História Breathe Me - Capítulo 37


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Visualizações 639
Palavras 1.382
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Deixem "Leave Out All The Rest" da banda Linkin Park carregando ou se você tiver no computador coloque ela pra tocar quando aparecer "Parei de frente a sua casa" no capítulo deem play. É importante para dar uma emoção no capítulo. NÃO SE ESQUEÇAM DISSO. Eu escrevi o capítulo ouvindo ela e gostei. Não pude postar o link aqui porque o social não deiza zz u.u.

Capítulo 37 - Sorry not sorry or yes


Fanfic / Fanfiction Breathe Me - Capítulo 37 - Sorry not sorry or yes

P.O.V Justin Bieber On

Eu tive um péssimo dia hoje literalmente. Briguei com o meu chefe e colega de trabalho durante a tarde e fui de cabeça quente para a casa de Brooke e quando eu chego lá vejo a minha namorada com outro cara, um amigo de infância, não sou idiota pra acreditar nisso. Bem, eles podem até ser amigos, mas amigos não se beijam. Sim, eu posso ter exagerado com a Brooke, posso ter exagerado em terminar o namoro ali, MAS PORRA, ela estava prestes a beijar outro cara, que homem iria gostar de pegar a namorada prestes a beijar um cara?

Eu não estou arrependido por ter feito isso, talvez sim. Eu a amo, mas aquilo doeu, doeu muito. 

Cheguei em casa e fui em direção ao banheiro, lavei meu rosto e o enxuguei, fiquei olhando no espelho e fiquei o encarando, pensando. 

Por que?

Minha vida é uma merda mesmo.

Resolvi sair dali de novo, mas agora eu iria ir para algum lugar beber, era isso que eu precisa: Beber e esquecer meus problemas por alguns minutos ou horas.

Uma longa caminhada depois eu cheguei a um bar e mini boate. No local tocava uma música melancólica  só pra foder com tudo.

Sentei-me em um banco de frente ao balcão, ali era um bar pequeno e eles não iriam pedir minha identidade para me dar uma bebida, eles querem vender estão pouco se fodendo se eu sou de menor pra beber ou não. Pedi cerveja e logo o cara me deu um copo, comecei a beber, terminando o primeiro copo eu pedi outro e outro e mais outro. Assim foi até eu ficar bêbado, chorei, ri, flertei com algumas garotas ali e desabafei com o balconista que estava limpando os copos e acho que prestando atenção no que eu falava.

- Sabe? Eu a amo demais, ela é tudo pra mim, ela me fez sentir vivo novamente. Sabe o tanto que eu me senti sozinho depois que Jessy morreu?

- Por que você não pede desculpas para ela? - oh, ele estava prestando atenção no meu papo de bêbado.

- Porque eu sou orgulhoso, porque eu não quero olhar pro rosto dela, porque eu... Eu... Eu sou um idiota e orgulhoso. - fechei meus olhos e  coloquei as mãos neles apoiando meus cotovelos no balcão.

- Tenho que concordar com você, você é um idiota! Não se pode descontar as coisas em mulheres, ou melhor, namoradas. 

- Mas ela estava defendendo o outro cara, moço. Ela estava defendendo ele. Isso dói, dói muito.

- Você deu oportunidade para ouvir o que ela tinha a dizer? - ouvi uma mulher falar, ela acabará de se sentar ao meu lado. - Desculpe, acabei escutando a conversa e não tem nada como uma mulher para te dar uns conselhos. Então? - respirei fundo e bufei em seguida.

- Não, eu mal a deixei falar.

- Esse foi um erro, um grande erro. - a mulher disse

- Ela vai me odiar pra sempre.

- Sim, vai - o homem do balcão disse.

- Talvez ela não vai, se ela te amar ela não vai te odiar até porque ela é a que está mais errada.

- Eu não estou errado, só ela está. - eu disse me irritando um pouco.

- Tem certeza disso, rapaz? - balconista perguntou enchendo um copo de cerveja e servindo para um homem ali perto.

- Sim. - eu respondi sem pensar e eu também estava mentindo. Sou orgulhoso demais para admitir algumas coisas.

- Mesmo?

- Absoluta!

- Mesmo? Mesmo? - a mulher perguntou olhando nos meus olhos e eu cedi.

- Não.

- O que você ainda está fazendo aqui? Por que você não vai atrás dela?

- Porque eu não quero.

- Chega de ser orgulhoso e chega desse papo.

- Eu estou bêbado e vou fazer besteiras. - a mulher riu.

- Dizem que bêbados sempre falam a verdade. Sempre falam a verdade que está escondida.

- Qual o seu nome? - eu perguntei com o cenho franzido totalmente fora do assunto.

- Madison.

- Eu sou o Justin.

- Sei que está querendo mudar de assunto.

- Não estou não. - Madison respirou fundo, provavelmente já perdeu a paciência comigo e o meu jeito teimoso.

- Cara, você é muito teimoso!

- Sei disso. - eu sorri e depois senti vontade de chorar, Brooke sempre vinha na minha cabeça. Levantei-me do banco com dificuldade e joguei o dinheiro do que eu tinha gasto em cima do balcão.

- Vai ir atrás dela? - o balconista me perguntou.

- Qual o seu nome?

- Washington. 

- Obrigado pelas bebidas, Washington.

- Madison, pode me... - eu ia pedir para ela me levar pra minha casa, mas desisti dessa ideia, ela nem me conhecia por que me levaria pra casa? - Não, deixa pra lá. Tchau pra vocês dois.

Trocando as pernas e quase caindo me esborrachando no chão eu sai daquele bar. Na rua as pessoas me olhavam estranho pelo meu estado. Meus cabelos estavam bagunçados, eu andava quase caindo e às vezes eu tinha que me apoiar nas paredes.

Passavam das onze horas da noite, consegui pegar um ônibus e fui até o bairro onde Brooke morava, desci no ponto e segui para a casa dela. 

Não, eu não iria conversar com ela. Sim, eu sou muito teimoso, orgulhoso para ser mais exato.

Parei de frente a sua casa do outro lado da rua assim como eu fazia quando nós não namorávamos. Eu parava de frente a sua casa do outro lado da rua e ficava olhando diretamente para a janela do seu quarto para eu poder vê-la e admirá-la. Quando ela aparecia eu sentia meu coração pulsar mais forte e ficava encantado com ela, não entendia muito bem naquela época o por que de eu me sentir atraído por ela não rápido, talvez no fundo eu sentia que ela era meu tudo. Agora eu estou aqui esperando ela aparecer na janela para eu puder vê-la. Brooke não é muito de ficar olhando pela janela por isso eu ficava a olhando não corria o risco de ela me ver.

Eu sabia que ela estava ali e acordada pela a luz estar ligada, eu tinha esperança que ela iria aparecer ali perto da janela e eu iria poder vê-la e eu estava rezando para ela NÃO me ver, mas isso não aconteceu.

Ela finalmente apareceu na janela, eu sorri de leve ao vê-la e eu também percebi que ela não estava bem pela sua expressão facial. Seus cabelos estavam lisos e soltos e ela usava um vestido branco alguns pequenos detalhes rosa e verde que eu não consegui decifrar o que eram. Ela colocou alguma coisa em cima da mesa que ficava ali perto da janela e olhou pela janela colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha e foi ai que ela me viu, meu sorriso se desfez e a expressão de Brooke era indecifrável. Eu não sabia o que fazer, eu não sabia se eu ia lá, se eu fosse embora ou se eu ficasse ali a olhando, eu estava em uma guerra psicológica em minha cabeça. Brooke não se mexeu, ela ficou me olhando e eu também não me mexi, fiquei a olhando e ficamos ali, no silêncio da noite olhando um para o outro sem saber o que fazer. Sem saber para onde correr, sem saber o que fazer.

Acabo de perceber que somos dois orgulhosos sem estratégia de fuga.

Brooke levantou mais o seu corpo de ainda estava meio curvado e deu um passo pra trás ainda com os olhos fichados em mim. Ela saiu do meu campo de visão após dar mais passos para trás saindo do rumo da janela, suspirei e me virei andando rápido logo depois "correndo" para longe dali. Eu mais cambaleava do que corria, eu trocava as pernas, tropeçava em meus próprios pés e às vezes no chão, quase bati a cara em um poste e depois acabei batendo em uma árvore, essa situação foi realmente embaraçosa, ainda bem que estava tarde e ninguém estava na rua pra me ver pagar esse mico. Virei a esquina e segui para ver se conseguia pegar um ônibus, mas naquela hora seria um pouco difícil.


Notas Finais


Capítulo pequeno, eu estava um pouco sem ideia para o que por nele e saiu isso ai. Eu gostei dele, principalmente com "Leave Out All The Rest" como fundo, essa música é muito perfeita, linkin park é muita perfeição.
Obrigada amoras da minha vida. Não me abandonem e comentem, por favor. Eu preciso MUITO da opinião de vocês sobre o capítulo e tal.
Twitter: @shitbieba


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