História Broken Doll - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Lycaon, Nocturnal Bloodlust
Exibições 13
Palavras 1.886
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


JÁ DIZIA O DITADO QUEM É VIVO SEMPRE APARECE ♥

Primeiramente, me perdoem pela demora extrema da minha pessoa, eu estava ocupada com a famigerada escola e curso, entre outras coisas

But, cá estou e não sei como consegui terminar esse capítulo, mas consegui e embora ele não tenha ficado a altura pra compensar a demora, eu gostei porque SEI LÁ TO ANIMADA COM ESSA FIC ♥

Enfim, boa leitura ♥

Capítulo 5 - Ato IV – "Por favor, pare"


Devido ao cansaço, Daichi acabara por adormecer de forma profunda, acordando assustado ao ouvir o som da porta sendo aberta.

Reprimiu um gemido de dor assim que sentiu todo seu corpo doer devido aos machucados que ainda lhe causavam tanto dor quanto nojo.

Por causa do medo que ainda sentia, preferiu não fazer nenhum barulho, fingindo que ainda estava dormindo, entretanto sentiu um aperto no coração quando o colchão afundou, indicando de que a pessoa que há poucos minutos havia entrado no cômodo agora estava ali ao seu lado.

–Não se preocupe. – ouviu um sussurro baixo, uma voz masculina, e que aparentava ser amigável. – Eu não irei lhe machucar.

Daichi permitiu-se virar-se de frente para a tal pessoa, acabando por soltar um gemido baixo devido à dor que sentia.

Somente agora tomara coragem para abrir os olhos, suspirando de forma pesada e constatando que aquilo tudo não havia sido um pesadelo, infelizmente.

Deixou os orbes negros examinarem o rapaz que se encontrava ali, o mesmo possuía o cabelo nem comprido ou longo, era um tamanho mediano e de madeixas brancas. Os olhos eram negros, tais como os seus e os lábios estampavam um pequeno sorriso triste.

–Quem é você? – o moreno perguntou baixo, arrependendo-se em seguida ao sentir a garganta doer.

–Pode me chamar de Zero. – o outro falou enquanto suspirava baixinho, observando Daichi novamente se encolher. – Hey, eu disse que não precisa se preocupar... Eu vim cuidar de você.

–É estranho que eles mandem alguém para cuidar de mim... – Daichi sussurrou o mais baixo que conseguia, mas esperava que Zero tivesse conseguido o ouvir.

–Ah, mas não foi uma ordem do Hiro-sama e muito menos do Natsu-sama. – o albino falou enquanto ajudava o mais novo a sentar-se na cama, tendo cuidado para não o machucar ainda mais.

–Eh? – Daichi resmungou um tanto confuso, gemendo dolorido assim que Zero começou a limpar os ferimentos que ele possuía pela extensão das costas até a clavícula.

–Hm... Não se preocupe com isso agora, sim? – Zero respondeu baixo, e mesmo com a pouca iluminação, Daichi pode ver o outro sorrir.

O moreno acabava vez ou outra por soltar resmungos e gemidos baixos de dor conforme Zero tentava tratar alguns dos machucados que havia em sua pele.

–Só mais um pouco e eu acabo. –o albino falou em tom baixo, sorrindo minimamente para o mais novo que acabou por sorrir de volta, sentindo a pele doer novamente apenas por tentar aquele pequeno ato. Mas, ainda sim, Daichi sustentou o sorriso nos lábios.

Entretanto, aquele sorriso logo se desfez assim que a porta foi aberta com brutalidade.

Em questões de segundos a expressão um pouco mais calma que estampava o rosto de Daichi se transformou em uma expressão de horror assim que o moreninho avistou Hiro adentrar o cômodo, o simples fato de o mais velho ter aberto a porta com violência já havia o deixado com medo, o que fez com que se encolhesse e acabasse por gemer de forma dolorida.

–Já pode ir. – Hiro falou friamente para Zero, fazendo o albino engolir em seco enquanto direcionava um olhar preocupado para Daichi.

–Mas, Hiro-sama... Ele ainda esta machucado... – Zero falou em tom baixo, desviando o olhar para o chão.

–Não me interessa. – o moreno mais velho respondeu dessa vez direcionando o olhar para Zero, que sentiu como se todo o sangue de seu corpo congelasse ao sentir o olhar do outro sobre si.

De forma hesitante, Zero levantou o olhar e olhou para Daichi, que apenas conseguiu esboçar um sorriso triste enquanto movia os lábios lentamente, tentando dizer sem voz um “Eu vou ficar bem?” para o outro.

Ainda contra a própria vontade, Zero deixou o cômodo sem luz, e ao escorar-se na porta daquele quarto apenas rezava silenciosamente para que não fosse possível ouvir os gritos do moreno, para que não houvesse o porquê ele gritasse.

Embora Zero já soubesse que algo assim não iria acontecer.

.

.

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Assim que o garoto de cabelos brancos deixou o local, os dedos da mão canhota de Hiro não demoraram em se fechar nos fios negros de Daichi, arrancando-lhe uma breve exclamação de dor.

Os olhos agora úmidos do mais novo encaravam os orbes do mais velho. O olhar de Hiro claramente demonstrava raiva e isso apenas deixava Daichi com mais medo.

Sem delicadeza alguma, Hiro jogou o corpo de Daichi sobre o colchão, logo deixando que o próprio corpo ficasse sobre o do menor.

Hiro não demorou em levar a canhota até o pescoço do outro, depositando ali uma leve pressão, não o suficiente para privar o outro de respirar.

–Se você tentar alguma coisa, eu vou te matar. – Hiro sussurrou sem expressão no rosto, apenas encarava Daichi fixamente, apreciando as lágrimas já escorrendo pelo rosto do menor que apesar de tão machucado ainda lhe parecia intacto.

O moreno mais velho deixou a destra percorrer a pele do corpo do menor até chegar a uma das coxas dele, onde apertou com certa força, fazendo o moreninho abaixo de si soltar um gemido dolorido.

Sem delicadeza alguma, Hiro separou as pernas de Daichi um tanto apressado, colocando-se entre elas enquanto o menor apertava os lençóis da cama, tentando não ter nenhuma reação, uma vez que a mão do outro ainda continuava em seu pescoço.

O mais velho acabou por sorrir de forma maliciosa enquanto retirava um canivete do bolso da calça que usava, abrindo-o e o fincando no colchão, rente ao rosto do menor, que se alarmou de imediato.

–Eu vou tirar a minha mão do seu pescoço, mas se você não fizer exatamente o que eu mando, irei dar um bom motivo para você gritar. – Hiro falou em um sussurro baixo, sua voz soando extremamente assustadora aos ouvidos do menor, que acabou por ofegar baixo. – Você entendeu?

De forma hesitante, Daichi acabou por afirmar levemente diante a pergunta o outro, fazendo Hiro abrir um novo sorriso, aquele mesmo sorriso que fazia Daichi arrepiar-se de medo e pavor.

De forma lenta e torturante, Hiro levou uma das mãos até o cós da calça, abrindo a peça de roupa ainda de forma lenta, sendo algo torturante aos olhos de Daichi, e para Hiro, ver a expressão de horror transbordando dos olhos do menor era algo que lhe excitava e muito.

Acabou por rir de forma maliciosa enquanto encarava o menor, enquanto abaixava não só a calça como também a roupa íntima que usava, a malícia em seus olhos faziam com que Daichi quisesse morrer.

–Fique de quatro e vire de frente para mim. – o maior ordenou enquanto seu rosto ficava sem expressão, enquanto que Daichi ainda de forma hesitante, acabava por fazer exatamente o que Hiro havia lhe dito.

Foi inevitável não morder o lábio inferior assim que sentiu os dedos da mão do maior fecharem-se com violência em volta de seus fios negros, um baixo resmungo de dor escapava de seus lábios.

–Abre a boca. – o moreno maior ordenou, e novamente sem escolha Daichi apenas o obedeceu, não demorando em sentir o membro já completamente desperto quase tocar-lhe a garganta.

Por mais que Daichi acabasse por engasgar inúmeras vezes, Hiro apenas começou a estocar a boca do mais novo com violência e sem parar enquanto observava a expressão de dor no rosto alheio. E pensar que ml havia começado lhe deixava ainda mais excitado.

As mãos de Daichi apertavam com força o lençol da cama, os olhos se fechavam com força, não queria ver aquilo. Podia sentir as lágrimas lhe molhar o rosto, assim como podia ouvir a risada de Hiro que tanto odiava.

Quase soltou em voz alta um “Graças a Deus” assim que o membro alheio abandonou sua boca, e realmente teria proferido tais palavras se não soubesse que o ainda estaria por vir seria inúmeras vezes pior do que aquilo que acabara por passar.

E não havia nada que podia fazer.

Um suspiro cansado escapou por seus lábios ressecados e machucados, enquanto seu corpo fraquejava e permanecia imóvel sobre a cama, fazendo o sorriso malicioso e cruel de Hiro alargar-se cada vez mais.

E Daichi se odiava por dar ainda mais motivos para fazer aquele filho da puta sorrir daquele jeito.

Queria mata-lo.

Seu ódio apenas aumentou assim que sentiu novamente seu corpo sendo violado por aquele homem.

Sua garganta doía tanto que o grito que escapou por seus lábios ecoou de forma rouca, e extremamente baixa, mas alto o suficiente para que Hiro ouvisse e apreciasse o sofrimento alheio.

Assim como na outra vez, não ouve um mísero segundo de espera, o moreno mais novo podia sentir o outro mover-se dentro de si de forma brusca e violenta, sua voz mal conseguia demonstrar a dor que seu corpo estava sentindo, apenas ofegos sofridos era ouvido no local, além do som do corpo de Hiro chocando-se contra o de Daichi.

E a cada vez que ouvia aquele som nojento, Daichi permitia-se apertar o lençol abaixo de si com mais força.

“Por Deus, acabe logo com isso”, pensava.

Um resmungo de dor escapou de seus lábios ao sentir o mais velho retirar-se de seu interior, entretanto tinha certeza de que ele ainda não havia gozado.

Seus olhos se abriram com dificuldade, para encarar a imagem do mais velho masturbando-se próximo a si.

Próximo demais.

Seus orbes se arregalaram quase que de imediato, e o mais novo tentava pronunciar-se, mas seus lábios apenas se mexiam.

“Por favor, pare.”

E em poucos segundos Daichi podia sentir sua pele úmida e pegajosa, observando o sorriso alheio apenas aumentar. Odiava-se como nunca.

–Você fica extremamente belo dessa forma, sabia? – o mais velho perguntou ironicamente, fazendo com que o menor trincasse os dentes.

–Eu... Odeio você. – o menor sussurrou com dificuldade, o ódio estampava seus olhos escuros e isso fazia a sua visão extremamente bela para o outro.

–Mentir é feio, Dai-chan. – Hiro falou no mesmo tom que Daichi, dando um último sorriso para o garoto antes de sair do quarto em passos lentos e calmos, enquanto que o menor o amaldiçoava por mais que uma vida inteira.

Ao ver-se novamente sozinho com a escuridão e a luz da lua como sua única companhia, o menor permitiu-se observar seu corpo.

A pele antes lisa e clara, agora era completamente coberta por marcas tanto roxas quanto em um tom avermelhado.

Um novo suspiro ecoou por sus lábios enquanto com dificuldade Daichi arrastava-se para se encostar ao enorme vidro da janela, observando tanto a lua quanto a paisagem bonita daquele lugar.

Em outros momentos, adoraria visitar um lugar como aquele.

Sentiu uma lágrima solitária escorrer por seu rosto.

“Por que...?”

.

.

.

Em um cômodo não muito distante de onde Daichi se encontrava, um jovem rapaz encontrava-se encorado contra a porta de madeira que permitia a entrada para o cômodo, os braços estavam apoiados sobre os joelhos e seu olhar estava fixo no chão enquanto um cigarro pendia em seus lábios.

Finalmente aquele lugar infernal cujo ele deveria chamar de “lar” novamente estava em silêncio. E ele sabia, seria por pouco tempo.

Seu rosto se levantou e ele apagou no chão o cilindro de nicotina que antes estava entre seus lábios.

Um novo suspiro de sua parte ecoava no local.

Por quanto mais aquilo iria continuar, mal começara e ele já podia se ver louco.

Aqueles gritos... Quando iriam parar?

“Alguém faça isso parar...Por favor...”


Notas Finais


Quem será a pessoinha do final? Como ficará a nossa bonequinha adorável? Descubra no próximo capitulo que eu não sei quando sai porque eu sou uma trouxa urghpuigpgp

Mas eu vou ir começar a escrever, juro ♥

Gostaria de dizer que tenho planos pra mais três fics, socorro dgufvjsvsd

Obrigada por lerem, se comentarem muito obrigada, e espero todo mundo no próximo ♥

Kissus ♥♥


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