História Break of Dawn - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Palavras 1.442
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Anna sai novamente à procura de mais informações sobre o Homem Lobo, e durante uma conversa com o mesmo, acaba por descobrir uma guerra ao qual nem ao menos os humanos sabiam.

Nota: Eu deveria ter avisado no primeiro capítulo, porém ficará no segundo mesmo. Para não deixar escapar nenhuma informação, a fanfic será ao menos 85% Kristanna (Kristoff+Anna), com 10% Hanna (Hans+Anna) e 5% Helsa (Hans+Elsa). Aproveitem...

Capítulo 2 - O Homem Lobo


Fanfic / Fanfiction Break of Dawn - Capítulo 2 - O Homem Lobo

Anna: Hm... Vamos sair amanhã. Eu quero ver isso mais de perto.

À tarde, a garota do capuz vermelho preparou sua cesta e esperou que o caçador retornasse. De repente a porta abre.

Hans: Sem sucesso...

Anna: Que pena... – Fingiu se importar. – Bem, já que você não encontrou o tal lobo lá, eu posso dar uma volta?

Hans: Mas claro! Só não vá pelo mesmo caminho. Há uma trilha que leva os lobos até aquele campo que você gostava de frequentar...

Anna: O quê?! Eu não vou mais poder voltar àquela parte do bosque?!

Hans: Não até eu por um fim a essa alcateia.

Anna: – A garota cruzou os braços e bateu o pé. – E pra aonde eu vou agora, senhor sabe-tudo?!

Hans: – Ele riu do comentário da garota e a abraçou gentilmente. – Eu só quero que fique bem. Pode passear por perto, por favor?  – Falou em um tom calmo. –

Anna concordou e partiu com Doug. Ambos agora estavam caminhando por perto do chalé, mas Anna queria ir longe.

Anna: Não vou obedecer a ordens como se eu fosse uma criança, senhor Hans! – Ela resmungava, enquanto mudava sua direção, fazendo Doug confuso. – Eu preciso saber quem é aquele homem e porque ele está andando com lobos!

Ela toma o mesmo caminho de anteriormente, apenas para ver se conseguia encontrar algum lobo ou até mesmo o próprio rapaz. A curiosa garota de capuz vermelho vai até o centro da floresta, se perdendo. Ela caminha por horas e horas até que escurece. Anna ouve uivos de lobos próximos, e uma luminosa lua é revelada no céu.

Anna: Doug... Você é o cachorro guia aqui... Fareja. – Ela falava em um tom de medo. –

O cachorro apenas seguira a menina, não fazia ideia de onde estava. Pelo menos não à noite, onde o ambiente parecia cenário de filme de terror. Após andar mais e mais sem saber pra onde eles estavam indo, ela encontra rastros e vê uma movimentação em algumas plantas próximas. A garota hesitou em saber o que era, mas optou por explorar o local, pedindo em pensamentos que fosse um bichinho pequeno como um coelho. Ela estava ocupada demais revirando as folhagens para notar onde estava pisando, uma cova.

Anna: ARGH! – A garota saiu de onde estava rapidamente, olhando de longe o que parecia uma ossada. Alguém tinha mexido naquela cova e desenterrado os ossos.

A garota, já assustada, recuou uns dois ou três passos, quando se deparou com um cemitério clandestino na floresta! Haviam várias covas mal feitas e desenterradas, várias ossadas e corpos de covas recentes. Anna ficou horrorizada, ela gritaria, mas tinha algo que a assustou mais, que a fez ficar sem voz. O rapaz meio lobo, como era chamado por Anna, que desenterrará as covas. Ele estava à procura de comida e definitivamente não conhecia sua real espécie. Anna, hesitando, mas se aproximando, queria ver de perto se era mesmo quem ela procurava, o tal misterioso selvagem. O rapaz a viu, mas não fez nenhuma reação que pudesse assustá-la, ambos chegavam próximo um do outro lentamente.

Anna: Q-Quem é você?... – Ela gaguejava, mas queria demonstrar corajem. –

O rapaz caminhava como um lobo, parecia um selvagem. Ele se aproximava sem dizer uma palavra.

Anna: Como se chama? Quem é você? – Ela ganhava corajem para fazer perguntas ao homem meio lobo. –

O rapaz parecia olhar para ela, por mais que a capa cobrisse seus olhos. O que a espantava eram as manchas de sangue pela pele de lobo que o cobria. O rapaz correu para as matas, e a garota obviamente o seguiu. Ela não o deixaria escapar novamente. Doug, que estava com a garota, resolveu segui-la, mas Anna não notou, ela estava prestando atenção naquele misterioso rapaz.

Anna: Volta aqui! Onde você quer me Le... Me Le... Me... Levar... – Anna abaixou o tom de voz ao olhar para o lugar que o rapaz meio lobo a conduziu. –

Um grande penhasco, por ele dava para ver a Lua mais de perto, de forma mais nítida. Aquele luar à noite, um céu estrelado, e olhando abaixo, uma vila pacata, desconhecida por ela. A garota ficou admirando o lugar, quando por trás dela apareceu a criatura, ou melhor, o rapaz. Ele levantou-se, ficando de pé, um pouco curvado.

Anna: Já fugiu demais, não? Agora me diz quem é você! – Ela falou em um tom autoritário. –

- Eu não sei... – Pela primeira vez respondeu o rapaz.

Anna ficava a admira-lo, surpresa. Ela não fazia ideia de quem ele era, e ele também não. Depois de um tempo admirando-o, eles se sentaram perto da beira do penhasco, mas não muito próximo, e contemplaram o céu. Havia uma leve brisa e o ambiente parecia assustador, mas lindo ao mesmo tempo.

- Eu não sei o que vim fazer aqui... – Ele falava em um tom calmo e lento, ainda olhando para a lua, sem fitar a garota. – Eu não sei como estou aqui até hoje... Mas eu sei que sou diferente.

Anna: Diferente? – Anna perguntava curiosa. Ela de fato sabia que ele era diferente, mas não se os dois tinham o mesmo ponto de vista. –

- Eles me tratam como um da família, mas eu nunca me senti da família.

Anna: S-Se refere... Aos lobos?

- Meu pai é o Lobo Alfa. Ele lidera os outros e é o mais forte de todos.  Ele disse que os humanos são uma ameaça... Eles devem ser controlados.

Anna: Porque ele disse isso? – Anna tentava aproximar-se, se confortava no chão onde estava sentada, a seu lado o estranho rapaz, ela concentrava-se nele, mas ele apenas contemplava a lua.

- Há muito tempo atrás, a floresta era o lugar de todos os animais... Grandes e fortes, ou pequenos e indefesos. Eles eram liderados pelo antigo Lobo Alfa, meu avô. Mas os humanos descobriram a floresta e o líder deles matou o que era de mais precioso.

Anna: O... Alfa?

- A vida na floresta. Construíram casas, moraram e aproveitaram a natureza de forma não aceitável.

Anna: Inadequada. É isso?

- Eles mataram o Alfa... Eles levaram tudo.

Anna: Mas isso é normal. Quer dizer... As pessoas fazem isso porque elas precisam de moradia, precisam de um lugar...

- Mas não deveriam ter feito aquilo com a floresta!

Anna: Mas a floresta está melhor agora, a natureza, tudo!

- Eles trouxeram com eles as armas...

Anna: Armas...

- Eles mataram muitos de nós... Eles viraram nossos inimigos...

Anna: E vocês atacam por isso? Vocês querem o controle de novo, é isso?

- O seu líder...

Anna: O-O quê?

- O seu líder nos fere, o seu Alfa.

Anna: Hans? E-Ele não é meu Alfa... Ele é só...

- É o macho dominante da sua alcateia, não é?

Anna: É... O meu o quê? – Anna fez um olhar confuso, ela estava tentando entender o que se passava na cabeça do rapaz. –

- Ele nos fere... E essa guerra não vai acabar!

Anna ficou em silêncio por um tempo, resolveu olhar para a lua e tentar compreender a mente daquele homem. Hans era o vilão para ele, mas ela sempre achou normal a caça.

Anna: Onde está o antigo Alfa? – Ela perguntou em um tom baixo.

- Aqui... Está olhando pra ele. – O rapaz se referia a sua capa que o cobria, feita com a carcaça do animal.

Anna ficou em silêncio novamente, pensando em novas palavras.

Anna: Como isso pode ter fim?

- Não pode enquanto não houver um acordo...

Anna: E você. Você não me falou nada sobre si.

- E o que quer saber?

Anna: Da sua origem! Você sabe que não é um lobo, não é? Como você foi criado por lobos?! – Anna perguntou determinada em saber. –

O rapaz fez uma breve pausa.

- Eu não sei...

Anna: Oh... Hm... – Anna não aceitava aquela resposta de jeito nenhum. –

Alguns uivos foram ouvidos de longe por ele, Anna também ouviu, mas ela não deu muita atenção.

- Eles me chamam! Eu preciso ir! – Levantou-se e começou a correr como um lobo. –

Anna: Ei, espera! Eu vou te ver de novo?

O rapaz virou-se, sorriu e fez um gesto positivo com a cabeça. Em seguida ele sumiu por entre as plantações. Anna seguiu seu caminho para casa, ela ainda não sabia onde era. Doug estava sempre presente com ela, mas a garota não notou até desviar sua atenção do rapaz para o cachorro.

Anna: Desculpa, Doug, te esqueci... – Ela passou a mão na nuca, um pouco sem jeito. –

O cachorro fez um gesto negativo com a cabeça e farejou o caminho de volta, com um pouco de dificuldade. Ambos chegaram em casa, já exaustos, quando alguém esperava por eles.

Hans: Olá, Anna...


Notas Finais


Nota: Não colocarei mais prévia do próximo capítulo, como fiz com minha fanfic e com o capítulo anterior. Se eu contar, é capaz de dizer tudo. Então prefiro que fique como surpresa.


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