História Broken Dollhouse - Capítulo 5


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Categorias Hetalia: Axis Powers, Naruto
Personagens Alemanha, América (Estados Unidos da América), Áustria, Belarus (Bielorrússia), Canadá, China, Coréia do Sul, Espanha, França, Hungria, Inglaterra, Itália do Norte "Veneziano", Itália do Sul "Romano", Japão, Karin, Letônia, Liechtenstein, Lituânia, Polônia, Prússia, Romênia, Rússia, Sai, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Suíça, Suigetsu Hozuki, Taiwan, Ucrânia
Tags Cardverse, Crossover, Gerita, Hetalia, Naruto, Pruaus, Saisaku, Steampunk, Suika, Usuk
Exibições 27
Palavras 1.690
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Steampunk, Universo Alternativo, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Capítulo com a narração do Gilbert >< Ele vai falar sobre o amor, Roderich, algumas coisas, Roderich, os couples dessa fic e... eu já disse Roderich? *deve ser por isso que a capa do capítulo é os dois*

Ok, hora de ouvir a incrível palavra do Joker mais incrível de Albion!

Capítulo 5 - Ato 4 - O amor pode ser como uma engrenagem? Pode


Fanfic / Fanfiction Broken Dollhouse - Capítulo 5 - Ato 4 - O amor pode ser como uma engrenagem? Pode

"Engana-se quem diz que um coringa não ama

O coração dele é mais pulsante que o mundo de Albion

Um certo dia, entregou-o para um valete

E tinha razão ao ver que fez a coisa certa"

 

(Narração de Gilbert)

Olá caros observadores! Bem... eu estava com vontade de lhes falar sobre algo importante que ronda Albion desde a sua criação. Pois bem, o que pode ser mais incrível que o amor? Eu? Pode ser, eu aceito. Mas deixando o narcisismo de lado... vou falar um pouco sobre o amor. No quanto ele é precioso. Para quem acha que um Joker não ama, está mais do que enganado. Nós amamos sim. Amamos que chega até mesmo a doer. Epa, estou começando a falar de coisas tristes aqui. O assunto deve ser alegre! E para começar, vou falar para vocês como eu e Roderich nos apaixonamos. 

Eu e Roderich Edelstein nos conhecemos na infância. Confesso a vocês que nós nos odiávamos. E a Elizabeta era a cereja do bolo. Sempre tomando partido do Rod. Ela me batia por causa dele, sabiam? E com uma frigideira! Bem... estou falando da Elizabeta junto porque ela também é conhecida de infância e quase nunca me deixava chegar perto do Roderich. Sim, meus caros. Desde aquela época ela era uma chata de galocha.

- Também acho ela chata. Não é só você. - Féliks e sua mania de me interromper. Uma pena ele não ter saído com o Vladimir hoje. 

Caham... voltando onde eu estava. Não vou contar a minha vida inteira com ele. Até porque nós nos distanciamos quando ele começou a receber treinamento para ser o novo valete do reino de Paus. E eu estava sendo preparado para assumir o reino de Copas. Isso só não aconteceu porque eu recebi o chamado do Coelho Branco, no que acarretou na minha expulsão. Voltemos ao assunto principal, antes que eu fale de como eu aceitei o meu destino. Eu e Roderich nos reencontramos quando eu já era um Joker. Foi em um baile no reino dele, seis meses antes da guerra começar. Estava o incrível eu do lado de fora, observando pela janela o suntuoso evento, no salão de festas ligado ao palácio. Juro a vocês que eu quase passei mal ao ver aquele boboca dançando com a Elizabeta. O Coelho Branco já havia me dito que um dia, meu coração iria palpitar pelo homem que eu sempre odiei e que isso aconteceria quando eu o reencontrasse. Quando a dança acabou, ele havia saído do salão para tomar um ar. Só que eu tenho certeza que era para se ver livre daquela chata um pouco. Eu estava vestido apenas com um simples terno negro e uma gravata em forma de laço, além da máscara de Joker. Ele havia me visto perto da janela, de onde eu não havia saído. Bem, eu não podia entrar lá dentro, mas tinha que vigiar o que acontecia. Ressalto que foi nessa época que o Féliks havia sido expulso do reino de Paus depois de receber o chamado do Coelho Branco. Ele ainda estava tentando lidar com seus poderes recém-adquiridos e por isso, eu estava sozinho.

- Então os boatos que eu ouvi eram verdadeiros. Você agora é um Joker, certo? Ainda se lembra de mim... Gilbert? - a aura de Roderich me atraía naquele instante. Não podia me deixar intimidar.

- Claro que eu me lembro de ti, jovem mestre. Vejo que mudou um pouco, já que carrega nas costas o posto de valete de um reino. Deve ter uma responsabilidade e tanto, meu caro Roderich. Uma pena que agora terei que ir embora. Você me descobriu aqui. - os olhos cor de violeta brilhavam. Aquele brilho do olhar dele me fascinou. 

- Espera! É que faz tanto tempo... não suma. Não ainda... - em resposta, dei a ele um relógio.

- Caso queira falar comigo, use esse relógio. Não se preocupe. Você ainda me verá. - fui embora rápido. O Roderich ali poderia me atrapalhar.

Logo depois do nosso reencontro, passamos a nos encontrar nas florestas do reino de Copas, um local onde ninguém poderia nos atrapalhar. Ele soube muito bem utilizar o relógio que lhe dei. Os nossos sentimentos um pelo outro foram aflorando aos poucos, algo bem precipitado para quem somente brigava com o outro lado durante a infância inteira. E digo a vocês que o sexo foi logo a primeira coisa a aparecer quando confessamos o nosso amor. Uma pena que eu não vou abrir a minha boca sobre a minha incrível vida sexual para vocês. Guardem a curiosidade para algo mais produtivo. Ou vocês são do tipo que gostam de ouvir historinhas sobre como os outros fazem sexo?

- Você quer obrigar os outros a ouvir suas histórias sexuais que nem eu queria ouvir? Já me basta os gemidos escandalosos do Roderich quando vocês fazem aqui no observatório. Francamente...  esqueceu que agora tem uma criança aqui? O Peter está aprendendo as palavras chulas que os dois bocas sujas falam na hora da sacanagem. - só não espanco o Féliks porque hoje eu estou de bom humor.

Eu pensei em entrar em mais detalhes, mas acabaria contando sobre as minhas brigas constantes com a Elizabeta. Não foi muito legal quando ela me pegou com o Rod enquanto a gente transava no lago perto do palácio do reino de Paus. Lembrarei a vocês algo: ela adora ver dois homens se pegando. Mesmo que seja eu e aquele valete fresco. Apesar desse fetiche, ela ameaçou me cortar ao meio caso não me afastasse do moreno. E lá foi eu, nu e ainda duro... ameaçar alterar a sua memória, o que fez ela correr rapidinho e o Roderich ainda riu feito uma hiena, o que me fez acabar broxando, tamanha a vergonha que eu senti. Agora que ela está noiva do Ivan, posso respirar em paz.

Contei a vocês sobre mim e Roderich Edelstein. Querem saber dos outros? Irei falar agora! Mas atenção: só falarei dos regentes dos reinos, porque eu não sei da vida amorosa de todo mundo!

x-x-x-x-x

"Por mais que tentem disfarçar o que sentem

O amor é algo nítido, precioso

Não nasce quando você olha

É algo que vem de dentro, espontâneo e puro"

 

Aqui em Albion, amor não depende de gênero. Você pode amar a quem quiser, mesmo que seja um homem ou uma mulher. Começando pelo meu irmão Ludwig. Seus sentimentos pelo Feliciano no início eram bastante confusos. Eu já vi o castanho chorar várias vezes por causa do jeito rude e bronco que o Lud lhe tratava. Meu irmão pode ser esse "doce" de pessoa por fora, mas por dentro era um sujeito bastante tímido, que não sabe bem o que é se expressar. Ele se sentia bem mal quando via o Feliciano chorar. Quando o loiro decidiu tornar o menor rainha de Copas, o castanho ficou um pouco sem entender. Explicação rápida, porque até um ser incrível como eu esquece de falar algumas coisas importantes: a rainha não precisa ser obrigatoriamente uma mulher. É apenas alguém para ser o segundo em comando nos reinos. É a pessoa que cuida da organização, entendem? Ok, voltando... o Feliciano não sabia como agir. Ele é meio atrapalhado, até mesmo mentalmente. Foi quando o Ludwig finalmente se declarou e falou o porquê de sua decisão. Queria que o mais novo fosse seu consorte, por o amar tanto que não sabia como poder se expressar direito e que não queria mais vê-lo chorar. Lógico que ele aceitou, né? Se hoje o meu irmão superou a timidez, foi graças ao Feliciano.

Já no caso entre Alfred e Arthur... diria que eles foram iguais a mim e ao Rod. Até hoje eles são assim. O Alfred não mede esforços para ver aquele sobrancelhudo ridículo sorrir. Ridículo porque o mau humor dele afeta até a nós aqui. O mais alto não se deixa afetar porque o amor dele é muito puro. Mesmo ele sendo um pouco megalomaníaco e infantil, ele tem um amor pelo Arthur muito puro, que chega até a ser imaculado. Arthur não dá o braço a torcer porque é orgulhoso demais para admitir o amor que sente por seu rei. É por isso que eles acabam por se completar.

Francis e Lili vivem um amor de conveniência. Ele ainda está aprendendo a gostar dela, por sentir que é obrigação de um rei dar isso para quem for o seu ou a sua futura consorte. Ainda mais com o louco do Vash ao lado, que morre de ciúmes da irmã e aponta aquela espingarda velha na cara de qualquer um que se aproxime, até mesmo do rei. Alterei a memória dele várias vezes por isso. Até mesmo para o Roderich ele apontou aquela carabina caindo aos pedaços. Um dia eu o esfolo. Mas o assunto aqui é a Lili! Ela ainda está começando a conviver com o Francis, até mesmo com os ataques pervertidos daquele louco. Se o irmão dela apontar aquele trabuco na cara dele por isso, aí eu daria razão. Só que ela nem liga. Ponto para ela.

Não sei como é que vai ser entre Ivan e Elizabeta, já que ela ama a quem não devia e o Ivan... ele não bate bem da cabeça. Deixo esses dois para outra oportunidade. A história deles ainda está começando.

Por último, Sai e Sakura! Ele é obcecado por ela desde a infância e virou cavaleiro só para ficar perto dela. Ela não ligava muito para ele no início. Só quando a guerra estourou e quando ele a salvou de ser ferida, as coisas mudaram. Não sei de muitos detalhes sobre ambos, mas sei que ela ainda está começando a corresponder os sentimentos dele, permitindo que os dela comece a ultrapassar a barreira da gratidão. Por enquanto, eu só sei disso porque o Suigetsu contou ao Féliks. Esses dois parecem comadres de fofoca.

Bem... é isso. Quando eu quiser falar mais um pouco de assuntos triviais, com certeza vocês serão os primeiros a saberem de tudo. Até a próxima!

- Você fala demais. Ponto final. - Féliks, vá se foder. Agora sim eu posso te espancar.

***

 

 


Notas Finais


Esse capítulo aqui foi só para preparar vocês para a treta que vai acontecer no próximo...

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