História Breathless - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Asking Alexandria, Bring Me The Horizon, Pierce The Veil, Sleeping With Sirens
Personagens Ben Bruce, Cameron Liddell, Danny Worsnop, Denis Stoff, Jaime Preciado, James Cassells, Kellin Quinn, Mike Fuentes, Oliver Sykes, Sam Bettley, Tony Perry, Vic Fuentes
Tags Denic, Denisstoff, Denisstoffxvicfuentes, Gay, Kellic, Lemon, Smut, Vicfuentes, Vicnis
Exibições 156
Palavras 1.968
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olô amegas, como vão vocês?
Particularmente amei esse capítulo, espero do fundo do core que vcs gostem tbm... Ele é importante pro resto da fic :v
Fiz umas mil referências a músicas, se alguém achar uma ganha beijo no nariz husdu
Enjoy

Capítulo 13 - Lights


 Luzes... Nesse momento às luzes incrivelmente brilhantes e ainda mais estranhamente perturbadoras eram tudo no que eu conseguia me focar.
 A música tocava alta, abafando todos os sons, bem, quase todos, já que eu ainda podia ouvir o som do meu coração pulando uma ou  duas batidas... Porra, ele nem deveria estar mais batendo á essa altura. Concentrei minha atenção drenada em álcool para acompanhar o refrão de Bad Habit do The Kooks.
 - You got yourself a bad habit. Oh look at you, walking up and down a pole. – Cantei alto, não era como se algum dos estranhos em volta fosse me ouvir, e também eu estava chapado demais para dar uma foda para alguém além de mim mesmo. - Oh man, oh man, oh man. You  know I wish I had it all.
 Dei uma risada, como aquela música descrevia a minha maldita vida. Era fodidamente irônico como “eu” havia criado um mau hábito exclusivamente para mim.
 “Looking for a stranger. Looking for a stranger to love...”
 De repente perdi minha vontade de estar ali, á de estar em qualquer merda de lugar. Ou provavelmente eu só estava ficando sóbrio. Empurrei ás pessoas da minha frente, sentindo alguém puxar meu braço, ignorei e continuei tentando chegar ao bar. Um calor estranho me incomodava, me fazendo notar que eu estava apenas com minha camisa de manga comprida... Onde estava o meu casaco? Ah é, Jaime!
 - Viiiic?! – Alguém se jogou sobre mim. Preciado, era só você pensar nele e BAM, de repente ele surgia ao seu lado. Malditamente fantástico. – Está tudo brilhando!
 Franzi meu cenho para o Preciado, notando como ele estava alegre e também sem camiseta, expondo algumas tatuagens. Um sorriso surgiu no meu rosto, o empurrei para as pessoas que dançavam.
 - Que merda você tomou? – Gritei tentando ser ouvido. Felizmente Jaime pulou e me deu um aceno idiota.
 - Um comprimido de arco-íris e magia!
 Balancei a cabeça, ecstasy então. Rum, vamos dizer que era familiarizado com o efeito de possivelmente cada droga existente... E como elas agiam misturadas também.
 - Vamos beber! – Puxei a mão de Jaime assim que a imagem de Mike apareceu como um flash no meu cérebro.
 Tropeçando Jaime e eu chegamos a região do bar, ali como o restante do lugar estava cheio, olhei em volta, mas com o meu tamanho era difícil ver muita coisa. Empurrei pessoas até estar próximo ao balcão. Bati minha mão no tampo de madeira polida e magicámente uma garçonete me serviu um copo médio com um líquido transparente dentro. Virei a vodka a sentindo descer amarga, mas forte e boa.
 Jaime se afastou de repente, não me importei, apenas fiz sinal para a mesma garçonete loira de antes. Apoiei minha cabeça na mão, afastando minha franja... Até meus olhos serem atraídos para um ponto... Mais especificamente o garoto de jaqueta de couro. Os olhos dele também se focaram em mim, verdes e perigosos como eu me lembrava, só por um breve segundo e então Ben Bruce estava fora do meu campo de visão.
 Senti um arrepio descer por meu corpo. Se Bruce estava por perto, quais eram as chances de Denis também estar aqui? Uma luz deu um flash forte, tingindo tudo de verde fluorescente. Peguei o primeiro copo que vi e o entornei, Senti meu estômago revirar, não liguei, rindo do quão idiota eu era. Uma maldita piada mal contada.
 Segurando uma garrafa de cerveja voltei a andar sem rumo entre as pessoas animadas, pulando e dançando desajeitadas e bêbadas. Por um milésimo de segundo eu queria também conseguir pular e dançar... Esquecer tudo é fugir de mim mesmo.
 Foi como se eu pudesse sentir a presença dele antes mesmo de o ver... Como se cada célula do meu corpo o detectassem por perto. Quando Senti aquele aperto violento e nada delicado em torno do meu pulso, um sorriso grande, como eu não sorria á muito tempo se abriu no meu rosto... Eu não conseguia lembrar da última vez que eu havia sorrido...
 - Que porra você está fazendo aqui? 
 Aquele sotaque arrepiou minha coluna, fazendo meu coração novamente pular uma batida. Senti ele me girar, e lá estava ele, perto. O quanto perto seria perto o suficiente?
 Denis abaixou seu rosto delicado. Dei uma meia risada e Sacudi meu pulso o fazendo me soltar.
 - Não vejo como isso pode ser da sua conta. – Tentei imitar o sotaque entre britânico e russo dele.
 - Vic. – Denis grunhiu o meu nome. Outro arrepio e outra parada momentânea de coração.
 - Vai se foder, Stoff. – Virei a cerveja de repente irritado com aquele ucraniano que pensava que podia fodidamente ter algum poder sobre mim. – Cuide da sua maldita vida e me deixe em paz.
 - Claro, assim seria mais fácil para você se destruir. – Shaforostov deu um meio sorriso. Seus enormes olhos estavam com as pupilas dilatadas, fazendo todo o dourado sumir. Cocaína então? Eu não deveria estar malditamente impressionado.
 - Porquê é óbvio que você sabe tudo sobre se autodestruir. – Respondi o mais inocente que consegui.
 Empurrei Denis, mas antes que eu pudesse me afastar, ele já segurava o meu braço, me puxando de encontro ao seu corpo.
 - Vadia. – Sussurrou se inclinando até meu ouvido. 
 Meus dedos ficaram fracos, largando a garrafa de cerveja. Não me importei, tudo o que eu queria era o tocar. Ergui minha mão levemente a colocando na bochecha macia do Shaforostov.
 Ele deu um arquejo baixo, era como se eu o queimasse de alguma forma, mas ainda assim ele não me afastou. Foi ali naquele exato momento que meu corpo pareceu ser consumido em chamas... Eu precisava dele. Não de mais ninguém, naquele exato momento eu só precisava sentir Denis Shaforostov me tocar... Merda!

 Arrastei Denis comigo, a mão dele prendia a minha de um jeito estranho, era como se ele soubesse que se nós nos separássemos eu iria fugir.... Não! Não! Não!
 Empurrei ás portas duplas que davam para o banheiro masculino. Ninguém que estava ali se importou com nossa entrada. Afoito encontrei um dos box vazios e incrivelmente limpos. Mas isso se perdeu na minha mente assim que encostei Denis na porta trancada.
 Meus olhos se encontraram  com os dele, apenas por um segundo, eu sabia que se eu fizesse isso por um tempo maior eu me perderia... Eu me perderia nele... Eu me perderia novamente.
 Shaforostov pareceu acordar de repente, suas mãos seguraram meu quadril me jogando contra a parede do lado direito. A dor foi rápida, logo sendo coberta pela sensação dos lábios dele nos meus, em um beijo bagunçado e violento. Exatamente do jeito que eu precisava. Meus dedos se enroscaram nos cabelos dele, Denis desceu sua boca por meu pescoço mordendo e sugando... Só o pensamento dos dentes dele contra minha pele já fazia meus joelhos enfraquecerem e o calor no meu corpo aumentar absurdamente.
 - Porra. – Sussurrou. Com toda a velocidade que consegui trilhei minhas mãos trêmulas pela camisa xadrez vermelha dele, empurrando o tecido por seus ombros magros, revelando a pele pálida tatuada. Ainda mais trêmulo tracei os ossos do seu quadril, ganhando uma mordida mais forte e dedos afundando nos meus próprios quadris. Marcas... Ele deixaria muitas marcas.
 Abri os botões da calça apertada de Denis, infiltrando minha mão até onde eu sabia que ele mais queria.
 - Droga. – Shaforostov segurou meu cabelo me obrigando a erguer meu rosto para o seu. Vi apenas um raio de imensidões esverdeadas antes de apertar meus olhos e deixar o gosto dos lábios dele me sacudirem por dentro. – Vic!
 Ignorei toda a avalanche que ameaçava me cobrir, me concentrando apenas em mover minha mão mais rápido por sobre a extensão de Denis, ouvindo o arquejo baixo dele contra mim. Parti o beijo mordendo levemente seu lábio inferior. A mão direita do garoto prendeu meu pulso na parede, incrivelmente fria comparada a minha atual temperatura.
 - Vagabunda. – Shaforostov  sussurrou mordendo a parte exposta da minha clavícula.
 -  Me fode. – Implorei já me sentindo em ponto de combustão.
 Denis deu uma risada contida, apertei ainda mais meus olhos, fingindo que só aquele simples som não me deixava completamente sem chão. Droga, eu não podia pensar sobre isso.
 - Você é uma vadia desesperada, Vic... – Ele abriu meus jeans, gemi sem pudor. Eu sentia o olhar dele em mim, mas eu... Eu não me atrevia a o olhar.... Eu não sabia o quê sentir.
 Apertei os ombros ossudos de Denis, o sentido me levantar com uma facilidade surpreendente. Abri meus olhos para observar as mãos delicadas e pálidas acariciarem nossos dois membros juntos. Gemi de novo, minhas pernas tremendo em volta do quadril dele. Escondi meu rosto entre seu pescoço, aspirando o cheiro de lavanda e cigarros.
 Os dedos de Denis afundaram em minhas coxas, me curvei ofegante e com uma mordida no meu pescoço, ele estava dentro de mim.
 - Aahn! – Voltei a enterrar meu rosto no pescoço de Denis. Enquanto ele se movia em mim.
 - Você é minha pequena vadia desesperada.
 Meu corpo reagiu antes que eu pudesse pensar, e de repente eu caía novamente na armadilha mortal que eram os olhos de Denis Shaforostov, toda sua face, que mesmo enquanto ele me fodia contra a parede de um banheiro qualquer mantinha aquela inocência intocada, com bochechas rosadas e olhos brilhantes... Ele era um pecado.
 - Denis. – Gemi, querendo com toda minha força parar de olhar para aquelas poças claras.
 - Tão quente. – Os dedos dele afundaram perto dos meus joelhos enquanto ele me prensava com ainda mais força na parede, se movendo com perfeição.
 Denis levou uma mão até o meu pulso o prendendo na parede acima da minha cabeça. A dor se misturando com toda a bagunça dentro do meu peito.
 - Por favor... Eu vou... – Fui interrompido pelos lábios macios dele colidindo com os meus por um breve instante.
 Ele encostou sua testa na minha, abrindo seus olhos devagar. E aquele maldito olhar foi o que bastou para me mandar para o limite, sem sequer precisar ser tocado. Porra!
 - Vic. – Denis apertou seus dedos no meu pulso, um gemido baixo escapando dele me deixou tonto. – Merda. – Senti ele estremecer e terminar.
 Meu coração socava meu peito... Eu não conseguia mais. Droga! O empurrei gemendo baixo quando o senti se desconectar de mim. Denis se manteve em completo silêncio.
 Vesti minhas roupas o mais rápido que consegui, assim que terminei abri novamente a porta, sem cruzar meu olhar com o de Denis sequer uma vez. Eu não podia. 
 O ar quente da boate me sufocou e de novo eu estava sob as luzes perturbadoras da City Of Sin, correndo de mim mesmo. Correndo do que era inevitável...
 - Vic. – De novo fui segurado por minha cintura já dolorida. Ele me girou e minha respiração parou. Tudo o quê preenchia meus pulmões era o cheiro de cigarro e lavanda que se desprendia dele. Tudo pareceu se dissolver ao meu redor, e como o maldito pecador que eu era, ergui meu olhar para Denis.
 "Ele me deixava sem ar. Os olhos dele me consumiam por dentro. Naquele tom de verde, brilhando nas luzes estranhas da noite. Ele me olhava como se pudesse me dilacerar, me quebrar e ainda assim ele era tudo o quê eu desejava. Pois ele era tão igual a mim que chegava a doer. Era ali naqueles olhos tão ferozes que eu via, o quanto Denis e eu éramos fodidamente parecidos. Nós dois estávamos mortos por dentro..."
 “Sinto muito Kells... Vou te amar para sempre.”
 - Não me toque. – Grunhi me livrando do Shaforostov.
 O ar frio castigou meu corpo quente. Eu queria a dor, eu queria me lembrar qual era o meu lugar, de todo o sofrimento que eu merecia. Simplesmente me esconder, de mim, de Denis, dos meus sentimentos.
 - Hey, precisa de carona?


Notas Finais


Huehuehu, e eles chegaram aos finalmente eitaaaa :v
Enton, vcs acreditam que era pra eu postar FTB... Mas não consegui digitar o caps essa semana pq fiquei doente :c
Enfim, eu já tinha esse escrito... Sooo, DENIC <3
Comentem, favoritem, mandem seus miguxos lerem também...
C ya <3


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