História Breathe Me - Capítulo 31


Escrita por: ~

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Categorias Cameron Dallas, Magcon, One Direction, Shelley Hennig
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Harry Styles, Hayes Grier, Jack and Jack, Matthew Espinosa, Nash Grier, Personagens Originais, Shawn Mendes, Taylor Caniff
Tags Cameron Dallas, Drama, Gemêas, Harry Styles, Romance, Shelley Hennig
Exibições 401
Palavras 2.150
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


HEEEY
Voltay gentchem
Obrigada mais uma vez pelos coments lindos maravilhosos!
Lov u

Capítulo 31 - The Bad Girl


Fanfic / Fanfiction Breathe Me - Capítulo 31 - The Bad Girl

Louise Rutherford: Dias atuais 

 

Ao sorrir, senti meu corpo ficar cada vez mais quente. Ele estava me deixando nervosa com sua aproximação e o beijo só piorou tudo. 

Ou melhorou? 

Sua mão ainda segurava a minha e cada vez mais firme seus dedos se entralaçavam nos meus. Realmente o beijo de Cameron era diferente do beijo de Christian. Eu sentia um brisa gelada por todo meu corpo e a sensação podia soar estranha mas com toda certeza não era. 

Cada vez mais eu me empolgava com aquilo. Sua mão livre foi para minha cintura me fazendo virar ainda mais para ele, deixando com que uma das minha coxas ficasse quase por cima de seus joelhos.  

Seus lábios foram da minha boca até o lóbulo da orelha. Sentia sua respiração ficando ofegante e batendo contra minha pele.  

- Continua sendo minha bad girl? - Sussurra provocando arrepios pela espinha. 

Sua mão desce pelo pano grosso do moletom. Eu não usava nenhuma blusa por baixo daquilo, resultando assim em um toque suave por minha cintura.

Passo minha perna por cima das suas, me encaixando em seu colo. Voltei a beijá-lo e com mais urgência. Sua mão que segurava a minha há um tempo, agora se encontrava do outro lado da minha cintura. 

Deslizo minha mão por seu tórax e desço até chegar na bainha da sua camiseta. Começo a levantar mas logo ele à retira rapidamente exibindo seu físico de tirar o fôlego.  

Sua mão começa a subir assim como o agasalho que eu usava, e então eu decido tirar de uma vez. Por baixo, como já havia dito, só estava de sutiã. Não era a coisa mais "sexy", mas também não chegava a ser bege. 

Pra falar a verdade, chegava a ser um tanto quanto cômico.  

Haviam desenhos de pequenos unicórnios pelo tecido, sem contar a alcinha preenchida por listras da cor do arco íris. Qual é? Estava na promoção e não é tão brega! Só um pouco infantil, talvez. 

- Belos unicórnios - Diz olhando com um sorriso de canto. 

Reviro os olhos não contendo o riso entre o encontro de minha boca por seu pescoço.  Ouço um pequeno gemido baixinho sair de sua de sua boca. Em uma movimento brusco ele desliza suas mãos apertando minha bunda e se levanta comigo em seu colo me deitando sobre a cama. 

- Tem certeza? - Pergunta mordendo os lábios.  

Balanço a cabeça e ele pega sua carteira no bolso da calça retirando uma pequena embalagem e a deixa do lado cama. Desliza sua calça jogando para longe e  ficando somente de boxer, logo seus dedos encontram o fecho da minha e ele começa a tirá-la. Um frio bom na barriga me invade.  Ele fica por vima de mim com suas pernas uma de cada lado e então sinto que estávamos separados apenas por pequenas peças de roupas. 

Se inclinou contra mim, selando por uma última vez os nossos lábios em um beijo calmo e repleto por ternura. Suas mãos se direcionam para o feixe - frontal, no caso - o abrindo e com sua ajuda consegui me livrar do sutiã.  

Sua boca percorreu por toda extensão do meu corpo e principalmente em certos locais. Me segurava mas não conseguia deixar de me entregar a ele. Quando coragem e deslizei meus dedos indo do seu abdômen até por dentro de sua cueca, ouvi ele soltar um gemido. 

Depois disso tudo se intensificou seus dedos percorriam primeiro entre minha virilha, até que nós dois retiramos as únicas peças que nos separavam. Abriu a camisinha com os dentes e logo eu o senti entre minhas pernas. 

Seus olhos se fixaram aos meus e eu pude ver o seu prazer e desejo emanando por eles. Seus movimentos começaram lentos me deixando agoniada, mas logo ficaram mais rápidos e rígidos.  

- Cam - suspirei. 

Seus lábios percorreram um caminho do maxilar até minha orelha dando para ouvir os ruídos ficarem mais altos e, por fim, ele fez pressão dentro de mim uma última vez, gemendo e tremendo. 

Depois de alguns instantes, ele tombou ao meu lado com a respiração rápida, não tão diferente da minha. Envolveu seus braços por cima da minha cintura e começou a me olhar sorrindo. 

- Sabe... - Começo a dizer com um sorrisinho brincalhão nos lábios - até que gosto de você.  

Seu sorriso fica mais largo, porém sua cara com uma gota de suor escorrendo pela testa não negava seu cansaço. 

- Eu também até que gosto de você.  

 

(...) 

Vou com Cameron até sua casa dar notícias a Chloe que havia ficado preocupada. A mãe dele me convida para ficar para o jantar e eu não recuso, meu pai está fazendo hora extra então chegaria tarde. 

Pergunto à ela se precisava de ajuda mas ela recusa dizendo que estava quase tudo pronto, então só dou uma mão na hora de arrumar a mesa. 

Cameron começou a contar o que aconteceu hoje e eu fiquei um pouco nervosa, ainda mais ao saber que sua mãe já sabia da história.  Não era nada de Cameron mas a rejeição dela me incomodava, então fiquei quieta evitando olhar. 

Me sentei de frente para ele e Chloe, que estava do meu lado, de frente para sua mãe.  

- Pois eu acho que - Senti meu estômago revirar ao ouvir sua mãe dizer está frase. - você deveria ter revidado o soco. 

Me surpreendo com a frase. Agradeço por não ter nada na boca, ou caso contrário já estaria engasgando. 

- Para falar a verdade eu também acho - Digo mais relaxada. 

- Ela não tinha nada ver com você Cameron, nem sei como conseguiu aturá-la por todo esse tempo - Sua mãe reclama me fazendo rir por dentro. 

- Porque eu não tinha conhecido a Louise. - Falou indiferente.  

Bom, se eu agradeci por não ter nada na boca uma vez já era. Me engasgo com um pedaço de cenoura e os dois trocam um sorriso de cúmplices.  

- Desculpa, me empolguei com as cenouras.  

Charlotte ri e eu percebo na bobagem que eu disse. Olho para Cameron de relance vendo ele sorrir como bobo enquanto passava o sal para a garotinha. Ele era tão fofo. 

Deus, o que está acontecendo comigo? Estou falando como uma garota de treze anos! 

Ao terminarmos, subo até seu quarto junto dele. Estava bagunçado, mas não a ponto de tropeçar em coisas como é caso do quarto de Dave. 

- Você está quieta, um milagre - Diz se sentando na cama. 

Ando até a janela tendo a vista perfeita do quarto dele para o meu. 

- Não me diga que você era virgem? - Pergunta sério. 

Não era virgem, mesmo assim resolvi brincar. Olhei para baixo fingindo tristeza e ele levantou subitamente até mim. 

- Ai meu Deus, Lou! - Passa a mão pelo meu rosto acariciando ele. - Por que não me disse? 

Levanto o rosto rindo e ele bufa.  

- Você me assustou agora!  

- Vingança por não ter me deixado dar um soco nela. 

- Justo - Diz dando ombros. - Mas agora, vai me contar o porquê está quieta. 

Mordo os lábios, pensando no que dizer até porque nem eu sabia.  

- E o porquê de estar nervosa. 

- Como sabe que eu estou nervosa? 

- Mordeu os lábios, e quando faz isso é porque está nervosa ou envergonhada. 

- Como sabe? 

- Do mesmo jeito que sei que você é viciada em revirar os olhos para qualquer coisa - Se aproxima colocando a mão na minha cintura. 

- Mais alguma coisa? 

- Só uma, mas você que vai me dizer. Por quê o nervosismo? 

- Você está quieta, um milagre - Diz se sentando na cama.  

Ando até a janela tendo a vista perfeita do quarto dele para o meu.  

- Não me diga que você era virgem? - Pergunta sério.  

Não era virgem, mesmo assim resolvi brincar. Olhei para baixo fingindo tristeza e ele levantou subitamente até mim.  

- Ai meu Deus, Lou! - Passa a mão pelo meu rosto acariciando ele. - Por que não me disse?  

Levanto o rosto rindo e ele bufa.   

- Você me assustou agora!   

- Vingança por não ter me deixado dar um soco nela.  

- Justo - Diz dando ombros. - Mas agora, vai me contar o porquê está quieta.  

Mordo os lábios, pensando no que dizer até porque nem eu sabia.   

- E o porquê de estar nervosa.  

- Como sabe que eu estou nervosa?  

- Mordeu os lábios, e quando faz isso é porque está nervosa ou envergonhada.  

- Como sabe?  

- Do mesmo jeito que sei que você é viciada em revirar os olhos para qualquer coisa - Se aproxima colocando a mão na minha cintura.  

- Mais alguma coisa?  

- Só uma, mas você que vai me dizer. Por quê o nervosismo? 

- Pode ser a resposta científica? 

- Não sabia que era fã de respostas assim mas aceito. 

- Ocitocina - Respondo. 

Me olha com os olhos brilhando. Agradeço por ele ter entendido, ou eu ficaria com a maior cara de taxo. 

- O nível está maior?  

- Cada vez mais - Sorrio e ele me gira pelo quarto. 

- Ótimo, o meu também está. 

Me põe na beira da cama e se senta do meu lado. Caio com as costas no seu lençol macio e ele faz o mesmo olhando para o teto pensativo. 

- O que foi? - Pergunto olhando para ele. 

- Estou pensando. 

- No que? 

- Em você.  

Me olha de canto e dá um sorrido de lado, voltando a encarar o teto novamente. 

- Não sei se teria forças pra continuar forte como você mesmo depois do que já passou. 

- Você é mais forte que eu vai - Digo dando uma cotovelada fraca nele. 

- Não nesse sentido, engraçadinha. 

Olho para o teto como ele analisando o que acabará de falar. Eu na verdade não era forte, só coloquei na cabeça que não valeria perder mais tempo. 

- Chorar não vale o esforço que faço dormindo para evitar olheiras.  

Sinto seus dedos se entrelaçando nos meus e ele volta o olhar para mim. Enquanto ria pressionava mais forte sua mão contra a minha, me causando cócegas.  

- Me espera acordada até as onze. 

Encaro ele, vendo seu maxilar tremer de leve. 

- Vai me dizer o porquê?  

- Nop - Responde rindo fraco. 

 

(...) 

Tomei um banho demorado antes das onze e coloquei uma camisola. E com camisola, me refiro à uma bem gigante, totalmente cinza e nada sexy. 

Fazer o quê.  

Ouço um barulho na minha janela de cascalhos batendo nela. Dou risada por pensar na possibilidade de ser Cameron. Os tecs continuam e olho para janela levando um susto ao ver Cameron sentado no tronco de uma árvore que ficava entre os nossos quartos. 

- Você é doido? - Digo preocupada ao abrir a janela.  

- Cuidado, eu vou pular pra aí. 

- Cameron!  

Ele dá risada e vai para ponta de um dos galhos grossos que havia. Pula para a beira da janela apoiando sua cintura no parapeito, seguro o ar ao fazer isso. Força os braços passando a outra parte do corpo para dentro. 

- Louise? - Ouço meu pai me chamar preocupado. 

- Se esconde! - Sussurro e ele vai para baixo da minha cama. 

Meu pai bate na porta e entra no meu quarto. Balanço minha mão e finjo cara de dor. 

- Tudo bem por aqui, querida? - Pergunta olhando em volta. 

- Sim, eu cai e bati a mão no... - Olho para o chão procurando algo. - skate. 

- Ah, deixa ele encostado na parede - Diz não desconfiado de nada.  

- Sim, vou deixar. 

Ele sai e eu tranco a porta. Cameron sai de debaixo da cama e eu deslizo pela porta alivida. 

- Você é louco! 

- Trouxe café - Tira uma garrafa térmica de uma pequena mochila que carregava nas costas. 

- Você quase me matou de susto.  

- Por isso trouxe café, quem sabe te acalme. 

Reviro os olhos e ele ri. Tomamos o café enquanto conversávamos sobre coisas aleatórias em sussurro para meu pai não ouvir. De vez em quando ele roubava um selinho, e ficava sem graça.  

Fui ficando com sono e ele também, não deixei que se aventurasse por aquela árvore novamente, então ele acabou dormindo comigo. 

Antes que cedesse ao sono ficamos nos encarando. Dave sempre teve razão ao dizer que eu cairia no meio do furacão Dallas. Não foi ruim. Muito pelo contrário, estar com ele foi uma das melhores coisas que ja aconteceu comigo. 

- Te amo, Cam. 

Ao dizer isso, meu coração acelera. Realmente disse? Sim, e agora já era tarde. Na verdade, não mudaria nada não ter falado porque isso era verdade. 

Me olha sério por alguns instantes mas depois abre mais um de seus sorriso. 

- Eu sempre te amei, Lou.


Notas Finais


HIHIHI
O que acharam?


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