História Brinquedo Sexual - Capítulo 21


Escrita por: ~

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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Dipper Pines, Mabel Pines, Pacifica Northwest
Tags Bdsm, Billdip, Mabicifica, Romance, Sadomasoquismo
Visualizações 1.240
Palavras 1.888
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lemon, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Capítulo curto, mas não me matem. E para não ficar mais coisa do que já está nas notas finais, eu gostaria de agradecer aqui o fato de batermos mais de 30 comentários no capítulo passado, isso é um recorde! E também somos a segunda fanfic mais famosa de Gravity Falls!

Capítulo 21 - Capítulo 21


Fanfic / Fanfiction Brinquedo Sexual - Capítulo 21 - Capítulo 21

O que acabou de acontecer?

Essa pergunta se repetia incontáveis de vezes na minha cabeça, eu ainda não havia digerido aquilo. Mas se eu entendi bem, o Alex gostava... de mim? Não, isso não faz sentido algum! Ele gosta do Bill e de ninguém mais que ele. Então... por que meu braço continuava a formigar provando que o choque realmente aconteceu?

Meus pensamentos foram rapidamente interrompidos por passos, passos altos e rápidos, vindo da loja. Alguém estava correndo. Não demorou nada para que Mabel passasse pela porta ofegante a aparentemente desesperada. Pela expressão que ela fazia algo de muito ruim havia acontecido, como se o mundo estivesse caindo lá fora, ela parecia estar prestes a desabar.

– Mabel? – Chamei-a alarmado e levantei do sofá em um pulo, ignorando a pontada de dor que atingiu meu quadril, suportável, mas ainda incômoda – O que aconteceu?!

– Dip-per... – Ela respirava com dificuldade, tentando puxar o ar para seus pulmões. Ela estava tendo um ataque de ansiedade.

Fazia muito tempo desde a última vez que qualquer um de nós havia tido um, e se alguma coisa aconteceu para faze-la retornar a aquilo...

Ela correu até mim e me abraçou com força. Dei alguns passos para trás, quase perdendo o equilíbrio pelo peso que fora depositado em mim tão repentinamente.

– Eu estou aqui... – Murmurei passando os braços pelo seu corpo em um abraço apertado.

Não demorou nada para que eu pudesse sentir lágrimas em meu ombro, lágrimas quentes e nem um pouco contidas. Mordi meu lábio inferior e fechei os olhos, apertando ainda mais o abraço, eu odiava quando ela chorava.

– Eu estraguei tudo, eu estraguei tudo... – Repetia essa mesma frase diversas vezes, como um gravador quebrado.

Ficamos nessa posição por algum tempo, esse que eu nem me dei o trabalho de contar. Ela continuou a dizer que havia estragado tudo e parou apenas um bom tempo depois. Quando eu notei que ela havia se acalmado ao menos 1% do que estava antes, afrouxei o abraço, levantei meus braços até seus ombros e a empurrei levemente, fazendo-a me soltar e se sentar no sofá.

Mabel olhava para o chão, seus olhos e nariz estavam vermelhos, seu rosto estava molhado por lágrimas que insistiam em cair. Seu corpo ainda estava trêmulo.

Agachei em sua frente e resmunguei ao sentir meu quadril estalar. Passei minha mão pelo seu rosto úmido, em um ato de afeto.

– Lembra do que a mamãe e o papai diziam, segura um pouco a respiração e solta o ar devagar – Comentei e fiz os mesmos movimentos, instigando-a a repeti-los – Isso mesmo.

– Eu... – Sua voz saiu falha e rouca. Ela fungou.

– O que aconteceu? – Por fim perguntei delicadamente. A garota fez uma expressão ainda pior por lembrar do ocorrido e lágrimas mais grossas deslizaram por suas bochechas coradas agora – Shhh... não precisa contar se não quiser – Ela levemente balançou a cabeça de um lado para o outro, indicando que iria falar.

Ela abriu e fechou a boca algumas vezes, mas sem deixar um único ruído sair de sua boca. Assenti com a cabeça, indicando que ela poderia falar e retirei minha mão de seu rosto.

– ...beijei a Pacifica – Respirou pesadamente.

Não pude deixar de me sentir surpreso por essa notícia. Dessa vez fui eu quem abri e fechei minha boca sem saber o que dizer.

– C-como... ela reagiu...?

Ela nada disse, apenas virou o rosto mostrando a vermelhidão ainda maior em sua bochecha e marca de dedos por ela. Havia sido um tapa e tanto. Grunhi ao imaginar a ardor que ela devia estar sentindo.

– Eu... realmente e-estraguei tudo, não foi? – Ela fungou. As lágrimas haviam cessado, mas seu o olhar distante e abatido continuava.

– Você não estragou nada.

– Eu sei que sim! E-ela não vai querer olhar mais na minha cara e eu... com c-certeza não vou ter coragem de voltar lá... Mabel idiota...

– Ei, você não é idiota! – Ela suspirou e olhou para mim.

– Obrigada... – Sorriu fracamente.

Ficamos em silêncio, ela continuava quieta, mas eu sabia que ela estava pensando em milhões de coisas. Quando tínhamos esses ataques, nossas cabeças nunca paravam de pensar, vivendo em contradições.

– O que é isso? – Apontei com a cabeça para seu colo, onde havia algo amarrotado em uma bola.

Ela desfez a bola e só então pude distinguir o que era aquilo, era um suéter amarelo com a imagem de uma lhama, o mesmo que Mabel havia dado a ela anos atrás.

– Ela... tirou isso e jogou em mim depois do beijo... – O perfume da Pacifica exalava do suéter. Havia guardado por tanto tempo assim? Puxa...

Levantei devagar.

– Já sei o que pode te alegrar agora – Sorri para a garota que me olhava com certa curiosidade – Espera um pouco.

Fui para a cozinha, deixando-a ali.

Fiz chocolate quente para ela, como Mabel dizia: Esse era o segredo para a paz mundial, todos precisam de uma caneca de um bom e doce chocolate-quente para e se sentirão melhor em um piscar de olhos.

Porém quando eu havia voltado para a sala, ela estava deitada no sofá abraçando o suéter com força, enquanto roncava baixinho.

Ops, tarde demais.

Beberiquei o chocolate quente e resmunguei ao sentir o líquido quente na minha língua. Quente até demais. A ponta da minha língua estava queimada agora.

Então, como eu faria para leva-la até seu quarto? Isso acabava com meu orgulho másculo, mas eu tinha certeza de que eu não conseguiria carrega-la escada a cima...

Assoprei a caneca dessa vez e dei um pequeno gole, me certificando se estava na temperatura correta para não queimar ainda mais minha língua. Só então arrisquei em tomar um gole maior.

– Precisa de ajuda? – Meu corpo inteiro tremeu pelo susto.

– Para de aparecer assim! Céus, eu quase tomo um banho de chocolate quente! – Olhei para Bill, sentado no pé da escada.

Ele riu baixinho antes de se levantar, usava roupa casual, calça preta e uma blusa azul-marinho com uma frase que eu não me dei o trabalho de ler.

Ao olha-lo não pude deixar de me lembrar de Alex. Dei um último gole na caneca e coloquei-a na mesa de centro.

– Consegue levar ela para o meu quarto? – Perguntei a ele. Seu cabelo estava mais bagunçado que o habitual – Acho que vai ser bom para ela acordar com um cenário não... tão rosa.

– Se é isso o que você quer.

Ele levantou ela passando um braço por suas pernas e outro em suas costas. Levou-a escada a cima com tanta facilidade que quase me deixou com inveja.

Respirei fundo e me sentei no sofá, levantando logo em seguida ao sentir o ardor, não em meu quadril, mas na minha bunda. Com certeza era por causa daqueles tapas.

Vasculhei então a sacola que Alex havia deixado, tinha alguns comprimidos, mais dele que eu havia tomado e uma pomada. Retirei a pomada de dentro da sacola, tentei ler, mas aquelas letras eram indecifráveis para mim.

Ela foi rapidamente arrancada de minhas mãos, Bill pareceu lê-la com facilidade antes de se sentar no sofá.

– Vem cá, eu quero cuidar disso – Deu tapinhas no próprio colo.

Hesitei.

– Só... não faça nada estranho – Ele sorriu sem dizer nada.

Deitei de bruços sobre suas pernas e fechei meus olhos, envergonhado.

– Tão linda... – Ele disse passando os dedos pelas minhas costas, onde estava a tatuagem.

– Ah, de onde surgiu isso? – Ergui minha cabeça em sua direção e o questionei – E como você pôde fazer isso sem me consultar antes?

– Ora, nós fizemos um contrato.

– Um contrato?

– Sim, isso significa que você é apenas meu, mas tenho certeza que o Moon fez questão de lhe contar tudo isso – Me calei. Ele realmente tinha que dizer isso?

Voltei a minha posição inicial, aguardando ele passar a droga da pomada.

Bill abaixou minha bermuda e mordi meu lábio ainda mais constrangido. Arrepiei ao senti-lo espalhar pela área e grunhi de dor. Garanto que devia estar pior que o rosto de Mabel.

Estranhei quando ele desceu mais do que devia.

– Bill! Eu disse para você não fazer nada estranho... – Resmunguei – Não toque aí, eu já tive o bastante horas atrás... – Me ignorou e penetrou dois dedos de uma só vez. Abri minha boca em um grito mudo.

– A marca que eu deixei em você é tão excitante que eu não posso me conter – Moveu os dedos devagar. Me amaldiçoei por estar gemendo baixinho com aquilo – Além disso, tem muito esperma dentro de você, Pinetree. Precisamos tira-lo, não é? – Aumentou a velocidade.

Não demorou nada para que as fisgadas que eu sentia em meu ventre ficassem mais fortes e eu soube que estava ficando duro.

Então ele retirou os dedos sujos de esperma de dentro de mim e com a outra mão me virou e me levantou, em um movimento rápido. Logo, eu estava sentado em seu colo de frente para ele.

Eu já estava sem bermuda e me recusava a olhar para outro lugar senão seus olhos.

Com minha respiração já desregulada e me atrevi a pergunta-lo:

– Eu... posso ver a marca que deixei em você? – Ele sorriu e retirou sua camiseta.

Minha respiração falhou e eu ofeguei ao ver um pinheiro no seu peito. Podia estar nervoso pelo trocadilho idiota, mas ao invés disso não pude deixar de me sentir feliz e incrivelmente excitado ao vê-la.

Passei meus dedos pela marca e em um único impulso, o beijei. Nossas línguas se encontraram no mesmo segundou, com avidez ele a mordeu e suas mãos deslizaram pelo meu corpo, fazendo-me gemer.

– Vou te deixar fazer isso – Ele disse e eu soube o que quis dizer. Mas ainda assim voltei a beija-lo, estava com fome e aqueles lábios eram o meu prato principal

Ele estalou os dedos e suas roupas sumiram. Por um lado, me senti desapontado por não poder tirar suas roupas, mas por outro, me senti aliviado por podermos ir direto ao ponto.

A adrenalina percorria pelo meu corpo e como se não passasse de uma ilusão, todas as dores que eu estava sentindo antes haviam desaparecido sem deixar vestígios, senão suas marcas. Tais como as ferozes mordidas que desenhavam meu corpo.  

Quando menos percebi, ele estava dentro de mim mais uma vez. Quebrei o beijo deixando apenas uma fina linha de saliva, que não durou muito, interligasse nossas línguas. Lambi meus lábios e fiz força em minhas pernas para começar uma cavalgada lenta.

A expressão que ele fazia e seus gemidos roucos eram tão estimulante que eu sentia apenas vontade de aumentar ainda mais a velocidade das penetrações apenas para ter mais daquilo.

Repentinamente eu não consegui deixar de me sentir culpado por estar daquela forma com Bill, por estar feliz, enquanto Mabel estava tão mal e por Alex... como ele deveria estar se sentindo agora?

Fui retirado à força de meus pensamentos ao senti-lo mover o quadril e estocar com força.

Observei seus olhos que cintilavam, com o cenho franzido. Talvez eu estivesse fazendo uma expressão mais preocupada, do que imaginava.

– Não pense – Suas mãos apertaram minha cintura, fazendo-me ofegar e aumentar a velocidade em que minhas pernas se moviam – Sinta o momento, se for para se arrepender ou se culpar, faça isso depois. Agora, você é de ninguém mais além de mim.

– Huh... – Ronronei, fazendo o que ele disse.

Teria que pensar nisso depois, afinal, Mabel está dormindo e Alex devia estar bem. Sim, naquele momento enquanto eu estivesse com ele, estava tudo bem.


Notas Finais


Esse capítulo foi mais como uma introdução para o próximo. Foi realmente complicado fazer ele, sério.

Eu também estou bem ocupada ultimamente e uma leitora mandou uma mensagem pedindo por uma fanfic de BillDip como presente de aniversário, eu estou trabalhando nela também e senhor! Tá ficando maravilhosa. Garanto que vocês vão gostar, será mais como uma outra visão da coisa.

Vocês conhecem Reverse Falls e Fight Falls? Eu soube do Fight há pouco tempo e me apaixonei completamente, por conta disso, eu falei com a autora e estou traduzindo algumas comics que ela fez, no meu Facebook. Vocês deveriam dar uma olhada. As Yaoi eu estou postando nessa página:

https://www.facebook.com/saturncomic/

Se quiserem ver as outras comics, esse é o meu Facebook:

https://www.facebook.com/gabrielle.moreira.1422

Mandem apenas uma mensagem dizendo "Quero ver as comics" e eu aceito vocês.

Por fim, essa é a tirinha que me incentivou a foder com a Mabel:

https://www.pinterest.pt/pin/350366045990581395/


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