História Breaking Love - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Aaron Paul, Hailey Rhode Baldwin, Justin Bieber, Kendall Jenner
Personagens Aaron Paul, Hailey Baldwin, Jeremy Bieber, Justin Bieber
Tags Aaron Paul, Hailey Baldwin, Justin Bieber
Visualizações 27
Palavras 1.116
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - The damn day.



                                                                        UM DIA DEPOIS 
  Eram 07h30min da manhã. Berros de dor vinham da sala, levantei em um pulo só e corri até lá, me deparando com minha avó ajoelhada no chão com o telefone perto de um dos seus joelhos, como se tivesse caído. O desespero tomou conta do meu corpo em segundos, um filme começou a surgir em minha mente tentando adivinhar o que teria acontecido. A única coisa que me vinha à cabeça eram meus pais, a minha segurança, o meu conforto, o meu coração. Ajoelhei ao seu lado abraçando-a com toda a minha força sem saber ao menos o porquê daqueles berros e de todas aquelas lágrimas. Peguei o telefone e só escutei o barulho “tu, tu, tu, tu,” tinham desligado. Olhei nos olhos azuis e marejados da minha avó a procura de alguma resposta.
-Ele chegou minha neta, o maldito dia chegou.– Disse minha avó com lágrimas incontroláveis saindo de seus lindos olhos. 
 Então eu entendi tudo, meu mundo tinha acabado ali, naquele exato momento em que eu recebi a notícia de que o meu coração tinha sido despedaçado em milhares de partes, meus pais tinham sido mortos. 
                                                                                      +++
    Lá estava eu, dirigindo meu carro o mais rápido que eu conseguia, chorando como nunca tinha chorado antes, o meu peito ardia, eu estava completamente sem chão, meu celular tocava sem parar e aquele barulho estava me irritando. 
- SERÁ QUE NEM NA MORTE DOS MEUS PAIS EU POSSO FICAR EM PAZ, CARALHO! –Disse gritando e jogando o celular para o chão do banco de trás. 
  Quando dei conta já estava perto de onde eu queria ir: Em um café silencioso de dois andares, onde pessoas iam pra ler, escrever e ficar em paz nessa cidade barulhenta. Estacionei o carro em uma vaga que por sorte achei e desci do mesmo, fui em direção ao café e adentrei, aguardei a minha vez e pedi um Cappuccino e subi para o segundo andar onde tinhas estofados e uma pessoa, que saiu logo depois que eu me sentei de costas para a escada, olhei para fora pelo vidro. Desabei. Chorava como se não houvesse amanhã, eu só queria chorar e ficar sozinha até tudo se encaixar, ou até acordar novamente e aquilo tudo não passar de um terrível pesadelo. Estiquei meu braço a procura do meu celular em meu bolso e lembrei que eu havia o jogado no chão no carro. Respirei fundo e meus pensamentos vieram.
   Meus pais sempre foram os melhores do mundo para mim, mas por conta da máfia eles acharam melhor me manter afastada o suficiente disso, mas sempre me dizendo toda a verdade. Eles me viam toda semana, desde que minha mãe me deixou na casa da minha avó quando eu ainda era um bebê. Sempre tive um contato maravilhoso com eles, nunca me faltou amor e carinho. 
 Meus pais eram donos da melhor Metanfetamina que existe, é mais conhecida como O cristal azul. Por ser tão pura sua coloração era um lindo azul, inclusive havia ganhado uma pedra de metanfetamina dentro de um vidro, uma espécie de colar. Dentro daquele vidro até parecia mesmo uma pedra rara, mas era o império de meus pais, que tantos lutavam para destruir e finalmente conseguiram. A noite no restaurente e a lembrança deles sorrindo ao meu lado e ao lado da minha vó surgiram em minha mente e o meu coração apertou novamente, eles não mereciam. Terminei de beber o meu Cappuccino e levantei passando as mãos nas minhas bochecas limpando as lágrimas, desci as escadas e sai do café indo em direção ao meu carro. Ao entrar no mesmo meu celular ainda estava tocando, estiquei o braço a procura do mesmo e o encontei, “My angel” e um coração apareciam na tela, era minha avó e sem saída eu atendi.
-Minha flor, que susto você me deu, onde você se meteu? Não pode sair assim com esse carro e ainda mais agora que tudo isso aconteceu, onde estava com a cabeça Hailey? –Disse minha vó gritando e atropelando todas as palavras de tão desesperada. 
-Me desculpe vó, eu só queria esfriar a cabeça, eu não tenho mais nada, eu morri com eles, acabou. –Disse desesperada voltando a chorar descontroladamente.
-Venha para casa minha flor, eu estou aqui, nós precisamos nos ajudar, agora somos eu e você, eu preciso de você como você precisa de mim, eu te amo, venha para casa. Eu estou te esperando com um abraço bem quente. –Assim que ela terminou de falar escutei ela desligar o telefone.
   Encostei  minha cabeça no banco me acalmando, ela tinha razão, eu precisava dela agora, éramos só nós duas nesse momento de angustia e nada mais justo que fazer companhia para ela e acalma-la também, pois sei que a dor de perder uma filha é terrível.
  Liguei meu carro e fui em direção a casa da minha avó, mais devagar dessa vez esperando que meu corpo se acalmasse com todas essas informações e que pelo menos tentasse entender que eu teria que superar.
                                                                                    +++
     Fui chegando perto da casa da minha avó, era grande o suficiente para hospedar umas 10 pessoas. Meus pais sempre quiseram o meu conforto, minha segurança e para isso vários seguranças viviam na casa, rondando o jardim de entrada, o quarteirão e etc, como eu era a unica filha eles pediram pra que fizessem uma casa com o meu gosto. Como eu ainda era pequena, nos fundos do quintal tem escorregas casa de brinquedo, piscina e tudo o que uma criança sempre sonhou em ter. Como meus pais nunca me deixaram sair daqui, essa sempre foi a minha casa, meu lar, meu aconchego. 
   Suspirei fundo e parei o carro na minha vaga na parte subterrânea da casa, desliguei o mesmo e tirei a chave da ignição. 
-Vamos Hailey, coragem, ela precisa de você, você precisa dela e o império deles também... –Falei as palavras lentamente, finalmente a minha ficha estava caindo. - O império é seu agora, você não vai desperdiçar anos de luta dos seus pais por insegurança, você é Hailey Baldwin, você tem 20 anos e pode governar o império do cristal e encontrar os filhas da puta que mataram seus pais. – As últimas palavras saíram com uma enorme dificuldade, mas era a realidade, EU era a dona agora, EU estaria no comando dali pra frente, EU sou a herdeira de tudo isso e mesmo sabendo que isso nunca foi o que meus pais sonharam para mim, eu iria controlar e  nada disso iria para o lixo.
  Abri a porta do carro decidida, eu iria encontrar esses malditos que acabaram com minha vida e iria dar orgulho aos meus pais, governando esse império azul como nunca.


Notas Finais


Esse capítulo foi um pouco menor. Esclareceu mais um pouco sobre como Hailey vive (com a avó em uma casa BEM grande) e infelizmente já começou com as mortes... Mas precisávamos dessas mortes para dar início de verdade a nossa história, espero que gostemmmmmmmmmm!


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