História Broken heart - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Depois das Onze, Felipe Z. "Felps", Gustavo Stockler (Nomegusta), Kéfera Buchmann, Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti, Lukas Marques & Daniel Mologni (Você Sabia?), Mauro Nakada, Patricia "Pathy" dos Reis, PC Siqueira, Rafael "CellBit" Lange, Thiago Elias "Calango"
Personagens Daniel Mologni, Felps, Gabie Fernandes, Gustavo Stockler, Kéfera Buchmann, Lucas "LubaTV", Lucas Olioti, Lukas Marques, Mauro Nakada, Patricia "Pathy" dos Reis, Paulo Cezar "PC" Siqueira, Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange, Thalita Meneghim, Thiago Elias "Calango"
Tags Calango, Cellbit, Cellps, Daniel, Deniel Molos, Dor, Drama, Felps, L3ddy, Lolita, Luba, Lukas, Lukas Marques, Mauro Nakada, Molos, Nakada, Pc Siqueira, Ravelacões, Sofriemnto, T3ddy, Vendida
Exibições 98
Palavras 1.364
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Traição?


Fanfic / Fanfiction Broken heart - Capítulo 7 - Traição?

— Você acha que...?

— Será? – o Felipe anda pelo quarto. — É bem provável, ela já estava planejando isso há muito tempo.

— Você não acha estranho? – pergunto.

— Eu faria o mesmo, mas não sozinho.

— Felipe... – minha voz sai carregada, esganiçada diria. – Nós estamos falando da mesma coisa?

— Pelo visto não... Eu estou falando sobre ela fugir…

— Ah, ok... Bom eu estou falando dela estar nesse momento junto do PC.

— Não seja nojenta. Ela não pode gostar do PC, é repugnante.

— Ok, eu sei, mas pensa comigo. Ela tenta ficar ao máximo ao lado do PC, se irritou um pouco quando descobriu que eu havia ficado com o PC… E hoje ele desejou boa noite para ele... Você não acha estranho?

Ele me olha como se eu fosse louca, mas não precisava ser um gênio para saber o que estava acontecendo ali, os olhares, o rosto cheio de satisfação e orgulho quando ele a elogiou. Estava explicito.

— Não viaja. – acho que sim, precisava ser um gênio para saber o que estava acontecendo ali.

— Vem! – pego em sua mão e o arrasto para fora do quarto. – nós vamos ao quarto do PC para ver se nós escutamos algum barulho, se não tiver nada ali nós voltamos e eu admito que estou errada. – digo andando pelo corredor. – mas se nós escutarmos algum barulho diferente você terá que assumir que eu estou certa. – ele puxa a mão dele se soltando de mim.

— Você acha que aqui é o que? Chiquititas? Não amiga, se o PC pegar a gente por lá nós estamos fritos.

— Confia em mim, se algo der errado eu assumo a culpa. – dou um sorriso tentando convence-lo. – Ah, vamos lá... Você esta morrendo de vontade de fazer o mesmo que eu... Por favor. – digo com a voz melosa. Escuto uma porta se abrir. – Fudeu.

— O que vocês estão fazendo acordados há essa hora? – era a Kéfera, ela estava com um pijama longo e com pantufas de cachorrinho.

— A Pathy ta com você? – o Felipe pergunta entrando no quarto da Kéfera. Entro logo em seguida.

— Não... Ela tá com o PC... – ela diz levantando uma sobrancelha.

— Eu te disse. – digo ao Felipe em sinal de vitória.

— Ok, você estava certa, e isso é nojento.

 

Ficamos um tempo no quarto da Kéfera, conversando sobre assuntos aleatórios no tom mais baixo que conseguíamos.

— Felipe! Não durma! – digo dando um tapa em seu braço.

— Ok, já está na hora de nos recolhermos.

 

Vou para meu quarto, o relógio marca 4h50min... Resolvo tomar um banho, irei acordar daqui uns minutos mesmo.

Entro no banheiro do quarto. Depois do ocorrido vejo o quão ruim deve ser se apaixonar pela pessoa errada. Não que eu esteja apaixonada, por que, mesmo que eu quisesse, eu não iria poder meu “senhor” não permite. Seria triste eu gostar tanto de uma pessoa a ponto de eu ter que deixa-la livre para evitar complicações para o nosso lado.

Espero nunca passar por isso.

Fico mal pela Gabie e a Thalita, no dia que a Thalita debutou a gabie estava tão mal, chorava tanto. Foi tão triste. Eu não queria estar na pele delas.

Saio do banho, Pathy finge estar acordando agora. Penso em perguntar a ela onde a mesma estava, mas opto pelo silêncio.

Tenho que ter amigos e aliados nesta casa, não o contrario.

— Bom dia! – ela diz animada. Apesar de ir contra meus conceitos de certo e errado, é tão bom vê-la assim, feliz.

— Bom dia... Dormiu bem hein, acordou em um bom humor.

— Uma noite de bons sonhos. – ela diz se espreguiçando na cama.

— Mais um longo dia pela frente. –digo piscando. Ela se levanta e vai em direção ao banheiro saltitante.

Ela gosta mesmo dele. Ou não.

 

Saio do quarto e dou de cara com o Rafael.

— Bom dia. – digo sonolenta. – Um café bem forte? – digo fazendo um gancho com meu braço para que ele passar o dele por dentro do meu, mas ele não o faz. – O que foi? Está com uma carinha, não dormiu bem?

— Não. Mas ontem algo estranho aconteceu, eu preciso fala com a Patricia, algo particular, se não se importa.

— Ok... – prefiro me fazer de desentendida, não quero ser a xereta da casa, muito menos a curiosa.

Saio andando a passos largos para o andar de baixo. O clima estava estranho, pesado. Como se algo estranho houvesse acontecido.

—O que aconteceu? –pergunto para a Kéfera. – Todo mundo tá meio estranho.

— A Thalita tentou suicídio ontem... Parece que ela tá meio tristinha desde ontem quando chegou da noite dela. Ela não está sabendo lidar com isso.

— Meu Deus, mas o que ela fez? – pergunto me servindo de café.

— Ela saltou da janela do quarto, mas a altura não foi o suficiente para ela morrer de fato, ela tá no hospital. – ela corta um pão e espalha manteiga. – Ela caiu de costas naquelas espreguiçadeiras que tinham nos fundos sabe? – balanço a cabeça positivamente, mesmo sem fazer a menor ideia do que ela está falando. – Então… quando ela caiu mordeu a lingua, quase foi cortada fora. Horrível.

— Que horas foi isso? Eu não escutei nada...

— Logico. – ela morde um pedaço do pão. – Seu quarto é longe do dela, e não teve escândalo nem nada. Mas as pessoas que estavam acordadas viram a Pathy sair do quarto do PC e elas estão comentando.

Fico em silencio, concentrada em meu pão, a Thalita deveria ser muito frágil, tentar suicídio é tão radical que eu nem penso nas probabilidades disso acontecer.

Quando a gabie desce as escadas todos a olham, tentando talvez ver a expressão de dor explicita em seu rosto, outros com a intenção de reconforta-la. Eu evito contato visual. Finjo ainda não saber o que está acontecendo. É tão horrível eu não quero parecer uma fofoqueira.

***

Eu havia entrado no carro antes um pouco do Felipe, ele senta no banco da frente sem desejar bom dia, nem nada. Coloca os fones no ultimo, me ignorando completamente.

Chegamos na escola, e logo na entrada avisto o Mauro, Mathias e Carlos, alguns amigos do Felipe. Saio do carro logo após Felipe fechar a porta e sigo atrás dele.

Quando passo pelos meninos eu sinto alguém segurar meu braço.

— Ei! – esbravejo puxando meu braço com força, eu olho para a porta da escola e não vejo o carro que nos trouxe, respiro aliviada. — Não faça isso, por favor, eu me assusto fácil. – dou uma risada.

— Percebi, mas quem me assustou foi você. – ele sorri, as suas covinhas de orelha a orelha, os olhos quase se fechando. Não... Você não pode. Penso me perdendo naquele sorriso.

Reviro os olhos e o deixo para trás sem dar explicações, meu coração disparado.

Sento-me no lugar de sempre, eu estava tão cansada, meus olhos pesados, minha cabeça doía. Vai pra lista de coisas que não se deve fazer no meio de semana.

— Aí meu Deus... O Mauro me confirmou que ele queria me beijar! – escuto aquela voz tão familiar falando alto na sala me provocando uma irritação.

— Amiga você tem muita sorte, eu queria muito ficar com o Mathias, mas ele já disse que tá afim de outra.

— Ai, para com a inveja... Ah, fica quieta também, não é pra contar pra ninguém.

 

As aulas se passaram lentamente, minha cabeça doía cada vez mais, a enfermeira da escola havia faltado devido uma gripe, ninguém tinha um remédio na escola. Em minha cabeça ainda rodava as palavras de mais cedo, de quem era aquela voz… O Felipe com certeza vai se dar mal por causa desse beijo que ainda vai acontecer, espero que ele pense muito bem antes de tomar essa decisão.

 

O sinal toca e eu sou uma das primeiras a se levantar e sair, minha cabeça estava explodindo.

“Beija! Beija!” eu comecei a escutar atrás de mim, e eu cogitei a possibilidade de ignorar e seguir. Mas meus pés não obedeceram aos meus comandos, cada célula minha sabia o que estava acontecendo, cada fio de cabelo me alertava. “Você vai ver o que não quer”, mas eu ignorei.

Abro caminho na multidão.

Felipe…

 

É confuso. Tudo que sinto é enorme e ao mesmo tempo me faz sentir pequena. A solidão é gigantesca e me faz sentir mínima.

Martha Medeiros



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...