eu queria poder acordar com amnésia / E esquecer sobre as pequenas coisas estúpidas / Como a sensação de adormecer ao seu lado / E as memórias que eu nunca consigo esquecer / Porque eu não estou nem um pouco bem.

E outra:

- Porque não faz diferença / Se conseguiremos ou não / Nós temos um ao outro e isto é muita coisa / Por amor… / Nós vamos acabar com isso! / Estamos quase lá / Vivendo a base de uma prece / Pegue minha mão – nós vamos conseguir – eu prometo.

E ele desliga.

A viagem foi extremamente silenciosa, até que chegamos em um mercado, Justin estacionou no estacionamento (era o único carro) e fomos até a entrada.

- Fica aqui - ele diz assim que a porta automática abre.

- Virei cachorro agora?

- Ninguém mandou você vim.

Ele entra e eu, com frio e sem nada pra fazer ali, não estava afim de seguir Justin como uma escrava e decidi voltar pro carro.

Merda, estava tão escuro que eu nem vi quando dois homens se aproximaram de mim, me encurralando na parede.

- E aí, princesa? O que faz aqui fora sozinha?

Não respondi, tentei fugir, mas eles eram altos e fortes demais pra mim.

- Tentando fugir? Seu namoradinho é dono daquele carrão ali?

Eu estava morrendo de medo, não conseguia pensar direito, só tentei então me proteger do frio, colocando as mãos nos meus braços.

- Ta com friozinho? Vem cá pra eu te esquentar - disse o que até agora estava calado.

- Me deixem em paz - falo meio chorosa.

- Olha, a mocinha fala. Agora deixa eu ver se beija.

Ele se aproxima de mim devagar, sem saber onde eu estava, por conta do breu dali.

- Se vocês não me deixarem ir agora, eu juro que grito.

- Quem jura mente, gostosinha.

Conto mentalmente até três e solto o grito mais alto e potente que consigo.

Justin:

Minutos atrás:

Depois de comprar um bolo recheado para a sobremesa, vou para a entrada, onde havia deixado Maria e vejo que a mesma já não se encontrava ali. Senti frio e decidi ir pro estacionamento por dentro do mercado.

Chego no carro, coloco o bolo no banco da Maria e reparo que a mesma não se encontra ali perto. Nem perto do carro nem em canto nenhum do estacionamento.

Então ouço um grito. Fecho a porta do carro e corro em direção ao mesmo.

Vejo dois homens encurralando algo. Uma garota.

Maria?

- Ei! - grito, chamando a atenção deles.

- O namoradinho chegou - um deles diz pro outro.

Maria chuta um deles na coxa com toda força - e tenho certeza que doeu, por conta do salto -, e tenta correr, mas o outro a segura.

O homem que fora machucado começa a xingá-la. Vejo que a mesma se encontra muito assustada.

- Sua putinha maldita, eu vou acabar com você!

Volto uns passos para trás, entro correndo no mercado pedindo por ajuda. É claro que não daria conta daqueles caras sozinho e não arriscaria a minha vida e muito menos a de Maria por isso.

Assim que vejo dois seguranças vindo em minha direção, corro até o beco onde eles estavam e agora os malandrões estavam tentando levá-la pra algum lugar e ela, mesmo resistindo, se mexia aos poucos, por estar com frio e de salto alto.

Os seguranças correm até lá e quando os caras os vêem, logo a soltam com tudo e tentam fugir. Maria cai no chão e eu corro para ajudá-la.

- Você ta bem?

- Eu pareço estar bem?

- Não. Desculpa.

Eu a ajudo a levantar, tomando cuidado para não pegar em seu braço, pois ela tinha reclamado de dor quando o fiz.

Ela, depois de levantar, ajeita seu vestido e seu cabelo. Mulheres.

- Toma - falo lhe dando minha blusa de frio. - você precisa mais do que eu.

Ela aceita e vamos até o carro. Entramos, colocamos o cinto e ela ajeita a caixa do bolo em seu colo.

- Eu achei que... na hora em que saiu correndo, você fosse me abandonar ali - ela diz encarando a caixa.

- Sério que pensou isso? Depois de tudo o que passamos? Eu nunca te abandonaria indefesa - falo tanto como em minha defesa, quanto como um desabafo.

- Você mudou, Justin.

- Não mudou o que sinto por você.

Olho para ela, fazendo nossos olhos se encontrarem.

Ela, ainda com um pouco de receio por não saber como eu reagiria, coloca a mão no meu rosto, me analisando.

- Não me deixe de novo - falo fechando os olhos, deixando uma lágrima cair.

- Somos universos diferentes agora, Justin.

- Eu vou cessar isso. Eu vou indireitar tudo. Vou voltar pra onde nunca devia ter saído.

Ainda de olhos fechados, consigo sentir ela me olhando e a mão dela limpando minhas lágrimas.

- E então eu serei sua. E só sua - ela diz a última frase como num sussurro, mas eu consigo ouvir bem.

Abro os olhos, vejo os seguranças segurando os pilantras e um homem ligando para a polícia.

Ela tira a mão do meu rosto e eu tento me recompor, ligando o carro.


Notas Finais


Eeeeeita


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