História Broken Promises - Imagine - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Imagine, Imagine Bts, Imagine Namjoon, Kim Namjoon, Rap Monster
Visualizações 29
Palavras 1.021
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Pattern



Como toda alegria dura pouco, a minha como um padrão, podia se dizer o mesmo.


Mesmo com toda a situação conturbada, pelos acontecimentos Inesperados eu posso dizer o quanto sou uma pessoa azarada.


Toda a situação em que estou vivendo é um pouco surreal, no começo tudo pareceu dar certo.


Os telefonemas longos durante o dia e principalmente à noite, as mensagens durante toda a tarde e as chamadas de vídeo toda vez que podíamos.


A sua presença foi amenizada pela tecnologia, a criação do homem me proporcionava um tempo com Nam, mesmo com a distância.


Mas eu sentia falta dos seus toques e do seu perfume, dos seus abraços e de ficar nas pontas dos pés para realizar tal ato.


Sim, eu sinto a falta de sua presença.


Eu havia contado a minha mãe sobre nosso relacionamento, não havia como guardar tudo para mim. Principalmente depois dos acontecimentos seguinte.


Eu estava um pouco abatida pois aos poucos nosso contato foi diminuindo.


Aos poucos Nam foi me deixando, eu sentia como se o deixasse escorrer por entre meus dedos.


Seus telefones esporádicos, suas chamadas de vídeos a cada uma semana.


Sim, já se passaram um mês. Um mês desde a ida de Namjoon.


Meu coração parecia se desfalecer no peito. E havia também o rancor, como ele podia me deixar de lado sem ao menos uma explicação.


E eu não havia pedido uma, de alguma forma não queria lressiona-lo, mas eu devia. Devia ao menos perguntar - Por quê?


Mas nesse final de semana meu sorriso se tornou amplo, eu me sentia mais feliz do que jamais imaginaria, pelo menos naquele momento. Eu esperava ficar ainda mais feliz mais que o dobro ou triplo.


Eu sabia onde Nam estava morando, eu sabia como chegar lá e foi com um voto de confiança que minha mãe me deu um não esperado bilhete.


Ela me comprou uma passagem de ônibus como surpresa, eu poderia passar todo o fim de semana com Namjoon.


Eu a abracei tão forte e beijei sua bochecha, um beijo estalado daqueles que se ouve ao longe.


E rapidamente corri para meu quarto, apenas uma pequena mala com o necessário, tudo arrumado as pressas já que teria que teria pouco tempo. Me despedi e ouvi a frase que toda mãe diz - Tome cuidado.


Como uma desesperada fui para o ponto e entrei no ônibus assim que chegou, guardei a mala, me sentei na poltrona e esperei até todos finalmente entrar.


A viagem foi longa, eu adormeci no ônibus e fui acordada pelo motorista, o ônibus já estava vazio e eu com minha mala não demorei muito para sair dali.


Eu estava perto, tão perto, podia até sentir seu cheiro.


Eu já sabia como chegar em sua casa, eu já pesquisei várias vezes no Google maps mesmo sabendo que não iria vê-lo, isso era o que eu pensava.


Corri pelas calçadas iluminadas pelas luzes e até finalmente chegar, eu olhava os números até finalmente vê-lo.


Porém eu parei, ele estava caminhando, ele sorria ao lado de uma garota. Soltei a alça de minha mala. Sentia meu mundo desabar.


Meus olhos piscavam freneticamente contendo as lágrimas, a garota sorria e então eles finalmente pararam, eu não podia ouvir o que diziam mas vi suas bocas chegando perto uma da outra.


Não, eles não se beijariam.


Fechei meus olhos e então os abri, sim, eles se beijavam.


- Namjoon - gritei com todo o ar existente em meu pulmão.


Ambos se separaram, ele me olhou assustado, seu olhar se alternava entre mim e a garota.


A garota correu e eu o ouvi gritar - Yumi - novamente meu mundo desabou.


Como eu podia ficar enquanto ele gritava o nome da outra, eu sou simplesmente uma estúpida.


Agarrei a alça de minha mala e corri, as pequenas rodas batiam contra as pedrinhas e eu podia ouvi-las estalar, meus passos estalavam.


E então meu braço foi agarrado e puxado - _________ - ele chamou meu nome.


Parecia ao longe, sua voz, puxei meu braço com força, então percebi que eu chorava.


Decepção.


A decepção estava estampada em meu rosto - como você pode? - foram as únicas palavras que consegui falar.


Eu queria dizer o quanto fui tola ao acreditar  ele, o quanto eu pensei que dariamos certo. Mas as únicas coisas que saiam eram os soluços.


Minha visão estava embaçada pelas lágrimas, meus punhos se cerraram automaticamente e eu o soquei em seu peito, o mais forte que consegui.


Mas minhas mãos foram puxadas, ele me abraçava tão forte que foi inevitável parar de me debater.


Eu queria parar de respirar para parar de sentir seu cheiro, o perfume que tanto senti falta.


- Me desculpe.


Essas palavras não eram suficientes, pedir desculpas não amenizava a dor que eu sentia, meu peito doía, eu preferia nunca ter vindo.


Toda aquela felicidade se esvaindo em segundos - eu nunca vou te desculpar, nunca vou te perdoar.


Eu pude senti-lo se contrair, deve ter doido mas não doeu mais do que ainda estava doendo em mim.


Estávamos parados no meio da rua, abraçados. Minha mala estava no chão e a qualquer momento poderíamos ser atropelados.


Mas eu só pensava em um nome, Yumi.


- Eu vou embora - me desvencilhei de Namjoon e peguei minha mala novamente.


- Não, espera - pegou em meu braço - fique, a gente precisa conversar, eu estava com saudades.


- Você não parecia com saudades enquanto beijava a Yumi, sua ex vizinha e atual namorada.


- Não é nada disso..


- Não? Então eu estou vendo errado? Eu estou precisando de óculos? Chega, chega disso tudo, eu vou embora, você pode ficar com ela, eu nunca deveria ter vindo. A gente - apontei para nós dois - nunca deveria ter existido, na verdade nunca existiu de verdade.


- Você tem que me ouvir, você não pode simplesmente tirar satisfações erradas.


- Erradas? Você está com ela! E eu sou a intrusa aqui, eu estou atrapalhando e eu não vou mais fazer isso.


Ele pegou a mala de minha mão - Vamos, você só terá sua mala de volta quando ir pra minha casa e ouvir.


- Eu não preciso disso, fique com ela, com a mala e a sua garota, veja se alguma das roupas cabem nela e se sim, dê a ela.


Eu o deixei ali parado enquanto ia embora, talvez eu conseguisse trocar o bilhete, trocar para hoje. Eu não aguentaria ficar ali.









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