História Break of Dawn - Capítulo 8


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Palavras 2.114
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Um Novo Sentimento, Talvez...


Elsa: Ei! – Ela para de caminhar, fazendo o rapaz esbarrar em suas costas. – Eu posso ser novata por essas bandas... Mas a Chapeuzinho conhece o esconderijo do Lobo Mau.

Hans: Não é hora de metáforas, garota!

Elsa: Eu falo sério! Se me lembro bem, ficava por esse lado da floresta...

Hans: Mas do que está falando?

Elsa: Você não entenderia. Fica em silêncio que...

Um barulho suspeito calou a voz da garota, que no mesmo instante fez um sinal para que o rapaz ficasse em silêncio também. Ambos ficaram a observar o local, uma mata deserta e sombria, apenas com a luz da Lua sobre as folhas verde intenso.

Elsa: V-você ouviu?

Hans: Sinceramente... Não.

Elsa: Deveria ouvir mais! - Sussurrava, tentando manter a calma. - Um estalar, como se... Um galho partisse.

Hans: Eu entendo... Mas não há o que temer, vamos prosseguir antes que quem quer que esteja nos perseguindo apareça.

Elsa: Não, não era um animal... Parecia... Parecia um...

Em segundos, os dois sentiram a terra afundar sob seus pés e em seguida ambos caíram em um buraco profundo cavado próximo a muitas plantações, que o ocultaram. Uma armadilha feita por algum outro caçador, talvez. Após chegarem à terra firme, ambos perderam a consciência por um curto tempo. Hans foi o primeiro a recuperar consciência, porém enxergava com dificuldade devido à poeira forte que subia.

Hans: Você está bem? – Disse, tossindo constantemente. –

A garota não respondia, Hans apalpava todo o local para encontrá-la, pois não enxergava muito bem, e enfim conseguiu. Ela encontrava-se em um canto do local, estava consciente, porém não respondia.

Hans: Você está bem? Se feriu? – O rapaz aproximava-se, levando as mãos para os ombros da garota. Ela estava sentada ao chão e não mostrava alguma reação.

Elsa: Eu... Falhei.

Hans: O quê?

Elsa: Eu falhei como caçadora. Como sou inútil! – A garota lança a pedra mais próxima para um ponto qualquer do local, enfurecida. – Como eu, uma caçadora, pôde cair em uma armadilha de caçador?! Eu sou uma idiota, idiota!!

Hans: Ei, ei! Isso acontece...

Elsa: Não, Não acontece! Não posso me perdoar por isso! Nós nunca iremos sair daqui, é um buraco muito profundo e não podemos chamar ninguém para nos ajudar, iria manchar a minha reputação, iria manchar a sua reputação, iria manchar a MINHA reputação!!

Hans: Elsa... – Hans leva uma das mãos ao rosto da garota, removendo alguns fios que ficavam espalhados, rebeldes, sob sua fronte, em seguida acariciando próximo a orelha, enquanto a outra mão permanecia sobre o ombro da mesma. – Você é uma ótima caçadora. Você tem capacidade, moral, inteligência, você é muito habilidosa. Foi só um erro... Erros estão aí para serem cometidos, para ensinarem.

Elsa: É isso que eu temo, Hans... – Parecia que estava prestes a chorar. Sua voz era melancólica e fraca. – Sabe quando precisamos manipular quem somos para agradar outras pessoas? Eu não posso errar... Eu não devia errar. Eu tenho medo...

Hans: Eu entendo, Elsa... – O rapaz suspira pesadamente, aproximando-se e confortando a garota em seus braços. –

Elsa: É bem idiota, não é?

Hans: Não, tudo bem... Então aquela mulher durona que vi não era você.

Elsa: Era... Era o que esperam que eu seja. – Confortava a cabeça em seu ombro. – Na verdade sou só uma medrosa com medo de errar...

Hans: Não diga isso de si mesma... Errar é um pouco difícil de aceitar. Eu também não aceito errar.

Elsa: Hans... Você não entende. Se eu der pistas de quem realmente sou, eles virão atrás de mim.

Hans: Eles quem?

Elsa: Os... Os lobos... – Sussurrava, esperando que ninguém, e apenas ele, ouvisse. Sentia um arrepio breve que transpassava pela espinha.

Hans: Aquelas feras nojentas não vão machucar ninguém... Não irão te machucar, não se preocupe.

Elsa: Não, Hans... – Aproximou os lábios de sua orelha, a fim de chegar bem próximo ao ouvido do rapaz para sussurrar palavras que a mesma não confiava a ninguém. – Os lobos querem vingança.

Hans não compreendia todo aquele drama da garota, talvez ela estivesse sendo realista, ou apenas querendo implantar medo no rapaz. Ele, já abraçado a ela, levou uma das mãos para a cabeça da mesma e entrelaçou os dedos nos fios de seu cabelo, enquanto acariciava-o.

Hans: Escute. Não sei do que isso se trata, não sei o que quer me contar, mas esse medo só vai consumi-la, e manipulá-lo é pior.

Elsa: Não conhece toda a história, Hans... Eu era...

Hans: Ei, shh... – Ele por fim afasta-se gentilmente da garota, a fim de olhar em seus olhos azuis cristal e assim exibir um sorriso confortante. – Não precisa, Elsa... Sente-se desconfortável e não te obrigarei a falar o que não quer. Apenas... Quero saber se está bem.

Elsa: Sim, estou... – Ela sorri, confiante no que disse.

Hans: Perfeito. Agora vamos achar um jeito de sair daqui.

Elsa: Hans. Fez-me sentir melhor... Muito obrigada.

Hans: Sem agradecimentos, Elsa... Estamos aqui profissionalmente.

Elsa: Ah, sim! Claro...

Ambos ficaram em silêncio, em pensamentos tentavam descobrir um jeito de sair. Não levaram nada consigo que não fosse uma espingarda e um pequeno saco com moedas. Não havia outra opção, Hans atirou para o alto, espantando as feras e chamando a atenção dos demais caçadores. Próximo à alvorada, o dono da armadilha os encontrou e os ajudou a sair, prometeu ficar em silêncio por trinta moedas de prata, não era um caçador e sim apenas um velho em busca do que comer. Hans e Elsa voltaram, sem sucesso.

Enquanto isso, o rapaz Lobo estava a dormir no chão do quarto de Anna, um quarto separado do quarto do casal. A garota não dormia, apenas cochilava. O rapaz se movimentava, desconfortável com o local, e a mesma notará isso.

Anna: Quer vir pra cá? – Disse, sem muita preocupação. –

- Mesmo?

Anna: Claro... É mais confortável. Vem.

O rapaz não hesitou em subir na cama da moça e ao lado dela confortar-se, assim descansando. Anna, de costas para o rapaz, deitou e descansou. Alguns minutos passam e o rapaz não conseguia dormir, tão próximo assim da menina. Ele sentia um aroma forte que fluía da mesma, ao qual não sentirá por nenhuma loba em sua vida.

Ele ficou observando-a, em silêncio. Seus olhos castanhos cintilavam, parecia hipnotizado por ela sem motivo aparente. O rapaz aproximou-se lentamente até o pescoço da mesma, sentindo seu cheiro forte atraí-lo. Ele leva os braços até a cintura da garota, abraçando-a por trás, enquanto lambia-lhe algumas vezes por sobre o pescoço. A garota sentiu as carícias, mas não quis impedir, eram carícias curiosas e interessantes. O rapaz notou que a mesma estava acordada e sorria ao sentir os gestos, assim sentindo que podia ir mais longe. Colocou-a na direção dele e ficava a lamber-lhe o pescoço lentamente, fazendo movimentos suaves com a língua, e a garota arrepiava-se.

Anna puxava algumas vezes gentilmente a capa que o cobria, revelando um pouco dos cabelos do rapaz. Loiro, dourados e suaves. A mesma ficava a acariciá-los enquanto o rapaz permanecia com as lambidas excitantes que continuavam pelo corpo da mesma. Enquanto parecia rasgar o vestido dela, ao despi-la, o rapaz caminhava com a língua até todo o ombro da mesma, busto e por toda a extensão dos seios. Anna soltava alguns gemidos e suspiros fracos, levando as mãos à cabeça do rapaz, acariciando o que podia de seus cabelos, ela pressionava o rosto dele em seu corpo. O tal Lobo pensará apenas em marcá-la, como de propriedade sua, e assim lambia-lhe de instantes em instantes, já ofegante. Ele mordisca os mamilos da mesma, dando-lhe em seguida pequenas lambidas por sobre o redor, fazendo a garota suspirar ofegante.

Anna: O-o que está fazendo?... – Disse, suspirando a cada palavra. –

O rapaz, ao ouvir a garota, para lentamente o que estava fazendo a fim de tomar um pouco de ar e enfim sentir o cheiro forte da mesma. Ele leva o rosto ao pescoço dela, suspirando o aroma doce que sentia fluir da menina. Já tinha lambido todo o seu corpo, parando na área do abdome, a fim de fazê-la propriedade dele.

- És minha agora... – Sussurra, em resposta. –

Em seguida o rapaz volta ao local onde tinha parado, não terminará de torna-la propriedade dele ainda. Ele leva a língua até seu abdome, desfrutando da pele corada e suave da garota. Algumas vezes o rapaz distribuía mordidas, à medida que sua atração pela mesma elevava, porém que feriam-na e provocavam marcas bem visíveis. A menina soltava alguns gemidos altos, ora de dor, ora de prazer. Ele caminha com a língua por toda a extensão do abdome da mesma, aos poucos descendo até seu órgão genital. O rapaz leva a língua por todo o interior do órgão da garota, lambendo-lhe os sucos que a mesma liberava. Os gemidos de Anna saíam mais intensos e ofegantes, à medida que a mesma sentia a língua do rapaz percorrer sobre seu interior. Ela leva as pernas até os ombros do rapaz, entrelaçando-as por sobre ele, enquanto o mesmo desfrutava de seus sucos, algumas vezes mordiscando os lábios de sua genital. Após alguns instantes, o rapaz leva sua língua até toda a virilha da mesma, e em seguida lambe todo o exterior de sua vagina, afastando o rosto lentamente, após sentir que já tinha marcado-a o suficiente.

Anna estava com a respiração acelerada e suava, ainda cansada. O rapaz volta a por o rosto por sobre o pescoço da mesma, novamente a sentir seu aroma, e em seguida a coloca de costas para o mesmo. Ele deita-se por sobre a garota, que estava de costas para ele, envolvendo-a em seus braços. Em seguida o mesmo distribui pequenas lambidas por sobre o pescoço da mesma, e após isso morde-lhe, prendendo-a. A menina estava imóvel, ela sentia que não conseguia fazer movimento algum pois o rapaz a pressionava com seu corpo, na cama.

Anna: P-para... Para, por favor... D-dói... – Murmurava. A cada palavra, a garota suspirava e gemia, de dor. –

O rapaz parecia rosnar para ela, enquanto mordia-lhe com mais intensidade. Um pouco de sangue podia ser visto escorrendo por sobre o pescoço da mesma. Enquanto Anna tentava fazer alguns movimentos, sem sucesso, o rapaz remove uma parte de sua calça e pressiona suas partes na garota, que gemia de dor ao senti-lo. As dores aumentavam à medida que o rapaz mordia-lhe com mais força. Ele parecia imobilizar a garota, que implorava para que o mesmo parasse, porém o rapaz a respondia com rosnados, cada vez que ela tentava se soltar. Ele insere seu órgão na garota, por trás dela, enquanto a mesma continuava com os gemidos de dor. O rapaz pressionava seu quadril ao corpo dela, com brutalidade, fazendo alguns movimentos intensos. A menina implorava para que parasse, mas o rapaz parecia imerso em desejo. Após algumas horas desfrutando da garota, o rapaz se afasta e a solta. Anna já estava fraca, respirava com dificuldade e permanecia imóvel. Ele vira o corpo da garota, para vê-la de frente, e a mesma estava apenas cansada. Ela abre os olhos lentamente, em seguida sorri de canto.

Anna: Você foi... Muito mau. – Disse, ainda sentindo dores por suas partes, e com seu pescoço sangrando. –

- Você é muito frágil... Nunca aconteceu isso com as fêmeas de minha alcateia.

Anna: V-você já teve rela... Relações com animais?

- Isso é surpresa? – O rapaz veste-se e fica a observar a garota. – Nunca me senti tão atraído assim na vida. Acho que você é meu tipo de fêmea.

Anna: Bem... Foi doloroso, mas... Foi bom. – A mesma fica a fitar o chão.

- Terei que ir, fêmea.

Anna: Se terá, quero te dar algo antes. – A garota lentamente aproxima seus lábios até o rapaz, porém o mesmo afasta-se gradativamente, à medida que a mesma aproximava-se. – O... O que foi?

- Não pode fazer isso, fêmea. – Dizia, com preocupação. – Por que acha que os lobos não beijam suas fêmeas?

Anna: – “Porque eles não beijam”, pensava consigo. – Não sei, por quê?

- Isso simboliza compromisso. Foi minha por uma manhã, mas tens compromisso com seu Macho Alfa. O que ele pensará?

Anna: Eu... Não sei.

- Até outro dia, fêmea. Diga-me se souber de mais alguma coisa sobre o caso. – O rapaz retira-se, pela janela, caminhando até as moitas e sumindo por entre elas.

Anna perguntava-se como deixou um rapaz roubá-la um sexo e simplesmente sair assim. Pensará que também sentia algo por ele. Tentou esquecer o que houve, tomou um banho e limpou seus ferimentos. Estava repleta de marcas, a pior delas pelo pescoço. Não iria deixar Hans ver aquilo, então tratou de usar alguma roupa mais coberta, aproveitando que aquela manhã estava fria. Ela preparava algo para seu café da manhã quando ouviu alguém adentrar a casa.

Hans: Anna?...



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