História Breathe Me (Incesto) - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Amorproíbido, Incesto, Romance
Exibições 39
Palavras 2.758
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção
Avisos: Incesto, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá amores, desculpem a demora e espero que gostem desse cap!

Dx sua opinião! Não se reprima! ♥
Boa leitura! ♥

Capítulo 2 - Capítulo 1


Amber POV'S



Estou sentada na cadeira velha da cozinha e tenho minhas pernas dobradas contra meu peito.


Ele está tomando café e se empenha em não me encarar. Sei que não dormiu esta noite porque chegou do bar às 5 da manhã e o escutei andando pela casa. Sei disso porque também não dormi.


As mesmas olheiras de seus olhos eram as minhas.


Não conseguia dormir porque pensava demais em sua boca, que há algumas horas estava na minha.


Não me movo mas o encaro fixamente, esperando alguma reação sua. Os músculos dos seus braços estão rígidos. Ele está tenso.


- Shannon... - começo mas ele me interrompe.


- Não vai acontecer de novo -  rosna ainda olhando seu café. 


Me lembro quantas vezes ele tinha dito que não ia acontecer de novo quando me beijava: 4 vezes. 


A primeira vez eu ainda tinha 14 anos, não fora exatamente um beijo, ele só havia encostado a boca na minha quando eu estava com raiva por ele ter me deixado sozinha nessa casa velha e sem trincos bons e voltado de manhã como se nada tivesse acontecido. Quando eu gritei com ele, ele simplesmente calou a minha boca desse jeito.


A segunda vez, eu o havia beijado enquanto ele dormia... eu só não esperava que ele também retruibuiria. Sim, eu o beijei e ele moveu os lábios comprovando que não estava de fato adormecido como pensara. Ele tinha plena e total consciência do que fazia.


A terceira vez ele estava bêbado, havia sido o beijo mais quente que tivemos.


E a quarta foi a do bar.


E todas às vezes ele havia dito que não ia acontecer de novo.


Por isso eu sorrio de maneira sarcástica. 

Como se sentisse meu sorriso, ele me encara. Seu rosto endurece.


- Você beija muito bem - provoco.


Em um ato de fúria, de repente seu punho desse sobre a mesa me assustando. 


- Já chega! - ele berra.


Fico paralisada em meu lugar.


- Não se cansa de ser assim? - ele continua e me encara, há repulsa em seus olhos e isso me magoa. - Está se tornando uma doença. Não percebe?


Não digo uma palavra. No fundo sei que ele está certo. 


Após uns segundos, apenas me levanto envergonhada e vou para meu quarto. Ele não me segue.



Onde fico trancada metade do dia até receber a ligação de minha melhor amiga Savanna:


- Temos uma festa hoje sua pequena vadia - ela anuncia com sua voz mais sexy assim que eu atendo.


- Não sei se posso ir. Shannon está de mau humor hoje, não me deixaria passar pela porta - digo amuada.


Essa era sua maneira de me punir por seduzí-lo como homem. Me castigava como um pai.


- Qual é! Quando foi que uma porta te impediu? - ela diz e ri. - Sua outra amiga janela está ali como sempre.


- Que festa? - digo com a voz mais entediada que consigo. 


- Hunter Havdale estará lá - ela cantarola e eu automaticamente me animo.


- Tem certeza? - pergunto e saio da cama abrindo meu precário guarda roupas, vendo o que devo vestir.


- Absoluta - ela diz em tom de malícia. - Sabe, ele me pergunta muito sobre você.


- Está metindo - digo.


- Você saberia se eu estivesse. 


Acho meu melhor vestido preto e decido que será esse com que eu vou.


- Te vejo em 3 horas - digo e desligo o telefone. 




Após 3 horas estou totalmente arrumada e me observando em frente ao espelho, meu longo cabelo ondulado da cor de chocolate e com cachos grossos de babyliss na ponta está perfeitamente arrumado e eu o jogo de maneira sensual para o lado.

O vestido cai bem em meu corpo, solto em lugares estratégicos mas marcando os meus melhores atributos, a cor preto combina com minha maquiagem, deixando-me com a expressão felina, por isso o havia escolhido. 


Olho novamente para o espelho e me vejo pálida demais e isso me incomoda. Não que eu tenha alguma doença, é que eu infelizmente havia herdado isso de Shannon. Talvez um pouco de minha mãe também. 


Shannon bate na porta e eu pulo.


- O jantar está na mesa - ele diz do outro lado.


- Não estou com fome - digo de maneira malcriada.


Ele fica em silêncio por algum tempo, quando finalmente acho que ele vai embora, ele recomeça:


- Amber precisamos conversar - ele diz e posso ver ele forçando a maçaneta da porta que está trancanda.


- Estou nua - digo o desencorajando.


Ele fica em silêncio novamente. Silêncio pesado desta vez. Cruzo os dedos e espero que isso funcione para que vá embora.


- A janta está na mesa - ele repete e ouço seus passos se afastando. 


- Eu não quero! - grito para ser ouvida mas não obtenho respostas. 


Suspiro de alívio e checo a minha maquiagem novamente no espelho. Tudo ok.


Após meia hora de confirmação de que Shannon não voltaria em meu quarto, estou descendo a janela e me arrependo por estar usando saltos. Espero que Shannon não dê por minha falta porque se não vou estar em sérios problemas. 


Quando finalmente consigo descer, caminho até a esquina onde encontro o carro de Savanna.


Savanna é 3 anos mais velha que eu mas isso não atrapalha a nossa amizade.

Quando ela me vê, assovia.


- Sua va-ga-bun-da - ela ri e brinca. - Conseguiu ficar mais bonita que eu. Esse atraso valeu apena.


- Eu sou mais bonita que você - digo e jogo meu cabelo para o lado teatralmente sexy.


- Se Hunter não transar com você hoje... olha... eu mesma transo - ela diz e ri novamente. 


- Deixe de ser podre - digo e rio alto. - Você é simplesmente ridícula. 


- Então eu transo com o seu papai gostoso - ela diz e observa a minha reação, quando vê que fico seria, ela ri.   


 - Qual é! Não transo com pai de amigas. Não sou tão vadia ao ponto. 


Olho para ela e não tenho tanta certeza assim, Savanna sempre olhou diferente para Shannon e isso me deixa muito enciumada. Mesmo que Shannon não tenha se dado conta de sua existência. 


- Não se meta com meu pai Sav - digo e minha voz sai um pouco mais brusca do que realmente quero.


Ela me encara, avaliando se estou realmente falando sério e seu sorriso se apaga.


- Ele nunca me daria bola - ela simplesmente diz. - E eu não vou tentar nada, ok?


Fico aliviada.


- Tudo bem - digo.


Seguimos em silêncio para a festa, sei que ela está chateada.


Quando chegamos antes de sairmos do carro eu a seguro.


- Desculpe - escapo. 


- Está tudo numa boa - ela diz. - Ele é o seu pai.


- Obrigada - digo de coração. Não suportaria ver Shannon comendo minha melhor amiga.

 

Na verdade, ultimamente não aceitaria que ele fizesse isso com mais ninguém. 


- Vamos - ela diz me puxando para fora do carro e saímos para a batida de hip-hop ensurdecedora da festa.


Entramos e logo somos recebidas com bebidas alcoólicas. E desde quando ter 15 anos impedia alguém de beber ilegalmente numa festa?


- Olhe, Hunter está ali! - Savanna diz e aponta para ele.


Abaixo seu braço e vejo Hunter bebendo e conversando com algumas garotas. 


Quando me vê, ele sorri e caminha na minha direção. 


- Ai. Meu. Deus - digo nervosa para Savanna mas sem olhar para ela, apenas encarando Hunter.


- 80kg de puro músculo atlético, olhos mais azuis que o céu, cabelo dourado como o sol, e um sorriso de matar - Sav diz de maneira rápida fazendo sua avaliação, antes que ele chegue até mim.


E quando ele chega ambas ficamos em silêncio e sorrimos para ele.


- Está linda - ele me diz e me encara de cima à baixo.


- Você também não está mal - provoco e sorrio de forma maliciosa. 


Termino minha bebida e ele me oferece mais um copo. 


Flertamos por um tempo considerável e vejo que Savanna desaparece no meio da festa.


Após quatorze copos de bebida, estou tonta o suficiente para me considerar meio bêbada. 


- Está se sentindo bem? - Hunter pergunta, a esta altura ele está com a boca colada em meu ouvido.


- Não. Por favor... pode me levar até em casa? - pergunto e minha voz sai um pouco arrastada.


- Claro - ele diz e me leva para fora da festa onde vejo pessoas semi nuas quasem a transar em cima do capô de um Jeep vermelho. 


Entramos em seu carro e vou indicando qual rua ele deve que tomar. Espero estar indicando as ruas e avenidas certas. A bebida está me deixando um pouco mais tonta que o normal.


- Pode procurar Savanna depois e avisar que fui embora? - digo.


- Sim - ele diz tranquilo e me sorri de lado.


Um forte enjôo me assalta e tenho medo de vomitar no carro de Hunter. Ele não iria gostar nada se eu sujasse esse carpete todo caro.


Quando 20 minutos depois avisto a rua de minha casa, fico aliviada. 

Indico para ele que para o carro em frente a minha garagem.


- Chegamos - ele anuncia com um suspiro. 


- Obrigada - digo de forma pesarosa. 


Fico sem graça por querer sair assim, estava na cara que ele esperava que eu fizesse alguma coisa, mas realmente não me sinto bem.

Então eu só fico ali, dentro de seu carro, enjoada e envergonhada. 


De repente ele me beija. Demoro um momento mas retribuo. 


Após um minuto, eu me afasto.


- Obrigada Hunter... tenho que ir - digo sem jeito e tento sair do carro.


Só que ele me segura.

E me beija novamente. Seu beijo é desesperado e agressivo, não gosto.


- Hunter... Não - digo incomodada. Eu não quero mais beijá-lo.


 Tento me afastar mas ele é mais forte que eu e me segura com mais força. 


- Pare com isso. Eu sei que você quer - ele diz com voz macia.


Não. Eu não quero. 

O enjôo volta com potência total.


- Hunter não! - grito quando sua mão entra por debaixo de meu vestido. 


Ele sai do banco do motorista e sobe em cima de mim. E me beija novamente. 


- Eu vou te foder tão gostoso... Você vai amar - ele diz.


- Não! - grito novamente. 


Ele prende meus braços com suas pernas e abre o zíper de sua calça. 

Depois muda de posição e agora segura meus braços com as mãos e tenta enfiar seu membro duro por debaixo de meu vestido, entre minha pernas.


- Shannon! - o grito sai urgente de minha boca.


Ele tenta forçar seu membro novamente e eu me debato, tento me afastar desesperadamente.


- Shannon! - berro mas uma vez. As lágrimas ardem meus olhos. Onde estava Shannon que não me ouvia? 


De repente Hunter para o que está tentando fazer e me dá uma bofetada no rosto.


- Pare de gritar sua vadia de merda! Acha que não sei que gosta desse jeito? Me deixe terminar essa droga - ele grunhe.


Sinto seu membro roçar a parte interna de minha coxa e minha cacinha sendo puxada para o lado, o enjôo fica mais forte. Vou vomitar a qualquer segundo, vou me sujar e sujá-lo. 


Talvez assim ele pare. Penso.


De repente a porta do carro é aberta e Hunter é tirado de cima de mim.


Shannon o arrasta até a rua, onde ali soca o seu rosto com toda potência. 


O vômito finalmente sai. Vomito tristemente em meu vestido e sujo o carro de Hunter.


Quando finalmente cambaleio arrasada e bêbada para fora do carro, vejo Shannon vindo em minha direção. Seu punho está sangrento, não sei ao certo se é sangue de Hunter ou seu próprio ao ferir a pele ao socar esse cretino.


Ele me ajuda a fazer o caminho do carro para a casa e vejo Hunter caído no meio da rua. 


Quando finalmente chegamos em casa, ele me ajuda a subir os degraus da escada, onde tropeço algumas vezes. Passamos por meu quarto indo direto para o banheiro. 


Shannon acende a luz e me senta na privada. A expressão na face dele é pura fúria. 


- Aquele desgraçado conseguiu tocar em você? - ele pergunta de modo calmo e frio para mim, mesmo com a sua expressão naquele estado.


- Não - respondo, agora todo enjôo havia passado, mas eu ainda me sentia um pouco tonta. Eu choro. - Ele quase conseguiu. Ele está desacordado no meio da rua.


Shannon que procura algo nos armários, se vira pra mim em um rompante:


- Foda-se, jura que está preocupada com isso? Você quase foi estuprada e se preocupa que ele esteja desacordado no meio da rua? - ralha.


- Não estou preocupada com ele! - digo entre os dentes. - Que ele morra naquela rua.


- Infelizmente ele não vai. Ele vai acordar, vai entrar no carro e vai embora - ele diz enfaticamente. 


Lágrimas descem novamente. Estou me sentindo tão inútil. 

Quase fui estuprada por um babaca.


Com o corpo meio mole, Shannon me guia até a pia onde escova meus dentes como de uma criançinha de cinco anos. Não protesto, estou realmente muito debilitada.


Em seguida ele trabalha em retirar meu vestido de meu corpo. Arregalo os olhos.


- O que está fazendo? - pergunto corando.


- Tirando essa porcaria nojenta de você e a pondo para tomar banho. Ou você acha que também vou tentar estupra-la? - sua voz sai amarga.


- Não acho que faria isso - minha voz sai rápida. Tento apaziguá-lo.


O efeito é o inverso.


- Eu realmente não faria porra - diz entre os dentes.


Coro mais uma vez e ele retira o vestido de mim, me deixando apenas de roupas íntimas. 


- Não me admira que ele tenha tentado molestar você. Olhe o tamanho disso - ele continua. E há raiva em sua voz.


Me magoo com suas palavras mas não deixo transparecer em meu rosto. Me sinto mal.


Tento não protestar quando ele retira meu sutiã e calcinha. Sinto meu corpo se aquecer e arder quando vejo seus olhos verde cinza nebulosos em mim e não saber o que se passa por de trás dele.


Ele me ajuda e me põe debaixo do chuveiro. Quando a água bate em minha pele, eu grito.


- Está fria! - choro dando pulinhos e ele me ignora.


Ele trabalha em me ensaboar e eu o encaro com descrença. 


Ele remente estava me dando banho.


Ambos ficamos em silêncio e ele ensaboa meus braços, minhas pernas, minha barriga e minhas costas, evitando tocar nas partes íntimas. 


Quando finalmente não tinha nada para ensaboar a não ser as partes de vias de fato, ele me olha como se perguntasse "posso?"


Confirmo com a cabeça e suas mãos ensaboam meus seios.


Tenho uma sensação estranha ao seu toque mas não digo nada.


Quando seus dedos delicadamente ensaboam entre as minhas pernas, eu identifico a sensação estranha.


Ele continua a ensaboar minha intimidade e eu morro mil mortes quando ouço o gemido pequeno que sai de minha boca.


Era um gemido de prazer. Eu estava excitada com aquilo. 


Não era alto o suficiente, mas era em bom som para que Shannon tenha notado.


Ele me encara, não mais com uma expressão raivosa no rosto. Mas com uma expressão surpresa. 


Ele repete o movimento entre minhas pernas mais uma vez e eu quase caio de prazer.


- Shane... - arfo. - Por favor...


Fogo e pólvora.


Quando me dou conta, ele está comigo debaixo da água fria.


Trabalho em retirar sua camisa enquanto seus lábios atacam os meus com certo nível de vontade e desespero. 


Retribuo o beijo com o máximo de vontade que consigo e logo sua mão está em minha intimidade novamente. Ele massageia e eu gemo alto, ainda com sua boca colada na minha. 


Minhas mãos descem e encontram suas calças, sentindo pela primeira vez o volume de sua ereção.


Mas quando eu faço isso, ele parece despertar.       

Ele se afasta de maneira brusca de mim.

Escorrego flácida no chão do banheiro. 


- Merda. Mas que merda fodida foi essa! - ele diz, a repulsa explícita em seu rosto.


Sinto vergonha por mim mesma. Realmente... o que havia de errado comigo? O que foi aquilo?


- Por favor - sussurro mortificada. - Não consigo me levantar, me ajude. Só termine de me banhar e eu me viro sozinha.


Ele relutante, faz o que eu peço e agora quando toca minhas partes íntimas, é de maneira superficial e tenta ser rápido o máximo possível em me enxaguar.


Ele desliga o chuveiro e me ajuda a sair do box, me enrolando em uma toalha.


Em seguida vai embora como um raio do banheiro. 


Tremo sozinha no banheiro e seguro a toalha em meu corpo como um bote salva vidas.


Minutos depois, caminho devagar para o meu quarto. Não há sinal de Shannon no caminho.


Do lado de fora da casa, na rua, ouço um barulho de carro se afastando. O carro de Hunter. 


Fecho a porta de meu quarto.

Escorrego tonta no batente da porta.


E choro.


Notas Finais


Gente me perdoem se tiver erros.

Espero que vcs gostaram hihi! ♥


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