História Brincadeira de Criança - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias Super Junior
Personagens Cho Kyuhyun, Choi Siwon, Heechul, Henry Lau, Kangin, Kim Heechul, Kim Jongwoon, Kim Youngwoon, Lee Donghae, Lee Hyukjae "Eunhyuk", Lee Sungmin, Park Jungsu, Yesung, Zhou Mi
Tags Heenim, Infantil, Kyunnie, Minnie, Romance, Sungmin
Exibições 49
Palavras 1.615
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey people... Esse é definitivamente o último capítulo...
Gostaria de agradecer a todos que acompanharam a história de coração!
Espero que tenham gostado e espero que gostem desse também kkk =p

Boa leitura

Capítulo 22 - Capítulo Extra


Fanfic / Fanfiction Brincadeira de Criança - Capítulo 22 - Capítulo Extra

Acordei de manhã bem cedo. Há tempos não me sentia tão calmo. Me espreguicei e meu braço bateu em alguma coisa ao meu lado. Aww, ele não foi pro trabalho!!!!!!!!!

–Kyunnie? - chamei. - Kyu-yah!

–Hn... - murmurou ele.

–Você tem trabalho hoje! O que ainda está fazendo em casa, seu louco? - briguei.

–Não quero ir trabalhar hoje. Posso ficar aqui com você, Minnie? - pediu virando o rosto para mim com olhos pidões.

Não resisti. Quem precisa de trabalho, né? Sendo que o salão precisa ser aberto ainda, e que os clientes vão me matar, e que o Leeteuk hyung vai brigar com Kyu por ele ter faltado... Foda-se. Vou ficar aqui com ele.

–Claro que pode Kyunnie... - eu ri, selando nossos lábios. - Bom dia.

Ele rolou na cama para ficar mais perto de mim. Me abraçou e descansei minha cabeça em seu peito.

–O que está fazendo?

–Ouvindo seu coração. Está batendo rápido demais, sabia? - avisei.

–Claro que está. Você está aqui, é obvio que estou com taquicardia... - ele suspirou.

Corei e o abracei mais forte. De repente ele bufou.

–O que foi?

–Você dorme de pijama rosa até hoje, Sungmin! Não acredito nisso. - disse, mostrando o pijama que eu usava.

–Algum problema com o rosa? - protestei, encarando-o.

–Cor de rosa é muito gay! - reclamou.

–Ah, e olha só quem está reclamando de que alguma coisa é “muito gay”! - ri. Me arrastei até estar deitado por cima dele, e fitei-o de cima.

–Você entendeu.

–Lamento informar que não vou deixar de usar rosa só porque você quer Sr Cho. - informei, selando-lhe os lábios outra vez. Ele tinha colocado as mãos em minha cintura, me puxando em direção a ele.

–Ah, vai sim. Você faz tudo que eu quero sempre. - gabou-se, metido. Suas mãos deslizaram por minhas costas até pararem, obscenas, em minhas nádegas.

–Você está convencido demais... - murmurei. - Mas, que eu me lembre você sempre foi assim. Não vai me convencer! - desafiei.

–Não vou? - sussurrou dentro de meu ouvido. - Tenho meios de convencê-lo... Acredite, Sungmin. Posso te convencer a fazer qualquer coisa...

–Não. Sou mais teimoso que pensa você me conhece. - eu ri, colocando as mãos em seus ombros.

–Eu sou mais. - dizendo isso, ele de repente rolou na cama, comigo junto.

Quando paramos, estava em cima de mim. Suas mãos agora estavam por baixo da blusa do meu pijama, e eu nem sabia o que estava fazendo. Minhas mãos se moveram sozinhas para as costas dele. Sentia os lábios dele em meu pescoço, mordiscando. Soltei, involuntariamente, um gemido. Ele me olhou nos olhos.

–Você não... Manda... Em mim! - declarei, com a voz arrastada.

–Não mando? - questionou, dentro do meu ouvido. Um arrepio percorreu meu corpo. Como ele sempre fazia aquilo comigo? Era revoltante.

–Podemos negociar isso... - sugeri.

Ele puxou o tecido da blusa do meu pijama. Sorriu malicioso.

–Se você quer usar rosa, eu mesmo tiro isso de você. - ele retirou a peça, mais malicioso ainda. - Viu... Você nem reclama...

–Quieto! - reclamei. - Você fala muito. - Puxei também a camisa que ele vestia e a retirei.

Ele se adiantou, levando as mãos à minha calça, mas as afastei.

–Apressadinho...

–Ahh, você não vai dar chilique que nem uma garotinha agora, Minnie. - anunciou, puxando e retirando a própria calça. Arregalei os olhos quando ele me imobilizou embaixo dele. - Nem venha com enrolação.

Ele retirou a calça de meu pijama, e nem pude discutir. E eu estava sem boxer por baixo. Aish. Agi também antes que eu corasse, retirando a que ele usava. As roupas tinham se espalhado pela cama e pelo chão, e as cobertas tinham caído da cama e se embolado numa enorme bagunça. Quem se importa?

Kyuhyun segurou uma perna minha com cada mão, e as abriu devagar. Não resisti, é claro. Passei as pernas em volta dele de uma vez e cruzei os tornozelos atrás de seu quadril, puxando-o para mim. Ele se posicionou melhor. Uma rede elétrica percorreu minha coluna vertebral quando senti um de seus dedos roçar minha entrada. Não consegui evitar um gemido, e ele sorriu.

–Não... Pre... Cisa... - eu disse, com a fala cortada pela respiração. Estava mais ofegante que nunca.

–Depois o apressado sou eu... - ele murmurou, sorrindo.

–E você fala... Que eu fico... De enrolação... - eu disse, ou tentei. Ele pareceu se divertir com minha dificuldade para falar.

Ele retirou o dedo e senti seu membro tocar aquele local. Já não conseguia mais controlar meus gemidos.

Ele introduziu o membro devagar dentro de mim. Eu não sentia tanta dor; já estava acostumado com aquilo, oras. Depois de alguns segundos, me mexi, indicando que já estava tudo bem. Ele começou a se mover dentro de mim.

Claro que àquela altura eu estava gemendo igual a uma puta, mas quem se importa? Kyuhyun começou a estocar com mais força. Seus lábios estavam na curva de meu pescoço, brincando. Eu arranhava as costas dele com minhas unhas, sem controlar o que fazia. Depois de algum tempo, eu estava quase chegando lá, gemendo mais alto. Kyuhyun do nada parou de estocar. Mas que porra é essa? Continua, lazarento! Logo agora que eu ia...!

–Kyu? - chamei, indignado.

–Diga... - ele disse.

–Tá louco? Dizer o quê?

–Diz que eu consigo te convencer de qualquer coisa...

–Não! Já falei!

–Nesse caso... - e foi se retirando de dentro de mim.

–NÃO FAÇA ISSO!!!!!!! - ordenei, em desespero. - Ok, ok, tá bom? Você consegue sempre me convencer de tudo... Você sabe disso... Agora por favor, Kyunnie...!

–Eu adoro isso. - comentou, voltando a se mover dentro de mim. Em pouco tempo eu estava finalmente nas nuvens. Me contraí quando cheguei ao meu ápice, o que fez com que Kyu também gozasse logo.

Ele saiu de mim e tombou ao meu lado na cama, exausto. Levei algum tempo para retomar a respiração normal. Kyuhyun me puxou para um abraço e deitou a cabeça em meu ombro.

–Eu te amo, Sungmin. Sabia disso?

–Claro, Babo .- baguncei seus cabelos. - Hey, que tal um banho? Logo, logo Henry vai chegar com a Shouri e vamos estar... Assim! - ri.

–Ok, ok você venceu. Mas vamos juntos.

–Aish, Kyuhyun... - repeti a frase que eu mais dizia desde os dez anos.

xXxXxXxXxXxXxXxXxXxXx

Depois de um banho um pouco mais demorado que o necessário, eu e Kyuhyun já estávamos apresentáveis. O interfone tocou, eram Henry e Shouri. Eles estavam namorando, nossa, eu já estou mais velho do que pareço. Ok, já é assim desde sempre, mas ok.

–Hey appas! - Henry gritou.

–Olá, oppas! - Shouri cumprimentou.

Depois de alguns anos na Coréia do Sul, o sotaque japonês dela já havia quase desaparecido. Os dois estavam namorando desde os 13 anos. Henry já estava com 15 e a japonesinha completaria a mesma idade em poucas semanas. Shisus, o tempo passa depressa demais.

–Olá, crianças! - Kyu gritou. - Henry se comportou bem, Shouri?

–Claro oppa! Minhas Ummas adoraram ele. Só não deixaram que ele dormisse no meu quarto, claro. - respondeu ela.

Sim, Henry tinha dormido na casa da namorada. Confiávamos o bastante nos dois – na menina, principalmente – de que não fariam nada irresponsável, até porque as mãos da menina eram ainda mais rigorosas que nós dois. A okasan biológica de Shouri tinha vindo do Japão para morar com ela e a “outra mãe”, que tinham vindo primeiro sei lá porquê. Eu e Kyuhyun demoramos um pouco para nos tocarmos que as duas eram, sim, um casal. Pobre Henry, tinha duas sogras!!!

Henry nos entregou um envelope vermelho, dizendo;

–Isso estava com o porteiro. Ele disse que veio pelo correio especial. É dela, né?

–Sim. Provavelmente. - Kyu comentou. - Ok, você já deu sinal de vida, agora vai passear com a Shouri, vai. Depois você lê.

Henry se despediu e saiu com a namorada. Kyuhyun, ansioso, destruiu a papel e leu.

–E então, o que diz? - perguntei.

–Ela está no Canadá. - Kyu disse, sorrindo. - E está convidando Henry para passar as férias lá. Ah, depois de tantos meses, finalmente um sinal de vida!

–Ótimo! Ele vai adorar! Mas como ela chegou lá?

–Proibiu de perguntar... sabe como ela é. Melhor não saber... - abaixou a voz.

O silencio reinou até a campainha tocar. Mas isso aqui está movimentado, hoje, hein?!

Leeteuk invadiu o apartamento sem nem esperar alguém ir abrir a porta. Estava radiante.

–SUNGMIN, KYUHYUN!

–Que isso, hyung?

–Sora aceitou! Aceitou!!!!

–Aceitou o quê, meu Deus?

–Ora, o que mais? Vamos nos casar! Vocês estão convidados pra festa!

XxXxXxXxXxXxXxXxXxXxXxX

A festa foi linda. Aconteceu dois meses depois de Leeteuk nos dar a notícia.

Heechul recusou ser o padrinho de Leeteuk. Henry e Shouri foram, também. E eu e Kyu, claro, além de Donghae e Siwon. HyukJae não pode ir, estava viajando no Rio de Janeiro. Alguma coisa envolvendo ensaios fotográficos de um desfile de “escolas de samba”, seja lá o que isso fosse.

E, bem, Hangeng também foi. Afinal, era primo de Leeteuk... Siwon não piscou durante toda a festa. Eu achei seu medo sem fundamento até perceber, em um momento da cerimônia, que Heenim estava de mãos dadas com os dois ao mesmo tempo. Ok, preferi não perguntar o que estava acontecendo.

Naquelas férias de verão, Henry foi para o Canadá. Passou duas semanas inteiras com a mãe, e voltou mais feliz que nunca.

E claro que ele nunca precisou saber o que a mantinha no exterior, ou o crime que ela fora obrigada a cometer. Muito menos o que acontecera com o pai.

Não julgamos necessário.


Notas Finais


Pois é gente... kkkkkkkk Por hoje é só p-pessoal! hahahahahhaa

Não deixem de comentar... E mais uma vez eu espero que vocês tenham gostado s222222222222
Kisseees (FLOWERS)


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