História Bright Eyes - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Nina Dobrev
Personagens Justin Bieber, Nina Dobrev
Visualizações 74
Palavras 1.100
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bright Eyes está sendo repostada. Por conta de um problema pessoal, exclui minha conta breat aonde a maioria de minhas fanfics também foram apagadas.
Sinto muito por isso e espero me redimir repostando a fanfic e continuar onde eu parei.
Espero conseguiu os favoritos que pude ganhar uma vez.
Enfim, boa leitura.

Capítulo 1 - Piloto


Fanfic / Fanfiction Bright Eyes - Capítulo 1 - Piloto

Meus olhos ardiam insuportavelmente por conta das lagrimas que queriam ser libertas. Olhei para o homem parado a minha frente, este que carregava a mesma expressão séria e indiferente de sempre. A calma com que ele estava lidando com a situação perturbava-me profundamente, no entanto, apesar disso, o que eu mais desejava naquele momento era que tudo o que meu noivo havia dito fosse apenas uma brincadeirinha idiota e que ele negasse tudo.

 

 

 

— Vai terminar o que construímos porque agora determinou que sou ruim na cama? — Olhei para o lado, recusando-me a olhar para a face de Shawn Mendes: O homem que havia escolhido para passar o resto da minha vida. 

 

 

 

O homem que eu mais amava e que estava me destruindo aos poucos. 

O homem que eu planejei meu futuro por três anos e que agora decidiu esquecer tudo. 

Três anos. 

 

 

— Eu sinto muito. — A voz de Shawn soou baixa e por um momento acreditei suas palavras. Direcionei meu olhar para ele de forma incrédula. 

 

 

 

— Você sente muito? — Perguntei de uma forma irônica, enquanto me levantava da poltrona. — Está jogando três anos fora porque do nada disse que eu sou ruim na cama, você esta simplesmente inventando uma desculpa esfarrapada pra se livrar de mim, ou eu estou enganada? — Shawn permaneceu-se calado. — Foi o que eu pensei. — Tirei a aliança do meu dedo a jogando sobre a mesa com certa violência. 

 

 

 

 

 

Antes mesmo que Shawn pudesse retrucar alguma coisa, saí em direção a porta. 

 

 

 

 

 

— Nina, espera. — Senti a mão do mesmo puxar meu braço. Suspirei profundamente, antes de puxar meu braço com certa violência e dar-lhe um tapa na cara. 

 

 

 

 

 

— Espero que encontre alguém ‘bom’ de cama pra te satisfazer nessa sua vida de merda. — Sai da sala batendo a porta com força. Apressei meus passos para sair de vez daquela casa que um dia planejamos viver juntos; por onde eu sentia meu coração se encolher mais a cada segundo. 

 

 

 

Ao chegar à saída, toquei na maçaneta girando-a. Quando finalmente a abri, deparei-me com Juliana, minha melhor amiga. 

 

 

 

— Nina? — seu sorriso se desmanchou ao ver meu estado. — Você esta bem? — Sem dizer nada a abracei; agarrei seu casaco enquanto derramava minhas lagrimas em sua blusa. Senti seus braços ao redor do meu corpo e os dedos de sua mão se enroscaram nos fios de meus cabelos, acariciando-os. 

 

 

 

 

 

— P-Por favor, me tira daqui. — Disse tentando secar as lagrimas que insistiam em cair. Juliana assentiu e pegou na minha mão me puxando até seu carro. Fanning abriu a porta do carro, passei minhas mãos sobre meus cabelos colocando uma mecha do meu cabelo atrás da orelha. 

 

 

 

 

 

Entrei no carro e logo Juliana fez o mesmo. 

 

 

 

 

 

Assim que a loira deu partida, encostei minha cabeça na janela do carro, deixando que as lágrimas escorressem livremente pelo meu rosto, de forma silenciosa. Pela janela vi o carro, vi a casa — a casa que um dia eu e Shawn sonhamos em morar juntos, mas que agora estava tudo acabado — distanciar-se aos poucos. 

 

 

— Não vai perguntar o porquê de que eu estou chorando? — Passei minhas mãos sobre meu rosto, tentando me recompor um pouco, e, dessa vez encostei minha cabeça no assento. 

 

 

 

— Eu estava esperando você me contar na verdade. — Soltei uma pequena risada. — Eu tenho asperger lembra? 

 

 

 

— Perfeitamente. — Dei um sorriso fraco. — Shawn terminou nosso noivado porque eu sou ‘ruim’ na cama. — Juliana pisou no freio do carro dando certo impacto para que nossas costas batessem sobre os bancos. 

 

 

 

 

 

— Aquele babaca fez o que?! — A loira girou a chave do carro enquanto tentava tirar se cinto de segurança. — Eu vou matar ele com um canivete. — Disse Juh, enquanto procurava seu canivete no bolso de sua calça esverdeada. 

 

 

 

 

 

— Não precisa, deixa aquele desgraçado viver a vida dele. — A loira deu de ombros e deu mais uma vez partida no carro, olhei pelo retrovisor do carro e notei que ainda estávamos na mesma rua. — Só saia logo dessa rua, por favor. 

 

 

 

 

 

Assim que saímos completamente da rua, Juliana ligou a radio do carro onde tocava: ‘’Another Life — Afrojack, David Guetta, Ester Dean’’. 

 

 

 

 

 

•••

 

 

 

 

Virei o terceiro copo de vodca de uma vez só, fazendo uma careta ao sentir o gosto do liquido escorrer pela minha garganta. Juliana me acompanha nas rodadas; havíamos feito uma aposta com o barman de que conseguiríamos beber seis copos de vodca sem parar, porém, agora, eu já estava me arrependendo de ter me prestado a isso. 

 

 

 

Reparei no garoto sentado em uma das mesas do bar, ele parecia concentrado em seu notebook. 

 

 

— Quem é aquele? — Perguntei com a minha voz meio grogue. 

 

 

 

— Hm? — Juliana olhou para a direção aonde meus olhos mantinham-se fixados. — É o Biba. 

 

 

 

— Biba? — Arqueei minhas sobrancelhas. 

 

 

 

— Justin Bieber. — Pronunciou o Zayn o barman, enquanto limpava o balcão de bebidas. 

 

 

 

— Ele estudou com a gente no segundo ano, você tinha uma queda por ele. — Disse Juliana preparando-se para virar seu quinto copo, quando finalmente virou o barman tirou dez dólares de seu bolso. — Baby, eu disse que ia ganha. — Desci do banco indo em direção à mesa desse garoto. 

 

 

 

O mesmo olhou-me de cima a baixo, e, sem me importar, sentei-me na cadeira a sua frente. 

— Oi, Bieber. — Justin arqueou uma de suas sobrancelhas. Se eu parasse para me considerar um pouco, eu já conseguiria sentir o álcool trabalhando em meu organismo. 

 

 

 

Senti minha cabeça ficar um pouco mais pesada, então apertei minhas pálpebras uma contra a outra. 

 

 

 

— Clark. — Respirou fundo ao me reconhecer, e fechou seu notebook; — Está bêbada. 

 

 

 

— C-Completament....mente...— Encostei minha cabeça no banco, sentindo meus olhos novamente se encherem de lagrimas. 

 

 

 

— O que houve? — Senti o tom de preocupação vindo do mesmo, ao olhar para o teto tudo passou a girar. 

 

 

 

— Terminei com meu noivo. — Levantei minhas mãos pondo-as sobre meu rosto, tampando-o. 

 

 

 

— Porque terminaram? —Perguntou com um certo tom de preocupação na voz. 

 

 

 

— P-Porque ele é-é um babaca. — Tirei minhas mãos de meu rosto abaixando um pouco meu olhar para encará-lo melhor. 

 

 

 

— E porque ele é um babaca? — Suspirou cansativamente. 

 

 

 

— Porque ele termino comigo e disse que eu sou péssima na cama. — Justin franziu o cenho, de certa forma, ele parecia surpreso com o que eu havia dito. 

 

 

 

Bieber sorriu de lado de uma forma amigável, passando as mãos de leve em meus cabelos. 

 

 

— Tá’ evidente que ele inventou uma desculpa pra terminar contigo, Nina, o que você tem que fazer é seguir em frente. — Levantou-se colocando seu notebook em sua mochila, antes que ele se distanciasse , peguei sua mão fazendo-o parar.

 

 

 

— Me ensina? — Perguntei de uma forma manhosa. 

 

 

 

Ele franziu o cenho: 

 

 

— Te ensinar o quê, Nina? 

 

 

 

 

 

— A ser perita em sexo.



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