História Brincadeiras do destino - Capítulo 9


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Raiva, Realidade, Relacionamento, Revelaçoes, Romance, Sexo, Suspense, Tragedia
Visualizações 31
Palavras 1.257
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 9 - Relembrando o fato: 1


Neuza começou a se desesperar, Ken e os outros correram para o carro e viram San desacordada e o estado em que se encontrava.

-Mais.o que.aconteceu moço?-Milla perguntou chorando.

-Eu não sei direito. Ligaram pedindo um táxi, eu cheguei ao local, vi essa mocinha assim, ajudei-a a entrar no carro, e perguntei se queria ir ao hospital, ela disse que não. Então desmaiou e como eu já havia chegado aqui nesse endereço, resolvi bater na porta.

-Temos que levá-la para o hospital mais próximo -disse Ken.- Moço, leve-nos.

-Posso levar ela e mais dois.

-Vou eu e tia Neuza.-disse Ken a mulher mais velha assentiu.

-Encontramos com vocês lá.-Leandro disse, pegando o celular e já chamando outro táxi enquanto abraçava Milla, que estava totalmente perdida.

Em instantes, chegaram no Hospital próximo. Neuza desceu do carro gritando por socorro, logo vieram dois paramédicos com a maca. Puseram San rápido na maca, mais com cuidado. Todos entraram, o taxista explicava o que sabia, para o segurança, e em seguida foi liberado.

San foi  levada para a ala cirúrgica, Neuza foi barrada na porta, pois não podia entrar junto. Ficou aguardando respostas, com mais dez minutos, chegam Milla e Leandro.

-Mãe.- Milla grita indo até Neuza.- E a San?

-Ela, entrou na sala cirúrgica, vai ficar tudo bem.

-Tem certeza?

-Sim.-disse incerta abraçando a filha.

Leandro e Ken conversavam enquanto pegavam água.

-O que você acha que tenha acontecido Ken?

-Não sei ao certo, o jeito que ela estava podia ser tantas causas.

-Tem razão.

Voltaram para a sala de espera, Milla e Neuza tomaram água. Já estavam mais calmas, apenas havia tristeza no olhar. Estavam esperando já faziam quase duas horas. E nada de notícia. Impaciente, Ken perguntou sobre, para uma das enfermeiras que passavam por ali.

-O doutor está vindo.- disse e se retirou.

-Responsáveis por San?

-Somos nós.-Milla disse se levantando junto de Neuza. O médico olhou para ela e desviou o olhar para Neuza.

-A jovem apresenta sintomas de espancamento, deram á ela alguma substância estranha. Estaremos fazendo mais alguns exames. E até amanhã a noite ela será liberada.

-Podemos entrar?

-Como o turno de visitas está em aberto e o hospital está vazio, vou permitir a entrada de todos. Mas peço que não á façam se alterar. Podem vir.-O médico os leva até um quarto de número 10, eles entram.- com licença.-Diz e sai.

-O que fizeram com você...-Milla diz chorando. San já não estava suja e sangrando. Mais estava com o braço esquerdo e perna enfaixados, além de alguns cortes espalhados.

-Não entendo..-Neuza começou, chamando a atenção deles.-Como isso foi acontecer? ela estava com vocês. E ia vim sozinha. Porque?

-A culpa foi minha Tia Neuza.-Disse Ken a olhando.

-Sua? Como assim?

-Eu disse para a San, que o motivo dela usar sempre jalecos jeans, deveria ser algo idiota. Ela deve ter ficado chateada e disse para a Milla que iria embora.

-Entendo. O jeito então é esperar ela acordar.

Passaram-se mais meia hora. San ainda não havia despertado. Neuza estava sentada na ponta da cama e Ken do outro lado, numa cadeira. Milla dormia com a cabeça no ombro de Leandro. Ken olhava para o rosto de San. Havia um pequeno corte em seu lábio inferior. Ficou pensando em hipóteses que podiam ter acontecido com a menina. Mas cada vez que imaginava, pensava o pior. balançou a cabeça em negação.

-Hum.- Ouviu alguém dizer, olhou para a pessoa e viu Neuza o olhando sorrindo.-Você gosta dela dela né?- Perguntou terna.

-O que?-ele perguntou sem graça com a pergunta dela ela sorri.

-Vi o jeito que ficou olhando para ela.

-N.não tia, eu só estava...

-Não se preocupe. Descobertas e certezas vem com o tempo.-disse ainda sorrindo. Ele não responde.

-hmm...San aos poucos começou a acordar.

-Ela acordou.-disse Ken. Milla acorda e se aproxima junto de Leandro.

-Ei, você está bem?- Ken pergunta. San se assusta com a voz dele e faz um movimento brusco, logo faz uma careta de dor.

-Calma, querida. Somos nós.-disse Neuza, e a garota relaxou um pouco.

-San, o que aconteceu com você?-Milla pergunta. Só então San pareceu lembrar de tudo. Olhou para o teto e seus olhos encheram de lágrimas. 

-Foi....horrível.-disse baixo olhando o teto. Os outros a olharam. Viram uma lágrima descer do rosto dela.

~~~~~~RELEMBRANDO O FATO~~~~~~

Após ouvir Ken dizer que o motivo de sempre usar seu casaco em tempos também de calor, San se chateou. Claro que usar blusas de frio,e casacos no verão não parece ser normal. Mas ela tem um motivo. Se levantou e disse á Milla que iria para casa. Não deu ouvidos para a prima a chamando e saiu. Ao invés de ir direto para a praça, entrou num bosque que tinha por ali perto. Ficou pensando na vida, e mexendo no celular. Sentiu alguém tocar seu ombro. Olhou para atrás e viu dois homens. Achou ser um assalto. Mas não quiseram o celular dela. ela tentou sair de lá, mas eles á cercaram. Pediram um beijo. Ela negou. Irritado, um deles a agarrou fortemente. Com coragem, se debateu e o acertou. Ele a soltou no impulso, mas antes que ela corresse, o outro á segurou e a jogou no chão. Ela bateu com a boca e cortou o lábio inferior. Sem perder tempo o que ela acertou, subiu por cima dela e tentou dar um beijo a força nela. O outro perdendo a paciência com a resistência da menina. À levantou a força, a segurou forte. O outro sorria e á olhava com maldade. Ela gritou quando levou um soco no estômago. Se curvou de dor. Foi puxada bruscamente pelo o homem que a segurava. desta vez foi agarrada novamente pela a cintura, de jeito grosseiro.Foi jogada no chão novamente, um deles pegaram uma navalha e disse que ia lhe dar uma lição. Arrancou a blusa de frio de San e começou a rasgar o braço da menina um pouco a cima da cicatriz. Ela gritava de dor. Ele então passou para a perna da garota. Mais um grito. O cara que estava só olhando, subiu por cima dela e começou a beijá-la á força. Ela virou a cara. Ele deu um forte tapa na cara dela, que chorou com mais força. Segurou rosto dela, forçando a abrir a boca. Então ele deu algo para ela beber. Com menos de dois minutos, ela perdeu os sentidos. Não pode ver mais nada...

-Então...eu não sei. o.que eles fizeram...depois.-San terminou de contar, seu rosto estava banhado em lágrimas. Ela permaneceu olhando para o teto. Ken e Leandro sentia raiva no momento. Milla e Neuza estavam horrorizadas.

-Monstros...-disse Leandro.

-San.-Milla falou abraçando a prima.

-Agora tudo já passou. Mais como conseguiu chegar aqui?

-Quando eu acordei, estava em uma casa muito simples. Uma mulher apareceu e disse que ela e o marido me encontraram jogada na beira da estrada toda machucada e desacordada. Então me levaram para a casa deles e me socorreram como puderam.

-Que os anjos os protejam. Queria os agradecer.-disse Neuza.

-Você não sabe o tanto que choramos. Nunca mais faça isso San.

-Milla, não fiz por que quis. Só queria ficar sozinha. Refletir.-disse olhando rapidamente para Ken, depois desviando o olhar.

-Você e essa sua mania de querer ficar sozinha. Que saco.-disse brava.San entendeu. Aliás sabia que estavam preocupados. No momento entrou uma enfermeira no quarto, Avisando que não podiam ficar mais tempo lá. Se despediram de San e saíram do quarto. Antes, Ken a olhou, realmente estava preocupado. Mas nada disse, pois nem a conhece direito. Ainda.



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