História Broken Heart - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Exo
Visualizações 31
Palavras 2.605
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Crossover, Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Harem, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shounen, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei por causa da votação. Amei essa foto de capa, tá muito hinão da porra.

Capítulo 13 - Viagem de negócios


Fanfic / Fanfiction Broken Heart - Capítulo 13 - Viagem de negócios

~Suho On.

Voltei para casa puto com a vida, eu estava fazendo tudo errado. Ayumi entrou no avião com um cara que eu não conhecia e está correndo risco de ser morta. 

- Não consegui impedir ela. - falo me jogando no sofá.

- Está tudo bem. - LuHan fala.

- Bem? Mas vocês queriam que ela ficasse aqui! Como está tudo bem?

- Ela está em boa companhia, conheço muito bem a pessoa que está com ela. - LuHan fala acariciando meu ombro. - Fica calmo.

- Mas aquele cara parecia ser tão estranho, ele estava puxando Ayumi pelo pulso.

- Normal, os namorados geralmente se preocupam com as namoradas. - Baek fala se sentando do meu lado.

- Namorado? É isso mesmo? Ayumi está namorando aquele cara? Por que ela não nos falou?

- Calma aí, cara. Não precisa ficar puto, como eu falei, eu conheço o cara. - LuHan fala.

- Quer saber, foda-se. Preciso de um banho.

Saio em direção ao meu quarto. Eu adoraria dizer que estava tudo bem, mas eu estava com vontade de matar o primeiro que eu visse de tanto bater. Por que, Ayumi?

Suho Off.

Lu Han On.

- Será que ele vai acreditar? - Baek pergunta.

- Eu espero que sim. - respondo. - de todos nós, apenas cinco sabem que o Hiroshi é irmão da Ayumi, ela quer manter em sigilo, e o Hiroshi também. Isso foi pedido dele.

- Eu juro que não entendi essa história direito, só quero que Ayumi fique segura.

- Ela vai, pequeno Baek. Ela vai...

Lu Han Off.

A última vez que viajei de avião foi quando fui visitar a baa-chan no Japão, isso já faz uns sete anos. A sensação continua sendo a mesma, eu queria poder tocar nas nuvens, elas são tão lindas...

- Nee-chan, chegamos. - Hiroshi fala pegando as malas.

- nee-chan... Você continua me chamado como se estivéssemos no Japão, Nii-san.

- Nunca me acostumei com o coreano. Vem logo.

Saímos do aeroporto logo em seguida. O Brasil é muito quente, da primeira vez que vim para cá, tive que ficar em uma banheira de águas gelada por horas porque não estava aguentando o calor.

- Nós vamos direto para o Hotel, amanhã nós iremos fechar um contrato grande e eu quero que você esteja presente.

- Eu li tudo sobre o projeto, sei exatamente o que falar.

- Você andou mexendo nas minhas coisas?

- Eu estou adiantada na faculdade​ e estava entediada.

- Você não muda.

Chegamos em um grande hotel muito grande, a vista era ainda mais linda. O hotel ficava de frente para o mar.

- Não vou dormir na mesma cama que você nem pagando. - coloco a mala em cima da cama e começo a organizar as roupas que iria usar no dia seguinte.

- Qual é o problema em dormir na mesma cama que eu? Quando éramos crianças a gente dormia junto sem nenhum problema.

- Quando éramos crianças você não saía para as baladas e transava com todo mundo e depois voltava para casa. Você dorme no sofá.

- Mas...

- Mas nada. Já está decidido.

Hiroshi me olha com os olhos cerrados e joga o caso em cima da cama que estava com um lençol da cor azul bebê.

- A cama é duplex, não vou precisar dormir no sofá. - Hiroshi se joga na cama e fica me encarando. - Está preocupada com alguma coisa?

- Com o Lu e os meninos, eles se meteram em uma encrenca e não pude ver eles.

- Por que não liga para ele?

- O fusorário é diferente, ele deve estar acabando de acordar ou está ocupado. Ele sempre está ocupado pelas manhãs.

- Não tem como ligar para os outros meninos?

Tento ligar para Tao, Baekhyun e por último Yixing. Balanço a cabeça em negativo para Hiroshi. Nenhum dos meninos atenderam.

- Bem, vamos dormir então. Você deve estar cansada.

- Pode ir dormir, vou ficar na varanda olhando o mar por um tempo, depois me deito.

- Você quem sabe. - Hiroshi fala se jogando na cama auxiliar.

O céu era incrivelmente mais bonito no Brasil, a brisa vinda do mar dava uma sensação única. Apesar de todo o calor, o Brasil era o meu país preferido, eu adoraria morar aqui.

De longe eu pude ver casais de jovens correndo pela praia, os sorrisos eram tão largos que era impossível não notar a felicidade neles. Ao todo eram oito pessoas, havia dois casais de homossexuais, um lésbico e outro gay. Era tão lindo ver aquilo, eu nunca veria aquilo na Coreia, essa era uma cena única.

Acordei primeiro que Hiroshi, o bastardo parecia ter tomado boa noite cinderela. O clima havia mudado, não estava mais fazendo calor, estava um pouco frio. Eu devia ter olhado as previsões, vou ter que trocar as roupas que iria usar.

Após sair do banho, vesti um vestido casual na cor bege e um sobretudo preto com um salto médio da mesma cor. Penteei os longos cabelos negros e passei uma maquiagem básica.

- Essa roupa é digna de uma futura empresáriaria. - Hiroshi fala coçando os olhos.

- Acordou, embuste? Vá se vestir logo, vamos chegar atrasados. E obrigada pelo elogio. 

- Eu já vou. - Hiroshi se levanta e vai para o banheiro praticamente se arrastando.

Final da reunião de negócios

- A intenção do projeto é criar uma coleção de carros brasileiros, mas com design americano e com um a tecnologia asiática. Claro que nos preocupamos também com a poluição, por isso estamos fazendo alguns testes para deixar os carros mais econômicos e menos poluentes. Alguma pergunta? - falo.

- Bom, todos nós sabemos que carros muito tecnólogicos são caros, carros que são mais econômicos então... - uma mulher fala. - Mas qual seria a média de preço?

- Apesar dos carros serem altamente tecnológicos, não vão ser caros. Afinal, esse projeto vai reciclar muita coisa para a construção. Os carros serão feitos com coisas que foram recicladas, feito assim, estaremos fazendo um bem para a natureza. - Hiroshi responde.

- Tenho mais um pergunta. - A mesma mulher fala. - A edição desses carros serão apenas no Brasil? Como faremos para que outros países queiram comprar?

- Depois de analisarem o design, tecnologia e todo o resto, as pessoas vão ficar loucas para comprar. Quando a meta de compras for atingida, vamos fazer uma promoção. Os carros usados serão trocados pelos nossos, os velhos serão reciclados e assim vamos inovando. - respondo.

- Essa proposta realmente é muito boa. - um homem com cerca de uns 40 anos fala. - Negócio fechado! Quando vamos começar o projeto?

- O mais rápido possível. - Hiroshi responde.

Alguns minutos depois saímos da sala de reunião, eu ainda estava tensa com aquilo tudo, e apesar de termos fechado o negócio, eu não estava muito confiante com a minha apresentação.

- Eu fui muito mal.

- Tá brincando? Você foi ótima, fiquei impressionado, quando você era mais nova não conseguiria nem entrar naquela sala.

- Já que​ fechamos negócio, o que vamos fazer agora? Vamos voltar para a Coreia?

- Ainda não, vamos comemorar aqui mesmo. Conheço uma boate muito boa.

- Boate gay?

- O que? Ahn, não. Por que você acha que eu iria em uma boate gay?

- Hiroshi, eu te conheço! Não adianta esconder de mim, Lu já havia me falado sobre isso, mas eu já sabia. Saiba que te dou total apoio.

- Eu vou matar aquele filho duma puta. - Hiroshi sussurra. - O que mais ele falou? Mas eu gosto de mulheres também, então é meio problema para contar aos nossos pais.

- Eu também gosto, relaxa.

- O que? Eu achava que você ainda gostava do Lu, ou estava gostando daquele Suho.

- Quando foi que eu gostei do Lu?

- Vai mentir para mim? Quando te apresentei ele, você ficou caídinha por ele. Todos sabiam. 

- Vamos parar com esse assunto.

- Você que sabe Lu Hana.

- Você que sabe Jin Hong.

- Isso é uma afronta?

- Entenda como quiser. - dou uma risada baixa.

Uma semana e meia depois

Ligação On. 

- Estou com saudades, não sei quando vamos voltar. 

- Você deve estar sobrecarregada, aproveite mais o Brasil, as praias aí são incríveis e possuem ótimas vistas. - Ri.

- Você tem tara por bundas não é? Você é tão fofo, nem parece que é o primeiro a tirar a roupa e o mais safado.

- Eu sou a universal.

- Idiota. - começo a rir. - Estão todos bem?

- Os meninos estão um pouco preocupados, a casa está um caos e a maioria de nós não está conseguindo dormir direito.

- Meu querido MinMin, vou te passar a receita de alguns chás para vocês relaxarem, aprendi várias coisas aqui. A comida é ótima também.

- Eu adoraria conhecer o Brasil e sua cultura, nas revistas as mulheres têm corpos bronzeados e definidos, isso é verdade?

- Garoto, você anda muito safado ultimamente. Mas é verdade sim, aqui vemos vários corpos, cores e formatos, é incrível!

- Chen quer falar com você, vou passar o celular para ele. - Minseok fala.

- Oi Mimi, que saudade. Como você está?

- Dae, meu anjinho. Está tudo ótimo, também estou com saudades.

- Eu quero falar com a Mimi. - Ouço Baekhyun gritar do outro lado da linha.

- Você já fala de mais com ela, deixa a gente conversar um pouco. - Minseok responde.

- Os meninos estão brigando de novo? - Pergunto.

- Eles brigam por tudo, eles só estão com saudade.

- Eu também estou com muita saudade. Tenho que desligar agora. Até mais querido Dae.

- Até mais anjo Mimi.

Ligação Off.

Eu não estava conseguindo dormir, Hiroshi estava sempre atrás de mim é isso estava estranho, e depois de saber que os meninos estavam com problemas fiquei mais preocupada ainda.

Saí do quarto da forma mais silenciosa possível para não acordar Hiroshi, mas o garoto dormia feito pedra, então não tinha muito com o que me preocupar.

Caminhei devagar até a saída do hotel, tive que colocar uma daquelas pulseiras​ de identificação caso eu voltasse. Os chinelos de dedos e o pijama que eu estava vestindo me fazia parecer uma mendiga, mas fazer o que se é melhor ficar confortável.

A praia estava incrivelmente limpa, sentei-me na areia e fiquei observando o reflexo da lua cheia no mar. A brisa gélida, a areia entre os dedos, os cabelos voando... Tudo estava perfeitamente bem.

- Você não deveria sair assim sem avisar, sorte que eu não estava dormindo e te vi sair. Eu sei que não estou te deixando em paz, mas estou preocupado com você.

- Eu só queria aproveitar esse momento. - falo sem tirar os olhos do mar.

- A lua está linda.

Ficamos em silêncio apenas observando a bela natureza do Brasil. Eu queria entender o motivo de toda essa procuração comigo, mas não adiantaria perguntar, ele não iria me responder.

- Estou com saudade dos meninos. - falo ainda sem olhar para Hiroshi. - Mas eu gostei tanto daqui... Eu quero voltar para casa, mas algo me diz para ficar aqui.

- Você quer voltar?

- Sabe... Lá é a minha casa, lá está a minha vida. Eu amei aqui e queria ficar mais tempo, mas não posso deixar a minha vida.

- Eu entendi o que você quer dizer, mas essa era apenas uma viagem de negócios, vamos voltar amanhã de noite.

- Já? - Pergunto dessa vez olhando para Hiroshi.

- Sim, tenho coisas para resolver. Tsu... - Hiroshi para ao me ver com os olhos cerrados. - Ayumi, vamos subir! Precisamos descansar porque amanhã vamos embora.

- Não me chame pelo nome inteiro.

- Tudo bem Senhorita Ayumi.

- Você é um idiota.

As malas já estavam prontas, estávamos bem adiantados e o hotel já estava pago. Tudo estava em seu perfeito lugar.

De repente as luzes se apagaram, ouvia-se gritos e barulhos nas escadas.

- Assalto? - Pergunto.

- Acho que não, pega sua mala e vem atrás de mim. Corre!

Segui Hiroshi pelas escadas de emergência, dava para ouvir passos das escadas principais. Eu realmente não sabia o que estava acontecendo, mas Hiroshi estava extremamente nervoso.

- Pela esquerda! - Hiroshi fala enquanto corre. - Rápido Ayumi, isso não é um assalto.

- Como você sabe?

- Eu escolhi esse hotel por um bom motivo, conheço todas as entradas e saídas dele.

- Isso não. Como você sabe que não é um assalto?

- Porque eles estavam subindo direto para o nosso andar, se fosse um assalto eles não falariam o seu nome. Chega de perguntas entra no carro.

Entrei no carro e joguei a mala no banco traseiro, Hiroshi fez o mesmo. Suas mãos estavam trêmulas e sua expressão não era das melhores.

- Não posso te explicar nada agora, vamos direto para o aeroporto internacional.

- As entradas e saídas estão bloqueadas. - falo apontando o dedo para uma das saídas.

- Eu conheço cada entrada e saída desse hotel, essas não são as únicas, há uma saída justamente​ para esse tipo de acontecimento.

Hiroshi vira o carro bruscamente indo em direção ao subsolo. Quando chegamos lá, havia uma porta enorme que parecia ser um depósito. Engano meu. Era uma saída de subsolo, e dava até algumas quadras dali, saindo de um beco.

- As passagens já foram compradas?

- Já sim, nosso vôo sai em quinze minutos. - fala descendo do carro. - Tenho que ligar para a empresa e avisar que o carro está aqui é que tivemos que sair às pressas por causa de um incidente.

(Anunciaram o nosso vôo)

- Vamos.

O tempo de vôo foi muito longo, mas chegamos tranquilamente em Seul à noite, Hiroshi não estava calmo ainda, parecia estar mais estressado ainda.

- Merda, tenho que viajar novamente imediatamente. - Fala entrando no carro enquanto olha para o celular.

- Está tudo bem?

- Não, não está.

- Você pode me explicar o que está acontecendo?

- A única coisa que quero que faça é fechar todas as portas de casa quando você chegar, abra apenas quando o Lu te ligar.

- Por que eu tenho que ficar em casa?

- Apenas faça o que estou te pedindo. Isso não é brincadeira. Não vou poder ficar, tenho que voltar para o aeroporto, por isso quero que você entre para casa e feche tudo. Você vai ficar na casa dos meninos, ou em um apartamento do Lu Han.

- Está tudo bem, para onde você está indo?

- Japão.

- De novo? O que aconteceu, me explica!

- Ayumi, apenas faça o que estou te pedindo. Lu Han já deve estar chegando.

- Quando chegar lá é para me liga, ok? - falo descendo do carro.

- Eu ligo. 

Hiroshi saiu tão apressado que parecia estar correndo de um tsunami. Entrei em casa e fiz o que ele havia pedido, tranquei as portas e esperei Lu ligar.

- Até que enfim você chegou, querida Ayumi. - ouço uma voz vinda de trás de mim.

Eu sabia exatamente de quem era aquela voz rouca e aveludada, meu corpo estremeceu por completo e me virei.

- O que você está fazendo aqui? Hiroshi não mandou você aqui, mandou? Como entrou aqui?

- Está falando do seu irmão? Não, ele não mandou. Vim por vontade própria, temos coisas para conversar. E querida, eu consigo tudo o que eu quero.

- Eu não tenho nada para conversar com você, Minyuk​. - tento sair correndo.

Meu corpo foi arremessado contra a parede tão forte que minha visão ficou embaçado. Caí de joelhos e com as pernas fracas. 

Minyuk se aproximou e socou meu rosto, o sangue quente escorria pela minha boca e um corte se formou em minha testa.

Tentei me levantar novamente, mas fui impedida com um chute no estômago. 

Cuspi sangue por todo o chão, minha visão estava ficando escura e embaçada. Vi apenas o vulto de Minyuk se aproximando mais ainda de mim. Eu já estava quase ficando inconsciente. Então era disso que eles queriam me proteger? Era por isso que Hiroshi queria que eu ficasse no Brasil? Era por causa disso que saímos correndo do hotel? Era por causa dele que os meninos estavam tão preocupados?

- Vamos querida, vou te levar daqui. - Minyuk fala me levantando do chão.

Desculpa, meninos. Eu devia ter confiado em vocês.


Notas Finais


Lá lá lá lá lá
Hiroshi não é do mal, ele queria proteger a irmã, e sim, ele sabia de tudo e os meninos também.
Minyuk é o ex dela, para quem não se lembra.

Desculpe-me pela demora


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