História Broken Home - Muke - Capítulo 20


Escrita por: ~

Postado
Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Luke Hemmings, Michael Clifford
Tags Muke Clemmings
Exibições 72
Palavras 2.013
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Voltei. Boa leitura e desculpe os erros. x)
Comentem em baixo o que acharam, sim? Assim vocês me incentivam a continuar <3

Capítulo 20 - Almost special (Quase especial)


Fanfic / Fanfiction Broken Home - Muke - Capítulo 20 - Almost special (Quase especial)

Antes:

- Tá... E que o fazemos até lá? 

Fiquei com medo de sua resposta. 

Agora:

- Tenho uma coisa em mente, mas isso só se você quiser. 

- Me conta - falei, meio acanhado, sentando ao seu lado no sofá. Ele cochichou algo em meu ouvido e não consegui resistir aos seus lábios. Quer dizer, eles estavam tão próximos de mim que não pude resistir. A primeira coisa que ele fez ao aceitar o meu beijo foi me botar de pé e me levar - presumi eu - para o quarto. 

Não sabia se esse era o certo a se fazer, ou se isso estragaria tudo. Mas agora eu o desejava demais e nada podia me impedir de amá-lo. 

Antes de chegarmos no quarto, nós íamos parando próximo as paredes, pois Luke me prensava nelas ou eu o prensava. Tenho que ressaltar que quase derrubamos um quadro. 

Fomos lentamente até a porta do quarto, sem separar os nossos lábios. Percebi agora que ele estava de roupas casuais, e não mais com aquele terno. A porta foi aberta com força por ele, pois a maçaneta não queria girar direito. Rimos entre estalos de beijos.

Ele me pôs para entrar primeiro no cômodo e em seguida já estávamos na cama. 

Ao nos separarmos um pouco, ele teve de se certificar. 

- Quer mesmo isso?

- Acho que sim. 

Ele sorriu e subiu em cima de mim, deixando o seu corpo descansar sobre o meu. Era difícil respirar daquele jeito. Ele começou pela minha nuca, que era sempre o seu ponto alvo. Cheirava, beijava, mordia... Era uma sensação totalmente mágica.

- Luke... - sussurrei, fazendo-o parar.

- Que foi? - Me olhou e nessa hora eu queria trancar ele num pote e nunca mais deixá-lo sair. Aquele olhos eram lindos demais, e o seu cordão de uma galha de cervo bateu em meu nariz, me fazendo rir. - Você quer parar?

- Não seja idiota - sorri, lhe puxando para mim. 

 

Narrado em 3º pessoa

 

Primeiramente, as camisas de cada um foram tiradas as pressas. Segundo, as calças. O que eles estavam tendo ali era desejo, nada mais. 

- Luke... Eu quero. 

Luke imediatamente parou com os movimentos por cima do garoto e lhe perguntou.

- Tem certeza?

Michael se levantou tirando o maior de cima dele e o beijou. O beijou de verdade, com todo o seu amor possível. Isso era o suficiente para o loiro saber que sim, Michael o queria muito. No final do beijo, Luke estava de cabeça baixa. Parecia confuso consigo mesmo. 

- Eu não sei se devemos, quer dizer... Eu também quero, mas isso está errado.

Michael recuou uns centímetros e suspirou. Ele não estava entendendo. Quer dizer, ele sabia que o namoro era recente e que eles ainda não agiam como namorados de verdade, até porque não chegavam a ter muita intimidade um com o outro como hoje. 

- O que está errado? 

Luke pensou por uns segundos, sentado na cama só de box preta. Michael se cobriu com um lençol próximo e esperou o loiro falar. Sua cabeça estava dolorida e ele fixou o seu olhar na barba bem rala no rosto do maior.

- Está errado eu fazer isso com você, porque não é isso que eu planejei. 

- Do que você tá falando? 

- Eu não planejei fazer isso sem todos saberem que estamos juntos. Quero apresentar você para a minha família. 

- Eu sei disso. 

- É uma desculpa muito bosta, mas é a verdade. Você me entende?

- Entendo sim, tudo bem. 

Michael levantou-se da cama e pegou as suas roupas do chão, as vestindo lentamente. Luke parecia o olhar de lado. Michael vestiu primeiro as calças, em seguida a camisa e por fim sentou-se na beira da cama. 

- Desculpe te provocar... Eu pensava que podia me controlar perto de você. 

Michael sorriu de lado.

- No que eu te provoco?

- O seu jeito, o seu corpo... - Inspirou, fechando os olhos. O loiro parecia estar se controlando, pois ele parecia querer voar em cima de Michael.

- Já entendi - Michael pegou as roupas que sobraram do chão e as jogou para o loiro. - Melhor se vestir.

Luke concordou, se levantando. Logo ele já estava vestido e pediu desculpas mais uma vez a Michael, porém o menino entendeu. 

Os dois meninos seguiram até a sala de estar e se sentaram no sofá. Michael agora mais do que nunca estava morrendo de vergonha de se pronunciar, afinal, Luke ainda o afetava muito. O loiro apenas começou a falar de coisas. Coisas que Michael não estava prestando atenção pois a sua dor de cabeça acabara de aumentar. De repente, a campainha soa pelo lugar vago chamando a atenção dos dois. 

- Eu atendo - Luke disse, levantando-se e caminhando até a porta. Michael não o seguiu com o olhar, apenas foi diretamente até o banheiro. 

Lá, ele olhou-se no espelho e ainda a sua maldita dor de cabeça insistia em não ir embora, tanto é que isso já estava incomodando o outro a ponto de ele querer vomitar. Michael fechou os olhos lentamente e suspirou. Ele precisava se acalmar.

Começou passar por sua cabeça tudo o que ele tinha ingerido no dia e na semana. O seu café da manhã, com aquelas gemas quentes, o seu almoço fervente e a sua janta toda moída e misturada em seu estômago. Pensou em como a sua saliva digeria tudo aquilo que comia...

Quando ele viu que isso não estava adiantando se acalmar nem parar para pensar, imediatamente fechou a porta com chave e se ajoelhou à privada. Ele com certeza tinha que se livrar daquilo que havia em seu estômago. Ou seja, absolutamente nada pois o garoto não tinha comido nada desde o baile. 

Após forçar o líquido sair por sua garganta, ele viu que não tinha nada para ser tirado dele. 

- Ah mais que droga! - Com a sua repugnância a dor, Michael não pôde evitar de fechar as mãos em punho e as direcionar até o vaso sanitário, dando leves pequenos socos. Ele precisava fazer alguma coisa ou aquilo o faria enlouquecer.

- Michael, a pizza! - Luke bateu duas vezes na porta. 

Michael tinha que fazer a dor insuportável se tornar suportável, ou caso o contrário ele estragaria os planos de Luke.

A porta foi aberta pelo menor e seus cabelos cintilaram a luz fluorecente do banheiro. Luke sorriu para ele com três caixas de pizza nas mãos.

- O que está fazendo?

- Vim... Molhar o rosto - mentiu e fechou os olhos de dor. - Estou com um pouco de dor de cabeça. 

Parecia que alguém estava enfiando algo cortante em seus olhos e em sua testa, era muito desconfortável. 

- Eu tenho aspirinas na mochila, se quiser - falou, um pouco preocupado. 

- Acho que vou querer algumas - pensou, saindo do banheiro e fechando a porta do mesmo. Luke recuou alguns passos e fitou o menino. Ele estava a pouco bem, e agora parecia estar tendo uma crise. 

- Tudo bem mesmo? 

- Não - ele não conseguiu mentir, pondo as mãos no rosto e sentando no chão. 

- Michael - Luke largou as pizzas de lado e segurou as mãos do outro, tentando as tirar de seu rosto. - O que você tem? Está chorando?

- Não, não - falou baixo fazendo Luke recuar as mãos. - É o alzheimer... Essa dor na minha cabeça - olhou para Luke. 

- Você tem certeza?

- Tenho, eu senti uma igual a essa no dia em que eu descobri que...

Michael não quis completar a frase. Não era uma de suas melhores memórias.

- O que eu posso fazer? - Se mostrou um pouco desesperado, ficando em pé e pegando o celular. Michael imediatamente levantou-se e pegou o aparelho da mão dele. Sua cabeça latejava fazendo-o ficar um pouco curvado. 

- Você não vai ligar pra ninguém porque eu não sou a droga de um doente!

- Michael me devolve.

- Posso resolver isso sozinho - desligou a ligação e pôs o celular do outro em seu próprio bolso. 

- Precisamos voltar. Você precisa ver o seu médico - Luke apanhou as pizzas do chão e saiu com elas por aí, as pondo em cima da mesa. Michael o seguiu.

- Luke... Não. 

- Mike, meu amor, nós vamos.

- Eu não quero ir.

- Eu me preocupo com você, será que dá para colaborar? Você está morrendo de dor, dá pra ver. 

- Eu já disse que não vou, porque eu não sou um doente para ficar vizitanto um médico toda vez que sentir algo. 

- Michael, isso pode agravar o seu caso se ficar...

- Nada pode me ajudar, você sabe disso. 

Luke suspirou, de cabeça baixa, com as mãos na cintura. A distância entre os dois agora era de uns trinta centímetros.

- Me desculpe - Luke falou, ainda de cabeça baixa. Michael discretamente tentou se aproximar mais do loiro, porém ele o olhou. - Eu só estou nervoso, me desculpe. 

- A dor vai passar. Ela sempre passa.

- Você tem certeza?

- Aham.

Os dois se acalmaram e Michael sentou-se à mesa, deixando o loiro ali, em pé, talvez um pouco indignado. Olhando para as costas do outro, Michael pareceu rezar para Luke parar de se preocupar com ele porque afinal não estava acontecendo nada mais do que o esperado. 

Luke virou-se para o menor e juntou-se ao seu lado. Agora, em silêncio, ele servia a pizza enquanto Michael tentava ficar calmo com a dor. 

Passados uns bons minutos, eles ainda estavam na mesa, porém não havia mais sinal algum de comida. Apenas olhares intensos para suas telas de celulares após Michael devolver o aparelho pertencente a Luke. 

- E os seus pais? - Michael disse, se distraindo com um jogo qualquer.

- Sim? - disse, distraído. 

- Como estão os seus pais?

- Ham, se separando. 

Michael já esperava por uma resposta assim, apenas assentiu para não falar nada que estragasse o momento. Luke deixou o celular de lado, afim de conversar. 

- E você? - O de mechas azuis se pronunciou novamente. 

- Eu? - Perguntou Luke, distraído novamente. - Com relação ao divórcio deles... Estou um pouco mal.

- E não tem nenhuma chance de eles desistirem do divórcio?

- Acho que não.  

- Mas já aconteceu? 

- O divórcio ainda não aconteceu, porém houve algumas audiências com os advogados deles. Sabe, separação de bens e essas coisas. 

- É uma pena - Michael falou baixo, imaginando como estaria Liz e o pai de Luke nesse momento. 

- Meu pai quer a guarda de tudo, minha mãe achou isso um absurdo. 

- Guarda de tudo o quê? 

- Dos filhos, da casa, dos carros. Ele quer o dinheiro da conta da minha mãe. 

- Uau... - Michael surpreendeu-se. - Espera, filhos? - Assustou-se. - Você?

- É, mas ele não vai conseguir. 

- Não, espera. Mas e se ele conseguir?

- Bom, se ele conseguir a guarda dos filhos ele vai sair de Sydney, com certeza. Meu pai odeia a minha mãe mais que tudo agora, ele não vai querer ficar por perto. 

- Espero que ele não tire você de mim - falou Michael, um pouco assustado em pensar na possibilidade de ficar longe de Luke.

- Como eu disse, isso não vai acontecer.

Logo após o termino do assunto, os dois decidiram ir dormir pois a madrugada se arrastava lentamente e ainda a cabeça de Michael doía, só que bem menos. Isso o fez conseguir dormir. Antes, eles concordaram em dividir a cama de casal, porém Luke ficou um pouco apreensivo, pois como ele disse, não conseguia se controlar perto do outro.

- Amanhã vamos à praia - falou baixo no ouvido de Michael, pois eles se aconchegavam bem perto um do outro. O garoto pareceu se arrepiar. - E a dor?

- Suportável. 

- Qualquer problema... - foi interrompido.

- Eu te aviso, pode deixar. 

- Tudo bem. Boa noite.

- Pra você também. 

CONTINUA...


Notas Finais


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