História Broken Strings - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~SkyeJonhson

Postado
Categorias Once Upon a Time
Tags Emma Swan, Evil Queen, Jeniffer Morrison, Lana Parrilla, Swan Queen, Swanqueen, Swen
Exibições 81
Palavras 1.528
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Sorry pela demora, mas está minha parte hahaha... Espero que agrade, essa parceria minha com June. Divirtam-se!

Capitulo sem revisão, algum erro relevem que June conserta depois.
Link da playlist nas notas finais.

Capítulo 2 - Uma coisa de cada vez


 ( Undiscovered - James Morrison ♪ )

Emma Swan fechou o semblante quando sua assistente lhe informou que sua mãe estava ao telefone, ligando de Storybrooke, uma pequena cidade no Maine onde a família passou a residir após a morte de Neal. Pegou o telefone nas mãos, e girou sua cadeira, olhou para a janela que dava de frente ao porto de Boston.

— Emma! Você precisa tomar uma atitude em respeito àquela mulher! – Mary Margaret despejou rápido sem esperar Emma dar uma resposta.

 – Você está falando daquela amante de Neal? – Emma respondeu a mãe pacientemente.

— Ela é uma vagabunda, mas ainda é mãe da minha neta! – Mary resmungou. – Você precisa pensar na criança Emma.

 Swan se enrijeceu na cadeira. Ela não conseguia acreditar que sua mãe estava mesmo lhe dizendo aquilo.

— Porque de repente a senhora tem tanta certeza que a menina é mesmo filha do Neal mãe? Já que ele mesmo quando estava vivo, se recusou a fazer um teste de DNA, e afirmava que sempre usou proteção com aquela mulher.

— Eu tenho todos os motivos, ainda para acreditar que a menina não seja filha de seu irmão. Mas a proteção pode ter falhado, e se visse a foto da menina ficaria na duvida também. Eu quero ter plena certeza Emma, seu irmão ia querer isso.

Emma franziu a testa e se virou na cadeira novamente para sua mesa, a afirmação de sua mãe fez seu coração acelerar. Ela permaneceu em silencio por alguns instantes.

 – Eu tenho em mãos, uma carta e foto da criança que aquela mulher me enviou. – A voz de Mary Margaret tremia do outro lado da linha. – Ela é idêntica a seu irmão quando tinha esta idade. Ela é filha de Neal eu não tenho a menor duvida. Emma mordeu os lábios enquanto tentava manter suas emoções sobre controle.

 A morte de seu irmão ainda era um assunto que mexia profundamente com ela, e somente pelo bem de sua família tinha aceitado assumir os negócios da família, sem um único lamento. A filial imobiliária das empresas Nolan estavam expandindo em Boston, e aquilo tinha sido uma terapia para Swan. Ela se afundara no trabalho para bloquear a dor pela perda do irmão.

— Mamãe. – A voz de Emma era profunda e áspera. – Eu não confio naquela mulher, bebês podem ser parecer muito uns com outros. Então é difícil de acreditar nessa hipótese.

 – Pare de discutir comigo Emma, precisamos pegar a criança. – Mary insistiu. – Ela é tudo que restou de Neal. Uma onda de nostalgia tomou conta de Emma ao ouvir a forma como sua mãe falava.

— E como quer que eu faça isso?

— Da única maneira que aquela mulher entende. – Mary respondeu com um tom de cinismo indisfarçável. – Se oferecer a quantia certa, ela fará tudo que quisermos.

— E quanto à senhora está disposta, a gastar nessa ideia mamãe?

Mary Margaret citou uma quantia que fez Emma arregalar os olhos e se recostar sobre a cadeira.

— E uma quantia bem alta mãe.

— Eu sei querida. – Concordou Mary. – Mas não quero correr o risco daquela mulherzinha recusar a oferta. – Se ela é movida por dinheiro como a senhora diz, não acredito que vá recusar.

— Não depois da resposta que dei a carta que ela me mandou à primeira vez, e temo que por vingança ela queira nós negar a criança.

Assim que sua mãe lhe enviou uma copia da carta por e-mail, Emma viu que conteúdo na era agradável, e a resposta de sua mãe a mulher menos ainda. E tinha certeza que tal Mills tinha jurado vingança, especialmente se o que ela afirmava era mesmo verdade.

— Seu irmão é mesmo o pai daquela criança Emma. – Mary afirmou mais uma vez do outro lado da linha.

 Mas Emma ainda tinha suas duvidas, e é claro seus próprios planos para vingar a morte de seu irmão. Ela conhecia bem a reputação de Rhana Mills, mesmo sem ainda a ter conhecido pessoalmente. Mas sabia de sua beleza, pois a tinha visto em algumas fotos em colunas de fofocas, ela era uma bela mulher de cabelos negros e olhos castanhos.

( João de Barro - Renato Viana ♪ )

 Tinha um corpo que fazia qualquer um perder a cabeça, e fazia qualquer um se excitar só pelo modo de anda. E entendia bem porque seu irmão tinha ficado completamente enfeitiçado por ela, até o dia da verdadeira personalidade dela aparecer. Ainda se lembrava de bem do sarcástico relato de Neal sobre a reação dela, quando ele lhe contou, que o curto e fogoso relacionamento tinha chegado ao fim. Rhana o tinha perseguido por meses, o atormentando incansavelmente.

E mesmo decida a se vingar daquela mulher de caráter dúbio, pensar que menina tinha sangue de seu querido irmão nas veias mexia com Emma. Ela era mãe, e pensar em como uma mulher daquela criaria a menina lhe dava náuseas.

— Emma. – A voz desesperada da mãe interrompeu suas reflexões. – Você precisa fazer alguma coisa. É uma questão de honra familiar. E Neal teria feito o mesmo por você.

Era inusitado para Emma se imaginar, envolvida nos problemas que seu irmão mais novo arrumava na vida, mas não adiantaria argumentar isso com sua mãe. E ela achava que sua mãe já tinha sofrido demais com a perda do filho caçula. E não era segredo na família que Neal, sempre fora o favorito de sua mãe. O jeito alegre, e a personalidade leve de Neal Nolan haviam conquistado a todos a sua volta desde dia de seu nascimento. Deixando com seu temperamento mais serio esquecido.

Emma franziu a testa ao pensar no plano de sua mãe. Como ela iria convencer Rhana Mills a lhe entregar a criança? Emma pensava no que ela aprontaria, ou pegaria dinheiro e desapareceria, ou insistiria em algo mais formal? Tal como... Tal hipótese fez o estomago da loira se revirar, ao lembrar-se de seu irmão lhe contar sobre a incansável busca de Rhana Mills por um marido rico. E claro que sexualidade de Emma fora o motivo, pelo qual sua mãe lhe procurar.

Mary tinha certeza que sozinha Emma não chegaria tão longe. E até momento, Emma Swan conseguira fugir dos padrões impostos pela sociedade. A pressão do casamento não tinha pesado sobre ela, embora tivesse chegado bem perto de se casar a alguns anos. Porém tudo acabara da pior forma possível, ela decidiu evitar qualquer envolvimento emocional mais profundo desde então. Bae fora um erro de seu passado, embora tivesse lhe dado Henry a única coisa boa que tinha restado daquela relação. E as mulheres com quem Emma tinha se envolvida, sempre quiseram apenas seu dinheiro, então esse tipo nunca lhe foi confiável quando havia dinheiro envolvido.

E na família Nolan havia muito dinheiro envolvido. E tinha toda reputação dos Nolan, já que Neal tinha anunciado que se casaria com Tâmara e perpetuaria a dinastia da família com seus herdeiros. O coração de Emma se apertou ao olhar a foto que sua mãe tinha lhe enviado a pequena garotinha de cabelos negros e olhos castanhos. Os olhos que um dia se tornariam tão travessos, como os de seu pai em seus breves 24 anos de vida.

 – Você fará algo Emma? – Mary a pressionou. – Fará isso por mim e seu irmão falecido?

 Emma fechou os olhos. Mencionar a morte de seu irmão sempre a afetava profundamente. Ela não se esquecera de nunca do ultimo dia que vira Neal, a maneira como o irmão sorriu e acenou para ela antes partir. Emma acreditava que seu irmão talvez estivesse vivo se não tivesse se envolvido com Rhana. E a loira tinha feito inúmeras suplicas ao irmão, para se afastasse dela, só que infelizmente ele não ouviu. E quando soube da morte de Neal, Emma não conseguiu se livrar a sensação de sua mãe teria sofrido menos se fosse ela no lugar de Neal no acidente. Ela aceitou a decisão, suspirou e deu a resposta a sua mãe.

— Eu verei o que posso fazer mamãe... Mas as coisas serão do meu jeito.

— Obrigado filha. – O alivio na voz de sua mãe era inconfundível.

 Emma sabia que sua mãe iria colocar todas suas expectativas naquela criança, e os dias de Mary seriam ainda mais preciosos se pudesse segurar sua única neta nos braços.

 – Mãe, nós temos que levar em consideração, que talvez ela não queira me ver. – Emma alertou, pensando novamente na carta ofensiva que sua mãe tinha enviado a Rhana.

 – Você precisa cogitar essa possibilidade mãe.

 – Faça o que for preciso para que ela enxergue a razão Emma. – Mary instruiu. – Use todos os artifícios Emma, mulheres como Rhana Mills esperam uma negociação. E se precisar a seduza, eu sei que as mulheres também caem aos seus pés.

Emma pensou que tipo de mulher seria Rhana Mills, uma transação comercial. Que tipo de mulher era essa que barganharia ávida de uma criança? A conversa se encerrou, e depois Emma recolocou o fone no gancho minutos e voltou-se mais uma vez para vista de sua janela. Estreitou os olhos por causa da luz do sol enquanto pensava no que teria que fazer. Logo visitaria a mulher que mais odiava no mundo naquele momento. A mulher responsável pela morte prematura de seu irmão.


Notas Finais


Então conversem com a gente nos comentários e nós digam o que estão achando. E como será o encontro de Emma com a Rhana Mills? Ao menos quem ela vai encontrar ela vai acreditar ser Rhana hahaha... Até!

Playlist: https://open.spotify.com/user/nickfasb/playlist/4P0r5lYdiXX74PGmJH5K5O


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