História Break of Dawn - Capítulo 5


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Palavras 1.909
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Tentativas para Desvendar uma História


Anna ao entrar em casa, remove a capa vermelha e deita-se na cama. Ela pega um tipo de bloco de anotações e escreve com uma pena tudo o que sabe até agora sobre a antiga história da floresta, a curiosa guerra entre lobos e humanos. A menina via que tudo encaixará perfeitamente, exceto por algumas “cascas de banana”, como o fato do lobo ter molestado a menina, ou quem seria essa garota e o que tem de tão importante à família dela. E o mais importante, quem é o misterioso Homem Lobo? Perguntas ao qual ela descobriria a resposta mais cedo ou mais tarde.

Anna: Oi, Doug! – O cachorro aparecerá próximo de sua cama, subindo em seguida e ficando ao lado da garota, que anotará umas coisas no caderninho. – Hm... Deixe-me ver... – Anna levava a ponta superior da pena ao queixo, pensativa. À medida que pensava, ela escrevia o que sabe e o que pode fazer sobre.

Primeira descoberta: Há uma guerra entre lobos e humanos! É pior que uma simples caça matinal. Essa guerra existe há décadas, mas para os humanos virou uma simples temporada de caça, e o real objetivo foi apagado com o tempo.

Anna: Quem seria... A garota misteriosa? – Anna pensava em voz alta, procurando as palavras certas. –

Segunda descoberta: Há uma história, um conto real. O motivo dos humanos lutarem contra os lobos foi por uma vingança mal pensada que resultou em guerra sem fim. Os humanos com o tempo esqueceram a real razão da guerra, e agora seu mais recente motivo é controlar a floresta, que é dos lobos por direito. Os lobos ainda preservam essa história, e mesmo sabendo que erraram, querem o controle da floresta de volta.

 “Terceira descoberta: A morte do Alfa resultou em mais um motivo de vingança para os lobos.

Quarta descoberta: A família da garota. Desconhecido.

Quinta descoberta: Quem é a garota? Desconhecido.

Anna: Hum...

Hans entrará logo em seguida, encostando sua espingarda na parede. Ele vai em direção a Anna, que estava na cama escrevendo.

Hans: O que está fazendo? – Olhava para o papel, curioso. –

Anna: Anotando umas coisinhas... Por quê?

Hans: Você está passando menos tempo em casa. O que houve?

Anna: Nada, Hans, não precisa se preocupar... Eu estou bem.

Hans: Mesmo? Você anda muito pela floresta... Tome cuidado. – Ele beija-a na testa e caminha para fora do quarto, desconfiado.

Após pensar um pouco, Anna desiste de tentar resolver algo em meio a quatro paredes. Ela então volta para a floresta para refletir um pouco, deixando suas anotações no quarto. A garota então volta ao encontro do Homem Lobo, geralmente ele a encontrava a noite, mas conseguia tempo para a mesma pela tarde.

- Você novamente? O que houve?

Anna: Não vou deixá-lo em paz enquanto não resolver isso!

- Mas por que se interessa? E por que agora?

Anna: A questão não é essa! A questão é você! Deveria estar feliz por eu tentar ajudar...

- Sim, mas... Mas por quê?

Anna: Apenas me diga o que posso fazer para descobrir mais sobre toda essa história!

- Eu não sei, vem perguntar para mim, fêmea?

Anna: NÃO SOU FÊMEA, SOU UMA MULHER! Pare de me tratar como um animal!

- Aquiete-se, fêmea teimosa! Seu Macho Alfa pode nos ouvir!

Anna suspira pesadamente, batendo algumas vezes o pé direito no chão e levando a mão à fronte, contando vagamente até três.

Anna: Certo. Alguma ideia, Seu Lobo?

- Os humanos... Vão às tocas, à procura de conhecimento.

Anna: Às tocas?

- Sim... Eles levam e trazem consigo... Coisas que servem para saber.

Anna: Coisas que... Ah, livros!

- Vá lá e talvez ache o conhecimento que procura, humana. Está melhor pra você?

Anna: Humano você também é, não fuja disso. E sim, ótima ideia! Vejo-te mais tarde?

-Sim... – Ele sorri vagamente e adentra aos arbustos.

A garota curiosa foi à biblioteca local. Não ficava muito longe da sua casa e Hans não se importaria caso ela fosse à vila. Havia algumas pessoas comercializando e compradores, a rua estava lotando-se aos poucos. A moça rapidamente vai à biblioteca mais antiga da vila, lá continha a história de toda a floresta. Ao chegar, pencas e mais pencas de livros! A menina olhava confusa e cansada só por olhar aquelas capas coloridas e chamativas, porém cheias de papeis um tanto desnecessários em alguns casos. Como a mesma encontraria o escolhido, não sabe.

Anna começou a procurar por tudo que fizesse menção a lendas, tradições, famílias importantes ou simplesmente lobos, até que encontrou o conto chamado Little Red Riding Hood, ou simplesmente Chapeuzinho Vermelho, não demorará muito para encontrá-lo, é um dos mais famosos contos na biblioteca.

A garota admirava a capa em tom vermelho, e uma ilustração selvagem de um lobo “humanizado”, ela ficava a observar como os ilustradores imaginavam a fera descrita no conto, ou no fato. Após ler incontáveis vezes, a mesma ficará a observar as gravuras a mais. Todas imagens de uma garotinha graciosa e ingênua, de capuz vermelho e uma cesta ironicamente semelhante à dela. O Lobo geralmente era descrito como uma criatura humanizada, que caminhava como um humano, falava como um humano, comia como um humano, mas não tinha a aparência física de um humano. Ela leu as diversas outras versões encontradas na biblioteca e resolveu pesquisar mais sobre como de fato era a garota. Sua aparência mudava constantemente a cada livro, mas o Lobo permanecia o mesmo.

Anna voltou para casa exausta e sem sucesso em sua missão. A mesma não conseguirá nada sobre a garota de capuz vermelho. Ela estava ciente de que a própria não seria, mas se não, quem? Anna era a única a usar um capuz vermelho, não havia outra na vila. A garota então resolveu procurar por entre sua família, e no momento, sua família era apenas Hans.

Anna: Hans, posso te perguntar uma coisa? – A garota abre a porta, indo em direção ao rapaz.

Hans: Por onde esteve? – Estava sentado à mesa, lendo algo desnecessário para a garota. O mesmo não tirará os olhos do folheto.

Anna: Oh... Você não se importaria se eu estivesse na vila. Fui à biblioteca.

Hans: Achei que detestasse ler... – Ainda sem olhar para ela, falará em tom calmo e pouco preocupado.

Anna: Não detesto ler! Só... Só que os livros não me amam... – Ela desvia o olhar, desconfortável com o assunto. Livros são super essenciais, ela sabe disso, cresceu com sua mãe lhe incentivando a ler, porém o gosto pela leitura não era visível. Cada um nasce com seu dom escolhido e seus gostos, pensou.

Hans: Entendo... Então, o que quer me perguntar?

Anna: Hans... Sabes alguma coisa sobre minha... Minha família?

Hans: Anna... – O rapaz desvia sua atenção à garota, fitando-a. Parecia preocupado, mas de fato só parecia. Ele aproxima-se da menina e deposita-lhe um beijo carinhoso na fronte, abraçando-a em seguida. – Eu sou sua família... Sabes disso.

Anna: M-mas digo minha família... Meus parentes, de meu sangue.

Hans: Sinto, Anna... Apenas tinha sua mãe, e a mesma já não está mais conosco.

Anna: E meu pai? Eu não tive mais parente nenhum?

Hans: Conheço mais de sua família que ti mesmo e digo que apenas havia sua mãe, Anna... Sinto muito.

Anna: Bem... Entendo. Agora sei por que não tenho Álbuns de fotografia de meus parentes. – A garota fitava o chão, parecia melancólica.

Hans: Anna... Sinto muito. No que eu puder fazer, diga, certo? Minha princesa... – Ele sorri, na tentativa de confortar o coração da menina, que retribuiu o sorriso.

Anna: Hans... Está escurecendo. Vamos dormir...

Hans: Ah, não. Não posso, tenho coisas a fazer, Anna... Se quiser, pode ir...

Anna: Não, Hans. – A garota segura uma das mãos do rapaz, acariciando-a gentilmente. – Quero dormir com você... Vamos.

Hans: Está assim tão cansada?

Anna: Vamos, Hans... – Ela sorri, ingenuamente.

O rapaz passa a fitá-la por breves instantes, quando resolve ceder a suas carícias. A mesma o conduz em passos lentos ao quarto, apenas sorrindo para o rapaz com carinho e inocência. Ao chegarem ao quarto, a garota o empurra gentilmente para a cama, deitando-o e sentando-se, com as pernas entreabertas, por sobre o corpo do rapaz, pela área genital do mesmo. Ele observa as ações da garota, com muita malícia, mas a mesma retribui com um olhar inocente e meigo. A menina retira o capuz vermelho e leva as mãos até o casaco do rapaz, retirando-o sem pressa, enquanto distraia-o com beijos excitantes pelos lábios e queixo. Enquanto o beijava, a mesma sentirá algo volumoso por sobre as pernas, assim sabendo que seu amado estava gostando de seus atos, porém a intenção da menina não era respectivamente fazer sexo, mas sim apenas provocá-lo, Anna adorava uma boa provocação.

Após breves instantes naquela posição, o rapaz começa a puxar discretamente o vestido da mesma. Ela nota que o mesmo estava ansioso para obter mais prazer carnal, e esta apenas sorriu, afastando-se em seguida, deitando-se ao lado do rapaz.

Hans: Anna... Por que fez isso?

Anna: Oh... Estava bom, não estava?

Hans: Muito...

Anna: Ops! Esqueci que estou cansada... – Ela sorri maliciosamente, ficando de costas para o rapaz, apenas fingindo querer dormir.

Hans: Não seja difícil... Conceda, e serei gentil. Deixá-la-ei descansar em meu colo e não a machucarei. Com certeza pedirás por mais...

Anna: Mesmo?

Hans: Eu prometo... – O rapaz sorriu, enquanto removia a camisa e retirava o cinto, olhando encantado para a garota. O mesmo nunca se cansará do corpo da mesma, tão corado, tão esbelto, tão cheio de curvas. Lindo, perfeito, nunca o cansará, ficará se imaginando deliciando-se daquele corpo.

Anna: Tem que ser rápido. Eu estou cansada, Hans... – Desvia o olhar para um ponto qualquer que não fosse os olhos do rapaz.

Hans: Vais implorar por mais, então nem diga isso, mocinha...

O rapaz, antes de remover a própria calça, leva as mãos às pernas macias e sardentas da garota, lentamente levando as mãos, da coxa até mais acima, por entre as partes, apenas para excitá-la. Após a mesma arrepiar-se, ele puxa seu vestido pela borda, até que saia completamente. Após a garota estar novamente a seu dispor, o mesmo senta-se na cama e puxa-a para mais perto de si. Em seguida o mesmo remove a própria calça lentamente, enquanto distraia-a com beijos doces. Ao remover, o mesmo a conduz para seu colo, pedindo-a para que abrisse as pernas, e assim coloca-a em seu colo, de frente para o rapaz, para que o mesmo pudesse desfrutar mais da menina.

Anna deixava-se conduzir, ela sentia o membro de seu homem adentrar sobre ela, mas deixará. Acostumara-se com a dor, agora já fraca, do prazer e para que o mesmo se satisfizesse, movimentava-se vagas vezes, e por estar em seu colo, a própria pressionava lentamente, algumas vezes soltando uns suspiros e gemidos.

O rapaz ficará a sentir o prazer que sua amada lhe concedia. Ele a abraçava gentilmente, enquanto ficará a beijar seus seios e mordiscar seus mamilos. Após algumas horas excitantes, enfim ambos tiveram uma noite de sono, ou pelo menos um deles.

Anna desperta pela noite. Eram aproximadamente onze e quinze e, em breve, daria meia noite. A garota lava-se e veste-se rapidamente, deixando seu homem dormindo em um sono profundo, enquanto retira-se e vai à floresta atrás do lobo que prometerá encontrar. Ela estava gostando de sua companhia, não ia mais apenas por causa do tal mistério ainda não desvendado, desta vez o que contava era sua companhia.

Anna: Ah, onde você está, rapaz?



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