História Breathe Me - Capítulo 46


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Visualizações 576
Palavras 1.068
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu escrevi esse capítulo bonitinho, gastei cinquenta minutos o escrevendo e quando fui salvar eu acabei clicando em "não salvar" e perdi a porcaria do capítulo, tive que reescreve-lo e digo que o primeiro que eu tinha escrevido estava melhor que esse porque eu não lembrei de algumas coisas que coloquei no primeiro, principalmente as falas.
Eu estava sem ideia para o nome do capítulo e coloquei "Blonde bitch" ( Loira vadia)
Enfim, boa leitura para todas vocês E LEIAM AS NOTAS FINAIS, É IMPORTANTE.

Capítulo 46 - Blonde bitch


Sai do quarto soltando fogo por todos orifícios do meu corpo, com cara fechada e pisando forte eu procurava a enfermeira doida pelo hospital. Quando cheguei no térreo eu a vi com uma bolsa de soro na mão, ela foi até um elevador e eu a segui entrando no elevador. Ela se assustou e eu a empurrei a encostando na parede, apertei o botão para o elevador parar.

- POR QUE VOCÊ FEZ AQUILO? O QUE VOCÊ QUER COMIGO? - gritei. Ela não me respondeu.

- Me solta, você está me machucando. - ela choramingou.

- É PRA MACHUCAR MESMO. ME RESPONDA!

- Era... Era só... Uma diversão.

- Ah, diversão, só diversão. ERA SÓ DIVERSÃO ACABAR COM A MINHA VIDA? COMO VOCÊ PODE FAZER ISSO SÓ POR DIVERSÃO? - eu coseguia ver o medo que ela tinha de mim em seu olhar -  Você conseguiu me deixar muito nervoso, nunca ninguém gostou de me deixar irritado. Você não me conhece e não sabe quem eu sou. E você vai fazer exatamente uma coisa que vou te pedir. Você vai ir até o quarto 502 e falar tudo o que realmente aconteceu para a Julia, está me entendendo? - eu disse e perguntei calmamente. - Quero que você vá lá e diga a verdade. Você não vai sair falando por ai que eu sou um doido que tentou abusar de você, você sabe que não é verdade. E só pra te avisar, eu vou ficar te vigiando de longe, vou ver e ouvir tudo. - cheguei meus lábios perto de seu ouvido e disse em tom baixo. - Eu não tenho medo de segurança, não tenho medo de polícia, não tenho medo do diabo, então não tente bancar a esperta. Quando você está indo com a farinha eu estou voltando com o pão. Entendeu? - ela assentiu. - ENTENDEU?

- Si-Sim. 

- Boa garota! - apertei o botão para o elevador voltar a andar. - Agora vá dar o soro para o paciente e depois vá até o quarto 502. 

O elevador logo abriu as portas, a loira limpou as lágrimas de seu rosto e saiu, logo depois eu sai, ela entrou no quarto 508, trocou o soro do paciente e depois caminhou até o quarto 502. Caminhei para ficar mais perto do quarto e ouvir o que ela dizia. Cheguei meu ouvido perto da porta para ouvir a conversa.

- Você é o Bieber?

- Sim, sou eu. - me virei e vi um segurança.

- Peço educadamente que você me acompanhe para fora deste local.

- O que? Por quê?

- Uma acompanhante de uma paciente pediu que você saísse deste hospital e a segurança viu você ameaçando uma das enfermeiras. 

- Eu não vou sair daqui.

- Rapaz, eu te peço civilizadamente que você me acompanhe.

- Eu não vou te acompanhar. Aquela enfermeira armou pra mim e eu não a ameacei, só conversei com ela.

- Não foi isso que as imagens nos mostraram.

- Você está brincando com a minha cara. - ri sem humor.

- Não estou. Estou com cara de quem está brincando? Não.

- Olha, senhor. Por favor, me deixa ficar aqui. Eu não fiz nada de errado.

- O que está acontecendo aqui? - uma enfermeira jovem e ruiva perguntou com uma pequena bandeja de remédios nas mãos.

- Esse rapaz está proibido de ficar neste local, mas se recusa a sair.

- Por quê?

- Ele perturbou uma acompanhante de um paciente e ameaçou uma das enfermeiras.

- Eu não fiz nada disso. Aquela enfermeira loira que é doida.

- Quem é a enfermeira? - a jovem perguntou.

- Uma loira puta.

- Sei quem é. Dalton, esse rapaz não fez nada de errado, não é culpa dele. Georgia vive importunando as pessoas deste hospital e as tirando do serio. Ele não é a primeira pessoa que ela faz isso.

- April, eu só estou fazendo o meu trabalho. Tenho que retirar esse rapaz daqui. Vá fazer o seu trabalho. Cuide dos pacientes que eu cuido das pessoas indesejáveis.

- Dalton...

- Sem mas, April. – o tal Dalton a interrompeu.

- Eu tenho que ficar aqui, eu tenho que cuidar da Brooke. Eu preciso ver a Brooke. Aqui é um lugar publico, eu posso ficar aqui, eu tenho o direito de ir e vir, ninguém pode me impedir de ficar aqui. – argumentei.

- Você não tem o direito quando perturba as pessoas. Vamos. – o tal Dalton segurou o meu braço e começou a andar me puxando. Olhei para trás, para o quarto de Brooke e dele vi Georgia saindo com um sorriso vitorioso nos lábios, ela cruzou os braços e riu. April olhou a cena incrédula com a boca aberta e depois olhou para Georgia balançando a cabeça negativamente, e se virou saindo dali.

No térreo as pessoas ficaram olhando a cena, um segurança segurando o braço de um jovem. Irritado, me sacudi para ele me soltar e assim ele fez. Dalton me soltou e eu andei de cenho franzido até a saída do hospital acompanhando do segurança. Eu não iria embora de jeito nenhum, eu ia ficar ali para ficar sabendo de noticias do estado de saúde da Brooke.

Uma hora desde que tudo tinha acontecido já tinha passado e eu continuava ali na porta do hospital. Eu ficava olhando tudo pelos vidros que tinham ali, por eles eu conseguia ver todo o térreo, médicos e enfermeiros andando pra lá e pra cá, pacientes, visitantes, acompanhantes. Pessoas entravam e saiam do hospital e provavelmente me viam ali e se perguntavam que raios que estava fazendo aqui parado porque eu olhava para o interior do hospital e não entrava. Eu queria ter o mesmo direito deles de entrar e sair na hora que eu quiser, mas eu não podia, aquilo foi tirado de mim.

Ao longe vi April sair de um dos elevadores, ela caminhava lentamente para a ala do refeitório do hospital, em um movimento rápido ela acabou me vendo do lado de fora do hospital, nossos olhares se encontraram e eu a implorava pelo meu que ela me ajudasse. April me encarou por alguns segundos e depois desviou seu olhar do meu. Pra mim ela era a única ali dentro que podia me ajudar a ver a Brooke ou pelo menos ficar sabendo de notícias dela.

Minha vida está ficando cada vez mais difícil de viver.


Notas Finais


To muito feliz com o número de visualizações que os capítulos estão tento. Breathe Me está no finalzinho, acho que não vai ter mais de sete capítulos.
Bem, o que eu tinha de importante para falar nas notas finais é uma pergunta: Vocês leriam, vocês gostam de fanfics de terror? Estou pensando em postar uma. Me respondem nos comentários, por favor, não me ignorem.
fc: @recowerz


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