História Breathe Me - Capítulo 49


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Visualizações 589
Palavras 1.817
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Quero que vocês chorem muito nesse capítulo fjbhiduhbgh, sou dramática. 
LEIAM O CAPÍTULO OUVINDO "EVERYTHING" - LIFEHOUSE.
LEIAM O CAPÍTULO OUVINDO "EVERYTHING" - LIFEHOUSE.
LEIAM O CAPÍTULO OUVINDO "EVERYTHING" - LIFEHOUSE.
Nem sempre as histórias de amor tem um final feliz.

Capítulo 49 - No Happy Ending - Shes died


Dois meses e uma semana depois...

- Oi, Bieber. - April disse ofegante, parecia que tinha corrido muito.

- Oi, April. O que está fazendo aqui? - dei passagem para ela passar e ela entrou. - É, desculpe a bagunça. - eu peguei algumas roupas que estavam espalhadas e as joguei em um canto "organizando" um pouco ali.

- Não me importo com isso. - ela riu, mas ainda aparentava nervosismo. - Vou ser bem direta ao assunto.

- Diga!

- Vão desligar os aparelhos que deixam a Brooke viva hoje. - Eu fiquei sem reação ao ouvir suas palavras, tomei um banho de água fria, senti um aperto no coração e pude jurar que ele parou de saber por um segundo.

- Você só pode estar brincando comigo. - ri sem humor - Diga que você está brincando. - eu sentia meus olhos marejarem de lágrimas.

- Não brincaria com uma coisa tão séria assim. Julia, a irmã da Brooke, assinou os papéis hoje autorizando o desligamento dos aparelhos.

- FILHA DA MÃE! - gritei com as mãos nos cabelos.

- Ela não tinha condições de manter Brooke no hospital, Justin.

- Não existe só aquele hospital para manter Brooke viva, existem hospitais mais pela cidade.

- Mas a Brooke está há seis meses sem mexer um músculo se quer.

- CALA A BOCA. Quanto tempo eu tenho para salvar Brooke?

- Meia hora.

- Vou ir até o hospital. - sai de onde eu estava atravessando toda a automecânica indo até a rua. Eu precisava salvar Brooke.

- Como você vai fazer isso Justin? - April veio correndo até mim - Os seguranças não vão te deixar entrar.

- Eu vou dar um jeito de entrar.

- Vou ir com você. - corremos pela rua e conseguimos pegar um táxi. O ruim era as horas, era horário de pico no momento e só pra piorar ocorreu um acidente na principal avenida que dava para o hospital.

- Merda. - bati no banco a minha frente. - Vou ir de a pé mesmo. - peguei o dinheiro e dei para o taxista logo saindo do carro e ouvi April sair também. Comecei a correr o mais rápido que eu pude, desviava de algumas pessoas e acabava esbarrando em outras.

- Desculpa. - me virei pra trás ainda correndo me desculpando com um homem que eu tinha esbarrado. 

O hospital estava só mais uma esquina de distância, eu tenho que chegar lá a tempo, eu tenho que salvar a Brooke. ELA NÃO PODE MORRER. Não posso deixar isso acontecer, não mesmo. O medo e aflição me fazia pensar o pior, meus olhos lacrimejaram e eu os limpei rapidamente para as lágrimas não me atrapalharem. Cheguei no meus destino, o hospital, nem sabia onde a April estava, deve estar bem pra trás já que ela estava de salto e também é uma mulher, não conseguiria me acompanhar.

- Quero informações sobre a paciente Brooke Montes. - ofegante e suado eu disse para a atendente.

- Seu nome, por favor?

- Pra que você que saber a porra do meu nome?

- Ele é o Bieber, a irmã da paciente não quer que ele a veja. - uma outra mulher que ficava no balcão de atendimento disse.

- Vai se fuder!

- Seguranças. - a loira chamou os seguranças. Merda! - ME DEIXEM ENTRAR, POR FAVOR? - me desesperei, as pessoas ali já estavam prestando atenção na cena. Dois seguranças veio até o meu lado me segurando.

- Venha com a gente.

- Tire as mãos de mim. - me contorci me livrando das mãos deles. Agora era só o que me faltava. - Julia não pode deixar com que os médicos desliguem os aparelhos. 

- Justin!

- April! April, fala para eles me deixarem entrar. - eu já estava do lado de fora quando ela apareceu, suada e o coque antes bem feito agora estava bagunçado.

- Vou colocar você lá dentro.

- Como?

- Venha comigo. - ela me puxou pelos braços me levando para um pouco longe da entrada do hospital. - E vou entrar lá e você vai ir comigo, - ela molhou os lábios -  mas disfarçado. Vou dar um jeito de trazer roupas de enfermeiro para você, ok? - assenti - Já volto. Volto aqui com as roupas pra você. Irei assoviar e tacar as roupas para você, você as veste e entra. Vou dar o meu cartão de acesso para você poder entrar na ala das salas onde Brooke está. - ela foi andando para entrar no hospital.

P.O.V April McAlister On

Eu entrei no hospital normalmente e fui para a ala onde as enfermeiras punham suas roupas, no corredor onde tinha o vestiário masculino e feminino vi o Andrew, um colega de trabalho meu.

- ANDREW. - o chamei e ele se virou.

- Oi April, num era sua folga hoje?

- Pois é - sorri nervosa. - Vai começar a trabalhar agora?

- Sim, por que?

- Me empresta suas roupas de enfermeiro pelo amor de Deus?

- Pra que? - me perguntou confuso.

- Depois te explico tudo, por favor, me empreste suas roupas.

- Ok. - ele tirou suas roupas de sua mochila e me entregou.

- Já já eu te trago de volta.

- Tá.

- Não conte pra ninguém que você me deu suas roupas.

- Tá. - peguei a mochila dele.

- Vou precisar disso também. - guardei as roupas dele dentro da mochila de novo e segui para a saída do hospital. Por sorte hoje o hospital estava movimentado, ninguém iria perceber o que eu estava fazendo. Há uma distância não muito longe e nem muito da principal entrada do hospital, coloquei meu cartão dentro da mochila e assoviei jogando a mochila. Justin apareceu pegou a mochila e foi arrumar um jeito de se vestir.

Poucos minutos depois ele apareceu devidamente vestido.

- Lembre-se, quarto 506, quinto andar. Boa sorte! - sussurrei enquanto ele passava por mim, ele assentiu e me entregou a mochila e foi a caminho da entrada do hospital. Meu coração estava a mil.

Faça tudo direito, Justin. Boa sorte!

P.O.V Justin Bieber On

Entrei no hospital, meu coração estava a mil, me dirigi até a área onde levava as salas dos internados e passei o cartão de acesso em uma barreira que impedia as pessoas que passarem pra lá. Corri para o elevador e subi para o andar onde ficava o quarto de Brooke. 506. Cada andar que passava eu sentia meu coração bater mais forte e também sentia um frio na barriga.

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A porta se abriu e eu fui em direção ao quarto 506 e ao chegar no quarto eu abri a porta desesperadamente e a cama estava vazia.

- Que merda é essa? - engoli seco, não pode ser. Já sentia as lágrimas se formarem mais uma vez em meus olhos, abaixei a mascara que eu usava e procurava por alguém naquele miserável quarto. - Não! Não! - soquei a cama.

- O que você... Justin? - Julia, sua desgraçada.

- Sim, sou eu. Que merda você fez? - me virei para ela que me olhava incrédula.

- Como você entrou aqui? Eu falei pros seguranças que...

- QUE MERDA VOCÊ FEZ? - gritei interrompendo sua fala. - ME FALA, VADIA!

- Não devo satisfação para você.

- VOCÊ MATOU A BROOKE!

- Justin, - seus olhos lagrimejaram - eu não tinha mais condições de deixar a Brooke aqui. Já ia fazer sete meses que ela estava aqui do mesmo jeito sem mover um dedo sequer.

- Você é uma vagabunda, vaca, cachorra, idiota, vadia!

- Então é assim que você me vê?

- Ainda pergunta? - ela riu sem humor.

- Quer saber? Eu mandei desligar os aparelhos da Brooke sim, eu assinei, eu não tinha mais como deixá-la aqui. Ela não iria mais abrir os olhos, ela iria ficar daquele jeito para sempre. Agora ela está em um lugar melhor.

- O que? - tomei mais um balde de água fria naquele dia, engoli seco.

- Ela está com o meu pai, com a minha mãe. Ela está feliz e o melhor... - ela caminhou até onde eu estava e disse em meu ouvido - Ela está longe de você. - ela riu e saiu do quarto, senti uma puta vontade de pegar ela e bater nela até ela morrer, quem sabe ela iria rebolar no colo do capeta?

Agora eu estava desacreditado. Brooke, minha Brooke, não estava mais aqui. Eu não iria ver seus olhos nunca mais, eu não iria ver seus lábios perfeitamente desenhados nunca mais, eu não iria vê-los formando um sorriso, eu nunca mais poderia tocá-la e eu só a iria ver em meus sonhos.

Sentei-me no chão e encostei-me na parede começando a chorar. A dor que estava dentro do meu peito era muito grande. 

Ela morreu.

Ela se foi e eu não me despedi, eu não pedi desculpas pelos meus atos idiotas, eu não disse que amava e a queria de volta, eu não pude fazer nada para salvá-la, eu não consegui dar um único sequer beijo de adeus nela. 

Por que a vida faz isso comigo? Eu perdi as pessoas que eu mais amava na vida, todas as pessoas que eu amei morreram, se foram e eu não pude fazer nada.

O QUE EU FIZ PRA VOCÊ DEUS? Se é que você existe.

Nos contos de fadas tudo dá certo no final, eles se amam, ficam em apuros e depois se salvam e vivem felizes para sempre. Mas estamos na vida real... Na vida real não existem finais felizes, não existe "felizes para sempre", só existe dor, desgraça e sofrimento. Um abismo fundo e negro. Esse mundo é cruel. Na vida real ninguém consegue ser felizes por muito tempo.

Meus pensamentos foram interrompidos por vozes altas e pessoas entrando no quarto, homens pra ser mais exato, homens de preto. Eles me puxaram para cima e me levaram para fora do quarto, eu não tinha mais forças para lutar com eles, eu estava acabado. Eu queria morrer também, por que eu iria continuar vivo?

Alguns no corredor ficaram olhando, para elas deve ser estranho e curioso um cara vestido de enfermeiro, chorando e sendo levado para fora dali por vários seguranças. Não acontece isso todo dia, certo?

- Justin. - ouvi a voz de April.

- Ela está morta, April. Ela morreu. - eu disse quase sem forças, April colocou as suas mãos em meu rosto e limpou minhas lágrimas.

- Você fez de tudo para salvar ela. - eu balancei minha cabeça negativamente.

- Não, eu não fiz.

- Claro que fez, Bieber.

- Ela não está viva.

- Chega de conversa vocês dois. - os seguranças me puxaram forte fazendo com que eu quase caísse, April iria reclamar, mas alguém gritou alto.

- JUSTIN!


Notas Finais


E esse foi o penúltimo capítulo de bm </3, eu ainda não terminei o último capítulo porque quero um capítulo lacrante e choroso, eu fiz só umas cinco ou seis linhas dele lkholgsfhdh.
Muito obrigada pelos comentários.
LEIAM MINHA NOVA FANFIC > http://socialspirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-barbara-palvin-after-storm-2465814 AMANHÃ VOU POSTAR MAIS UM CAPÍTULO DELA.


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