História Break of Dawn - Capítulo 1


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Palavras 1.114
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


A curiosa menina do capuz vermelho conhece um rapaz estranho, ao qual desperta sua atenção. Ela terá de passar pela autoridade de um membro da família para descobrir mais sobre esse misterioso homem, e revelar segredos sobre aquele antigo bosque.

Capítulo 1 - Mistérios pelo Bosque


Fanfic / Fanfiction Break of Dawn - Capítulo 1 - Mistérios pelo Bosque

Há uma floresta, um bosque nebuloso as noites, apenas as noites. Era primeiro dia de primavera e as flores não desabrochavam por completo. O bosque é lindo, as folhas verdes frescas brilham com a chegada dos raios do Sol, os pássaros voam de um lado para o outro, todos coloridos e cheios de esperança, de esperança que um dia aquele tormento iria acabar. O bosque era atormentado as noites por uma alcateia, que destruía plantações em busca de comida e matava animais silvestres e domésticos. A alcateia era liderada pelo Lobo Alfa, um lobo fisicamente maior e mais forte que os demais, seguido de mais um membro, porém que nunca foi visto. Há uma lenda que fala sobre essa estranha criatura, dizem ser uma espécie de lobisomem, chamam-no de demônio, ou criatura das trevas, deformado ou apenas Lobo Mau.

Todos os caçadores do local adorariam ter a cabeça da fera desconhecida para si como um troféu, porém um deles já havia conseguido as pistas necessárias para encontrar-se com o monstro.

Hans: Anna, amor, eu terei que sair hoje.

Anna: Por quê?

Hans: É necessário, eu finalmente estou conseguindo chegar à besta! Se matar aquele monstro, os lobos não voltarão a nos atormentar...

Anna: Mas e daí? – Falava Anna, em um tom dengoso – Você nunca tem tempo pra mim. Fica comigo hoje, por favor! Por favor! Por favor!

Hans: – Ele vai em direção à garota e a beija suavemente. – Eu voltarei logo, tudo bem? Enquanto isso passeie pela floresta, se distraia. Você sempre colhe flores tão lindas, colha algumas pra mim, eu adoraria vê-las quando voltar, está bem?

Anna: – A garota ainda fazia uma cara emburrada. – Hm... Tudo bem. Mas volta logo e para de dar tanta atenção a esses lobos!

Hans: Leve Doug com você, ok? Eu não vou arriscar com esses lobos aí fora. Mas por favor, pegue o caminho que te indiquei no mapa! Não siga outra direção!

Anna: Tá, “mamãe”, posso ir agora? – Dizia, brincando. –

Hans: Vá, e tome cuidado. – Beija-a na testa e caminha pelo bosque. –

Anna toma a outra direção, leva consigo uma cesta de doces para comer no caminho, e o cachorrinho de seu marido, Doug, um fiel cão de um caçador. Ela pega o caminho mais longo da floresta, onde pelo caminho podem-se encontrar flores de diferentes tipos, coloridas e já desabrochadas.

Anna: Aqui é lindo, não, Doug? – A garota falava com o cachorro, que concordava acenando a cabeça. –

À medida que se afastavam de sua pequena casinha no meio do bosque, davam mais espaço para diversas plantas e flores, assim como animais de pequeno porte, parecia cenário de conto de fadas, se ela tivesse obedecido aos alertas.

Do outro lado da floresta, Hans levava consigo um mapa do local, alguns utensílios, e sua espingarda carregada. Ele estava confiante que iria encontrar a localização exata da besta, quando encontra rastros e pegadas do que não parecia ser um lobo. Os rastros iam em direção ao caminho que Anna foi aconselhada por Hans a tomar. Temendo que algo acontecesse, ele toma um atalho e tenta chegar o mais rápido possível à garota antes da besta-fera.

Anna caminha sem preocupação pelo bosque, quando de repente se depara com um lobo. Ele permanece imóvel olhando a garota até que a mesma resolve correr, fazendo o lobo ir atrás dela. O barulho despertam os outros lobos por perto, e quando nota, ela está cercada por eles, sem ajuda. Doug tinha fugido, atrás do dono para levá-lo a ela, e a menina chegou até uma barreira, mas não conseguia subir por ela. Estava encurralada.

Anna: Saiam! Saiam de perto de mim! – Ela usava um pedaço grande de madeira que tinha encontrado pelo caminho para ameaçá-los. –

Mesmo parecendo corajosa, os lobos não se intimidaram. Um deles arranhou a menina no braço esquerdo e mais outros avançaram, porém ela foi puxada pela capa vermelha que usava, para cima da barreira e salva dos lobos abaixo. Por causa de todo o ocorrido, a menina perde a consciência e desmaia nos braços de algo ou alguém que a salvou. Após um tempo ela acorda ainda um pouco atordoada, e nota que está na floresta, já um pouco escura, o sol estava se pondo. Ao verificar todo o local, ela nota um lobo maior que os demais, de costas, perto de um rio próximo. Temendo se ferir novamente, ela se afasta sem fazer barulho, mas encosta-se a um galho, chamando a atenção do animal. Ao virar-se, a criatura não parecia de fato com um lobo.

Anna: É um rapaz... – Dizia Anna em pensamento. – Um selvagem...

A menina admirava o rapaz, que se aproximava dela em passos lentos. A garota estava assustada, mas imóvel.  Ambos chegaram perto um do outro, mas não faziam contato visual.

Anna: Quem é você?... – Sussurrou para ele –

Um tiro para o alto interrompe a ambos, era Hans que chegará com Doug.

Hans: Anna corra agora! – Dizia, enquanto empunhava sua espingarda, apontando-a para a “Fera”.

Anna: M-mas...

Hans: Corra, vamos! – Ele atirou contra o rapaz, que avançou contra o caçador, defendendo-se como um lobo. Anna correu, mas ficou por perto, escondida em meio às árvores.  –

Anna: Foi algo bem estranho, é como se você tivesse lutado contra um lobo! – Falava enquanto Hans passava um lenço úmido em seu ferimento no braço. Estavam em sua casa no meio da floresta, era noite, e a lareira estava acesa. Doug dormia no tapete, Anna estava na poltrona, e Hans ao seu lado. –

Hans: Não faça mais isso, entendeu? Não deveria ter contato com aquilo. – Falava em um tom calmo enquanto passava o lenço suavemente pelo braço da amada. –

Anna: Eu sei! Mas você viu?! Era um homem! – Ela aumentava o tom de voz, surpresa. –

Hans: Sim, Anna, mas não deixa de ser um selvagem. Ele é perigoso.

Anna: Não sei... Ele não me feriu. – Deu de ombros. –

Hans: Não se importe com isso, tudo bem? Ele é problema meu. – Sorri, em seguida beija a moça lentamente, mas parando em seguida. –

Anna: Não prometo nada. – Sussurra. A garota estava curiosa sobre o rapaz meio lobo. –

Hans entra para pegar mais água quente, enquanto isso, Anna vai para a janela contemplar as estrelas, Doug a segue e fica olhando com ela, mesmo sem entender o real motivo.

Anna: Ah, Doug. Ele era grande, tinha ombros e braços fortes. Usava uma capa feita de pele de lobo que ia até o chão e uma calça de cor escura feita de pano grosso, parece. Ele era tão estranho, a capa cobria seus olhos e cabeça, não sei por quê. O que será ele, Doug?

O cachorro parecia prestar atenção.

Anna: Hm... Vamos sair amanhã. Eu quero ver isso mais de perto.


Notas Finais


No próximo capítulo:

Anna sai novamente à procura de mais informações sobre o Homem Lobo, e durante uma conversa com o mesmo, acaba por descobrir uma guerra ao qual nem ao menos os humanos sabiam.


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