História Brincadeira Quente - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá Biscoitos
Caprichei no Lemon espero que gostem.
Leiam as notas finais la eu falo sobre a brincadeira Ok?
Então Boa Leitura ^.^
E Desculpem os erros.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Brincadeira Quente - Capítulo 1 - Capítulo Único

 

Está um calor infernal, quero chegar logo em casa tomar um bom banho gelado e aproveitar a tarde livre das atividades escolares para dormir ate anoitecer.

Virei mais uma esquina, passei por duas casas, e logo avistei a minha, parei em frente ao portão para abri-lo, e levei um susto,  o carro do meu tio estava na garagem, não pude deixar de sorrir, parece que iria me divertir hoje.

Entrei em casa, e já pude ouvir os risos, vi meu tio conversando com meu pai, e minha tia com minha mãe, estavam se arrumando para sair, quando minha mãe me viu.

- Filho, já está em casa?- Ela me perguntou.

- Sim, os treinos de futebol e basquete foram cancelados hoje. Algo sobre esse calor está causando mal aos alunos. – Tinha sido o que meu professor havia falado.

- Que bom pelo menos assim o Theo não fica sozinho. – Meu pai disse e meu tio concordou.

- Verdade, ele estava triste por que teria que ficar sozinho. – Meu coração quase parou nesse momento. Eu e Theo iriamos ficar sozinhos. Só agora havia parado pra pensar nisso, meu senhor, como eu sou lerdo ás vezes.

- Vocês vão sair? – Perguntei inocente, já não conseguindo tirar o sorriso dos lábios.

- Sim, iremos, e só voltamos depois das dez da noite. –Minha mãe respondeu. Ótimo, agora era 13h15min, teríamos muito tempo.

- Tudo bem, se divirtam. – Eu disse.

- Arthur, é para vocês dois se comportarem Ok? Nada de trazer estranhos para casa, ou arrumar alguma droga ou coisa do tipo, me entendeu?- Minha mãe às vezes é um pouco paranoica, mais tudo bem.

-Clara mãe, entendi, pode confiar. –Sorri, e ela me devolveu o sorriso.

Então depois de mais uns 5minutos que eles saíram ouvir o som do motor do carro. Minha mãe havia me deixado um pouco de comida, mas nem toquei nela, fazia quase um mês que eu não via o Theo, era difícil, ele me via como primo dele, mas eu me apaixonei por ele desde o dia que nos conhecemos, era estranho, mas não era errado, já que ele não era meu primo de verdade, ele era enteado do meu tio, e isso o tornara meu meio primo, meu tio havia casado com a mãe dele há três anos, e nos conhecemos em uma reunião familiar, viramos amigos de cara o problema é que eu sabia que sentia algo por ele, então foi tiro e bomba, me apaixonei depois de seis meses, agora nos dois temos 17 anos, e está cada vez mais difícil, me controlar para não agarra-lo, apesar de ele apenas me ver como grande amigo.

Subi as escadas ate meu quarto, eu sabia que ele estaria lá.

Quase cai de costa quando abri a porta, ele estava todo esparramado na minha cama, isso era bom, o cheiro dele ficaria ali por um tempo, o grande problema que ele estava apenas de cueca, ele tinha olhos verdes e cabelos loiros escuros, e tinha um físico médio, bem diferente de mim que tinha olhos castanhos claros e cabelos pretos, eu era mais musculoso, graças aos anos jogado basquete e futebol, tinha pouca diferença na nossa altura, mas eu ainda era mais alto, com 1,75 e ele com 1,68, era estranho eu saber de ate mesmo da altura dele, mas eu adorava saber e conhecer cada parte do seu corpo.

 Quando ele me viu abriu um sorriso grande, ele ficava ainda mais lindo sorrindo. Sorri de volta ainda meio tenso pela cena, joguei minha mochila em um canto e fechei a porta do quarto.

- Arthur! Pensei que só chegaria de tarde. – Ele parecia confuso.

- Minhas aulas extras foram canceladas, por causa do calor. – Respondi rápido tentando olhar em seus olhos e não em seu corpo seminu.

- Ah nem me fale esta um calor absurdo. – Ele falou e virou de costa, pude ver sua bunda firme e redonda, mantive os olhos nela por um momento, ate perceber que ele me encarava com um sorriso malicioso. – Tá olhando o que? Gostou da visão é? Pode falar eu sei que você me ama e quer esse corpinho aqui.

Ele disse isso brincando e quase que eu disse “sim, eu quero mesmo”, mas me contive e ri.

- Tu que pensa se ache menos ok? Vou tomar um banho, estou todo suado. – Eu disse indo em direção ao banheiro, eu precisava de um banho frio, bem frio, pra acalmar meu amiguinho ali em baixo.

- Onde é que todo mundo foi? Ouvi o carro saindo. –Ele perguntou.

- Não sei pra onde, mas só voltam de noitinha. –O respondi já fechando a porta do banheiro.

Tomei um banho rápido e gelado. Vesti uma bermuda e fiquei sem camisa.

Quando sai do banheiro ele me perguntou.

- E aí o que vamos fazer de bom pra passar o tempo? – Ele me encarava, mas não tirava o sorriso dos lábios.

- Não sei o que você tava fazendo antes de eu chegar? –Só falta dizer que tava batendo uma.

- Vendo uns vídeos pornôs aqui no celular, mas fico chato já, não tem nenhuma ideia? Uma brincadeira? Sei lá, tá um tedio aqui. –Ótimo meu primo tava realmente batendo uma na minha cama.

Mas agora eu me lembrei de uma “brincadeira” que eu vi em um post num blog, se ele topasse seria a minha única chance na vida, de realmente aproveitar esse corpinho dele.

- Eu sei de um joguinho, mas acho que não vai te interessar. – Eu disse de uma forma que o deixasse curioso, psicologia reversa sempre funciona com ele. Ele me olhou indagativo.

- Começou termina, aceito qualquer coisa pra sair desse tedio. –Ele disse, eu consegui anima-lo, sabia que ele não resistiria, em quesito de curiosidade ele ganha de primeira.

- É bem simples, enquanto uma pessoa esta vendada a outra, pega a mão do vendado e coloca o dedo em alguma parte do corpo, se o vendado acertar onde o dedo está tocando ele pode usar a boca pra fazer algo no outro, e então alternamos a venda, ganha quem acertar dez vezes. –Era simples, mas se eu pudesse colocar minha boca em qualquer lugar do corpo dele ia ser uma vitória.

Ele pareceu gostar da ideia.

- Parece divertido, eu posso fazer qualquer coisa com a minha boca no seu corpo é? – Ele realmente estava interessado. – E qual será o premio? – Ele perguntou com um sorriso malicioso.

- Qualquer coisa, desde que seja só a boca. O premio você pode escolher se quiser. –Eu respondi com um sorriso malicioso em meus lábios também.

- Tudo bem, mas com duas condições. – Sabia que ele não aceitaria tão fácil, essa era uma das táticas dele ele concordava e depois colocava a situação a seu favor.

- Quais?- Perguntei logo para adiantar processo.

- Primeiro você começa vendado e segundo pode ficar de cueca também, tem que ser justo, e tá muito quente, então não vou me vesti, ou seja, você tira.

 Aquilo não seria problema nenhum para mim, então apenas acenei com a cabeça, tirei a bermuda deixando a minha cueca boxer vermelha a mostra. Pude sentir os olhos de Theo seguindo minhas mãos quando abaixei a bermuda. 

- Qual vai ser o premio? –Perguntei curioso, enquanto mexia na gaveta procurando algo para servir de venda. Achei um lenço grande o suficiente.

- Eu vou dizer na ultima rodada, quando eu estiver ganhado. – Ele falou como se soubesse do futuro. Tinha me esquecido como ele era competitivo. Tornaria tudo mais divertido.

- Veremos. –Eu o provoquei.

- Vamos começar. – Ele anunciou.

Ele se levantou da cama e eu sentei, ele pegou o lenço da minha mão e colocou nos meus olhos, apertou bem e deixou largo para que não tivesse brechinhas para espiar.

- Tudo bem parece que você não tá vendo mesmo. Ok. –Ele disse, e pegou minha mão, nesse momento meu corpo inteiro arrepiou com seu toque, sua mão era quente e macia, parecia à pele de um bebê.

Senti-o segurar meu dedo e posicionar em uma parte de seu corpo, eu sabia que iria ganhar, eu conhecia cada parte de seu corpo, era um local firme e macio, sorri em pensar que eu queria usar a palma toda.

- É a sua coxa não é? – Eu disse e o silencio tomou conta do quarto, eu conhecia bem aquelas coxas torneadas dela, levantei a venda e vi o local, eu tinha acertado, sorri mais ainda e olhei para ele parecia confuso, então bufou e disse.

- Sorte de principiante. Hum. –Eu ri da sua expressão.

Então levantei e comecei a colocar a venda em seus olhos, estávamos próximos, senti a lufada de ar quente em meu peito, sua respiração. O sentei na cama invertendo nossas posições, não pude deixar de me animar com a posição dele sua cabeça estava na altura da minha cintura, então rapidamente peguei seu dedo e coloquei na minha batata da perna.

Ele sorriu.

- Seu braço, acertei? – Eu ri.

- Não, você errou. – Quando falei isso ele pareceu indignado e retirou a venda dos olhos, com tudo.

- Não é justo, suas pernas são bem definidas então são mais duras e grossas. – Ele bufou e eu não consegui conter o duplo sentido das ultimas palavras.

- Um à Zero. – Eu falei e ele ficou indignado. – Posso usar minha boca depois se quiser? – Eu falei em tom provocativo.

- Anda logo com isso. – Mesmo indignado ele sorriu, e deitou na cama, e ficou olhando o teto, na posição que ele estava eu poderia pagar um boquete para ele se me abaixasse, mas resolvi deixar mais para o final, me aproximei de suas coxas e bem perto da sua cueca boxer branca, em lhe tasquei uma mordida.

Ele pareceu espantado, mas colocou um sorriso safado no rosto.

Depois de uns 20 minuto já estava chegando a ultima rodada, depois de muitos toques. Eu tinha errado algumas vezes para não ser injusto com ele, mas às vezes ele facilitava demais, parecia até proposital e eu estava adorando claro.

Já tinha colocado as mãos em sua barriga, ombro, testa, entre outras partes do corpo mais expostas, ele havia tocado lugares como esses no meu corpo também, e como resultado estávamos cheios de marcas pelo corpo, mordidas, chupões, mas a questão é que essa era a penúltima rodada e estávamos empatados, e eu estava deitado enquanto ele me deixava um forte chupão no pescoço, não estava reclamando, a brincadeira estava ótima. Ele estava marcando agora o nono ponto, marcando literalmente.

- Nove a Nove. – Ele disse saindo da curva entre meu pescoço e o ombro. Sorria vitorioso. Pena que eu ia acerta a próxima e finalmente ensinar a ele como usar uma boca.

- Hora de dizer o premio. –Eu lembrei ele estava curioso para saber o que iria ganhar.

De repente ele ficou corado, senhor como ele ficava fofo vermelhinho, imagina gemendo numa cama. Porra não é hora de pensar nisso.

- O vencedor ganha o direito de fazer o que quiser com o outro. Então se prepare. – Parece que eu ia ganhar o dia.

- Tudo bem, me entregue à venda é sua ultima chance. – Ele me entregou a venda, e sentou na cama, me aproximei tampando seus olhos e antes de venda-lo, me aproximei de seu ouvido e sussurrei com uma voz rouca.

- Boa Sorte, Loirinho. – Ele ficou corado outra vez, e vi os pelos de seu corpo eriçar, sorri notando aquilo, agora ele ficaria nervoso e confuso.

Então peguei seu dedo e coloquei na minha cintura. Bingo! Ele pareceu muito confuso.

- Sua coxa? –Ele perguntou um pouco hesitante. Sorri.

- Errou. – Ele tirou a venda brutalmente, e pareceu ficar chateado, nossa como ele era competitivo.

- Te dou mais uma chance, depois eu uso a boca, se você me fizer errar a próxima, você ganha. – Eu disse e vi seus olhos brilharem ele levantou rapidamente, terminou de tirar a venda e me jogou na cama, que pressa eu ate ri de sua animação.

Então depois de por a venda, passou um tempo ele parecia esta pensando onde eu não adivinharia, ouvi passos para lá e para cá no quarto, ate que senti sua presença na minha frente, ouvi um barulho meio estranho mais muito baixo, e de repente ele pegou minha mão, ele parecia de lado, geralmente eu ganhava esses jogos por que era muito observador. Senti meu dedo tocar algo macio e firme.

E então ate me assustei, ele não faria isso não é? Ou faria? Sorri maliciosamente.

- Posso dar um tapinha? –Eu perguntei ouvi ele murmura.

- Droga! Onde é? –Ele pareceu irritado mais estava com um tom brincalhão na voz.

- Sua bunda. – Eu disse tirando a venda e lá estava ele totalmente nu na minha frente, sorri maliciosamente.

- Como você sabia, serio pensei que nunca iria descobri. – Ele falou se jogando na cama, ficando de bruços, suspirou alto, mesmo sendo abafado pelo travesseiro. Eu estava sentado na ponta da cama, então ele jogou todo o corpo nela, e eu fiquei apreciando a visão, daquela bunda branquinha, grande e empinada.

- Hora do meu premio. –Eu disse e ele virou a cabeça deixando-a de lado com uma carinha fofa me olhando, mas tinha um sorriso safado nos lábios, acho que no fundo ele sabia onde isso ia dar.

- Quer que eu vista a cueca? – Ele perguntou com o mesmo sorriso malicioso.

- Não precisa, vai ser mais fácil assim. – Eu disse e devolvi o sorriso. –Primeiro tenho que usa minha boca em algo por ter acertado antes. – Ele concordou com a cabeça. – Então se vira.

Ele obedeceu e ficou com a barriga para cima, eu subi na cama, engatinhei ate sua cintura, e abaixei ficando bem próximo de seu membro, pude ver que ele estava começando a ficar ofegante.

- Espertinho deixou o melhor para o final não é? – Ele disse e eu ri.

Como eu não podia usar minhas mãos já que deixaria o premio para depois, fui abaixando, lentamente e comecei a beijar suas coxas, subi para a virilha e comecei com pequenos beijos no seu membro.

Ele começou a ficar ofegante, olhei para cima e o vi morder o lábio inferior, estava corado, e ficava muito sexy me fitando daquele jeito como se me implorasse para continuar.

Então atendi seu olhar e comecei a lamber toda extensão de seu membro, ele então jogou a cabeça para trás, e começou a se animar, enquanto eu lábia ele ia ficando cada vez mais duro, ate chegar ao ponto de ficar pulsando de desejo.

Então comecei a tortura-lo um pouco, eu fazia que ia colocar na boca e tirava, ele começou a gemer mais alto, e então depois de tirar da boca mais uma vez ele me lançou um olhar furioso.

Eu ri e finalmente abocanhei de vez o membro dessa vez ele arqueou a cintura pedindo mais. Comecei a acelerar meus movimentos de vai e vem e ele gemia cada vez mais alto.

Como estava sem as mãos tive que ir guindo a minha cabeça para baixo para não perder a velocidade, ele parecia estar gostando, senti o seu pré-gozo ajudar a lubrificar e notei pelos seus gemidos que ele estava perto de gozar, diminui um pouco a velocidade, para que ele aproveitasse mais.

- Ahhhhh... A-Arthur... – Ouvi-lo gemer meu nome estava fazendo com que meu membro latejasse de desejo também. Ele então colocou a mão na minha cabeça. –Ahhh... Para, e-eu vou... – Ele tentou puxar minha cabeça, mas eu não sair dali, queria sentir seu gosto, eu não parava de olha-lo, ele me encarou, e então rocei meus dentes um pouco e ele arqueou o corpo jogou a cabeça para trás, senti seu membro pulsar e soltar jatos quentes em direção a minha garganta, então engoli tudo.

Fui parando enquanto engolia e então tirei completamente da boca, engolindo a ultima gota.

Ele ainda arfava e tinha leves espasmos, comecei a beijar sua virilha novamente, fiz uma trilha de beijos ate seu pescoço, deixei uma mordida ali, ele gemeu baixinho, então parei em seu ouvido e sussurrei, minha voz estava rouca pelo que acabara de fazer.

- Gostou? Ainda falta meu premio. – Eu sorri maliciosamente, ele estava com o rosto vermelho, e parecia cansado, mas eu não ia deixa-lo descansar.

- Onde aprendeu a fazer isso?- Ele me perguntava com a voz meio falha, e ainda respirava pesado.

- Lugar nenhum foi a minha primeira vez, só imaginei como se estivessem fazendo em mim. – Eu respondi e ele assentiu com a cabeça.

- Gostei. – Falou por fim, ficando corado.

- Pronto para ver o que mais eu posso fazer? – Perguntei ainda perto de seu ouvido, e então comecei a dar leves mordiscadas no lóbulo da sua orelha.

Ele suspirou e soltou um breve gemido.

- Hum, quero saber de todas as suas habilidades, Moreno. – Ele falou com um tom safado e com um sorriso malicioso.

Então ele envolveu seus braços no meu pescoço e me puxou colando nossos lábios, pedi passagem e ele cedeu, deixando minha língua explorar sua boca era maravilhoso ele tinha um gosto de menta, refrescante e provocativo, ficamos assim por um tempo, deixando nossas línguas guerrilharem por espaço, vez o outra separávamos um pouco os lábios, mas mantínhamos as línguas unidas um fio de saliva começou a escorrer pelo queixo do menor, e aquilo me deixou maluco.

Pressionei meu corpo sobre o dele mostrando minha evidente ereção, e fiquei feliz ao perceber que o amiguinho dele estava desperto novamente, senti então suas mãos sobre meu peito descendo ate o elástico da minha cueca e entendi o recado, em um movimento rápido, tirei aquela peça, ele então gemeu em meio aos beijos quando nossos membros se tocaram, parei de beija-lo e fui deixando beijos e chupões em seu pescoço parei quando encontrei seu mamilo. Comecei a morder de leve e em resposta ele gemeu alto, parece que alguém era sensível, comecei então há brincar um pouco ali ele estava arqueando as costas e então senti novamente seu pré-gozo em meu abdômen.

- Empina essa bundinha pra mim vai. – Falei enquanto o beijava mais uma vez.

Ele então se virou e subiu sua cintura, ficou com as mãos, e rosto no travesseiro, o peito na cama deixando somente sua bunda para cima, me fazendo deleitar a vista.

Apalpei suas coxas e fui subindo ate chegar à sua bunda apertei bem e vi seu buraquinho piscar em resposta. Comecei a passear com meu dedo por ali, e então usei minha língua para atiça-lo ainda mais. Ele escondeu o rosto no travesseiro, e gemeu, dessa vez um som mais rouco.

Então levantei e peguei camisinhas e o lubrificante na gaveta do criado mudo ao lado da cama.

Derramei o liquido em meus dedos, e pressionei o primeiro em sua entrada e então afundei devagar, ele gemeu incomodado, mas depois de um tempo pareceu começar a gostar, então penetrei o segundo dedo, e comecei a fazer movimentos de tesoura, ouvi uma reclamação manhosa, que logo foi seguida por mais gemido, então utilizei como uma brecha para penetrar mais um dedo, ele não pareceu gostar muito, então levei minha mão ate seu membro e comecei a fazer movimentos de vai e vem no ritmo que eu penetrava os dedos, depois de um tempo ele pareceu começar a gostar e virou o rosto ele estava vermelho, e então ele apertou meus dedos ainda dentro dele.

- Eu q-quero mais... Ahhh. – E então rebolou, não iria aguentar nem mais um momento, mesmo se ele pedisse.

Retirei os dedos, ele gemeu em desaprovação, mas então despencou na cama se virou e abriu as pernas para mim. Ele. Abriu. As. Pernas. Ele estava querendo ficar sem andar isso sim.

Peguei a camisinha, mas antes de colocar ele me impediu.

- Não precisa... Eu vi seus exames para o time de futebol, na sua mesa, e eu também já fiz exames. Eu quero sentir você por completo. – Ele falou aquilo corando fortemente. Esse garoto queria ser estuprado só pode.

Posicionei-me entre suas pernas, peguei o lubrificante e derramei uma boa quantidade no meu membro e em sua entrada, ele parecia preparado, mas eu não era pequeno não.

Comecei a esfregar meu membro, que já estava pulsando, em sua entrada, ele gemeu e então eu adentrei devagar, coloquei a glande e empurrei um pouco, ele gemeu de dor, então o beijei para distrai-lo e o masturbei, ele pareceu fica um pouco mais confortável, afundei um pouco mais, ele soltou um gemido alto e me fuzilou.

Eu ri do desespero dele.

- Espera eu me acostumar droga. – Ele me pediu entre gemidos.

- Tudo bem, mas não esta nem na metade. – Eu disse e ele arregalou os olhos.

- Por que você é tão grande? Idiota. – Eu ri alto. E então voltei a beija-lo ferozmente, e enfiei tudo de uma vez e nossa como ele me espremeu.

- Ahhhhhh... – Ele me encarou com os olhos lacrimejando, então fiquei beijando seu pescoço, brinquei com seus mamilos e com seu membro, depois de um tempo ele pareceu esta mais acostumado, então iniciei movimentos lentos.

Ele começou a gemer mais alto, mas dessa vez eram gemidos de prazer, ele rebolou um pouco e eu fui à loucura.

Comecei a ir mais forte, me afundando por completo dentro dele, ele começou a gemer mais e a se contrair de proposito, ate que eu acertei em um lugar e ele arqueou as costas jogou a cabeça para trás e arranhou minhas costas. Gemendo alto para caramba agora quase gritando, achei o ponto, então foquei naquele lugar e ele rebolava e mexia sua cintura.

- Mais... Rápido... Arthur... – Obedeci e acelerei os movimentos acertando cada vez mais fundo sua próstata.

Ate que ele começou a se contrair cada vez ais e então agarrei seu membro e o masturbei no mesmo ritmo das estocadas. Ele então soltou um grito, me apertou bastante, e gozou muito, fiquei feliz de ver que ele estava gostando, agora a minha visão estava completa, eu dentro dele, ele ofegante e com o rosto vermelho, me apertando cada vez mais graças aos espasmos de seu corpo, então diminuir um pouco e quando eu sentir que iria gozar comecei a sair de dentro dele.

Mas ele entrelaçou suas pernas na minha cintura me prendendo, ele me olhava com luxúria.

- Eu quero que termine dentro... De mim. – Ele disse ofegante. Aquilo foi à gota d’agua.

Dei mais uma estocada metendo bem fundo, e gozei, preenchi todo seu interior. Ele se contraiu mais um pouco e então soltou as pernas.

Retirei meu membro e cai sobre seu corpo, nossas respirações estavam descompassadas, estávamos molhados de suor.

Ele massageou minhas costas com suas mãos e então começou a ri.

- Que foi? – Eu perguntei levantando minha cabeça para observar aqueles lindos olhos verdes.

- Eu tinha razão. – Ele disse sorrindo para mim.

- Sobre o que? – Eu perguntei confuso.

- Você realmente queria meu corpinho. – Ele disse rindo.

- Queria e há muito tempo.  – Eu disse o puxando para mais um beijo caloroso. –Vamos tomar banho. – Eu disse, olhei as horas e eram 15h56min, e então dei um sorriso malicioso ainda teríamos muito tempo.

Levantei da cama, ele sorriu e estendeu os braços.

- Me carrega. – Ele disse sorrindo, como resisti? O peguei no colo e senti algo quente escorrer pelas suas pernas, olhei para ele estava da cor de um tomate, e escondeu a cabeça no meu pescoço.

Fui em direção ao banheiro.

- Arthur. – Ele me chamou ainda com a cabeça em meu pescoço.

- Fala Loirinho. – Eu respondi.

- Eu também queria. – Ele disse quase sussurrando, eu sorri e o beijei.

 


Notas Finais


Bem sobre essa brincadeira ai sei que muitos conhecem é aquela que a pessoa vai colocando o dedo no corpo do outro e tenta acertar qual é o lugar. Só que óbvio que eu dei uma apimentada. hsuahuahs. (OK Parei.)
Espero que tenham gostado.
Obrigada por ler. ^^
Até a proxima.


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