História Broken and Strange (Brustoff) - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Asking Alexandria
Tags Ben, Benjamin, Brustoff, Danny, Denis, Esquisito, Exclusão, Quebrado, Solidão
Visualizações 6
Palavras 543
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Fluffy, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Mutilação
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Dias ruins


Entro em casa e, logo, a voz irritante de Andy soa no ar.

- Onde estava?

Suspiro, me virando para encará-lo. Ele estava no sofá, como sempre.

- Com um amigo.

- E quem te deu permissão? Não lembra que está de castigo?

- Toma no seu cu. Não tem direito de nada sobre mim.

Andy se levanta e se aproxima de mim. Fudeu. Pego minha mochila e atiro nele, tentando correr para o meu quarto no andar de cima.

Ele pega um dos porta-retrato da minha mãe e joga nas minhas pernas, me fazendo tropeçar e cair nas escadas.

O mesmo agarra meu pé, me arrastando das escadas para o chão. Droga, estava doendo.

- Quando você vai aprender o que é respeito, Benjamin?

Me virou de frente para si e ficou em cima de mim, me socando.

- Droga, Andy! - Minha madrasta diz ao abrir a porta com várias sacolas nas mãos, deixando-as no chão em seguida.

Se aproxima de nós dois e empurra Andy de cima de mim.

- Você 'tá bem, Benjamin?

Ela estendeu a mão para me ajudar a levantar, mas eu me levanto sozinho.

- Eu odeio vocês! Vão se fuder!

Pego minha mochila do chão e corro para o andar de cima, me trancando no meu quarto. Fecho a porta e me apoio nela, caindo no chão de bunda.

Abraço com força minha mochila, chorando.

Vou até a praça, perto de casa. Minha mãe não estava em casa e eu tinha perdido em algum lugar as chaves.

Me deitei no gramado de lá e adormeci. Não percebi quando cai no sono, mas acordei quando já havia anoitecido.

Me levantei e fui em direção à minha casa. Minha mãe já havia chego do serviço e abriu a porta para mim.

- Onde estava, Denis?

- Na praça.

- Mas por que até tal tarde? É perigoso, sabia?

Sorri.

- Desculpa, mas eu acabei dormindo...

- Mais cuidado da próxima vez.

- Sim, eu prometo.

Ela me dá espaço pra adentrar.

- Vá lavar as mãos, o jantar está pronto.

- Certo.

Não sei como adormeci, mas acordei deitado no chão do meu quarto, encostado na porta às quatro da madrugada.

Aproveitei e me levantei. Peguei minha mochila, ajeitando os livros e saí de casa. Andy estava dormindo.

Fui para uma praça, não muito longe de onde moro e fiquei nos balanços. Ninguém mais estava acordado; pelo menos assim, eu escapava da minha surra matinal.

Do nada, senti uma lágrima escorrer, mas não me importei em secá-la. Eu estava sozinho.

Fui dormir após a janta. Ainda estava com um pouco de sono.

Acordei cedo e me levantei. Era quase cinco horas da manhã, mas me ajeitei e saí de casa, deixando um bilhete para minha mãe.

Fui até a praça em que estava ontem. Não devia ter ninguém lá essa hora... Bem, eu pensei, mas me surpreendi porque tinha, sim.

Pensei em ignorar quem quer que fosse, mas senti meu coração se apertar ao perceber que ela estava chorando.

Me aproximei lento até que uma voz soou quebrada no ar.

- E-Eu quero morrer...

Benjamin?

Me aproximei mais. Era ele mesmo que estava chorando, de olhos fechados. Não evitei e o abracei com força.

Ele, com certeza, se assustou e me empurrou, mas quando viu que era eu, se levantou do balanço e me abraçou de volta com força.

Acariciei seus cabelos, tentando lhe acalmar.

- Ei, tá tudo bem, pequeno... Tô com você agora.



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