História Broken heart - Capítulo 12


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Categorias Depois das Onze, Felipe Z. "Felps", Gustavo Stockler (Nomegusta), Kéfera Buchmann, Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti, Lukas Marques & Daniel Mologni (Você Sabia?), Mauro Nakada, Patricia "Pathy" dos Reis, PC Siqueira, Rafael "CellBit" Lange, Thiago Elias "Calango"
Personagens Daniel Mologni, Felps, Gabie Fernandes, Gustavo Stockler, Kéfera Buchmann, Lucas "LubaTV", Lucas Olioti, Lukas Marques, Mauro Nakada, Patricia "Pathy" dos Reis, Paulo Cezar "PC" Siqueira, Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange, Thalita Meneghim, Thiago Elias "Calango"
Tags Calango, Cellbit, Cellps, Daniel, Deniel Molos, Dor, Drama, Felps, L3ddy, Lolita, Luba, Lukas, Lukas Marques, Mauro Nakada, Molos, Nakada, Pc Siqueira, Ravelacões, Sofriemnto, T3ddy, Vendida
Exibições 58
Palavras 1.132
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - Eu realmente não sei o que fazer.


Fanfic / Fanfiction Broken heart - Capítulo 12 - Eu realmente não sei o que fazer.

Sim, eu me arrependi de não ter gritado com ele, gritado de verdade, gritar para todos ouvirem, gritar e sacudi-lo. Eu tive vontade de fazê-lo rir. Aish, eu estou tão confusa, há algum tempo eu pensava me sentir atraída pelo Felipe, agora eu sinto “isso” pelo Rafael, é algo tão estranho que eu realmente não acho palavras para descrever o que é. Não é uma sensação boa.

Apenas entro em meu quarto e me sento em minha cama, meu olhar vagava o chão, em busca de respostas para esse turbilhão de sentimentos, mas não bastando esses problemas eu ainda tinha um maior, os próximos “clientes”.

— O que houve? — A Kéfera entra sem bater, fazendo com que meus ombros se encolham devido à brutalidade com que abre a porta.

— Como assim…?

— Por que o Rafael está com o rosto vermelho e o Felipe está desejando a sua morte? — minha ficha ainda não havia caído, no momento não me veio à cabeça o possível motivo para ela estar em meu quarto, ela estava realmente brava.

— Ah… A historia é tão longa e eu estou tão cansada, Kéfera. Vamos conversar amanhã, por favor. Eu juro que conto tudo com detalhes e respondo todas as dúvidas que surgirem.

— Ok… Mas, por hora, me responda somente uma pergunta. — assinto com a cabeça e ela prossegue. — O que foi com você, por que está com essa carinha de quem fez merda…?

— Por que eu fiz, sinto que transformei a minha vida em uma grande bola de merda e desastre… — coloco meu rosto entre minhas mãos, eu não queria chorar. — Te adianto que eu não estou nada bem, minha cabeça está perdida em uma confusão de sentimentos e outras coisas mais... Tá tudo tão complicado… — suspiro alto.

— Eu realmente não entendo dessas coisas de gostar de alguém… Sinto que nunca gostei de ninguém e eu nem posso, mas espero que você consiga lidar com isso sem enlouquecer. — ela fecha a porta.

Pathy estava com um cliente. Eles se encontravam todas as sextas, mas como amanhã ele vai viajar eles saíram hoje (quinta).

Eu deitei na cama, meus olhos fixos no teto. As estrelas devem estar lindas. Aproximo-me da janela que tinha perto da cama e olho para a rua deserta, nós morávamos tão longe de qualquer civilização que poderíamos ser considerados “moradores rurais” na escola.

Um carro chega, descendo dele a Thalita e a Gabie. A Thalita andava com dificuldades e era apoiada pela Gabie, elas vinham caminhando devagar na frente e logo mais atrás vinha PC, ele estava com um jeito impaciente, passava a mão pela cabeça a todo momento enquanto caminhava e de minuto em minuto pegava o celular, ele realmente não estava suportando a proximidade das duas garotas.

Eles sumiram da minha vista, e logo em seguida eu vejo outros carros parando na porta e do carro desciam dois seguranças e um velho, a expressão corporal dele lembrava a do PC. Uns segundos depois dos homens descerem o PC reaparece, ele olha para trás algumas vezes e faz sinal com as mãos para o velho, não consigo identificar o que eles estavam falando, mas eu sentia ter haver com a Thalita ou com a Gabie.

Levanto-me da cama e corro até o quarto das meninas. Dou duas batidas na porta e entreabro-a, as meninas estavam sentadas próximas à janela e pareceram se assustar, e até estranhar minha “visita”, Thalita segurava o braço da Gabie.

— O que está acontecendo…? — pergunto vendo o rosto da Thalita muito vermelho e seus olhos marejados.

— A Gabie quer sair com aquele velho nojento por mim, mas eu não posso deixar... — A Thalita soluçava e parecia apertar o braço da Gabie.

A Gabie estava com um roupão e com maquiagem pesada. Já está decidido, penso sem a coragem de olhar para cima, meus olhos estão marejando, a suplica de Thalita ia ser ignorada e a Gabie sabia disso.

— Thalita… Não sou eu que quero… — a Gabie disse com certa dureza na voz.

Escutamos mais duas batidas na porta e um breve silêncio, a porta é aberta e o PC aparece, a Thalita se joga nos braços do PC implorando e esse a joga de escanteio sem ao menos demonstrar sentir algo, logo em seguida agarra os braço da gabie a puxa violentamente para fora do quarto.

Eu estava amparando a Thalita quando eles saíram do quarto, ela apenas me afastou quando eu a ajudei a ficar de pé, correndo em seguida para a janela e gritando para o PC parar.

— Você sabe que não vai adiantar… — eu digo baixo. Ela parece não se importar.

Caminho até a porta e abro a porta.

— Eu não queria provocar tudo isso… — ela diz entre soluços. — Eu só queria morrer logo…

— Você não percebe o quão ruim isso seria? Você não percebe que a gabie só continua “sã”, porque você está aqui? — eu pergunto um pouco séria, ainda na porta. — Tente não ser egoísta… você não pode fazer algo para você pensando ser melhor para a pessoa. — eu sinto minha garganta fechar, é exatamente isso o que eu fiz com o Rafael, eu menti para protegê-lo, mas não pensei se ele faria o mesmo por mim, eu não fiz algo que seria bom para ele, eu fiz algo pensando em como me sentiria bem depois que tudo passasse.

— É por experiência própria, então… Apenas esteja aqui quando ela precisar de você. — digo fechando a porta atrás de mim.

Eu caminho até o meu quarto em passos pesados, obrigando-me a não ir em direção do quarto do Rafael e pedir desculpas, não implorar. Não vá.

Pego papel e caneta e resolvo escrever, escrever para o Rafael.

Rafael,

Peço desculpas pelo o que eu te provoquei, eu peço desculpas por ter sido egoísta o suficiente deixando chegar ao ponto de eu ser falsa altruísta. Desculpe.

Eu tentei fazer algo para compensar o beijo… Algo que não quebrasse o seu coração, mas só agora eu percebo que o meu coração já estava quebrado e eu não queria que o seu se quebrasse, mas, como você se sentiria por eu ter assumido a culpa para você não apanhar…?

Eu prometo não fazer nada precipitado, prometo que eu não iriei me meter em confusões novamente, eu me manterei afastada…

Espero que você aceite as minhas desculpas, espero que em um futuro próximo nos possamos voltar a ser amigos como antes, eu espero não ter te magoado muito.

Fernanda.

— Isso é tão antiquado.

Eu dobro o papel varias vezes e caminho para o quarto do Rafael passando a carta por de baixo da porta e saindo dali em seguida.

 

 Eu me dou melhor comigo mesma quando estou infeliz: há um encontro. Quando me sinto feliz, parece-me que sou outra. Embora outra da mesma. Outra estranhamente alegre, esfuziante, levemente infeliz é mais tranqüilo. 



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