História Broken Hearts - Capítulo 1


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Categorias Batman, Legends of Tomorrow, Liga da Justiça, Mulher Maravilha, Superman
Personagens Alfred Pennyworth, Amanda Waller, Arthur Curry (Aquaman), Barbara Gordon, Bruce Wayne (Batman), Canário Negro, Cassie Sandsmark (Moça-Maravilha), Clark Kent (Superman), Comissário James "Jim" Gordon, Coringa (Jack Napier), Damian Wayne, Diana Prince (Mulher Maravilha), Dick Grayson, Donna Troy (Troia), Dr. Thomas Wayne, Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Helena Bertinelli, Jason Todd, John Stewart, J'onn J'onzz "John Jones" (Caçador de Marte), Lucius Fox, Martha Wayne, Oliver Queen (Arqueiro Verde), Oswald Chesterfield Cobblepot (Pinguim), Rainha Hipólita, Ray Palmer (Eléktron), Selina Kyle (Mulher-Gato), Shiera Hall (Mulher-Gavião), Slade Wilson, Timothy "Tim" Drake, Wally West (Kid Flash)
Tags Batman, Ben Affleck, Bruce, Diana, Gal Gadot, Hentai, Mulher Maravilha, Romance, Suspense, Thriller, Wonderbat
Exibições 671
Palavras 720
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Poesias, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Super Power, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Broken Hearts - Capítulo 1 - Prólogo

► “Ilusões, mentiras e decepções. A dor de um coração partido, seus pedaços caem sobre o chão de lágrimas de um amor perdido, um amor que não merece ser sentido” Poema: Perdido (Natália Sugawara) ◄

 

 

Herói?!

O Batman não é um herói... Não é como eles. Nunca será!

O Batman é um anti-herói: é a noite, a vingança.

Batman não nasceu para inspirar, como o big-blue com um ‘S’ estampado no peito, ou a deusa da verdade.

O Batman foi criado para gerar o medo naqueles que inspiram medo.

O Batman é produto de Gotham. E Gotham está submersa na escuridão.

 

O Morcego nasceu de uma promessa; Emergiu das sombras para cumprir uma missão – e o homem por trás da máscara sempre pagou o preço cobrado com esse vínculo: Solidão.

O Morcego representa a vontade indomável e o espírito inquebrável do menino rico, que teve a infância roubada aos oito anos, vítima da violência corruptora produzida pela cidade que jurou proteger.

 

O Batman nunca usa armas de fogo. E por mais que seus métodos sejam questionáveis e, comumente violentos, não são de caráter letal. O Batman não mata. É uma regra irrevogável!

 

Mas isso não significa que ele não possa fazê-lo;

Que não o tenha desejado;

Que a escolha certa, seja a mais fácil.

Não!

 

♣ Gotham City || Perspectiva do Batman ♣

 

Eu poderia matá-lo agora mesmo... Eu posso... Eu quero.

Ah! Eu quero muito.

É quase um desejo, insistente e passional, uma vontade instigada pela adrenalina correndo nas veias. O poder é algo definitivamente excitante, inebriante... Por isso é tão perigoso.

Minha escolha pela maldita regra de ‘não matar’ é um sacrifício cada dia mais pungente. Especialmente quando se tem sob seu domínio uma espécie de criminosos que representam o que há de mais pútrido em Gotham. Assassinos violentos, estupradores, abusadores de crianças, traficantes de órgãos e de pessoas.

Eu jurei jamais cruzar a linha tênue que determina quem merece viver e quem deve morrer. O que ninguém sabe, a verdade crua, que eu tento omitir até de mim mesmo, é que, depois de tantos anos como patrulheiro da noite, meu juramento se tornou mais um sacrifício doloroso que a escolha ética de outrora.

Em Gotham, princípios éticos não se aplicam. Aqui, bandidos não têm código. Meus inimigos matam. Mas eu devo manter a promessa de não cruzar a linha.

 

(...)

 

Eu sinto o sabor do sangue. Eu poderia matá-lo.

Eu o faria... Não haveria remorso. Eu estaria em paz!

 

(...)

 

Eu vejo a imagem dela e seus lindos olhos brilhantes em minha mente. Ainda que esteja com as bochechas formando um caminho de lágrimas, aquela imagem da deusa entre os mortais é a coisa mais fascinante em minha memória. Seu lamento é como réquiem, a prece que ouço em meus ouvidos e me faz parar. O canto triste das baleias, a oração que faz meu coração parar de sangrar.   

 

Eu me vejo sentado ao lado dela, acariciando seus lindos cabelos negros, puxando seu rosto para meu peito e beijando sua têmpora. "Você é linda", foi tudo o que disse e logo ela parou de chorar. Ela afastou-se e esfregou os olhos inchados, recusando-se a olhar para mim. Ela sabe que eu faria tudo para protegê-la e por mais que eu saiba que ela quer ficar em meu peito para sempre, eu sei que ela pode ver por baixo do capuz... eu sei que ela pode. Eu sei que ela viu o ódio correndo dentro de mim. Eu sei que ela sabe que eu não vou ficar. Que eu preciso sair...

"Eu estou bem, Bruce". Eu ainda ouço a voz melodiosa em minha mente, quando Diana me diz isso, esfregando o ranho do nariz.

Deus, eu só posso levá-la em meus braços para o quarto, esperando que ela durma, até a hora em que eu precisarei de forças para fazer o que eu quero fazer. Um frio suspeito formigava na base da minha espinha. Eu quero vingá-la e eu vou.

Mas a imagem dela debruçada na cama, frágil, com os olhos inchados pede que eu volte pra casa e deixe o pedaço de lixo em minha frente. Será que eu mudei?

 

Tudo que quero é voltar para ela.

Vê-la ao meu lado e me sentir aliviado o bastante para acordar sem dor.

Sem o coração partido em pedaços.



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