História Bright Eyes - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Nina Dobrev
Personagens Justin Bieber, Nina Dobrev
Visualizações 26
Palavras 1.141
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Agressão


Fanfic / Fanfiction Bright Eyes - Capítulo 6 - Agressão

Nina

Tudo ao meu redor passou a girar, algumas lagrimas cruzavam um trajeto por minha bochechas e uma certa ânsia de vomita percorria sobre minha garganta.

O ônibus corria sobre as pistas calmamente sem pressa alguma, abri a janela para que pudesse tomar um ar e a vontade absurda de vomitar passar. Quando o ônibus parou, retirei meus fones de ouvidos levantando-me até a porta de saída do automóvel.

Esperei que o ar entrasse em meus pulmões para que assim pudesse me acalmar.

Encarei o alto prédio que carregava meu sobrenome, suspirei cansativamente. Passei pela catraca da porta de vidro dando-me de cara com Paulo que dormia sobre sua poltrona de couro negra e seu boné branco sobre seu rosto. Caminhei até o elevador que mantinha suas portas abertas, adentrei no cubículo de metal apertando um dos botões que me levaria até meu escritório.

Passei as mãos tremula sobre meu rosto limpando as lagrimas, o trajeto do elevador levou em torno de dez minutos, suas portas se abriram rapidamente, apertei o passo saindo daquele elevador indo em direção minha sala, e, pelo que pude notar, Anna não estava mais trabalhando.

Ao me aproximar da porta de minha sala girei a maçaneta abrindo-a, passei pela mesma fechando-a em seguida.

Acendi as luzes, dando claridade ao lugar. Virei-me rapidamente procurando meu celular em minha bolsa, ergui meu olhar ao perceber a presença de Shawn sentado em minha poltrona.

— O que faz aqui? — O encarei firmemente uma garrafa fora posta sobre a mesa de mármore.

Um garrafa de whisky, completamente esvaziada.

— Eu preciso que volte pra mim. — A voz de Mendes me pareceu um tanto grogue, tudo indicava que o mesmo havia bebido.

Soltei uma risada nasal.

— Voltar pra você? — Arqueei uma de minhas sobrancelhas.

— Eu amo você. — Levantou-se da poltrona caminhando até mim.

A cada passo dado pelo o mesmo, passei a recuar para trás em direção a porta.

— Se me amava, não deveria ter terminado nosso noivado. Agora saia da minha sala. — Apontei em direção a saída.

— Largue aquele imbecil e volte pra mim! — Agarrou meu pulso apertando-o fortemente. — Eu sei que não me esqueceu.

— Me solta! — Forcei meu pulso em uma tentava falha de me soltar. — Está me machucando! — Shawn soltou-me. — Ainda por cima está bêbado, você nunca aprende não é mesmo?

— Volte pra mim! É só o que eu estou te pedindo, não é tão difícil assim, não é? — Um sorriso formou-se em seus lábios.

— Você é desprezível. — O olhei com um certo nojo no olhar. — O que te faz pensar que eu iria voltar pra você? Você me largou quando iríamos nos casar para ficar com uma garota de programa, e agora que estou namorando decidiu correr atrás do prejuízo? — Aproximei enfrentando-o com apenas meu olhar.

Senti seu punho tocar minha fase derrubando-me no chão.

Minha bochecha doía, olhei incrédula para homem parado em minha frente que em sua mão ainda formava-se um punho.

Minha mente não era capaz de assimilar o que acabará de acontecer.

— O que está acontecendo aqui? — Escutei a voz de Juliana que estava parada na porta com uma expressão totalmente seria.

Levantei rapidamente tampando uma parte de meu rosto com o cabelo, a mesma parecia entender o que havia realmente acontecido ao reparar a minha repentina ação, Shawn passou pela mesma esbarrando em seu ombro.

As lagrimas de meus olhos passaram a cair enquanto Fanning certificava-se de que Shawn havia ido embora, ao fechar a porta a mesma veio até sim afastando minhas madeixas de meu rosto, deparando-se com uma coloração roxa em minha bochecha.

— Meu Deus, Clark! — Arregalou os olhos incrivelmente surpresa. — Eu tenho que te levar em uma delegacia urgentemente para prestarmos uma queixa. — A loira pegou seu celular ligando para alguém. — Shawn não pode sair impune disso, não vai mesmo! — Juliana passou sua mão sobre suas madeixas colocando-as atrás da orelha. — Zayn?

Juliana pegou em minha mão puxando-me até o elevador enquanto conversava com Zayn.

— Sai já desse bar e vem! Estamos no trabalho da Nina. — Quando as portas do elevador se abriram passamos por elas, entrando no elevador. — Não faça perguntas idiotas e pare de se agarrar com essas garotas, é um assunto serio. — me permiti sorrir por alguns minutos enquanto escutava a conversa de Zayn e Juliana, quem pudesse ouvi-la poderia notar os ciúmes evidente de Fanning que não fazia questão de esconder.

Após sairmos do elevador passamos pela portaria e Paulo já estava acordado lendo uma de suas revistas sobre futebol, passamos pela catraca da porta indo em direção a rua, paramos na frente do prédio.

Juliana olhava por todos os lados procurando por Zayn.

— Porque demorou tanto? — Gritou Juliana ao avistar a moto de Zayn aproximar-se.

O mesmo parou a moto, apoiando seu pé sobre o chão, e girando a chave desligando o motor.

— Eu não sou serviçal para vir quando me pede. — Resmungou o moreno — Então o que aconteceu?

— Shawn agrediu Nina. — Explicou a loira mostrando meu machucado, Zayn suspirou cansativamente e me entregou um capacete reserva.

Peguei-o e o coloquei, montando na moto.

— Não vai me dar nenhum beijinho, amor? — Perguntou Zayn que carregava um sorriso atrevido nos lábios, porem recebeu um rapa em seu ombro. — Eu vou prestar queixa contra você, loira. — Zayn recolocou seu capacete, voltando a ligar a motor.

Colocou seu pé sobre o pedal da moto, apertou o acelerador fazendo a moto rodar e por conta da velocidade. Abracei sua cintura por segurança.

Olhei para trás e vi Juliana ligar para alguém, enquanto a moto ia se distanciando aos poucos afastando-se do quarteirão.

— Você gosta dela não é? — Perguntei.

— Guarda segredo? — Assenti.

. . .

Após prestar queixa na delegacia Zayn me levou para casa aonde eu estava morando com ele e Juliana.

— Tenho que voltar pro trabalho, irá ficar bem? — Perguntou levantando o vidro do capacete que tampava metade seu rosto.

— Sim, não se preocupe. — Sorri fraco descendo da moto entregando o capacete reserva para o mesmo, Malik colocou o capacete em seu ante braço e seguiu seu caminho.

Procurei a chave em minha bolsa ao encontrá-la, coloquei na fechadura destrancando a casa, adentrei na mesma fechando a porta em seguida. Estranhei pelo fato de ter velas espalhadas por todo canto, reparei nas pétalas de rosas espalhadas pelo chão coberto por um tapete felpudo, decidi seguir a trilha de pétalas que levavam-me até a escada, larguei minha bolsa em cima da mesa e decidi acompanhar as pétalas.

Subi as escadas rapidamente, vendo até onde as pétalas iriam.

A trilha acabou-se na porta de meu quarto, caminhei até a porta tocando na maçaneta e abrindo-a.

Justin encontrava-se sentado na cama que estava apenas com uma calça social negra e em suas mãos encontrava-se um boque de rosas vermelhas.

— O que está fazendo Justin? — Entrei no quarto pisando sobre as pétalas que estava pelo chão, e fechando a porta atrás de mim.



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