História Broken Dollhouse - Capítulo 6


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Categorias Hetalia: Axis Powers, Naruto
Personagens Alemanha, América (Estados Unidos da América), Áustria, Belarus (Bielorrússia), Canadá, China, Coréia do Sul, Espanha, França, Hungria, Inglaterra, Itália do Norte "Veneziano", Itália do Sul "Romano", Japão, Karin, Letônia, Liechtenstein, Lituânia, Polônia, Prússia, Romênia, Rússia, Sai, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Suíça, Suigetsu Hozuki, Taiwan, Ucrânia
Tags Cardverse, Crossover, Gerita, Hetalia, Naruto, Pruaus, Saisaku, Steampunk, Suika, Usuk
Exibições 26
Palavras 2.036
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Steampunk, Universo Alternativo, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Agora sim, a treta. Esse capítulo seria postado há umas horas atrás, mas a droga da internet caiu na hora que eu enviei e resultado: o capítulo inteiro foi perdido. Mas não desanimarei. É hora de mostrar a treta que vai ser o foco principal da história. Um dos mistérios, o da xícara roxa, será esclarecido... em parte.

Vamos nessa!

Capítulo 6 - Ato 5 - Elizabeta Héderváry has a doll


Fanfic / Fanfiction Broken Dollhouse - Capítulo 6 - Ato 5 - Elizabeta Héderváry has a doll

"Existe uma jovem rainha inconformada

Não aceita o seu destino como consorte

Ainda acredita que conseguirá aquele que ama

Mesmo o coração dele sendo de outro"

 

 

Palácio do reino de Paus

Forte. Era assim que ele a penetrava. Os gemidos altos de Elizabeta soavam como melodia para os ouvidos de Ivan. Naquela tarde chuvosa, ambos estavam fazendo o que a castanha sempre recusou. O mais alto até se surpreendeu ao ver que a jovem havia aceitado seu pedido sem ter nem pestanejado. Como a mulher seria a sua futura consorte, o loiro queria que aquilo pudesse ser o começo, para mostrar que estava certo em ter lhe escolhido. Ele sabia que a mesma talvez tivesse pensado nisso para tentar esquecer Roderich e aceitar de vez o seu destino. Só que Elizabeta não tinha percebido uma única coisa.

Ivan sabia muito bem que ela era péssima em mentir.

Metia em sua vagina mais rápido. Só mais duas estocadas e enfim gozara dentro dela. Elizabeta encontrava-se exausta. Por mais que quisesse fingir que gostou, infelizmente não foi como queria. Talvez pensasse realmente em se conformar e aceitar que seria consorte de um rei muito poderoso. No dia em que seu casamento foi anunciado, desejou poder falar com algum Joker e pedir para que a memória de Ivan fosse alterada, para ele esquecer daquilo. Só que Gilbert não aprovaria tal egoísmo e ela quem acabaria com a sua em retalhos. Teria que aguentar ficar sem Roderich para sempre e colocou na cabeça que aquilo era pelo bem do reino de Paus. Não amava Ivan Braginski e não seria agora que mudaria seus sentimentos. Ainda torcia para que acontecesse uma reviravolta, mas sabia que nem tudo seria como ela desejava. 

- Elizabeta, vamos mais uma vez. Me satisfaça novamente, por favor... - pelo amor do Coelho Branco, ela estava cansada! Era esse ser insaciável o seu futuro esposo? - Me deixa provar do seu corpo novamente...

- Ivan... tem certeza mesmo disso? Ainda temos muito o que fazer, pois a Feira dos Inventores é daqui a dois dias e ainda tem que acertar os preparativos finais. Não seria melhor deixar o s... quer dizer, nosso deleite para depois? - citara o importante evento para fazer com que o rei desistisse do sexo e voltasse aos seus afazeres. Mas o loiro estava irredutível.

- Deixei Katyusha e Roderich para resolverem isso. Eu não quero desperdiçar essa tarde chuvosa com algo que pode ser resolvido em 10 minutos. Prefiro fazer algo melhor e que não seja apenas a meu favor. - um estímulo na região íntima da castanha e gemidos a serem arrancados. Aquele foi o gatilho para Ivan recomeçar com Elizabeta o que tinham interrompido. - Viu só como eu tinha razão? Agora, prometo que dessa vez serei mais intenso.

Na sala de reuniões, Roderich e Katyusha terminavam de organizar os preparativos finais para a Feira dos Inventores. Esperavam um número recorde de visitantes para esse evento, já que era sempre o mais aguardado de Albion. O moreno olhava o tempo todo para o relógio que Gilbert havia lhe dado. Agora que tinha terminado os seus afazeres, queria se livrar daquele tempo chuvoso e encontrar o albino. Infelizmente para ele, Katyusha estava com vontade de colocar a mão na massa. Era um daqueles dias no qual a cavaleira ficava viciada em trabalho, quando não empunhava uma espada. Teve a ideia de arrumar a biblioteca do palácio. Roderich tentou protestar, mas ela ameaçou colocar o rosto do valete entre seus enormes seios, algo do qual o rapaz morria de medo. Para ele, só sobrou resmungar, já que era uma negação com qualquer tipo de esforço físico que tivesse força no meio. A loira arrastou o homem consigo e pediu para que Toris e Eduard, o seu segundo cavaleiro, fossem junto para arrumar a enorme biblioteca. Entre resmungos e espirros (haviam vários livros empoeirados), um barulho chamou a atenção do quarteto. Katyusha logo ficara constrangida. Nunca ouviu algo do tipo vindo de Ivan. Como a suíte do rei ficava no mesmo corredor que a biblioteca, foi impossível não escutar o festival de gemidos, palavras chulas e pedidos de "me fode mais" e "mais rápido". Já Roderich, Toris e Eduard riam de maneira histérica. Eles jamais imaginariam que o seu rei fosse desse jeito na cama e riam ainda mais por se lembrarem do recato que Elizabeta tanto pregava. Pelo visto, a dama não era tão dama assim. Tiveram que parar de rir e fazer piadas quando sentiram o olhar mortificado de Katyusha sobre eles. Não queriam ter suas caras esmagadas pelos peitos gigantes daquela que era a irmã mais velha do rei de Paus.

x-x-x-x-x

"Do alto da torre eles observam

Hoje era apenas mais um dia ocioso

Esperavam alguma ordem a ser feita

Apesar da vontade de fazerem certas brincadeiras com certo cavalheiro mau humorado"

 

 

Observatório - reino de Ás

Estavam todos os quatro Jokers reunidos, algo que já não acontecia há um certo tempo. Enquanto Peter, Vladimir e Féliks liam um livro e viam através da grande bola de cristal o que estava acontecendo nos reinos, Gilbert alimentava um coelhinho preto, que havia sido deixado no observatório na noite passada. Aquilo o deixara intrigado. Porque quando um coelho era ali deixado, significava que mais um Joker seria convocado. Não tinha um pressentimento muito bom sobre isso, pois os Jokers dos quatro reinos originais já estavam ali. Ele, de Copas. Féliks, de Paus. Vladimir, de Ouros. E Peter, de Espadas. Seria o novo Joker alguém do reino de Ás? Não, era praticamente impossível. A não ser... que vinha por aí um problema. Dos grandes, ainda por cima. No momento que estava formulando mais uma hipótese, o rosto curioso de Vladimir o interrompera.

- O que veio fazer aqui? Você não estava ali observando o que se passava nos reinos? - pegara mais um pedaço de capim e dera para o coelhinho, quase recebendo uma mordida.

- Vim ver o que você estava fazendo. Sobre esse animal... será que é o que eu estou pensando? Sobre a possibilidade de aparecer um novo Joker entre nós? - acariciava a cabeça do bichinho, que aceitou o carinho.

- Eu não sinto nada de bom sobre isso. Vai ser uma merda das grandes e temo que a gente não consiga dar conta.

- Sabe... o grande Coelho Branco vê tudo e sente o que vai acontecer. É por isso que ele confia em nós. Também acho que não virá nada de bom, mas... é o destino. O Coelho Branco assim quis. - pegou o animalzinho para ir brincar. A tensão do albino estava lhe contagiando também.

Gilbert resolveu sair de onde estava e tentou deixar o estresse de lado. Se era algo que o Coelho Branco queria, era por ter sabedoria o suficiente para saber o que é bom para Albion. Mesmo assim... temia que o possível problema que poderia vir por aí não fosse tão capaz de ser resolvido pelos Jokers como na guerra, quando era somente ele, Féliks e Vladimir, que se juntara apenas no fim. A vinda de Peter também era um enigma. Até agora, não entendia o porquê do garotinho ter sido convocado. Eles estavam em um momento de aparente paz, mas sentia que essa frágil harmonia poderia se quebrar imediatamente. Fora até a estante dos livros do observatório, onde uma caixinha feita com carvalho estava repousada. Dentro dela, estavam cartas de baralho. Era comum que um Joker verificasse os naipes, porque as cartas simbolizavam pessoas. Foi ver se as cartas estavam em ordem, como sempre fazia. Porém, ao passar pelo naipe de Paus, viu que a carta da rainha estava manchada. Aquilo era alerta de perigo iminente. Não viu quando os outros se aproximaram e viram a carta manchada. Um sentimento de pânico se instalou dentro do observatório. Teriam agora que se preparar para o pior.

x-x-x-x-x

"Na feira que homenageia as invenções e brinda a tecnologia

Pensavam que nada de errado aconteceria

Um grito, vindo da rainha

Mostrou que aquele seria o início dos problemas"

 

 

Parque central do reino de Paus

Enfim, a Feira dos Inventores tivera início. Como Katyusha e Roderich previram, um número recorde de visitantes estava na feira, a primeira a ser organizada após a guerra que quase acabou com Albion. Nem mesmo os regentes dos reinos faltaram no evento. Especialmente uma regente dos cabelos cor de rosa, que sempre gostou desse tipo de feira, desde quando ainda era uma espadachim no reino de Espadas. Era uma colecionadora nata das invenções feitas em Paus e estava ali para levar mais bugigangas para a sua coleção.

- Bom ver que você está feliz, Vossa Majestade. - Sai sentia o mesmo. Ver um sorriso estampado no rosto de Sakura para ele já valia a pena.

- Sai, por favor me chame de Sakura. Eu prefiro assim. - o valete de Ás acabou por corar, constrangido. - Oh... me desculpa! Não era a minha intenção deixar você constrangido... me perdoa?

- Sakura... não se preocupe com isso. Ver você sorrir me compensa e para mim, seria uma maneira de aceitar o seu pedido de desculpas. Gostaria de passear? Creio que achará o que tanto quer. - pegara a mão da sua regente e a levou para dar uma volta, algo que a rosada aceitou de bom grado.

Ali perto, uma certa rainha olhava em uma barraca, adornos para o cabelo. Lili estava de olho em uma fita com uma delicada engrenagem dourada como decoração. Tomou um susto ao ver Francis aparecer do seu lado, comprando a tal fita que tanto queria.

- Não precisava, Francis... eu estava só olhando... - a loira estava um pouco embaraçada ao ver seu rei lhe dando a fita como presente.

- Lili, querida... é meu dever garantir o seu bem-estar e ver você feliz. Como minha futura consorte, não quero que lhe falte nada. - pegara a mão da moça e depositara um beijo no dorso. - Portanto, não hesite em querer tudo o que quiser. 

Levara a sua futura consorte para uma barraca onde vendia vestidos. Dava graças ao Coelho Branco por Heracles Karpusi estar substituindo Vash naquele lindo dia. O loiro poderia o matar se o visse nessa situação com Lili. Só que ultimamente, pensava seriamente em brigar com o valete se ele tentasse interferir na vida e nas escolhas da sua rainha. Era algo que ele teria que aceitar, por bem ou por mal. E por ela, iria garantir que as coisas dessem certo. Eles seriam uma família em breve e esperava que não tivesse uma espingarda apontada na cara todos os dias.

Ivan estava no centro do parque, observando para ver se tudo estava nos conformes. O que ele não percebeu era que havia uma sombra entre as árvores, olhando-o. A tal sombra, que parecia ser de uma pessoa, segurava em suas mãos uma xícara roxa. Viu o rei de Paus se distanciar. Ainda não era o momento. Só quando viu Elizabeta indo pra o mesmo local que resolveu observá-la. Ela fazia o mesmo que o mais alto, porque também era o seu dever, como futura consorte. Quando ela saiu, a sombra decidiu que agora era a hora de agir. Seguiu os passos da rainha e esperou que ela fosse para um lugar um pouco distante da multidão.

Elizabeta não viu que estava sendo perseguida e quando percebeu... era tarde demais. Ao ver quem estava em seu encalço, não conseguiu reagir.

Um grito fora dado. Acabou por ecoar pela feira inteira.

Toris e Katyusha foram em direção à fonte de tal barulho desesperado e melancólico. Quando chegaram lá, ficaram horrorizados com o que viram. Os outros regentes os seguiram e também tiveram a mesma reação quando viram o que aconteceu. Vladimir tinha acabado de chegar ao local e viu que estava atrasado devido à situação ocorrida.

Elizabeta Héderváry havia se transformado em boneca.

Ao perceber que havia uma xícara roxa do lado do corpo da rainha, Arthur empalideceu. Pediu para que Yao pegasse o pedaço de papel que estava junto daquele objeto. Depois de examinar o conteúdo escrito naquele papel, o valete leu em voz alta para que todos ouvissem:

 

Ela teve o que mereceu.

Atenciosamente,

ORGANIZAÇÃO MAD HATTER

 

***

 

 

 

 

 


Notas Finais


Essa é a treta. Acabou que eu acabei acrescentando mais algumas coisas, já que o capítulo original se perdeu (obrigada internet por isso #sqn). Elizabeta não será a primeira vítima. E essa organização? Quem está por trás?

Lembrete: Vladimir é o Romênia e o Heracles é o Grécia ><

Ah, e eu escrevi uma one-shot PruAus nesse meio-tempo (antes de att Broken Dollhouse). Se quiserem ler, aqui: https://spiritfanfics.com/historia/undisclosed-desires-6727433

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