História Breathe Me - Capítulo 47


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Visualizações 553
Palavras 1.097
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei postar esse capítulo porque eu tinve o famoso "bloqueio de criatividade", eu não tinha noção de como escrever esse capítulo e a preguiça de pensar não ajudava. Ele saiu pequeno, mas tive que faze-lo assim por não conseguir escrever mais.
LEIAM AS NOTAS FINAIS, É IMPORTANTE.
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Capítulo 47 - Improvements?


Cheguei na porta do hospital e joguei minha mochila no chão a deixando encostada na parede. Já tinha se passado um dia desde que fui expulso do hospital. Como sempre eu estava do lado de fora do hospital procurando alguém para eu perguntar sobre Brooke.

Era meio dia e cinquenta e oito no momento, muitas pessoas saiam para almoçar fora, alguns almoçavam ali mesmo, hospital. Uma enfermeira ia saindo do hospital, me ajeitei e fui ai encontro dela.

- Oi.

- Oi – responde meio receosa.

- Você poderia me dar uma informação sobre uma paciente?

- Eu não sei se...

- É muito importante pra mim, - a interrompi. - vou fazer uma simples pergunta.

- Ok, ok.

- Você sabe como a Brooke Montes está?

- Brooke Montes? A menina que sobreviveu ao serial killer? – assenti positivamente. – Ela ainda está em coma, ela não apresentou nenhum quadro de melhora.

- Ah sim, obrigado.

A enfermeira saiu de perto de mim e seguiu o caminho dela e eu continuei ali. Eu iria fixar ali até Brooke sair andando ou... Morta.

[...]

Eu estava sentado no chão quando ouvi uma grande movimentação no térreo. Um grupo de quatro enfermeiros e dois médicos entraram correndo no elevador, me levantei olhando a cena e não só eu, mas outras pessoas ali nos perguntava o que tinha acontecido e a única coisa que eu pensava era Brooke. Meia hora depois vi Julia saindo do elevador, ela parecia ter chorado muito e estava acompanhada de um enfermeiro, em péssimo estado foi levada até o refeitório do hospital, cruzei meus braços e continuei ali prestando atenção em tudo que acontecia.

- Ei, garoto! – olhei para as portas principais do hospital e vi Dalton. Mereço esse homem encher meu saco agora.

- O que foi?

- O que você está fazendo aqui? Você está proibido de entrar no hospital.

- Por acaso eu estou dentro do hospital? Não estou. Eu estou do lado de fora e aqui não é propriedade do hospital. Agora vai encher o saco de outra pessoa. – Dalton balançou negativamente a cabeça e saiu dali.

Dez minutos depois a equipe de quatro enfermeiros e dois médicos que tinham entrando correndo no elevador saiu do mesmo e caminhou pelo saguão, um dos médicos estava indo ao refeitório quando Julia apareceu, os dois conversaram, a feição de Julia melhorou após ouvir o médico. Aquela correria tudo foi provavelmente por causa da Brooke e isso me dava aperto no meu coração porque eu não estava lá com ela.

P.O.V Julia On

Eu estava lendo um livro qualquer sentada na poltrona, de vez em quando eu olhava para Brooke para ver se estava tudo bem com ela e se caso ela se mexeu ou abriu os olhos. Eu ficava angustiada por ver ela naquele estado, eu queria ela me enchendo o saco, eu queria ver ela viva, e do jeito que ela está eu não a considero cem por cento viva. Isso é doloroso, mas tenho que reconhecer isso.

Li uma página do livro e alternei meu olhar para ela. Como sempre não tinha acontecido nada. Só ouvia o barulho da máquina que media os batimentos cardíacos e o barulho da outra máquina que a ajudava a respirar.

Apoiei meu cotovelo no braço da poltrona e com os dedos eu massageei minhas pálpebras. Eu estava cansada, muita cansada. Eu estava dias sem dormir direito e quando eu começava a dormir bem eu tinha algum pesadelo o que me fazia ficar acordada. Os dias andam muito difíceis pra mim e também muito difíceis para Brooke. Como ela não apresentava nenhum tipo de melhora os médicos já começaram a cogitar a ideia dela nunca mais acordar e ficar em coma para sempre e para liberar os equipamentos que ela está usando para outra pessoa eles vão desligar os aparelhos que a mantinham viva. Mas eles vão esperar mais um certo tempo para ver se ela melhora, se não melhorar... Eu não quero nem pensar nisso.

Os pulmões de Brooke estavam muito fracos ainda e não conseguiam puxar o ar sozinhos o que levam eles a precisar da máquina para respirar, como estava desacordada ela não conseguia se alimentar e usava uma sonda, a sonda também servia para os medicamentos que ela deve tomar.

Eu estava perdida em meus pensamentos olhando para o teto quando ouvi uma das máquinas apitar enlouquecidamente, me levantei assustada jogando o livro que eu estava na mão no chão e fui ao lado da cama de Brooke, apertei desesperadamente um botão para alertar os médicos que eu precisava de algo ou algo estava acontecendo. Desesperada eu sai do quarto e sem me importar comecei a gritar chamando algum médico, ao ver que eu gritei o bastante chamando por um médico voltei para dentro do quarto e peguei a mão de Brooke.

- Não me deixa, Brooke. Pelo amor de Deus, não me deixa. – eu implorava, suplicava em prantos.

Ela estava tento uma parada cardíaca.

Uma equipe entrou no quarto, uma enfermeira me afastou da cama para dar espaço para os profissionais ali. Um dos médicos começaram a fazer massagem cardíaca para reanima-la. Eles tentaram uma... Duas... Três, quatro vezes e nada, um médico falou para me tirarem do quarto e assim um enfermeiro fez, ele me tirou do quarto e me levou para o refeitório para me acalmar. Eu estava muito nervosa, MAS QUEM NÃO FICA EM UMA SITUAÇÃO DESSA?

- Tome. – o enfermeiro me deu um comprimido, calmante, e um copo de água. Um simples copo de água com açúcar não ia me acalmar.

Tomei o remédio e me sentei em uma das mesas dali, apoiei meus cotovelos na mesa e encostei minhas mãos na minha testa fechando os olhos.

Dez longos, quase eternos, minutos decidir tentar entrar no quarto da minha irmã para ver como ela estava, quando eu sai do refeitório encontrei o médico responsável pelo minha irmã.

- Julia, Brooke teve uma parada cardíaca e felizmente conseguimos reanima-la e agora ela já está estável. – o médico sorriu abertamente, parecia estar muito feliz, não entendi muito bem o porquê, mas logo depois ele falou. – E finalmente apresentou um pequena melhora, não é bem uma grande melhora, mas já é um fato para temos fé nela.

- O que aconteceu? – meu coração batia forte e rápido, parecia que ia sair do meu peito e pular por ai.

- Uns minutinhos após conseguirmos reanima-la Brooke tossiu e moveu o rosto o trocando de posição.

- Ai meu Deus.

- Vamos ter fé de que ela vai melhorar e não ter nenhuma sequela.


Notas Finais


Acho que essa fanfic vai ter mais uns dois ou três capítulos para frente. Pois é, Breathe Me está chegando ao fim. Sempre fico chorosa no fim de uma fanfic porque eu me apego a ela.
Eu estava pensando em não postar mais nenhuma outra fanfic depois desta porque eu ando sem criatividade para escrever, tenho uns dez capítulos de "After Storm" escritos e tenho ideias para essa fanfic, MAS pode ser que eu não consiga colocar as ideias no papel, tipo, escreve-las. MAS isso não quer dizer que eu estou desistindo totalmente de escrever, eu amo escrever e não sei se vou viver sem isso, por isso não digo que essa ideia d'eu parar de postar fics é concreta, que é cem por cento.
Beijos e até a próxima postagem.
twitter: @recowerz


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