História Broken heart - Capítulo 13


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Categorias Depois das Onze, Felipe Z. "Felps", Gustavo Stockler (Nomegusta), Kéfera Buchmann, Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti, Lukas Marques & Daniel Mologni (Você Sabia?), Mauro Nakada, Patricia "Pathy" dos Reis, PC Siqueira, Rafael "CellBit" Lange, Thiago Elias "Calango"
Personagens Daniel Mologni, Felps, Gabie Fernandes, Gustavo Stockler, Kéfera Buchmann, Lucas "LubaTV", Lucas Olioti, Lukas Marques, Mauro Nakada, Patricia "Pathy" dos Reis, Paulo Cezar "PC" Siqueira, Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange, Thalita Meneghim, Thiago Elias "Calango"
Tags Calango, Cellbit, Cellps, Daniel, Deniel Molos, Dor, Drama, Felps, L3ddy, Lolita, Luba, Lukas, Lukas Marques, Mauro Nakada, Molos, Nakada, Pc Siqueira, Ravelacões, Sofriemnto, T3ddy, Vendida
Exibições 32
Palavras 1.436
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Incrivel


Fanfic / Fanfiction Broken heart - Capítulo 13 - Incrivel

Depois de ter me desculpado com o Rafael por carta eu me arrependi de não ter entrado. Eu realmente me cansei de sempre estar me arrependendo pelas coisas.

Estava em meu quarto, novamente, na janela, mesma posição. Abro-a deixando a brisa noturna invadir meu quarto e tomar conta de meus pulmões, fazendo uma limpa emocional no meu corpo.

Com o celular em mãos penso se devo ligar para o meu irmão, PC disse para não ligar a todo o momento, poderia me atrapalhar a me acostumar com o lugar. Disco o número do meu irmão, e um pouco atordoada espero que ele atenda.

Alô… — a voz dele carregava um pouco de sono, estava rouca.

— Eu te acordei? — pergunto apreensiva. Um silêncio por alguns instantes depois da minha pergunta, posso escuta-lo se mexendo sobre a cama, que rangia irritante.

Não, eu havia acabado de me deitar... Mas o que foi que você ligou a essa hora?

Nada… Eu apenas queria saber como vocês estão mais cedo você parecia preocupado… — Minto, na verdade eu queria poder contar para ele como eu me sentia, as minhas escolhas, eu queria que ele pudesse me ajudar.

Não… Só impressão sua… — ele boceja. — Mas e você, sua voz parece triste.

— Apenas saudades de casa.

Nós conversamos mais algumas coisas sobre são Paulo, eu falava de lugares que eu via quando ia a escola, nunca havia dado uma verdadeira volta por São Paulo então tudo que contava era baseado nos pequenos caminhos que eu havia percorrido e outros eram por coisas que eu via na internet e pela televisão.

Eu tenho que ir dormir, e se eu fosse a senhorita faria o mesmo. — ele desliga sem esperar respostas minhas.

— Boa noite. — digo encarando a tela do celular, bloqueando-a logo em seguida.

Caminho para a cama e me deito dormindo logo em seguida, o dia havia sido longo.

***

Acordo antes do despertador, a Pathy estava deitada na cama, com certeza ela não iria à escola hoje. Levanto-me e caminho até a janela de mais cedo, consigo ver a gabie chegando acompanhada de um dos capangas do PC. Posso escutar os passos da Thalita pelo corredor.

O despertador do meu celular é ativado e eu o desligo imediatamente. O celular da Pathy começa logo em seguida e ela o desliga enfiando a cabeça abaixo dos cobertores logo em seguida.

Caminho até o banheiro e tomo meu banho.

 

Desço as escadas sem nenhuma vontade de comer, ou ir para a escola, eu queria apenas ficar deitada em minha cama escutando minhas musicas sem ninguém para me atrapalhar.

Quando chego à cozinha a primeira pessoa que avisto é Rafael, o rosto não estava mais tão vermelho, mas evito olha-lo por mais tempo do que três segundos, então apenas abaixo a minha cabeça e pego uma maça, saindo da cozinha logo em seguida.

Sento-me no sofá e espero a hora de partida enquanto dou uma revisada na matéria para aprova de hoje, eu geralmente estudo muito para as provas, mas atualmente eu venho estando desmotivada, como se todo meu esforço agora não vá valer de nada no futuro. Desmotivação é uma droga.

— Vamos… — o capanga do PC passa pela sala seguindo para a cozinha, com certeza chamar o Felipe.

Saio da casa, o mais rápido que posso, e sigo para o “nosso” carro sentando-me no banco de trás e colocando os fones, no ultimo volume para que saibam que eu não estou a fim de papo. Eles entram no carro logo em seguida e junto deles o Rafael entra também, evito fazer perguntas para não se iniciarem diálogos desnecessários. O foco é: eu estou envergonhada de mais para apenas olhar no rosto do Rafael, envergonhada pela mentira e pela carta.

Por todo o caminho eu não troquei nenhuma palavra com ninguém e eles não se pronunciaram a mim, mas o papo parecia estar bom, devido à música alta eu não pude escutar muito bem o que eles diziam, mas Rafael e o Felipe riam com gosto. Felipe estapeava a própria perna algumas vezes. Eu apenas ignorava o máximo que podia e voltava a minha atenção para o caderno.

Quando chegamos a escola eu fui a primeira a saltar do carro, não esperando as “ordens” que o motorista sempre dá, do tipo “Não se atrasem, quero vocês aqui na porta a tal hora”, eu já sabia de cor e salteado. Então apenas desci e segui para a sala.

— Alguém acordou com o pé esquerdo hoje… — o Nakada surge do meu lado tirando um fone do meu ouvido.

— Eu apenas estou concentrada. — digo séria tirando o fone de suas mãos e o devolvendo a minha orelha.

— Não a senhorita está sendo grossa, e você normalmente não é assim. — ele tira meu fone, só que dessa vez o da outra orelha.

— Eu apenas estou tensa, não estudei quase nada para essa prova… — respiro fundo pausando a musica e guardando meus fones.

— Posso te falar uma coisa… — ele diz sentando na cadeira da frente, virado para mim. — A professora não vai vir. — ele diz apoiando os dois cotovelos sobre a mesa.

— E como você sabe, por um acaso você prevê o futuro? —pergunto apoiando meu queixo sobre a minha mão.

— Não, mas em dias de prova ela costuma chegar antes… ela tem a mania de querer organizar a sala para não haver colas, e quando ela não chega mais cedo são 80% de chances de ela não vir.

— E os outros 20%?

— Ela pode vir e não aplicar a prova. Professores inseguros são os melhores. — ele levanta as duas mãos para cima em sinal de vitória.

— Para com isso... Vão achar que você não bate bem da cabeça. — digo abaixando os braços dele. — Às vezes você me envergonha… Tenho dó dos seus amigos.

— Às vezes eu te envergonho? É a nossa segunda vez conversando. — ele franze o cenho.

— Para você ver o quanto a situação está feia, é a segunda vez e você já está me fazendo acreditar que você não é melhor companhia para ir ao shopping quando ele estiver cheio.

— Vocês meninas, sempre tão exageradas. — ele revira os olhos e da uma risada. — mas enfim, o que faremos nesse momento tão lindo, chamado horário livre.

— Você não tem certeza se a professora não virá. Não posso perder as aulas dela, eu não sou tão boa com química.

— Se você tiver dificuldades pode me chamar que eu te ajudo... — ele sorri. — Agora vamos fazer algo juntos. — ele entrelaça as mãos e faz uma carinha de pidão.

Eu finjo cogitar a possibilidade e depois de um tempo aceito.

— Que ótimo preciso te levar em um lugar, eu quero fazer uma surpresa para uma menina lá, e você me diz se o lugar é legal.

Nós saímos da sala de aula e caminhos até a parte de trás da escola. Tinha uma escada que dava acesso ao terraço, mas as portas estavam trancadas.

— A porta está trancada, que pena, vamos… — Digo dando a meia volta, mas sou interrompida pelo barulho das correntes deslizarem pela maçaneta e caírem no chão. — O demônio perto de você parece uma criança de colo… — eu digo encarando-o.

— Vem!

Nós entramos, era uma sacada escolar normal. Não tinha nada de mais.

— É isso? — pergunto enquanto ando pelo local.

— À noite isso aqui fica lindo… dá pra ver as estrelas. Eu estava pensando em trazê-la no dia em que tiver a festa de inauguração da loja logo em frente, irá ter muitos fogos de artificio e será romântico. — ele ri da ideia.

— Eu estou me sentindo em uma daqueles filmes de romance agua com açúcar. — ele ri e passa a mão pelos cabelos encaracolados.

— Vem… — ele me arrasta até o parapeito da sacada, sinto minhas pernas tremerem um pouco, mas tento não deixar tão claro que estou com medo. — Olha… — ele aponta para uma imensidão de prédios e casas que tinham ao longe. — Isso a noite parecem milhões e milhões de estrelas.

— Deve ser lindo… — digo tentando imaginar.

— Venha aqui hoje à noite comigo, eu venho aqui toda noite, esse lugar é bom para pensar na vida.

— Eu nunca poderia. — rio nervosa. — quem sabe um dia. Você vem aqui toda noite?

— Sim.

— Por quê?

— Bom… — ele morde o lábio apreensivo. — Não tem um motivo especial, eu só venho.

— Isso não é invasão de propriedade?

— Provavelmente, mas eu adoro o perigo… — ele diz imitando uma voz sexy e eu não contenho a minha risada.

— Posso saber o que vocês estão fazendo aí? — uma voz grave vinha da porta, oque fez com que meu corpo estremecesse por inteiro.

Puta… Merda…

 

Mas todos vivemos dias incríveis que não passam de ilusão.

Chorão

 


Notas Finais


o que acharam???
ficou bom? ruim?
quem será que chegou bem na hora que eles estavam na sacada?
o que o Mauro faz toda noite naquela sacada?
deem seus palpites.


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