História Brinquedo Sexual - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Dipper Pines, Mabel Pines, Pacifica Northwest
Tags Bdsm, Billdip, Mabicifica, Sadomasoquismo
Exibições 200
Palavras 1.938
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Meu deus, essa fanfic está se tornando mensal, só pode! Novamente, não tenho desculpas pela demora, prometo postar o próximo ainda este mês! Estou de férias <3

Capítulo 7 - Capítulo 7


Assim que retirou a venda, minha visão estava turva e embaçada pelas poucas lágrimas que haviam se desmanchado na venda. Ao soltar meus pulsos e tornozelos, meu corpo estava mole e minhas pernas se encontravam bambas, meu corpo desabou ali mesmo, sentia como se toda a força que eu possuía á minutos atrás tivesse sido drenada completamente. Por sorte Bill me pegou antes que meus pés encostassem-se ao chão e me carregou até um dos quartos que aquela mansão possuía. Fiquei de olhos fechados o tempo todo, aproveitando o conforto que aqueles braços me propunham, os abri levemente quando senti algo gelado e macio nas minhas costas, provavelmente era uma cama, mas não demorou muito para que eu adormecesse sentindo apenas aqueles olhos penetrantes me observarem profundamente.

Abro os olhos encarando o teto branco com paredes amareladas, a janela aberta era a única coisa que dava iluminação aquele quarto. Eu estava estranhamente relaxado demais, aparentemente havia dormido muito bem. Ergo meu corpo e me arrependo amargamente de ter o feito assim que uma dor aguda atingiu meu quadril, fazendo com que eu voltasse para a minha posição inicial, caindo de costas no colchão. Suspiro longamente ao perceber que eu não sairia dali tão rapidamente, não era só minha cintura que estava dolorida, como meu corpo inteiro. Ainda podia sentir arder ás partes que ele havia batido. Com certeza as áreas deveriam estar avermelhadas agora.

Ele não teve o menor cuidado, muito pelo contrário, parecia como se ele sentisse prazer a me ver sofrer e me ouvir gemer de dor. Maldito sádico. O pior era que ele também me dava prazer através da dor que ele me proporcionava. Talvez eu estivesse me tornando um pouco masoquista. Não sabia ao certo, mas era tão... Gostoso... De fato, devo estar ficando louco.

Ainda podia sentir a excitação pelos meus dedos, em sincronia com os batimentos fortes e acelerados do meu coração, como se estivesse martelando. Estava me tornando incapaz de esquecer essa sensação, por sorte, esquecer era a última coisa que eu queria naquele momento.

– Senhor Dipper? Está acordado? – Tomei um susto ao ouvir a voz de Charles tão repentinamente.

– S-sim – Respondo um pouco alto para que ele fosse capaz de me escutar do outro lado da porta.

– Estou entrando – Avisou antes de abrir a porta. Estava com uma bandeja em mãos, não sabia como ele havia conseguido abrir a porta tão facilmente apesar das dificuldades. Ao se aproximar pude ver que em cima da bandeja havia apenas uma cartela de remédio e um copo cheio de água.

– Pra que isso?

– Senhor Bill pediu para que eu o trouxesse isso – Respondeu ainda segurando a bandeja, sentei-me na cama com um pouco de dificuldade, mas fingi não estar com dor para que ele não pensasse nada estranho.

Ainda desconfiado sobre aquele comprimido eu o peguei analisando-o e quando vi que não parecia possuir nada de estranho, o coloquei na boca e engoli com ajuda da água. Colocando o copo e a cartela em cima da bandeja novamente.

– Para o que serve este comprimido? – Lembrei-me de perguntar um pouco angustiado quando ele já parecia estar indo embora.

–Relaxa, é apenas algo para aliviar a dor por enquanto – Desviei minha atenção de Charles assim que ouvi a voz de Bill respondendo minha pergunta, ele estava encostado no batente da porta de braços cruzados – Charles – Direcionou-se ao mordomo.

– Senhor... – Curvou-se levemente e saiu do quarto deixando-nos sozinhos.

Assim que a privacidade havia sido nos dada nossos olhos se encontraram, mas acabei quebrando o contato envergonhado assim que me lembrei do ocorrido.

– Como você sabia que eu estava com dor? – Pigarreei

– Você é um virgem que foi fodido por um vibrador, não foi muito difícil de prever isso – Riu. Meu rosto estava queimando por ele ter dito aquilo tão abertamente, pegando-me de surpresa.

– E de quem você acha que foi a culpa? – Abaixo o rosto constrangido. Ele não desviou o olhar de mim nenhum segundo, como se a força de seu olhar fosse palpável.

– A culpa é toda minha – Sentou-se na cama perto das minhas coxas. Moveu-se tão rápido que nem havia percebido sua aproximação repentina.

– S-se responsabilize por isso – Minha voz fraquejou. Ergui meu rosto assim que obtive coragem para encará-lo, encontrando seus olhos cor de âmbar me olhando fixamente. Meu coração acelerou.

– Mas você gostou – Apoiou seu corpo com a mão perto dos travesseiros, aproximando seu rosto do meu. Não conseguia desviar dos seus olhos tão penetrantes – Não é?

– E-eu não... – Não conseguia dizer, não queria admitir que realmente havia apreciado aquilo. Talvez assumisse se eu estivesse embriagado de prazer como antes, mas nunca diria nada sóbrio. Meus olhos alternavam entre seus olhos e sua boca tão próxima da minha.

– Por que está abrindo sua boca? – Perguntou com um sorriso de lado. De fato minha boca estava entreaberta, apenas esperando que ele desse o primeiro passo. Odiava a forma como ele brincava comigo.

 – Bill... – Falei dengoso, fazendo-o rir nasalmente.

Ele rapidamente atendeu meu pedido juntando nossos lábios e deslizou sua língua, adentrando minha boca e encontrando-se com a minha língua. Arfei entre o beijo pelo contado. Ele esfregou sua língua na minha e a chupou fortemente, arrancando um gemido por minha parte. Logo as entrelaçou em uma dança selvagem e sensual. Adorava quando ele chupava minha boca, dava uma sensação tão gostosa. Respondia o contato o máximo que podia, não era tão experiente nisso. Logo nossos lábios se separaram e um estalo molhado pôde ser ouvido pela separação. Abri meus olhos um pouco ofegante, novamente encontrando seus olhos me observando.

– Você é tão sexy, Pinetree. Faz-me querer judiar de você e fazê-lo chorar – Passou as costas da mão pela minha bochecha enrubescida em um ato de carinho. Levantou-se e foi até a porta, afastando-se de mim – Eu vou sair, fique aqui, logo estarei de volta – Andou para fora do quarto.

– Aonde eu iria sem roupas? – Digo a mim mesmo um pouco emburrado por ele ter saído repentinamente – Roupas?

 Retirei o cobertor de cima de mim e percebo que eu estava vestindo minha roupa de sempre, bermuda, camisa vermelha e colete. Meu boné estava ao meu lado sob o criado mudo. O pego e seguro em mãos, podia sentir o cheiro de Bill nele. Encaixo-o em minha cabeça e calço meu tênis que no chão ao lado da cama. Se houvesse uma chance perfeita para que eu saísse de lá, essa era ela. Bill havia acabado de sair, Charles estava fazendo sabe-se lá o que e o remédio já fazia efeito, não estava com dores. Nada me impedia. E assim eu o fiz, andei rápido e cautelosamente até a entrada, para a minha sobre a porta central estava destrancada.

Ao por os pés no chão daquela floresta de pinheiros eu corri ignorando a voz de Charles me chamando, pegando-me no flagrar. Com certeza contaria a Bill sobre minha fuga, mas eu pensaria nas consequências mais tarde.

O céu estava limpo, sem um único sinal de alguma nuvem. O sol forte e brilhante, fazendo com que algumas gotas de suor deslizassem pelo meu rosto, mesmo com a sombra que aquelas grandes árvores proporcionavam. Eu dormi por quanto tempo?

Paro em frente á cabana ofegando, entro devagar e vou direto para meu quarto encontrando Mabel deitada na minha cama. Arregalou os olhos assim que me viu.

– Dipper! – Correu em minha direção e pulou me abraçando apertado, perdi o equilíbrio pelo peso repentino, mas o recuperei colocando um pé para trás, cambaleando – Onde você estava?! – Se afastou e me olhou irritada – Eu cheguei um pouco tarde depois de ajudar a Pacífica com a sorveteria e depois conversar com ela e vejo que você não estava aqui. Nem o Soos sabia aonde você tinha parado! – Falou rapidamente – Pensei que você voltaria logo, mas em meio á espera para te contar tudo eu acabei dormir e quando acordo, adivinha! Você não tinha voltado! Quer que eu me sinta como?! Acabei de perder o meu irmão, muito legal! ! Esperei a manhã inteira e nada de você. E quando a mamãe tinha ligado querendo falar com você! Por pura sorte ela acabou acreditando que você estava no banho e disse que ligaria mais tarde! E se ela ligasse de novo, que desculpa eu daria?! Ou pior, e se ela pedisse para falar com o Tivô Stan?! Não teria uma desculpa para isso! Queria que eu falasse o que?! – Seu rosto estava vermelho – “Ah mãe, então, o Tivô Stan está fazendo sei lá o que e nos deixou aqui, mas relaxa, tem um demônio cuidando da gente” – Parou de falar ofegante.

Esperei um pouco para que eu pudesse me pronunciar tudo.

– Sinto muito por isso. Obrigado por cuidar de tudo, você é a melhor irmã do mundo – Sabia que se eu dissesse isso ela se acalmaria. Dito e feito, seu rosto foi voltando á cor normal aos poucos.

– Eu sei que sou – Disse ainda um pouco emburrada – Mas você ainda me deve uma explicação sobre o seu repentino sumiço – Cruzou os braços e ergueu uma sobrancelha, esperando que eu lhe dissesse o que queria ouvir. Fazia um bom tempo desde a última vez que a havia visto tão brava. Poderia inventar alguma desculpa, mas isso não seria nada justo. Suspirei derrotado.

– Bom... – Não sabia por onde começar exatamente – Eu estava com o Bill e... – Foi a única coisa que pude dizer antes que as memórias voltassem com força total e meu rosto esquentasse. Não pude esconder a vergonha.

– Com o Bill? – Seu rosto se iluminou rapidamente – Continua! – Parecia como se ela tivesse se esquecido de toda a raiva que estava á minutos atrás. Ela me puxou e fez com que sentássemos na cama – Ele não estava supostamente desaparecido? – A curiosidade transbordava de seus olhos.

– De fato, ele estava, mas apareceu ontem de tarde e me levou para uma mansão que ele tem bem no meio da floresta – Continuo.

– Espera, ele tem uma mansão?  E ela fica no meio da floresta? – Estava tão surpresa quanto eu quando a vi – É isso mesmo?

– Sim, foi isso que eu disse – Sua animação e surpresa estavam me contagiando – Ele tem até mesmo um mordomo chamado Charles!

– O que?! Uma mansão e agora um mordomo? Ele é algum tipo de garoto rico? Ele tem o que agora, um cachorro chamado Sebastian? – Riu e eu a acompanhei na risada – E então? – Perguntou incentivando-me a continuar

– Então que... – A pior parte havia chego. Eu já havia levado sua curiosidade ao limite, parecia uma criança descobrindo algo novo ou ouvindo uma história interessante – Ele me levou pra uma sala com umas paredes avermelhadas... – Minha voz foi perdendo a animação e ele com certeza ela havia percebido isso.

– Espera. Não me diga que vocês...

– Não é nada disso que você está pensando! – Corrijo-a antes de pensar em algo errado ou tivesse um ataque

– Não? O que houve então? – Pendeu a cabeça para o lado, confusa.

– Ele brincou comigo...  – Digo hesitante. Não queria contar os detalhes – Não foi nada de... – Me interrompo, não ousaria completar a frase, afinal, foi ela quem me colocou naquela situação.

– Brincou? Ele enfiou coisas em você? – Sua animação havia voltado com toda a força assim que eu abaixei minha cabeça, ruborizado. Gritou, fazendo com que eu tapasse meus ouvidos – Como foi? Fala mais!

– Mabel... – Não conseguiria falar mais nada, meu rosto estava queimando de tanta vergonha, se eu continuasse falando seria capaz de morrer ali mesmo.

– Certo – Disse relutante – Acho que você foi torturado o bastante já – Riu

– Obrigado – Suspiro – Resolveu o mistério da Pacifica? – Pergunto com a intenção de mudar de assunto. Rapidamente seu sorriso desapareceu e seu rosto adquiriu um semblante hesitante e triste – Mabel? 


Notas Finais


Quem acha que o Dipper precisa de uma punição por fugir assim?


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